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"Votar até ganhar?", Carvalho da Siva, in JN 15/11/2015
Quem imaginaria Portugal, neste final de 2015, numa situação política com a Direita acicatando a luta de classes, utilizando o terrorismo verbal, desenvolvendo um fortíssimo ataque ao regime democrático-constitucional e instabilizando a sociedade?
Dar um chouriço a quem lhes der um porco
Depois de se terem injectado muitos (mas mesmo muitos!) milhões de Euros no sistema bancário.
Depois de anos a fio em que andámos (andamos e andaremos) a pagar os desmandos e os prejuízos, muitos deles fraudulentos, da banca. (...)
M. Micaelo
Tensões e entorses, Carvalho da Silva, in JN 17/04/2016
Tudo indica que nos estamos aproximando do momento em que será posta à prova a possibilidade de conciliação das regras europeias - em particular as relativas ao Tratado Orçamental e à União Bancária - com programas políticos que interpretem efetivamente os interesses nacionais.(...)
Casa Pia de Lisboa
A Casa Pia de Lisboa aguarda decisão do M. da Finanças que permita a abertura de concursos para o quadro e para necessidades transitórias. Ler mais
Semana de provas de aferição de português e matemática do 2.º, 5.º e 8.º anos. E depois?
As provas de aferição do ensino básico realizam-se durante esta semana, nos dias 6 e 8, apenas em 57 % das escolas. Com efeito, após ter anunciado que as provas seriam obrigatórias já neste ano, o ME decidiu que seriam facultativas e delegou nas escolas o poder de decisão sobre a sua realização. Ler mais
Paula Rodrigues
População diminuiu e envelheceu em 2015, mas já apresenta sinais de recuperação
Finalmente, parece que “o declínio que se vinha acentuando nos últimos anos começou a desagravar-se”.
Manuel Micaelo
Vexame e morte no trabalho, Carvalho da Silva, in JN, 26/06/2016
A vida de um ser humano não pode valer menos no trabalho do que fora dele: o direito à segurança, à proteção do corpo e integridade do indivíduo, à dignidade, à saúde e à vida não podem ficar à porta das empresas e serviços, privados ou públicos. Trata-se de direitos humanos no trabalho. (...)
Financeirização do social, Carvalho da Silva, in JN de 17/07/2016
Ao longo dos últimos 25 lemos uma imensidão de discursos anunciando medidas de modernização e reestruturação da economia. Pontualmente algo de positivo se terá realizado, mas está provado à exaustão que o fundamental dessas reestruturações de empresas e serviços foram, tão-só, processos de financeirização da economia, com muita destruição de indústrias à mistura e, (...)
Universalidade da educação pré-escolar aos 5 e 4 anos. A troco de quê?
Com a recente alteração ao despacho das matrículas (despacho normativo 1-H/2016 de 14 de abril) o ME criou novas regras de admissão das crianças na Educação Pré-escolar, passando a constar no ponto 1 do artigo 9º na 1ª prioridade, “crianças que completem os cinco e os quatro anos de idade até 31 de Dezembro”. (...)
O 45º Presidente dos EUA
Afinal não é mulher nem homem que se recomende.
Depois de 597 dias de campanha, e que campanha, aí está o resultado de tanta falta de qualidade, de parte a parte.
O povo americano elegeu Trump. Ler mais
Ricardo Furtado
Escolas vão perder 109 mil alunos e o 1.º ciclo será o mais afetado
O problema demográfico é conhecido e preocupante.
Apesar de nascerem mais crianças, de haver menos emigração e mais imigração, a população residente continua a diminuir. Desde 2010 que o declínio se mantém, refere o Instituto Nacional de Estatística. Ler mais
M. Micaelo
Krugman sobre Trump
"Sejamos claros: por Trump na Casa Branca é um erro de proporções épicas".
Nem mais, Paul Krugman, no seu melhor, num artigo de opinião na revista Visão nº 1237, de 17 de Novembro. Ler mais
Ricardo Furtado
Revisão do regime legal de concursos
Em fase decisiva do processo negocial,
FENPROF insiste em propostas que visam criar um regime verdadeiramente justo e promotor de estabilidade
Da reunião realizada hoje entre a FENPROF e o ME, no âmbito do processo negocial de revisão do regime geral de concursos, foram poucos os avanços verificados. Contudo, esta reunião foi oportunidade para a FENPROF fundamentar as propostas que já apresentara através de parecer, tendo verificado que, em relação a algumas delas, a comissão negociadora do ME revelou abertura para as acolher. Ler mais
Quem ganha com as tricas de política palaciana?
Nos últimos dias muito se tem escrito, dito e "redito" sobre os acordos os não acordos entre o ministro M. Centeno e o demissionário presidente da CGD, A. Domingues. Ler mais
António Avelãs
O Código Laboral e a TSU
Na negociação, em sede de Concertação Social, sobre o salário mínimo nacional, tornou-se muito evidente o empenho das Confederações Patronais em patrocinar um acordo alargado a todos os parceiros, chegando mesmo a sugerir ao grupo parlamentar do PSD que o viabilizasse no Parlamento. Ler mais
Ricardo Furtado
“Professores exigem reforma sem cortes aos 40 anos de serviço”
O Diário de Notícias de 29 de fevereiro destaca na sua capa (notícia que desenvolve na página 12) : “Professores exigem reforma sem cortes aos 40 anos de serviço”. Pura verdade. Mais rigoroso seria escrever: com 40 anos de descontos para a segurança social. Convém sublinhar que esta é também uma exigência da CGTP-IN para todos os trabalhadores.(...)
António Avelãs
Pagar os salários "a tempo e horas" será pedir demais?
O “Correio da Manhã” de domingo passado (21 de fevereiro) noticiava, numa breve nota em páginas interiores, que professores das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) de escolas na zona de Sintra estavam há meses sem receberem o seu magríssimo salário. Infelizmente, em outras zonas do país acontece o mesmo. Esta situação, de resto, não é nova(...)
António Avelãs
Saudação ao Professor David Rodrigues
O Conselho Nacional da FENPROF, reunido em Lisboa, em 18 de março de 2017 congratula-se com a atribuição do prémio "Distinguished International Leader Award 2017", Ler mais
À segunda cai quem quer, Carvalho da Silva in JN 02/04/2017
Esta semana foi marcada pela formalização do pedido de saída do Reino Unido da União Europeia (UE). Com um tom marcadamente anglófobo, a generalidade dos meios de Comunicação Social portugueses procuraram inculcar-nos a mensagem central de Donald Tusk: (...)