Docentes dos colégios privados discriminados por entidade patronal
Após queixa apresentada pela FENPROF, Comité Conjunto de Especialistas OIT/UNESCO solicita mais informação e admite tomar posição junto do Governo Português
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Após queixa apresentada pela FENPROF, Comité Conjunto de Especialistas OIT/UNESCO solicita mais informação e admite tomar posição junto do Governo Português
IPSS/Misericórdias - Portaria nº 160/2020 de 26 de junho
No dia 26 de junho foi publicada a Portaria n.º 160/2020, da qual resulta que as IPSS que quiserem manter as comparticipações financeiras, quer em valência de creche quer em jardim de infância, não poderão manter os docentes em regime de layoff de acordo com o artigo 2.º, nº 2... Ler mais
Cristina Roldão, professora na ESE-IPL e investigadora no CIES-IUL, publica no Público de hoje (13 de abril, página 6) um texto que começa por merecer o nosso aplauso pela honestidade intelectual que o atravessa. Distingue dois tipos de escravatura: Ler mais
António Avelãs
João Costa fez mais uma ameaça velada, indireta, sabidona, lamentável, carregada de veneno propagandístico, ao afirmar que os alunos do ensino público estão a ser os grandes prejudicados das greves de professores, por comparação com os alunos do (disciplinadíssimo) ensino privado.
Repare-se no calibre da atoarda retórica e dos potentes efeitos colaterais duma afirmação que se pretende carregada de verdade “factual”, nomeadamente o de lançar a sugestão de que, se os professores não se portarem bem, ou seja, não pararem com as greves, o PS não hesitará em expor o flanco do sistema público de ensino aos seus inimigos, em nome, claro, dos superiores interesses dos alunos. Ler mais
João Correia
As orientações e sugestões enviadas pelo MECI às escolas sobre os princípios gerais a que deve obedecer a preparação e organização do ano letivo 2024/2025, e que antecedem a publicação do decreto-lei sobre o Plano + Aulas + Sucesso, em nada contrariam a apreciação na generalidade e na especialidade que a FENPROF fez logo após a segunda e última reunião com o MECI. Ler mais
Cumprindo também nesta matéria os compromissos assumidos no seu programa eleitoral, a Direcção apurou por voto directo e secreto a vontade dos sócios ...
Dando expressão política ao movimento de contestação que se opõe ao actual processo de encerramento de escolas e de criação de mega-agrupamentos, a Assembleia da República aprovou quatro resoluções
O presidente da CIP, António Saraiva, afirma, na capa do Diário Económico de hoje, 7 de março, que “trabalho precário é melhor que desemprego”. E tem razão. Mas temo que por detrás desta lapalissada esteja a tese de que, ”enfim, a precariedade não é mal nenhum: há coisas piores”. (...)
António Avelãs
Com este título, o Público de hoje, 13 de dezembro, nas páginas 10 e 11, dá notícia de um “Manifesto pela Democracia nas escolas”, assinado por 21 personalidades, grupo que inclui pedagogos, escritores, sociólogos, antigos responsáveis do ministério da Educação, e diretores de escolas... Ler mais
António Avelãs
DN: “Provedor pressiona ministério a pôr mais professores no quadro”
Com destaque na capa e desenvolvimento na página 7, o Diário de Notícias de hoje, 27 de dezembro, informa que o provedor de Justiça manifestou junto do ministério da Educação a sua opinião: o M.E. está a fazer, relativamente aos docentes, uma aplicação “limitada” da diretiva europeia de combate ao abuso de “contratos a prazo”. Nada que os sindicatos da FENPROF não tenham vindo a dizer há muito tempo. Poderá esta fundada opinião do provedor ajudar nas negociações em curso sobre esta matéria?
A. Avelãs
Investigadores do Instituto Superior Técnico em luta!
A partir do momento em que o IST começou a ser objeto de análise no quadro do PREVPAP, a instituição decidiu tomar uma posição de força, rejeitando a regularização de trabalhadores precários por intermédio deste programa. Os media têm sido um campo de batalha e, desta vez, foi o núcleo de investigadores do IST que decidiu tomar a iniciativa, esclarecendo a opinião pública acerca do PREVPAP e dos seus objetivos. Como tem reivindicado a FENPROF, é importante defender a correta implementação do PREVPAP e impedir o seu bloqueio por parte das instituições de ensino superior.
André Carmo
Os professores e educadores “retidos” no 1º escalão pela legislação imposta durante o período da “troika” estão a ser reposicionados nos escalões a que legalmente têm direito.
Mas todos os docentes que se vejam ultrapassados por colegas com o mesmo ou menos tempo de serviço têm o direito de reclamar e de exigir a correção da situação.
Não se trata de pôr em causa o legal e legítimo direito dos colegas reposicionados: trata-se de impedir as eventuais injustiças daí decorrentes.
Se sabes que foste “ultrapassado” por colegas com igual ou menos tempo de serviço, contacta o SPGL
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Conforme a FENPROF exigiu desde o início das aulas presenciais em maio de 2020, os testes rápidos de antigénio começam a ser realizados nas escolas, nesta quarta-feira, e, numa primeira fase, vão ser aplicados nas escolas de concelhos com maior risco de contágio. Ler mais
Paula Rodrigues
Desde segunda-feira, 11 de setembro de 2023, sindicatos da FENPROF em convergência com 8 organizações sindicais, estão a afixar em escolas de todo o país pendões que afirmam: Escola Pública. A Luta continua! Faltam professores. É urgente valorizar a profissão. Na área de influência do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, são várias as afixações. Apelamos à participação das sócias e sócios do SPGL, bem como à partilha de imagens das referidas afixações através do e-mail: inf@spgl.pt
Declarações de José Feliciano Costa (Presidente SPGL e Secretário Geral Adjunto FENPROF) - Lisboa, Escola Artística António Arroio
Intervenção José Feliciano Costa
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Passado mais de um mês sobre o início do ano letivo, há vários milhares de crianças e jovens que ainda não tiveram qualquer aula. Muitos professores desempregados e muitos alunos sem aulas!