Uma luta difícil, mas muito importante!
Os docentes com serviço lectivo extraordinário não são muitos. Mas uma parte deles aderiu à Greve às Horas Extraordinárias, o que é muito importante.
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Os docentes com serviço lectivo extraordinário não são muitos. Mas uma parte deles aderiu à Greve às Horas Extraordinárias, o que é muito importante.
O exercício de funções docentes em teletrabalho implica um conjunto de condições que não estão garantidas.
O quadro legal obriga a que as entidades patronais garantam aos trabalhadores o equipamento necessário para a sua realização e façam face às despesas que tal implica. Ler mais
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É inaceitável que o mesmo governo que elimina anos de trabalho aos professores imponha, em cada ano, horários que o agravam, por vezes, em cerca de 30%.
Os pré-avisos diários de greve ao sobretrabalho destinam-se a garantir que o número de horas letivas e não letivas a que o docente está obrigado seja efetivamente respeitado e que o horário semanal dos docentes seja, de facto, de 35 horas e não mais, bastando, para tanto, que os professores façam greve sempre que lhes for atribuída atividade que faça exceder, em cada semana, aquele número de horas de trabalho; a greve constitui um elemento de pressão para a resolução dos problemas descritos, o que reclama decisões políticas que, irresponsavelmente, continuam a ser adiadas.
A proposta salarial defendida pelo governo agrava ainda mais a brutal perda de poder de compra ocorrida no ano de 2022, ano em que a uma inflação prevista de 8% correspondeu um aumento salarial de 0,9%. Para 2023, para uma inflação que o governo prevê, optimistamente, para 5,1%, o aumento salarial para os professores oscilaria, a cumprir-se a vontade do governo, entre os 3,6% e os 2%. A proposta do governo é, para os trabalhadores em geral, nomeadamente para os professores e educadores, um caminho acelerado para o empobrecimento. A greve convocada pela Frente Comum é mais do que justificada; ela vai contar com a adesão dos professores e educadores, para cujas carreiras, contrariamente ao anunciado para a carreira técnica superior, não está anunciada qualquer revalorização.
Há sentenças e acórdãos que são uma vergonha para a justiça e pela sua natureza contribuem para que a maldade e o crime se sobreponham à bondade e à legalidade. (...)
Numa posição absolutamente arrasadora contra a PACC, o Conselho Científico do Instituto da Avaliação Educativa (organismo responsável pela coordenação da aplicação da PACC) coincide em todas as críticas que os professores e a FENPROF têm dirigido contra o que a Federação classificou a iníqua Prova que nada prova. Ver parecer do Conselho Científico do IAVE
A proposta de Orçamento de Estado só pode ser considerada uma de duas coisas: um ardil de negociante de gado (Augusto Silva dixit), que pede muito para obter menos, ou uma afronta à Passos Coelho, que não esperávamos encontrar na senda da geringonça.
Inadmissível, no plano das intenções, imperdoável se concretizado. Ler mais
João Correia
Todos os dias chegam ao sindicato descrições e problemas suscitados pela abominável fraude que foi o processo avaliativo engendrado por Maria de Lurdes Rodrigues
LINK PARA ENTRAR NA REUNIÃO:
https://us06web.zoom.us/j/85124236225#success
FENPROF exige seriedade nos processos negociais e direito ao conhecimento prévio das propostas do MECI. Não admite atropelos ao direito à manifestação
Para a FENPROF há princípios que não podem ser atropelados e o direito constitucional à manifestação é um deles. Outro é, em nome do direito ao conhecimento prévio das propostas do MECI, a seriedade negocial por parte do governo. Ler mais
a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública vai realizar no próximo dia 5 de junho, quarta-feira, o 1º Encontro Nacional de Aposentados da Administração Pública que tem como objetivo a criação de uma frente de aposentados para elaboração de um caderno reivindicativo.
“Precisamos de refundar a Escola e precisamos de refundar o regime e os partidos políticos." ...
O Público de domingo, 12 de abril, regista que das famílias de alunos do 1º ciclo apenas 34% têm em casa computador (indispensável para o ensino à distância). Mas diz também que, relativamente a alunos no secundário esse número sobe para 97%. Ou seja: boa parte dos alunos do 1º ciclo cujas famílias não têm computador não chegam ao secundário. Prova de uma desigualdade que continua grande e que o ensino à distância acentuará.
Poderemos sonhar com uma realidade diferente em que a propalada “igualdade de oportunidades” seja bem mais do que um mentiroso “slogan”?
António Avelãs
As linhas gerais da proposta final para a revisão do Estatuto da Carreira Docente da FENPROF foram aprovadas num grande Plenário Nacional de Professores e Educadores realizado no dia 7 de março de 2025, no Auditório do ISCTE. No documento final, o qual resulta de mais de 380 reuniões promovidas nas escolas e em que participaram mais de 6 mil professores, a que acrescem inúmeros contributos individuais, vão ainda ser integradas algumas clarificações que resultam do debate. No Plenárío realizado foi ainda aprovada a Moção - «Valorização, já! Um ECD que torne atrativa a profissão».
O Orçamento do Estado para 2025, em relação ao Ensino Superior e à Ciência apenas dá uma garantia, a de que o subfinanciamento do setor se irá manter. Ler mais
Em breve depoimento, António Avelãs, presidente do SPGL, faz um primeiro balanço da greve de dia 17. Sublinhando a derrota do ME, a grande adesão dos professores e os bons resultados obtidos na área do SPGL.
Manuel Sanches vinculou agora no Concurso Externo Extraordinário que se repetiu pelo segundo ano consecutivo. A confusão gerada pela extinção da DGAE e as informações contraditórias, têm provocado sustos atrás de sustos a quem agora vinculou. Foi no SPGL e nos seus delegados sindicais, que este jovem professor de 26 anos e com um mestrado em História e Cultura das Religiões, encontrou a resposta a algumas das suas dúvidas. Ler mais
A FENPROF saúda a Assembleia da República que aprovou uma Recomendação no sentido de o Ministério da Educação não considerar a avaliação no concurso que decorre
O ME encerrou, sem acordo, o processo negocial relativo aos concursos para recrutamento e colocação de docentes; apresentou um Anteprojeto de Decreto-Lei sobre aspetos da carreira que não recupera um único dos 2393 dias que continuam por recuperar e também não elimina as vagas e as quotas que pervertem as regras de progressão; recebeu uma Recomendação da Provedoria de Justiça, sobre Mobilidade por Doença, mas falta saber se a acolherá e alterará, ainda este ano, o regime que impôs; continua a não querer negociar outros assuntos que são muito importantes para a vida profissional dos docentes e mesmo em relação aos que admite alguma alteração, apresenta propostas que ficam muito aquém do que seria justo e necessário. Ler mais
https://us06web.zoom.us/j/83049637799
Para te manteres atualizado/a sobre o desenvolvimento dos processos negociais e da luta consulta, com regularidade fenprof.pt
A estrutura da carreira docente e a avaliação de desempenho são os dois itens em causa no calendário negocial hoje (18/11) entregue pela ministra da Educação aos sindicatos.