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“Igualdade de oportunidades”?

O Público de domingo, 12 de abril, regista que das famílias de alunos do 1º ciclo apenas 34% têm em casa computador (indispensável para o ensino à distância). Mas diz também que, relativamente a alunos no secundário esse número sobe para 97%. Ou seja: boa parte dos alunos do 1º ciclo cujas famílias não têm computador não chegam ao secundário. Prova de uma desigualdade que continua grande e que o ensino à distância acentuará.

Poderemos sonhar com uma realidade diferente em que a propalada “igualdade de oportunidades” seja bem mais do que um mentiroso “slogan”?

António Avelãs

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Reposicionamento justo mas sem ultrapassagens

Os professores e educadores “retidos” no 1º escalão pela legislação imposta durante o período da “troika” estão a ser reposicionados nos escalões a que legalmente têm direito.

Mas todos os docentes que se vejam ultrapassados por colegas com o mesmo ou menos tempo de serviço têm o direito de reclamar e de exigir a correção da situação.

Não se trata de pôr em causa o legal e legítimo direito dos colegas reposicionados: trata-se de impedir as eventuais injustiças daí decorrentes.

Se sabes que foste “ultrapassado” por colegas com igual ou menos tempo de serviço, contacta o SPGL

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Famílias Primeiro?

Folheia-se o “Público” pela manhã e não há como fugir ao rescaldo do dia anterior em que Costa apresentou o plano do governo para responder à inflação. Atrás de um púlpito com a palavra de ordem “Famílias Primeiro”, o primeiro-ministro desfiou um conjunto de apoios de 2400 milhões de euros que vão das pensões, ao preço da electricidade, às rendas, sem esquecer a classe média e o controlo da dívida… Ler mais

Almerinda Bento

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"Pedro Arroja sobre “as esganiçadas” do BE: “Não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada!” in Expresso, 10/11/2015

O problema da direita é que a direita, no seu íntimo, é isto. É tradicional e antidemocrática e di-lo com a maior naturalidade porque acha, no seu íntimo, que o que está a dizer é o mais natural que há. Esquecendo-se, é claro, que só o pode dizer porque há democracia. Esquecendo-se, também, que foi a esquerda que tornou possível a democracia em Portugal.
Francisco Martins da Silva