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Em nome dos alunos e da Escola a que têm direito. Fazendo nossas as palavras de Ana Hatherly: “O QUE É PRECISO É GENTE QUE ATIRE FORA COM ESSA GENTE"!
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Em nome dos alunos e da Escola a que têm direito. Fazendo nossas as palavras de Ana Hatherly: “O QUE É PRECISO É GENTE QUE ATIRE FORA COM ESSA GENTE"!
O Observador divulga uma das medidas a implementar no próximo ano letivo, visando, a longo prazo, a gratuitidade dos manuais escolares, do 1º ao 12º ano, mediante a aplicação do sistema de reutilização de manuais escolares (...)
João Correia
A divulgação de que a França tinha acordo secreto com UE para não cumprir metas do défice, com a cumplicidade de Durão Barroso e Jean Claude Juncker, só vem demonstrar, uma vez mais, que os países da (e na) União Europeia são todos iguais, mas uns são mais iguais do que outros no que toca à aplicação das regras orçamentais na União Europeia. Ler mais
Manuel Micaelo
Na negociação, em sede de Concertação Social, sobre o salário mínimo nacional, tornou-se muito evidente o empenho das Confederações Patronais em patrocinar um acordo alargado a todos os parceiros, chegando mesmo a sugerir ao grupo parlamentar do PSD que o viabilizasse no Parlamento. Ler mais
Ricardo Furtado
Trata-se de uma notícia a propósito de um estudo divulgado na véspera pelo Ministério da Educação sobre o aproveitamento escolar dos alunos no 2º ciclo no ano letivo 2014-2015. Ler mais
António Avelãs
O que tem vindo a público sobre esta “magna” questão suscita algumas perguntas:
António Avelãs
Por agora é apenas mais um nome, mas poderá suceder a um outro nome, infelizmente, bem conhecido entre nós, Wolfgang Schauble. É o actual Presidente da Câmara de Hamburgo, já foi ministro do Trabalho de Merkel, onde "reformou" a idade da reforma para os 67 anos, diz-se "muito alemão", preza o "défice zero" e se o SPD aceitar, em referendo, coligar-se com a CDU, poderá tornar-se o próximo ministro das Finanças da Alemanha. Ler mais
Ricardo Furtado
Este é um dos títulos de primeira página do DN de hoje, com desenvolvimento nas páginas 4 e 5. Um outro matutino, o JN, diz o mesmo por outras palavras: “Gestores ganham 46 vezes mais que empregados”. Ler mais
A. Avelãs
No Observador.
É um hábito que o PS tem, entranhado. Vem do Maquievel básico, para tótós, seleccionar um alvo, neste caso um grupo de profissionais que ganha mais que o salário mínimo, pilhá-lo o mais que puder em nome daquela maioria que não ganha tanto, fazer-se vítima por isso, indignar-se moralmente contra a insaciabilidade duma classe privilegiada a quem eles até fizeram o favor disto e daquilo. Ler mais
João Correia
Face a notícias objetivamente falsas e intencionalmente “postas a correr” para enfraquecer os sindicatos e, consequentemente, a luta dos professores, o SPGL esclarece:
- o colégio arbitral é constituído por um juiz-presidente e por dois “árbitros”, sorteados, um de entre um conjunto de juristas indicados pelas centrais sindicais e outro de um conjunto indicado pelas entidades patronais, neste caso, o governo;
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Num país que tem mais casas que famílias e em que quase 1 milhão de casas se encontram desabitadas, uma parte muito significativa delas nas duas áreas metropolitanas, começa a fazer caminho a peregrina tese de que a solução para os problemas habitacionais existentes em Portugal passa por construir mais habitação. Num país em que o peso da habitação pública ronda os 2% do total da habitação existente e em que o Estado, ao fazer das dinâmicas do mercado a sua política primordial, desde cedo se demitiu das suas responsabilidades, reclamar a construção de mais habitação só pode ser visto como um delírio daqueles que olham para a cidade e os espaços urbanos como meras mercadorias.
André Carmo
O ministro da educação que há um ano tinha prometido “lutar radicalmente pelos direitos dos professores”, (e que andou sabe-se lá por onde, esquecido da promessa) está finalmente de regresso.
Em declarações (que pode ouvir aqui) não deixa margem para dúvidas quanto ao que defende. “(…) Obviamente o que está para lá dos horários de trabalho não deve existir nas escolas. Os trabalhadores devem trabalhar única e simplesmente aquilo que é o seu horário de trabalho”. Ler mais
A propósito do decréscimo do crescimento da economia portuguesa, o nosso Ronaldo das finanças recomendou dobrar as cativações as verbas do OE de 15% para 30%.
Governar assim não custa nada. Ler mais
Ricardo Furtado
Soube-se hoje que o CDS pretende alterar a forma de nomear o Governador do Banco de Portugal.
Para que seja mais consensual e de base mais alargada, propõe que a nomeação passe a ser da responsabilidade do Governo, do Parlamento e do Presidente da República. Ora, como a Constituição da República Portuguesa, neste momento, não atribui essa incumbência ao Presidente há que mudar a Constituição. Lá está. Ler mais
Ricardo Furtado
Temia-se que o partido alemão de extrema-direita AfD (Alternativa para a Alemanha), que aliás apresentava nas eleições que decorreram este domingo nos estados da Saxónia e Brandeburgo (na ex-RDA) candidatos da sua fação mais extremista, fosse o mais votado. Várias sondagens davam isso como possível. Não ganhou, mas duplicou num caso e triplicou noutro a sua votação. Em ambos os estados foi o segundo partido mais votado, sempre acima de 20% dos votos. Entretanto, quer a CDU quer o SPD foram muito penalizados. E também a esquerda (Die Linke) recua fortemente. O avanço da extrema-direita por toda a Europa é já mais do que evidente. Que futuros negros se anunciam? E como combatê-los?
(Informação em Público, 2 de setembro, página 30)
António Avelãs
O programa ERASMUS + é reconhecidamente um programa com sucesso. De resto, muito consensual. Incentiva os jovens a circularem pela Europa, alargando “as vistas”, “cosmopolizando” a juventude. Porém, no caso português, e certamente em outros países, as possibilidades económicas das famílias dos estudantes eram decisivas no aproveitar o programa. Ler mais
António Avelãs
A FENPROF entregou esta sexta-feira, primeiro dia do mês particularmente dedicado ao Orçamento do Estado, na Residência Oficial do Primeiro-Ministro, as suas propostas para o Orçamento do Estado de 2022. Ler mais
Consulte aqui as Propostas da FENPROF para o OE 2022
Veja aqui as declarações do Secretário-geral da FENPROF, Mário Nogueira
Foi sem grande surpresa que ficamos a saber quem será o próximo ministro da educação.
João Costa tem a vantagem de conhecer como poucos a área que vai tutelar . Está no ME há já alguns anos e domina os dossiês de forma bastante explícita e satisfatória.
Num Governo que manterá muitos dos ministros em exercício, a mudança no ME só pode querer dizer que o anterior ministro não estava à altura das funções que desempenhava. Ler mais
Ricardo Furtado
De há uns anos a esta parte, com António Costa, assistimos a um fenómeno bastante curioso e que tudo tem absorvido à sua volta.
Como o número zero na multiplicação, o produto do “vamoláver” aplicado a qualquer assunto da governação, e não só, resulta sempre em zero. Ler mais
Ricardo Furtado
As organizações sindicais ASPL, FENPROF, FNE, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE e SPLIU reuniram esta quarta-feira, 22 de março, com a Coordenadora e o Coordenador Adjunto da Representação em Lisboa da Comissão Europeia. Ler mais
Ver declarações do Secretário Geral Adjunto, Francisco Gonçalves