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Informação aos Docentes do EPC sobre a vigência do CCT/EPC

Chegados ao início de mais um ano letivo, a FENPROF reafirma o que anteriormente foi comunicado aos professores sobre a vigência do CCT celebrado entre AEEP e a FENPROF, que regula o exercício da atividade docente no setor do ensino particular e cooperativo.
Assim: - Até ao momento, não há qualquer decisão do MSESS sobre a caducidade do CCT...

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Clima utópico

Da COP27 resultaram anúncios importantes: mil milhões de euros para ajudar o continente africano a adaptar-se às alterações climáticas; criação da Aliança Global das Renováveis, para acelerar a transição energética e reduzir a dependência do gás russo; pressão da Índia, embora sem êxito, para que a COP27 determinasse o fim de todos os combustíveis fósseis; passagem de Portugal a membro efectivo da BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) que impede a exploração de combustíveis fósseis. Ler mais

Francisco Martins da Silva

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Revolução precisa-se

À primeira vista, um paradoxo: faltam professores em Lisboa, mas não nas Beiras; vagas para médicos na região de Lisboa e Vale do Tejo ficam por preencher; e mais recentemente, ficaram por ocupar significativa parte das vagas para o INEM. Durante muitos anos habituamo-nos a pensar que era no “interior” que havia falhas de docentes, de clínicos, de técnicos de saúde. Porquê, agora, Lisboa? Ler mais

António Avelãs

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Presidente promulga fim da PACC por não ter despesa este ano

O PS sabe que tem um problema com os professores criado durante os governos de Sócrates e das suas inqualificáveis ministras da Educação. O atual governo, coadjuvado pelo PCP e BE, tem vindo a resolvê-lo, embora a conta-gotas. Ao acabar com este instrumento de humilhação que era a PACC, dá mais um passo decisivo na reconciliação com a classe docente.

Público 8/06/2016

Francisco Martins da Silva

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É o Mário pá!

Atendendo ao PIB e ao fim do Procedimento por Défice Excessivo, mas também aos pagamentos antecipados ao FMI, ao crescimento do Emprego, ao maior equilíbrio da Balança Comercial e à diminuição dos Juros sobre os empréstimos do Estado, e apesar das Cativações e da crescente Dívida Externa, do aumento da instabilidade socio-laboral e da penosa situação financeira vivida na Saúde e na Educação, entre outros, o “nosso” Mário chegou, finalmente, à liderança do Eurogrupo.
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Ricardo Furtado