Dia 1 de novembro às 10h na Assembleia da República
Dia 1 de novembro vamos mostrar a nossa oposição à proposta de Orçamento de Estado para 2014. Pré concentrações às 9h (Largo do Rato, ver mais locais de pré-concentrações)
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Dia 1 de novembro vamos mostrar a nossa oposição à proposta de Orçamento de Estado para 2014. Pré concentrações às 9h (Largo do Rato, ver mais locais de pré-concentrações)
Portugal pode viver um novo ciclo político. Os compromissos que no Parlamento e perante a sociedade portuguesa sustentam o Governo, são profundamente inovadores pela sua abrangência social, cultural e política, e já produziram efeitos que se hão de repercutir no futuro, mas isso não assegura por si esse novo ciclo. É preciso que o Governo consiga dar passos iniciais seguros e, por outro lado (...)
O Correio da Manhã de hoje, 28 de março, destaca na 1º página: “salário médio cai para níveis de 2012”. E nas páginas 8 e 9 desenvolve esta notícia sublinhando que “há mais gente a ganhar o (salário) mínimo”.(...)
António Avelãs
Afinal não é mulher nem homem que se recomende.
Depois de 597 dias de campanha, e que campanha, aí está o resultado de tanta falta de qualidade, de parte a parte.
O povo americano elegeu Trump. Ler mais
Ricardo Furtado
"Sejamos claros: por Trump na Casa Branca é um erro de proporções épicas".
Nem mais, Paul Krugman, no seu melhor, num artigo de opinião na revista Visão nº 1237, de 17 de Novembro. Ler mais
Ricardo Furtado
São vários os projectos de resolução aprovados na Assembleia da República que recomendam ao governo que legisle no sentido de resolver problemas.
Várias são também as recomendações, por exemplo da Provedoria de Justiça, mas não só, com o mesmo objectivo. (...) Ler mais:
Manuel Micaelo
O que sabemos agora sobre Paulo Núncio, lamentavelmente, encaixa nesta má escolha de prioridades políticas, que vai para lá da evasão fiscal e representa também uma grave falha no combate ao branqueamento de capitais.
Rui Tavares, Historiador
A atração de investimento (de capital) será mais importante para o desenvolvimento do país do que a atração das pessoas? Não estarão os portugueses demasiado condescendentes com a diminuição da população, que tem ocorrido e se perspetiva para Portugal nas próximas décadas? (...)
Se tomássemos como base de análise das eleições presidenciais francesas e a opinião publicada ao longo dos últimos anos nos grandes meios de comunicação, teríamos de nos surpreender com o panorama político que agora nos é apresentado a duas semanas da primeira volta. (...)
Mario Draghi esteve em Sintra no dia 27 de junho no Fórum da Banca Central e abriu os trabalhos com um discurso revelador. Disse-nos que desde há três anos está preocupado com a estagnação dos preços, ou mesmo deflação, na Zona Euro. Ler mais
No último ano, assistimos a um certo enfoque mediático e político no tema do futuro do trabalho, sem dúvida de crucial importância para a democracia. (...)
O que tem vindo a público sobre esta “magna” questão suscita algumas perguntas:
António Avelãs
10 a 14 de abril
Inscrições até 16 de Março
email: brauliolmartins@portugalmail.pt – tlm. 960 202 007 – ver ficha de inscrição em anexo
Israel matou noventa e dois manifestantes palestinianos, desarmados, e feriu de dois mil.
A maioria foi morta e ferida no dia em que Trump ilegalmente inaugurou a embaixada dos EUA em Jerusalém.(...)
De repente os que têm governado o país descobriram que o interior está desertificado, sem gente, sem serviços, com a agricultura abandonada, sem futuro.
É extraordinário. Os que têm governado desde 1976 até 2015 e nunca saíram dos cinquenta quilómetros da faixa do litoral e só agora na triste luta política em torno dos incêndios, descobriram o interior… Que andou a fazer Mário Soares? Cavaco? Sampaio? Durão? Guterres? Sócrates? Passos Coelho? (...)
Face a notícias objetivamente falsas e intencionalmente “postas a correr” para enfraquecer os sindicatos e, consequentemente, a luta dos professores, o SPGL esclarece:
- o colégio arbitral é constituído por um juiz-presidente e por dois “árbitros”, sorteados, um de entre um conjunto de juristas indicados pelas centrais sindicais e outro de um conjunto indicado pelas entidades patronais, neste caso, o governo;
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Dossier: CNE: Escola portuguesa no bom caminho?
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Uma certa direita, sempre teoricamente contra o Estado, mas socorrendo-se dele quando precisa e explorando-o sempre que pode (e pode muitas vezes), costuma vociferar alegando que há demasiados funcionários públicos. Mentem – e sabem que mentem. Ler mais
António Avelãs
A falta de investimento na Educação, na estabilidade, carreira e condições de trabalho é transversal a todos os profissionais, o que tem um impacto imediato inadmissível não só na vida destes milhares de profissionais e suas famílias, mas também na vida dos alunos e de toda a comunidade educativa. Ler mais
Paula Rodrigues