Greve começa hoje
Os professores e educadores iniciam hoje uma greve às horas lectivas extraordinárias que pode prolongar-se até final do ano
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Os professores e educadores iniciam hoje uma greve às horas lectivas extraordinárias que pode prolongar-se até final do ano
- Ata de Eleição da Comissão de Professores e Educadores Desempregados; - Moções aprovadas
A FENPROF entregou no MEC a sua posição sobre a proposta ministerial de revisão da estrutura curricular.
Contra o empobrecimento o desemprego e a precariedade muitos milhares de trabalhadores responderam ao apelo da CGTP e transformaram o Terreiro do Paço no Terreiro do Povo. Com fotos de Felizarda Barradas e de Paulo Machado
A adesão do SPGL à Greve Geral de 22 de março foi aprovada por unanimidade e aclamação em assembleia geral realizada ontem, na sede da União dos Comerciantes de Lisboa.
FENPROF obtém esclarecimento sobre relatório de auto avaliação
O que está em causa é discutir o futuro político da educação, o que envolve matérias que só poderão ser discutidas com a presença do ministro – sublinhou Mário Nogueira em breve conferência de imprensa no MEC. Veja o vídeo com declarações de Mário Nogueira.
Colégio arbitral decide não decretar serviços mínimos na greve dos professores do dia 17. Leia aqui o Acordão na íntegra e o comunicado de imprensa da FENPROF.
Com a publicação dos despachos normativos n.º 7/2013 e n.º 7-A/2013, surge pela primeira vez a possibilidade de os intervalos não serem incluídos na componente letiva dos professores do 1º Ciclo do Ensino Básico, o que altera injustificadamente uma realidade que sempre foi considerada e confirmada a partir da primeira publicação do Estatuto da Carreira Docente (1990), constituindo ainda uma situação de desigualdade com os restantes níveis de educação e ensino, onde os intervalos estão incluídos na componente letiva. A FENPROF põe à subscrição de todos os professores um abaixo-assinado dirigido ao Ministro da Educação e Ciência, que deve ser recolhido até 13 de setembro para posterior entrega com a maior brevidade.
Dia 28 de Outubro, às 18 horas, venha conversar com as professoras Henriqueta (Cuca) Pombeiro e Teresa Santos sobre música popular portuguesas no Espaço António Borges Coelho (sede do SPGL)
Na sequência da denúncia pela AEEP do atual Contrato Coletivo de Trabalho do Ensino Particular e Cooperativo, foi iniciado no passado dia 3 de dezembro o processo negocial entre a FENPROF e aquela Associação Patronal.
ASPL, FENPROF, SEPLEU, SIPE, SIPPEB e SPLIU estarão com os professores, em todas as escolas do país, naquele que será o dia mais importante da luta contra a iníqua e humilhante prova que o MEC pretende aplicar aos professores
MEC apresenta proposta de revisão da legislação de concursos que é curta nas matérias abrangidas e fica aquém do que obriga a diretiva sobre vinculação
MEC tem 10 dias para responder à ação de intimação interposta pela FENPROF
Em torno da discussão sobre a "atualização" do salário mínimo nacional (SMN) - folhetim que o Governo prolongou para ir impondo medidas prejudiciais aos trabalhadores -, os argumentos do Governo, dos atores sociais que com ele fizeram um "acordo" e de muitos comentadores de serviço situaram-se, quase só, nos planos da economia e da solidariedade social.
Em entrevista hoje, na Antena 1. a Maria Flor Pedroso, José Eduardo Martins, encarregado de encontrar uma solução autárquica para Lisboa, instado a comentar a carta que os "patrões" enviaram ao PSD, apelando à "salvação" do Acordo de Concertação Social, afirmou veementemente que o PSD não era um partido dos Patrões mas sim dos trabalhadores. Ler mais
Ricardo Furtado
Em dez dias houve três incidentes em centrais nucleares francesas. O último ocorreu ontem, em Flamanville, relançando a preocupação sobre a segurança das centrais nucleares. Ler mais
Manuel Micaelo
Num país que tem mais casas que famílias e em que quase 1 milhão de casas se encontram desabitadas, uma parte muito significativa delas nas duas áreas metropolitanas, começa a fazer caminho a peregrina tese de que a solução para os problemas habitacionais existentes em Portugal passa por construir mais habitação. Num país em que o peso da habitação pública ronda os 2% do total da habitação existente e em que o Estado, ao fazer das dinâmicas do mercado a sua política primordial, desde cedo se demitiu das suas responsabilidades, reclamar a construção de mais habitação só pode ser visto como um delírio daqueles que olham para a cidade e os espaços urbanos como meras mercadorias.
André Carmo
Concentração em frente à Basílica da Estrela
(Deslocação para a Presidência do Conselho de Ministros, onde está reunido o Governo)
VAMOS ENTREGAR OS POSTAIS AO PRIMEIRO-MINISTRO
Em representação da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (FCSAP), a FENPROF participa, desde o primeiro momento, nas reuniões das comissões (CAB-CTES) que apreciam os requerimentos de docentes e trabalhadores não docentes do ensino superior, bem como de investigadores que pretendem ver regularizado o seu vínculo laboral. Ler mais