1 GOAL – EDUCATION TO ALL
À “education to all” deve acrescentar-se: what kind of education? e what for?
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À “education to all” deve acrescentar-se: what kind of education? e what for?
A FENPROF recebeu, dia 23, dois projectos de despachos que visam alterar, respectivamente, o calendário escolar e as regras para organização pedagógica e funcionamento das escolas para 2010/2011.
Durante muitos anos o Dia Mundial do Professor passou “despercebido” em Portugal. Porque coincidia com o feriado do 5 de Outubro, certamente, mas, como agora se torna claro, fraca justificação era essa. (...) A Internacional da Educação (IE) aproveita esta data para realçar o enorme esforço que os docentes fazem em países onde ser professor é uma aposta arriscada,...
Desta vez foi o Tribunal Administrativo e Fiscal de Sintra a dar razão aos professores e à FENPROF
Estão a contratar-se enfermeiros a menos de 4€ à hora. Milhares de professores ficarão desempregados. Recebo as notícias, dadas en passant, com estranha naturalidade. O mal dos outros já pouco ou nada me afeta. Sou eu e as minhas tristezas. O mundo é lá fora…
Depois dos contactos efetuados com a DGAE, e aguardando ainda resposta ao ofício ontem enviado, cumpre-nos informar o seguinte sobre os concursos que agora decorrem: 1-Existem dificuldades técnicas com a aplicação informática ...
Todos na Greve Geral e na Rua! Concentração às 14h30 no Rossio, com destino a São Bento.
A direção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa saúda calorosamente todos os professores e educadores que, com a sua determinação, capacidade de organização e expressão inequívoca de grande solidariedade contribuíram decisivamente para esta importante vitória sobre um Ministério da Educação...
No passado dia 13 de setembro, reuniu o SPGL um Plenário de Professores e Educadores contratados e desempregados. Desta reunião resultaram 4 moções aprovadas por unanimidade, onde constam as formas de ação reivindicativa propostas. Em anexo podem consultar as moções.
Aposentados da Função Pública concentraram-se quarta-feira no Rossio, em Lisboa, em protesto contra o corte nas pensões.
Dia 28 de Outubro, às 18 horas, venha conversar com as professoras Henriqueta (Cuca) Pombeiro e Teresa Santos sobre música popular portuguesas no Espaço António Borges Coelho (sede do SPGL)
Há pelo menos uma década e meia está a ser planeada e experimentada quer a nível do nosso país, quer na Europa e no mundo uma nova ditadura - não tem armas, não tem aparência de assalto, não tem bombas, mas tem terror e opressão e domesticação social e se deixarmos andar, é também um golpe de estado e terá um só partido e um só governo - ditadura psicológica.
Opção correta seria suspender, este ano, o processo de avaliação. Governo assume, de forma camuflada, congelamento das progressões em 2014.
A comunicação social de hoje, 17 de julho, destaca o parecer dos juízes do Tribunal de Contas, segundo o qual o aumento do desconto dos funcionários públicos (para usar uma linguagem hoje inexata mas que continua a ser significante) para 3,5% do seu vencimento ilíquido para a ADSE é manifestamente exagerado e serviu para financiar o orçamento de Estado.
"O desenvolvimento da política de contratos de associação, tendo em conta a importância do serviço prestado por essas escolas a muitos alunos-nomeadamente de famílias desfavorecidas-e a necessidade de agir com maior efetividade nos territórios em que, tanto o abandono como o insucesso escolar, são mais relevantes."
Decorreu na passada segunda-feira (27/7), na "5 de Outubro", uma reunião com a presença de sindicalistas da FENPROF e de elementos da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário. Manuel Micaelo e Dulce Carvalho (SPGL); Maria José Silva (SPN); Celeste Duarte (SPRC) e Maria da Fé Carvalho (SPZS) integraram a delegação da FENPROF
Quem imaginaria Portugal, neste final de 2015, numa situação política com a Direita acicatando a luta de classes, utilizando o terrorismo verbal, desenvolvendo um fortíssimo ataque ao regime democrático-constitucional e instabilizando a sociedade?
O Público de 26 de setembro traz, nas páginas 16 e 17, uma entrevista com a socióloga Maria da Paz Campos Lima, na qual a entrevistada mostra com cristalina evidência o modo como durante o período da "troika" a legislação laboral, a pretexto de ajustamentos ditos necessários, foi profundamente pervertida, (...) Ler mais
António Avelãs