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“Professores exigem reforma sem cortes aos 40 anos de serviço”

O Diário de Notícias de 29 de fevereiro destaca na sua capa (notícia que desenvolve na página 12) : “Professores exigem reforma sem cortes aos 40 anos de serviço”. Pura verdade.  Mais rigoroso seria escrever: com 40 anos de descontos para a segurança social. Convém sublinhar que esta é também uma exigência da CGTP-IN para todos os trabalhadores.(...)

António Avelãs

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"COMO PODERÁ A ESCOLA AJUDAR A COMBATER OS FANATISMOS ? "

é a questão subjacente ao interpelante texto de Santana Castilho publicado na página 45 do jornal Público no passado dia 18 de novembro, com o título “O tempo e os ódios”. Texto que merece uma leitura atenta e integral. Transcrevo aqui, como aperitivo, uma pequena parte: “ A substituição da visão personalista pela utilitarista tem empobrecido nossa filosofia de ensino e aberto a porta a desesperos e fanatismos. A solidão e o abandono, tantas vezes característicos desta via, podem ser compensados com o aliciamento fácil para pertencer a grupos fanáticos, dotados de cativantes espíritos de corpo, sejam eles religiosos ou políticos (...)

António Avelãs

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Candidatura ao PREVPAP – Portaria nº 150/2017, de 3 de maio

Entre 11 de maio e 30 de junho decorre o período em que os trabalhadores da administração pública com vínculo precário devem preencher o “requerimento” (na plataforma informática criada para o efeito) para que a sua situação seja analisada pelas comissões bipartidas constituídas com vista à aquisição de vínculo definitivo na administração pública. Ler mais

aceda ao requimento aqui

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Portugal arrisca-se a nunca sair do modelo de salários baixos e de trabalho precário

Retoma económica está a ser feita graças a salários baixos e trabalho precário, em que o salário mínimo nacional se apresenta como a remuneração de referência.
No primeiro semestre de 2017, 728 mil trabalhadores - 22,7% do total - ganhavam pelo mínimo, diz o Estudo feito pelo Observatório sobre Crises e Alternativas, coordenado por Carvalho da Silva.
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M. Micaelo

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Obscenidades

  1. A proposta levada a discussão e votação, na Assembleia da República, que previa o levantamento do factor de sustentabilidade (14,5%!) a pensionistas com 63 ou mais anos que, aos 60, tivesse pelo menos 40 de desconto. A obscenidade reside na cláusula final, “que aos 60, tivesse pelo menos 40 de desconto” (porquê esta cláusula? Ou tem 40 anos de desconto ou não tem).

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Manuel Micaelo

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Obscenidades

  1. A proposta levada a discussão e votação, na Assembleia da República, que previa o levantamento do factor de sustentabilidade (14,5%!) a pensionistas com 63 ou mais anos que, aos 60, tivesse pelo menos 40 de desconto. A obscenidade reside na cláusula final, “que aos 60, tivesse pelo menos 40 de desconto” (porquê esta cláusula? Ou tem 40 anos de desconto ou não tem).

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Manuel Micaelo