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Os desafios da Acção e Organização Sindical e a C.S.I. no combate à crise
O SPGL, na continuação da decisão tomada pela sua direcção e apresentada no Congresso da CGTP-IN, continua a defender que a CGTP-IN deveria filiar-se na C.S.I.. Não foi contudo esse o entendimento do Congresso da CGTP que...
Exposição 11 Mulheres na 1ª República
Exposição 8 de Março
Progressão - Regime Transitório
Com o intuito de facilitar a aplicação das “medidas transitórias” decorrentes do Decreto-Lei 75/2010, publicamos o mapa anexo.
Reduções orçamentais são ataque violento contra o Ensino Superior e a Investigação Científica
As consequências do Orçamento de Estado para a Educação serão extremamente negativas.
Educação inclusiva está a sofrer forte retrocesso
Levantamento realizado pela FENPROF confirma: educação inclusiva está a sofrer forte retrocesso. FENPROF, CNOD e APD apresentam situação junto da UNESCO, OIT e IE.
Nota do Dia
Quem diria que o “novo” governo de Passos Coelho e Paulo Portas viria a ser vítima da legislação laboral que os próprios implementaram no anterior governo?
Ao que tudo indica, a precariedade laboral é para manter e já nem os próprios governantes conseguirão manter-se para além do período experimental.
M. Micaelo
O Presidente da República indigitou Passos Coelho como primeiro-ministro.
Cumpriu a tradição. Devia ter ficado por aí.
Tudo o que Cavaco Silva acrescentou, mesmo que o pense, não podia nem devia dizê-lo. Perdeu uma bela oportunidade de ter ficado calado.
A. Micaelo
Ano Letivo 2015/2016
Lançamento do Ano Letivo 2015/2016 - NOVO
Posição da FENPROF sobre o calendário Escolar e sua aplicação ao Pré-Escolar
Despacho 7401-A/2015 - Calendário Escolar 2015/2016
Despacho Normativo n.º 10-A/2015
"Diferença entre gerações em Portugal é a maior da OCDE"
"Dados do Estado da Educação nos países da OCDE vêm confirmar que o atraso de Portugal "é mesmo estrutural""
in Público, 24/11/2015
Temos governo. Finalmente!
Temos governo. Finalmente!
A Assembleia da República aprovou o fim dos exames do 4º ano de escolaridade.
Combatemos por isso, no SPGL. Aqui fica um bom exemplo do que publicámos, com os parabéns a todos os que lutaram por esta causa. A ler!
M. Micaelo
A mentira tem perna curta
“Cofres cheios”? Procuram-se mas parece estar a ser difícil encontrá-los.
“Almofadas financeiras”? Esfumaram-se.
O governo mais curto de sempre gastou, em novembro, 30% da almofada financeira anual.
O país paradisíaco chamado Portugal, tão propagandeado pelo anterior governo na campanha eleitoral, não existe.
Manuel Micaelo
Colégios defendem financiamento em zonas com escolas públicas
Em nome da liberdade de escolha? Os contribuintes deverão pagar para que alguns possam optar pelos colégio privados, havendo oferta pública para todos?
Francisco Martins da Silva
Ministro garante que verba para Educação aumenta
Ai aumenta, aumenta… 6% para os colégios, claro, enquanto para o ensino público se reduz 1,4% relativamente a 2015, ou seja menos 82 milhões de euros. Se tivermos em conta que em 2015 já estávamos mal…
Francisco Martins da Silva
Alunos da pior escola do ranking ganham concurso e bolsa na UTAD
Rankings: um bom exemplo da sua não fiabilidade!
Público, 31/05/2016
Francisco Martins da Silva
Ministro do Ensino Superior diz que a praxe é uma “prática fascizante”
Já vai muito tarde, mas, como se costuma dizer, mais vale tarde que nunca. No entanto, quantas tragédias mais terão ainda que acontecer para que essas práticas ignóbeis, eufemisticamente designadas "praxe", sejam liminarmente proibidas e passem a ser passíveis de processo-crime?
Francisco Martins da Silva
Carta ao Ministro da Educação sobre o Calendário Escolar da Educação Pré-Escolar
Caras/os colegas,
Governo quer definir o essencial para os alunos aprenderem sem mudar programas
O Ministério da Educação decidiu “emagrecer” os currículos escolares para definir o que é essencial aos alunos aprenderem, começando pelo 1.º, 5.º e 7.º anos, noticia o Diário de Notícias (DN), nesta quarta-feira.
Francisco Martins da Silva
O “não” italiano ainda não fez disparar os juros das dívidas
Entre os destaques das “Notícias ao Minuto” da manhã de 6 de dezembro sobressai: “Dívida portuguesa respira fundo depois das subidas de segunda-feira”. Explica o texto que, para já, não se confirmam os receios antecipados pela vitória do “não” no referendo italiano, cujo resultado levou à demissão do primeiro-ministro Renzi.
Como português, fico um pouco mais aliviado hoje. Ler mais
António Avelãs