"O colégio dos soldados de Deus"
JN, 25 de janeiro de 2016
A democracia será assim tão generosa e inclusiva ao ponto de tolerar aberrações como estas? Até que ponto a legalidade cobre o absurdo?(...)
Francisco Martins da Silva
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JN, 25 de janeiro de 2016
A democracia será assim tão generosa e inclusiva ao ponto de tolerar aberrações como estas? Até que ponto a legalidade cobre o absurdo?(...)
Francisco Martins da Silva
Confesso que tenho seguido com atenção muito do que se diz e publica sobre o Orçamento de Estado (ia a escrever português, mas parece que já há tempos que perdeu a nacionalidade).(...)
Manuel Micaelo
Todas as escolas serão integradas no concurso nacional, para o qual os candidatos serão posicionados de acordo com a sua graduação profissional. Esta posição tem o apoio do SPGL e da FENPROF.
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário.
O Governo tem de aprovar uma solução alternativa, no regime público, para os problemas existentes
Na Lei do Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior encontra-se, desde 2007, inscrita a possibilidade de transformação, de uma instituição Universitária ou Politécnica, e mesmo de uma escola, na figura de fundação pública com regime de direito privado.(...)
O PS sabe que tem um problema com os professores criado durante os governos de Sócrates e das suas inqualificáveis ministras da Educação. O atual governo, coadjuvado pelo PCP e BE, tem vindo a resolvê-lo, embora a conta-gotas. Ao acabar com este instrumento de humilhação que era a PACC, dá mais um passo decisivo na reconciliação com a classe docente.
Francisco Martins da Silva
É incompreensível e inadmissível que calendário escolar sobrecarregue os alunos e discrimine os docentes deste ciclo de ensino.
"Mas também porque esta unidade de saúde, "considerando que o utente demonstrava já sinais de agravamento clínico", não procurou "uma alternativa efetiva de acesso para o utente, seja através de convocação da equipa necessária para a realização da cirurgia" ou "através de transferência do utente para outra unidade hospitalar".
João Correia
Estudos como este comprovam o que toada a gente sabe. O esforço e motivação dos alunos é que é decisivo para os resultados. Infelizmente, em Portugal, a divulgação do ranking das escolas não tem o objetivo de salientar o esforço ou analisar as causas da motivação ou desmotivação dos alunos.
Francisco Martins da Silva
Fomos surpreendidos com a notícia da morte de José Mouga, no passado dia 27 de setembro. Nascido em Viseu no ano de 1942, José Moura formou-se em pintura, área em que se tornou um dos melhores, com obras expostas em vários países. O Espaço ABC recebeu uma exposição de algumas das suas pinturas, sob o título NOTAS DE VIAGEM, em Novembro de 2015. O pintor morreu, a pintura, essa permanecerá para o recordarmos.
Lei n.º 159-B/2015 de 30/12 - Extinção da contribuição extraordinária de solidariedade
Decreto-Lei n.º 254-B/2015 de 31/12 - Repõe as regras de atualização do valor das pensões do regime geral da Segurança Social e do regime de proteção social convergente e fixa o valor de referência do Complemento Solidário para Idosos, a vigorar a partir de 1 de janeiro de 2016
O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), membro da FENPROF, defende que a mudança de paradigma do modelo de gestão da Escola Pública é um imperativo democrático! (...)
Os vídeos da conferência podem ser visualizados aqui
No dia 8 de Março a União dos Sindicatos de Lisboa vai assinalar este dia com a realização de uma Tribuna de Rua, na Rua do Carmo, a partir das 14h30, sob o lema “É TEMPO DE EFECTIVAR A IGUALDADE”. Vamos reivindicar de forma a dar visibilidade aos principais problemas que afectam as mulheres trabalhadoras, a partir dos locais de trabalho, com exemplos concretos.
Neste dia em que o pessoal não docente das escolas e jardins-de-infância está em greve, numa justa luta em defesa dos seus direitos, aqui fica expressa a minha (neste caso muito plural) solidariedade e apoio.
M. Micaelo
A propósito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (no passado sábado), muitos foram os órgãos de comunicação social que lhe dedicaram algum espaço. Selecionámos para o site do SPGL as declarações de um prestigiado investigador à Rádio Renascença. Inquestionável: a austeridade aumentou dramaticamente a pobreza em Portugal e, ao contrário da propaganda oficial, foram os que já eram os mais pobres que mais sofreram. Uma política - a da austeridade - que aumenta a pobreza não pode ser justa. Tem que haver alternativas.
A ler aqui!
Lê-se no Público. Para os outros Ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário, essa informação já existia. Ler mais
M. Micaelo
Pode ler-se aqui que o Governo descongela progressões para toda a função pública.
Desconhecemos ainda a proposta governamental que será hoje apresentada aos sindicatos. Mas conhecemos bem aquilo que queremos e pelo qual lutaremos: O descongelamento das carreiras docentes em 1 de janeiro de 2018 e o início de negociações com vista à recuperação dos 10 ou mais anos de serviço que não foram contabilizados.
M. Micaelo
Congratulamo-nos com o facto de o calendário escolar ter sido reduzido em uma semana para a educação pré-escolar, ficando igual ao do 1º ciclo do ensino básico, e as interrupções letivas serem iguais aos restantes ciclos
Pensamos que é preciso ir mais além e que o fim das aulas, independentemente do nível ou ciclo de escolaridade, não deve ir além de 15 de junho.
Consulte aqui
Ao 21º dia, o desfecho esperado. O despedimento coletivo das 463 trabalhadoras da antiga Triumph. O rolo compressor do capitalismo desregulado fez mais algumas vítimas. Para Portugal, é mais uma unidade de produção industrial que encerra, num país que continua sem estratégia de desenvolvimento e sem horizonte de futuro. Para estas trabalhadoras, é um novo ciclo que se inicia. “É um dia feliz e triste”.
André Carmo
2019 começa a desenhar-se como um ano de forte contestação sindical, uma vez que, segundo notícias vindas a público, o Orçamento de Estado de 2019 não prevê aumentos para os funcionários públicos e que as apostas do governo serão as reformas das carreiras não contributivas, o descongelamento dos funcionários públicos, infraestruturas e saúde.
Paula Rodrigues