Despacho nº 13660-M/15 - Revogação do Desp. 11423-A/15 (PACC)
Despacho nº 13660-M/15 - Revogação do Desp. 11423-A/15 (PACC)
Despacho nº 13660-M/15 - Revogação do Desp. 11423-A/15 (PACC)
Conheceu-se hoje o relatório da OCDE “Education at a Glance", relativo ao ano 2015, que compara dados entre países daquela organização. A esse propósito, e sem dispensar uma leitura mais atenta, há quatro aspetos que se destacam, dois em sentido negativo e outros tantos de sinal positivo, e sobre os quais a FENPROF emite as seguintes notas:
In Expresso, 24/11/2015
É caso para perguntar — que parte do seu magnífico curriculum o habilita a conduzir a Educação em Portugal? — Veremos, claro.
Francisco Martins da Silva
Ensino de Português no Estrangeiro - Professores
Entre as 00h00 de 24 de novembro e as 24h00 de 7 de dezembro decorre o prazo de inscrição no Procedimento Concursal.
"Dados do Estado da Educação nos países da OCDE vêm confirmar que o atraso de Portugal "é mesmo estrutural""
in Público, 24/11/2015
O 25 de Abril foi mal digerido por largos setores da Direita portuguesa. Quase 42 anos depois, impressiona o refluxo gástrico pestilento que expelem depois de os portugueses, pelo voto, lhes terem retirado as condições fundamentais, que o regime democrático constitucional estabelece, para que qualquer força ou conjunto de forças políticas governe.
é a questão subjacente ao interpelante texto de Santana Castilho publicado na página 45 do jornal Público no passado dia 18 de novembro, com o título “O tempo e os ódios”. Texto que merece uma leitura atenta e integral. Transcrevo aqui, como aperitivo, uma pequena parte: “ A substituição da visão personalista pela utilitarista tem empobrecido nossa filosofia de ensino e aberto a porta a desesperos e fanatismos. A solidão e o abandono, tantas vezes característicos desta via, podem ser compensados com o aliciamento fácil para pertencer a grupos fanáticos, dotados de cativantes espíritos de corpo, sejam eles religiosos ou políticos (...)
António Avelãs
Continuamos a lutar contra a precariedade dos docentes contratados
O fim dos exames finais de 4º ano de escolaridade.
O fim da inconstitucional Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências.
O princípio de algo melhor.
Já era tempo!
Manuel Micaelo
MEC continua a insistir em concursos que são tecnicamente um desastre para a estabilidade das escolas
Como se sabe, a dita "normalidade" é pródiga num tolerado bestiário de injustiças e monstruosidades, muitas delas herdadas da santa tradição, no caso português, amassadas, fermentadas, enrobustecidas ao longo de séculos da Santa Inquisição e decénios de Estado Novo.(continuar a ler)
João Correia
Quem imaginaria Portugal, neste final de 2015, numa situação política com a Direita acicatando a luta de classes, utilizando o terrorismo verbal, desenvolvendo um fortíssimo ataque ao regime democrático-constitucional e instabilizando a sociedade?
A ligação entre o terrorismo e refugiados, que também fogem do terror, é perigosa.
in Público, 16/11/2015
Posição da FENPROF sobre a Vinculação dos professores contratados e a forma de aplicação da "Norma Travão" imposta pelo MEC
“É preciso colocar a criação de emprego no curto e médio prazos no topo da agenda da política económica. As medidas a adoptar têm de passar, necessariamente, pelo estímulo à procura interna, nomeadamente através da valorização dos salários e pensões” (Ricardo Paes Mamede, Le Monde diplomatique-edição portuguesa, novembro de 2015, pg 4)
O SPGL expressa a sua condenação dos brutais atentados em Paris no dia 13.
O terrorismo, as suas intenções e apoios merecerão sempre o repúdio dos trabalhadores, nomeadamente dos educadores e dos povos.
A luta por uma paz justa, na qual os educadores se empenham, é inseparável do fim das guerras, das agressões militares, ocupações e ingerências. E é incompatível com atos de terrorismo.
Ingresso e transferência de quadros, mobilidade e contratação.
Pela defesa do concurso nacional fundado na graduação profissional como critério de ordenação dos candidatos.
Não sei se foi pela proximidade da sexta-feira 13, data associada a bruxedos e locais sombrios da memória, mas os últimos dias têm sido férteis em notícias que nem ao diabo lembram.
O desespero e a frustração da direita é tal que já apelidam os acordos para a constituição de um governo com maioria na Assembleia da República de PUEC: "Processo de Usurpação Em Curso", “geringonça”, “fraude eleitoral e golpe político” e de “quererem governar na nossa vez”(Ler mais aqui)
Manuel Micaelo