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Ensino Superior e Investigação | O Programa do Governo aponta à mercantilização do conhecimento

O Programa do Governo para o Ensino Superior e Investigação é uma lista de promessas vagas que acelera políticas em curso e aprofunda transformações no sector. A revisão do RJIES continua a pôr em causa a democracia das instituições (na eleição de reitores e Conselho Geral), podendo até vir a alterar a Lei de Bases de Financiamento do Ensino Superior. Como temos vindo a alertar, as revisões dos Estatutos da Carreira Docente Universitária e Politécnica (ECDU e ECDESP) são importantes, mas a proposta de um “Estatuto da Carreira Única com perfis diferenciados” surge após a aprovação do Estatuto da Carreira de Investigação, gerando dúvidas sobre os reais objetivos do executivo. Ler mais

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Que respostas para os alunos com deficiência e/ou necessidades específicas?

Num ano letivo em que a falta de professores aumenta, tanto em número como em extensão geográfica, os alunos com necessidades específicas são os mais penalizados pela ausência de recursos adequados. Entre estes, a situação dos alunos autistas é particularmente preocupante, tendo em conta as suas características e as exigências específicas de acompanhamento e apoio que lhes devem ser garantidos. Ler mais

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Um 3º período fora do comum – teletrabalho, ensino a distância e outras …

O tempo que vivemos impôs um silencio agreste nas escolas. A ausência dos alunos nos corredores e nos pátios é efetivamente inquietante! Domina a incerteza.
Crianças e jovens mantêm-se em casa, assim como os seus professores e educadores. Uns e outros devem manter o contacto através dos mais diversos meios, tentando manter vivo o papel da escola - ensinar, aprender e conviver ao longe - com meios mais ou menos sofisticados que muitos não têm e outros não dominam, mas o esforço está reconhecidamente a fazer-se …Ler mais

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Não vale tudo: Falsas soluções não valorizam a profissão e não garantem a qualidade do ensino!

É inaceitável que, em vez de se apostar na valorização da profissão e na criação de condições dignas para atrair e fixar docentes, se recorra a soluções que desvirtuam a qualidade da Escola Pública. Foi o caso das declarações da diretora do Agrupamento de Escolas Virgílio Ferreira, em Lisboa, Carla Batista, que em entrevista à RTP admitiu ter colmatado a falta de 17 professores — concentrada no 1.º ciclo — através da contratação de “técnicos especializados, licenciados”. Esta opção não assegura a necessária preparação pedagógica nem responde às exigências próprias da docência. Ler mais