Professores do PS perplexos com posição do Governo sobre tempo de serviço
Pois claro. Os do PS e os outros todos. E com toda a razão, pois aqui não está em causa uma questão partidária mas uma questão de justiça.
Porque o tempo de serviço prestado é para ser contado.
TODO!
M. Micaelo
Orçamento de Estado de 2019 não prevê aumentos para os funcionários públicos
2019 começa a desenhar-se como um ano de forte contestação sindical, uma vez que, segundo notícias vindas a público, o Orçamento de Estado de 2019 não prevê aumentos para os funcionários públicos e que as apostas do governo serão as reformas das carreiras não contributivas, o descongelamento dos funcionários públicos, infraestruturas e saúde.
Paula Rodrigues
Lei nº 14/2018 de 19/03
Altera o regime jurídico aplicável à transmissão de empresa ou estabelecimento e reforça os direitos dos trabalhadores, procedendo à décima terceira alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro
No reino do disparate
A crer na notícia (só para assinantes), “para poderem beneficiar do fim do factor de sustentabilidade, os reformados com longas carreiras contributivas estão a ser obrigados a sacrificar bonificações a que têm direito por terem trabalhado muitos anos”.
Tantos anos de carreira contributiva e, mesmo assim, um corte de 14%.
A que propósito?
M. Micaelo
A Cátedra de Massamá, Domingos Lopes, O Chocalho, 14/03
Não é preciso morar em Lisboa para se ser professor catedrático. Mas também não devia ser preciso morar em Massamá ou ter sido Primeiro-Ministro.
Ser professor catedrático é o resultado de uma vida de estudo e de ensino; uma vida a servir a instituição universitária, as mais das vezes como obra publicada e reverenciada entre os seus pares. (...)
“Mas hoje há greve?”, perguntam os professores
Esperemos que a distração dos colegas tenha sido só no "Liceu" Camões…
Francisco Martins da Silva
Greve em Lisboa, Santarém e Setúbal – primeiro balanço
A Greve Nacional de Professores e Educadores começou hoje, 13 de março, nos distritos de Lisboa, Santarém e Setúbal e na Região Autónoma da Madeira e prolonga-se até à próxima sexta-feira.
Um protesto pela recuperação de todo o tempo de serviço congelado, por um regime específico de aposentação para a profissão docente e pela regularização dos horários de trabalho dos docentes.
Hoje, no final da manhã, foi efetuado um balanço provisório sobre os dados da greve. Veja a informação aqui
“Não é por arranjar trabalho que os pobres deixam de ser pobres”
Público, 12 de março, pags 10-11
Das várias notícias que entretanto foram surgindo esta manhã (12 de março), a que mais me chamou a atenção foi esta: “Não é por arranjar trabalho que os pobres deixam de ser pobres”. Um estudo da DINAMIA-CET (instituto ligado ao ISCTE) acompanhou longitudinalmente um grupo de pessoas pobres. Ler mais
Um trecho que merece uma leitura atenta.
António Avelãs
Exposição - Homenagem a Maria Archer
A propósito da polémica causada pelo seu livro “Ela é apenas mulher”, Maria Archer escreveu: “Confio na justiça do tempo”. Esta afirmação pode ser entendida de um modo positivo e de um modo negativo.
Comecemos pelo positivo: o tempo mostrou à saciedade como eram justas e dignas as causas por que lutou, através da escrita, lutas pelas quais “pagou um elevado preço”. A liberdade, a dignidade das mulheres, a democracia. O lado negativo traduz-se no facto de o seu nome ser relativamente pouco conhecido. Exposição patente até dia 13 de março.