"Bruxelas diz que ainda há espaço para aumentar impostos em Portugal"
Resta saber se o atual governo não se comprometeu já com Bruxelas a aumentá-los.
Reedição do célebre "colossal aumento de impostos" de Vitor Gaspar.
Resta saber se o atual governo não se comprometeu já com Bruxelas a aumentá-los.
Reedição do célebre "colossal aumento de impostos" de Vitor Gaspar.
Durante mais de quatro anos o Governo PSD/CDS andou a "lixar-nos" sem dó nem piedade, convencendo meio mundo que se tratava de um ato libertador dos pecados que pretensamente havíamos cometido. Agora, neste novo concubinato PàF, fazem todas as piruetas explicativas da sua intrínseca bondade: juram que só nos sacrificaram porque outros os obrigaram; prometem-nos um futuro de dias felizes, se lhes dermos de novo as rédeas do poder.
É o título que o Público de 28 de setembro dá a uma interessante entrevista a Jorge Caleiras, investigador do Centro de Estudos Sociais, a propósito da sua tese de doutoramento. Questionado sobre “o que é possível fazer quando mais de 60% dos desempregados estão nessa situação há mais de um ano, J.C. responde “(…) não vejo outra solução que não seja o crescimento económico, assente no investimento público e privado. Só com o investimento privado, o país não descola. O Estado tem de se chegar à frente.”
A. Avelãs
- regime de organização e funcionamento dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas, de Línguas e Humanidades e de Artes Visuais; princípios e os procedimentos a observar na avaliação e certificação dos alunos
- avaliação e certificação dos conhecimentos adquiridos e das capacidades desenvolvidas pelos alunos do ensino básico e os seus efeitos
- prazos do procedimento de avaliação e certificação dos manuais escolares, e define as disciplinas e respetivos anos de escolaridade
Além do serviço da dívida, que é brutal, a transferência de recursos entre Portugal e o centro da Europa depaupera enormemente o país.
Representa uma década do investimento público português nas universidades e institutos politécnicos.
No passado dia 22 de setembro, foi publicado o Despacho normativo n.º 17-A/2015, relativo à avaliação dos alunos do ensino básico, que reforça o peso da disciplina de Inglês na avaliação dos alunos.No primeiro ciclo, depois de ter sido introduzido no terceiro ano de escolaridade, o Inglês passa a ter o mesmo peso que o Português e a Matemática na avaliação final do 4º ano de escolaridade.
Informação aos Docentes das IPSS
A FENPROF irá acionar os mecanismos legais para impugnar este CCT, designadamente no que respeita à sua aplicação aos docentes por falta de legitimidade de âmbito pessoal, da FNSTFPS, para representar docentes.
Veja em anexo Minuta de declaração de adesão e Cópia dos art.º 496.º e 497.º do Código de Trabalho.
Hungria autoriza exército a disparar contra migrantes se necessário.
O parlamento húngaro aprovou uma nova legislação reforçando os poderes da polícia e do exército em relação aos migrantes, que permite que o exército dispare em determinadas circunstâncias. Ler mais
É tempo de travar a queda. Há quatro anos já estávamos metidos num perigoso buraco, mas neste período temporal fomos bem mais para o fundo. A brutal austeridade e as políticas postas em marcha, em nome da sua inevitabilidade e da sua função expiadora e regeneradora, causaram enormes perdas aos portugueses e ao país. Desde 2010 a generalidade dos reformados não são aumentados...
Os novos reformados da Função Pública receberam, em 2014, uma pensão média de 1.081,60 euros por mês, o que corresponde a uma diminuição de 220 euros (-16,9%) em comparação com o ano anterior.
Refundar: dar novos fundamentos à razão de ter esperança. No início (tardio) de mais um ano letivo, o SPGL saúda todos os professores e educadores. Aos (poucos) recém-chegados a esta profissão tão bela quanto dura desejamos que mantenham a alegria, a confiança, e a força de quem inicia uma profissão indispensável ao futuro do país. Aos que há muito labutam neste gigantesco esforço de não desistir, há que recarregar baterias, refundar a esperança de que se aliviem os anos de chumbo que ultimamente nos têm impedido o exercício pleno da profissão. A todos, a esperança de mudanças políticas que criem necessárias condições para que a aposta numa escola de qualidade retome o papel central das políticas governativas e relancem a nossa carreira nas bases definidas pelo Estatuto da Carreira Docente (ECD), nomeadamente nas progressões previstas, na integração nos escalões de acordo com o tempo de serviço, na estabilidade profissional.
Refundar a esperança é também derrotar a política de desinvestimento e de retrocesso pedagógico impostos pela equipa de Nuno Crato. Refundar a esperança é potenciar a nossa capacidade de luta.
Largas dezenas de professores de escolas especializadas de ensino artístico concentraram-se no dia 18 frente ao MEC, em Lisboa, protestando contra a intenção do MEC de operar profundos cortes no número de alunos a financiar, medida que impede milhares de crianças de iniciar ou continuar uma aprendizagem musical que até agora tinha sido possibilitada. Obviamente, esta grande redução do número de alunos imposto às escolas cria também condições para o despedimento de muitos docentes. Leia aqui o texto distribuído durante esta concentração que contou com o apoio do SPGL e da FENPROF.
A revista do Público de 13 de setembro apresenta um balanço desta legislatura no que respeita à Educação e Investigação Científica. Do trabalho assinado por Clara Viana, Graça Barbosa Ribeiro e Samuel Silva, chamamos particular atenção para os (esmagadores) números do desinvestimento numa área que retoricamente o governo afirma ser essencial para o futuro… Há quem, face à terra queimada de Nuno Crato, admita que os danos causados possam ser irrecuperáveis ou pelo menos muito lentamente corrigidos. Vale a pena Ler!
Ora aí está um indicador de que estamos em primeiro lugar. Infelizmente! Só que é um indicador negativo. São cortes nas pensões sociais. Não é nada que não soubéssemos, que não sentíssemos, que não víssemos todos os dias por este país afora e escolas adentro.
O programa eleitoral da coligação da direita (PSD/CDS) é um vazio total, sustentado em monumentais patranhas e em indicadores manipulados e apresentados numa nuvem cor-de-rosa, que passará progressivamente a escura depois de 4 de outubro. Passos, Portas e seus pares foram dando como adquirido que a anestesia sobre o povo português está ainda no seu pleno efeito, e passaram a encarar as próximas eleições legislativas como mera formalidade no seu percurso de governação....