FENPROF contra os exames do 4.º ano
Não são os exames – e ainda menos nestes níveis etários – que atestam a qualidade do ensino e das aprendizagens. Pelo contrário, o contexto em que se realizam ...
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Não são os exames – e ainda menos nestes níveis etários – que atestam a qualidade do ensino e das aprendizagens. Pelo contrário, o contexto em que se realizam ...
Desrespeito do MEC pelas negociações não tem fim.
A FENPROF reuniu no MEC com o Secretários de Estado do Ensino Superior e a Secretária de Estado da Ciência para debater a situação do sector e obter respostas para um conjunto largo de problemas
A comunicação do presidente da República em que transmitiu a sua decisão de dissolver o Parlamento e convocar eleições para 30 de janeiro, cuja legitimidade não está em causa, merece, contudo, algumas observações, sem que fiquemos a chover no molhado no que se refere à data, ou quanto ao portefólio de soluções possíveis para a crise por ele instituída, ou ainda sobre a sua conceção abstrata de estabilidade.
Fenprof questiona ME sobre atraso na publicação do despacho das vagas para acesso aos 5.º e 7.º escalões.
A Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, define as regras relativas ao preenchimento das vagas para progressão ao 5.º e 7.º escalões da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário. Ler mais
Após a 5.ª sentença favorável de diferentes tribunais administrativos e uma Recomendação do Senhor Provedor de Justiça, seria natural que o MEC/Governo tivesse já decidido cumprir a lei, pagando aos docentes que cessaram os seus contratos a correspondente “compensação por caducidade”, o que não aconteceu.
Passa por estar calado sobre muita coisa, para não assustar o tão almejado centro político, constituído por muitos daqueles cuja vida infernizará, caso ganhe as eleições em modelo de geringonça à direita. Ler mais
João Correia
Dossier: Um ano intenso de luta.
Veja no isssu ou descarregue pdf . Ler mais
Atrasos na regularização parecem dever-se a um incompetente choque entre plataformas;
Contudo, MECI considera que se simplificou e reduziu burocracia…
Despacho que fixa número de adjuntos nas escolas confirma: imparável na sua sanha economicista, M.E. troca qualidade por redução de custos!
No seguimento da audiência com a Provedoria da Justiça com a FENPROF necessitamos de casos concretos de colegas que se sentiram lesados / ultrapassados nas colocações (nomeadamente na 2 Bolsa de Recrutamento). Para tal necessitamos de cópias de:
A permanência de Portugal no euro ou a sua saída é um tema fundamental para o país e que urge discutir abertamente. Só deste modo poderemos preparar-nos para enfrentar uma eventual saída, reduzindo os seus efeitos negativos. Ler mais
Vale a pena ler o texto que o jornal Público nos oferece hoje, 8 de novembro, na página 20. O título é claro: Verbas para a Educação só chegam se os chumbos diminuírem. Ler mais
A. Avelãs
Refere o “Expresso”, que continua: "No quarto de Vera nunca entrou a luz do sol. Lá dentro, não cabe mais do que uma cama enfiada entre quatro paredes sem janelas, pintadas a humidade e bolor “ (…).
Falta tanto para cumprir Abril!
M. Micaelo
O Conselho Nacional de Educação publicou o “ Estado da Educação 2020”, relatório que tem como tema central a pandemia, mas vai muito além dos estudos que “procuraram compreender os efeitos da pandemia na educação e identificar respostas encontradas pelos atores no terreno”, pois apresenta “os dados de referência com o quadro para as políticas europeias e nacionais e os indicadores para Portugal que retratam a evolução que se registou nos últimos dez anos, no domínio da educação e formação de crianças, jovens e adultos.”
A ler e analisar.
Segundo a lei, os professores que reuniram os requisitos para progressão aos 5.º e 7.º escalões deveriam ter conhecimento das vagas até final de janeiro do ano seguinte. Portanto, até final de janeiro de 2023 deveriam ter sido publicadas as vagas para quem reuniu os demais requisitos em 2022, alguns logo em janeiro. Ler mais
Contra o desemprego e as injustiças, o SPGL esteve presente na manifestação de 29 de Setembro, em Lisboa. Do Marquês de Pombal à Assembleia da República, os trabalhadores demonstraram disponibilidade para continuarem e generalizarem a luta.