Morte morrida, sim. Morte matada, não!
Em dez dias houve três incidentes em centrais nucleares francesas. O último ocorreu ontem, em Flamanville, relançando a preocupação sobre a segurança das centrais nucleares. Ler mais
Manuel Micaelo
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Em dez dias houve três incidentes em centrais nucleares francesas. O último ocorreu ontem, em Flamanville, relançando a preocupação sobre a segurança das centrais nucleares. Ler mais
Manuel Micaelo
Com o título “O regresso” – entenda-se: o regresso à escola após a pausa natalícia – Paulo Guinote publica no Público de hoje (4 de janeiro) uma crónica que merece um pouco da nossa atenção. Como aperitivo a um leitura que se recomenda, transcrevo aqui duas passagens(ler mais)
António Avelãs
Das decisões mais aplaudidas deste ministério da Educação foi o fim dos exames dos 4º e 6º anos de escolaridade, substituídos com inegáveis vantagens por provas aferidas que, sem o peso inútil dos exames, podem permitir uma radiografia atualizada do ensino, corrigir assimetrias, repensar programas. Ler mais
António Avelãs
O que tem vindo a público sobre esta “magna” questão suscita algumas perguntas:
António Avelãs
Este é um dos títulos de primeira página do DN de hoje, com desenvolvimento nas páginas 4 e 5. Um outro matutino, o JN, diz o mesmo por outras palavras: “Gestores ganham 46 vezes mais que empregados”. Ler mais
A. Avelãs
No dia 16 de Julho, em Helsinquia, Trump e Putin, os dois Presidentes dos países com os maiores arsenais nucleares do mundo, realizaram uma cimeira cujo significado para o conjunto das relações internacionais teria de ser extraordinário. Todas as chancelarias ficaram de olhos e ouvidos atentos ao que se decidiria.(...)
Uma certa direita, sempre teoricamente contra o Estado, mas socorrendo-se dele quando precisa e explorando-o sempre que pode (e pode muitas vezes), costuma vociferar alegando que há demasiados funcionários públicos. Mentem – e sabem que mentem. Ler mais
António Avelãs
Foi a notícia que hoje mais me chocou: a arrogância fascizante dos poderosos contra os mais fracos. Da toda poderosa América (EUA) contra os miseráveis que ela própria foi fabricando ao longo de décadas na América latina e América do Sul. Uma pedra hondurenha, que provavelmente o soldado americano nem sentirá, equivale a um tiro, provavelmente mortal. É o direito (que Trump considerará natural e Bolsonaro certamente de origem divina) de o mais forte esmagar sem piedade o mais fraco. Como Israel respondendo com armas de fogo às pedradas da Intifada. Em suma: o fascismo implanta-se, sustentado no seu poder económico, militar e jurídico. Vencerá ele ou a democracia?
A propósito do decréscimo do crescimento da economia portuguesa, o nosso Ronaldo das finanças recomendou dobrar as cativações as verbas do OE de 15% para 30%.
Governar assim não custa nada. Ler mais
Ricardo Furtado
Esta manifestação também nos diz respeito, para além da solidariedade com os/as trabalhadores/as que procuramos manter. Diz-nos respeito porque ..." Ao mesmo tempo e apesar dos avanços registados, o governo resiste a dar resposta aos problemas prementes dos trabalhadores, do povo e do País...
O DN (Diário de Notícias), on line, tem na capa do sábado passado o título acima transcrito. Portugal está muito bem no futebol, mas muito mal na luta por uma política fiscal mais justa. São muitos os deputados europeus (maioritariamente da esquerda, mas também um ou outro da direita) que reconhecem como injusto ... Ler mais.
António Avelãs
O título desta nota é o “destaque” inserido no texto de Luis Reis Torgal na página 20 do Público de 22 de junho de 2020, com o título “Este mundo da (des)informação e dos falsos combates” História e memória”. A vandalização de estátuas não se inclui nesta forma autêntica de combater o racismo. Ler mais
António Avelãs
Há 45 anos, a Organização das Nações Unidas oficializou o Dia Internacional da Mulher como símbolo das lutas das mulheres operárias em várias partes do mundo desde o final do século XIX. O dia 8 de março tornou-se um marco na história da emancipação das mulheres, mas é também um dia para ganhar balanço para a luta pelos direitos que ainda nos são negados. Ler mais
Veja aqui fotos da Inauguração
Conversa à volta de …"Irene Lisboa - a escola do meu coração"
A FENPROF entregou hoje mais de 3500 cartas de professores do 1.º ciclo, no Ministério da Educação. Na entrega, Mário Nogueira e Albertina Pena referiram aqueles que são os aspetos fundamentais sobre os quais se exige a intervenção do governo. Ler mais
Na conferência de imprensa de abertura do ano letivo 2022/2023, o Secretário-Geral da FENPROF, Mário Nogueira, revelou que, se hoje houvesse aulas, entre 55 mil a 60 mil alunos não teriam os professores todos. Mário Nogueira afirma que o problema está instalado e não tem a ver com o facto de o regime de concursos ser nacional ou local - o problema é que não há professores. Ler mais
No dia 18 de março, os professores e os educadores estarão na rua, de novo. Desta vez vão juntar-se à que se prevê ser uma grande manifestação dos trabalhadores de Portugal contra o custo de vida e, em geral, a desvalorização do seu trabalho.
Os docentes aposentados estarão presentes contra o aumento do custo de vida e reivindicando o aumento das pensões.
O apelo é “Todos a Lisboa”! A concentração dos docentes será às 15h junto às Amoreiras, local de onde partirão os trabalhadores da Administração Pública. No Marquês de Pombal dar-se-á o encontro entre o setor público e o privado, com o desfile a descer a Avenida da Liberdade.
O SPGL e a FENPROF apelam à presença dos docentes nesta grande Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN.
A par das reuniões que o SPGL realizou e continua a realizar nas escolas, nos meses de janeiro e fevereiro terão lugar quatros grandes Plenários Sindicais Regionais (Santarém, Lisboa, Setúbal e Oeste). Participa!
Mais informações
Na Direção Regional de Setúbal irá inaugurar uma exposição alusiva ao 25 de abril, a 6 de junho e, logo no dia seguinte, realizará o debate sobre «A Gestão das Escolas em 50 Anos de Democracia». Ler mais
Em 6 de junho, a FENPROF reuniu com o Ministério da Educação, Ciência e Investigação (MECI), no âmbito do processo de negociação suplementar, que requereu. Dessa reunião resultaram esclarecimentos e soluções que são positivos para os professores. Conheça-os aqui.
FENPROF não se resignará e tudo fará, no âmbito das instâncias adequadas, para melhorar o diploma legal que for publicado.
A FENPROF está a promover um abaixo-assinado para exigir ao Governo e, em particular, ao Ministro da Educação, Ciência e Inovação, que crie as condições necessárias para que todos os docentes do ensino superior possam usar os pontos já acumulados nos seus processos de avaliação de desempenho para alterar o seu posicionamento remuneratório.
Este abaixo-assinado também tem como propósito expressar solidariedade com a greve que os colegas da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) estão a realizar para exigir, precisamente, o desbloqueamento das progressões salariais que lhes são devidas.
ASSINE AQUI O ABAIXO-ASSINADO E PARTILHE!