25 de Abril 2018
Dia 25 de ABRIL: manifestação pública comemorando a conquista da LIBERDADE! Partida às 15 horas do Marquês de Pombal, em Lisboa! Contamos consigo!
Dia 25 de ABRIL: manifestação pública comemorando a conquista da LIBERDADE! Partida às 15 horas do Marquês de Pombal, em Lisboa! Contamos consigo!
No próximo dia 21 de abril (sábado), o grupo da ESCOLA INTERCULTURAL do SPGL promove uma visita guiada à galeria de “arte pública” da Quinta do Mocho, na freguesia de Sacavém. A visita inclui um encontro com responsáveis do Projeto Esperança. Inscreva-se!
Mais informação aqui.
No ESPAÇO ABC (António Borges Coelho), na sede do SPGL:
Ainda está a tempo de preencher o inquérito que conduzirá ao Estudo sobre o desgaste na profissão docente. E é necessário que o preencha para dar sustentabilidade e rigor ao estudo em curso. Se ainda não respondeu, contacte o seu delegado sindical ou o SPGL!
Concentração entre as 12 e as 13,30 horas em frente do Ministério da Educação (Av. 24 de Julho/Infanta Santo) exigindo que sejam revistos os critérios para a construção dos horários dos docentes, nomeadamente que se ponha termo à abusiva e ilegal ocupação do tempo não letivo de estabelecimento por atividades efetivamente letivas, a multiplicidade de reuniões intermináveis, ao tempo gasto em burocracias inúteis. Será também exigida ao ministério a negociação por um regime de aposentação que tenha em atenção as especificidades da docência.
Se puder, junte-se aos membros do secretariado nacional e aos dirigentes sindicais nestas exigências tão sentidas pela generalidade dos docentes.
Esta foi uma questão posta a o primeiro-ministro hoje (16 de abril), à saída de uma visita o Museu do Oriente, segundo as "Notícias ao Minuto". António Costa respondeu com um "nim": "Há um bocado em Portugal a mania de discutir fora do tempo cada uma das matéria". E especificou, considerando extemporâneo colocar-se em abril de 2018 a questão de aumentos salariais para a função pública em 2019. Ler mais
António Avelãs
Manuel Micaelo
Francisco Martins da Silva
"Dada a intransigência do governo e a insistência em apagar mais de 70% do tempo de serviço cumprido pelos professores durante o período de congelamento das carreiras da Administração Pública, bem como em apresentar propostas relativas aos horários de trabalho, à aposentação e a um efetivo combate à precariedade, não resta outra alternativa aos professores e educadores senão a de endurecer a luta.
Porque o tempo de serviço não se negoceia, conta-se!"
FENPROF
João Correia
Vale a pena ler o texto do ministro Mário Centeno publicado hoje no Público (págs.16/17) e o comentário que sobre ele é feita no Editorial deste diário.
Centeno elenca os bons resultados da economia em Portugal. E todos nós ficamos satisfeitos com os sucessos alcançados. Centeno diz que é necessário sustentar os resultados obtidos e, portanto, não correr riscos que os ponham em causa.(...) Mas não há nenhuma palavra de Centeno que garanta que os trabalhadores, também eles, “ganhem” com os sucessos de uma economia de que eles são os principais obreiros. Ler mais
António Avelãs
A generalização do projecto de Flexibilidade Curricular a todas as escolas, que queiram aderir, foi aprovada em Conselho de Ministros.
Parece ter imperado o bom senso e no próximo ano lectivo aderem as escolas que querem e só as que querem.
Esperemos que, nas escolas, não apareça quem queira transformar o carácter facultativo em “voluntariado à força”.
M. Micaelo
Francisco Martins da Silva
FENPROF, ABIC, Rede de Investigadores contra a Precariedade e Federação Nacional de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, promoveram, no dia 27 de março, um protesto nacional de investigadores, docentes e não docentes do ensino superior, no Largo Camões. Ler mais
Decorreu no passado dia 29 de março nova reunião no M.E. no âmbito da negociação suplementar pedida pela FENPROF.
A “decisão última” sobre este processo está ainda dependente da decisão sobre a contagem do tempo de serviço antes da profissionalização, questão suscitada junto da Procuradoria Geral da República, uma vez que o M.E. defende a sua não contagem para o efeito de reposicionamento na carreira, posição contestada pelos sindicatos da FENPROF. Ler mais
O Público de hoje, na página 14 e com referência na capa, denuncia-se este caso estranhamente “espantoso”: uma EB1 recentíssima (a EB Maria Barroso, na Baixa) não tem potência elétrica que lhe permita cozinhar a comida para os putos! Não seria de pedir contas aos construtores e a quem inspecionou a obra? Vale a pena ler!
A. Avelãs
Ímpar, de imparidade.
Se pensarmos bem, toda a exaltação que é feita do género feminino na poesia, na pintura, na escultura, na arte em geral, e toda a deferência institucional ou religiosa de efemérides como o Dia Internacional da Mulher ou o Dia da Mãe, são um hino à hipocrisia e só farão aumentar a nossa vergonha, culpa e embaraço colectivos pelo modo discriminatório, desprezível, como as sociedades têm tratado desde sempre as mulheres. A consequência primeira da arbitrariedade e desprezo androcêntrico é a violência impune. Segundo a AMCV (Associação de Mulheres Contra a Violência), mais de 600 milhões de mulheres continuarão a viver em países onde a violência contra as mulheres não é considerada um crime.
Francisco Martins da Silva
Recentemente voltou a falar-se da entrada da classificação em Educação Física para efeitos do calculo da média de entrada na faculdade.
Tente-se assim resolver um erro crasso do anterior governo. De facto a referida nota beneficia mais do que prejudica, no calculo da média para os efeitos atrás referidos.
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Ricardo Furtado
O título (longo) que dou a esta pequena crónica remete para as notícias do jornal “Público” de hoje (26 de março, págs 2,3 e editorial) e para a entrevista de Teodora Cardoso dada ontem a uma das televisões. Diz-nos o diário que o peso dos salários da função pública no orçamento tem vindo a descer sucessivamente, atingindo níveis mínimos de há quase 30 anos.
António Avelãs
"Professores são segredo do modelo de educação", “o sucesso da educação está associado a um sistema de ensino inteiramente gratuito, onde a escolaridade obrigatória só começa aos sete anos e as crianças passam menos tempo na escola do que em Portugal”.
Há aqui muito pano para mangas.
M. Micaelo