Revisão do ECD: Haverá propósito do governo de excluir da negociação as organizações mais representativas e combativas?
Depois do que se passou na Saúde, chegou a vez da Educação? Dar-se-á mal o governo se assim for! Ler mais
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Depois do que se passou na Saúde, chegou a vez da Educação? Dar-se-á mal o governo se assim for! Ler mais
Dirigentes, delegados e ativistas sindicais do SPGL participaram esta sexta-feira, 5 de abril, na Concentração promovida pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública em frente ao Ministério da Saúde, sob o mote «Defender o Serviço Nacional de Saúde | Cumprir Abril».
No dia 15 de janeiro, em Coimbra, realizou-se o II Encontro Nacional dos Trabalhadores das IPSS. A FENPROF participou neste importante momento de debate e reflexão sobre a situação atual dos trabalhadores do setor, representando os docentes com a presença de vários dirigentes e delegados sindicais. Ler mais
A FENPROF realiza, dia 28 de fevereiro, um debate sobre o tema “Sistema Educativos Europeus – O desafio da igualdade de oportunidades”.
O trabalho e os seus direitos são parte indispensável de um processo de desenvolvimento económico e político numa sociedade democrática. Não há justiça social sem dignidade humana em ação, concretizada todos os dias na vida concreta de cada cidadão, das famílias, do coletivo da sociedade. Por outro lado, um sistema de proteção social...
A Manifestação Nacional «Todos juntos pela Paz! É urgente pôr fim à guerra!», realizada no dia 18 de janeiro, juntou milhares de pessoas no Cais do Sodré que desfilaram até ao Largo do Rossio, em Lisboa, para pedir o fim de todos os conflitos no mundo e uma política de paz. Integrando a comitiva do SPGL e dos sindicatos da FENPROF, vários professores, educadores e investigadores participaram nesta importante iniciativa. Ler mais
A Comissão Negociadora Sindical (FNSTFPS – Federação e Sindicatos da Função Pública, FENPROF – Federação e Sindicatos dos Professores, SEP – Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e STSSS- Sindicato Técnicos Superiores de Saúde), como é do conhecimento, apresentaram à UMP uma proposta de aumento salarial para 2018, tendo por base o último nível da tabela salarial (o mais baixo) para o valor de €600.
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O SPGL condena os ataques dos EUA contra a Venezuela, que constituem uma grave violação do direito internacional e da soberania do país, inserindo-se numa política de ingerência e desestabilização com sérias consequências para a paz no Mundo, em particular na América Latina e no Caribe.
O SPGL denuncia a violação da Carta das Nações Unidas, exige o respeito pela soberania da Venezuela e a libertação do Presidente Nicolás Maduro e da sua esposa, e apela ao governo português para que, em cumprimento da Constituição da República Portuguesa, condene esta agressão e se posicione em defesa da paz e do direito internacional.
Em 2015, ao quebrar-se o tabu do velho "arco da governação", ficou claro que se o Partido Socialista (PS) quiser governar à Esquerda pode perfeitamente fazê-lo. Ler mais
Atenção dos professores vai agora centrar-se nas negociações que terão lugar…
As escolas públicas portuguesas não merecem ser transformadas em campo de luta pelas décimas no processo de avaliação de desempenho docente
A Frente de Contratados e Desempregados não aceita que o processo de avaliação, tal como se apresenta, seja aplicado aos professores contratados.
Contra o empobrecimento o desemprego e a precariedade muitos milhares de trabalhadores responderam ao apelo da CGTP e transformaram o Terreiro do Paço no Terreiro do Povo. Com fotos de Felizarda Barradas e de Paulo Machado
No âmbito das ações socioculturais do Departamento de Professores e Educadores Aposentados do SPGL realizou-se, no dia 13 de Março, o Roteiro Literário Levantado do Chão com a colaboração da Fundação José Saramago e da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. Ler mais
Dossier: Centenário Paulo Freire
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por Dra. Fátima Anjos, Advogada do SPGL
A agência Lusa noticiou que no debate parlamentar de urgência pedido pelo PSD sobre educação, realizado ontem, 22 de Dezembro, o ministro da Educação gastou os seis minutos disponíveis para fazer um cerrado ataque aos sociais-democratas, quer em matéria de educação quer, até, acusando-os de “patrocinar” o partido Chega. «É da mais elementar justiça, o ministro da Educação vir dizer bravo às escolas, bravo aos directores, bravo aos docentes, bravo aos não docentes, bravo aos alunos e bravo também suas famílias, que mesmo num tempo tão difícil conseguiram erguer em cada escola um espaço de segurança e de confiança», saudou. Ler mais
Francisco Martins da Silva