Passeio Cultural ao Oeste
Na continuação do nosso plano de atividades sócio-culturais divulgamos o programa para o prometido passeio cultural ao Oeste de 27 a 29 de junho. Ler mais
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Na continuação do nosso plano de atividades sócio-culturais divulgamos o programa para o prometido passeio cultural ao Oeste de 27 a 29 de junho. Ler mais
Hoje, 12 de setembro, creio ser de destacar o editorial de David Dinis no Público (pag. 42). É certo que o futebol é economicamente importante, um fenómeno sociológico marcante, e, quando é bem jogado, até é bonito. Sobretudo, move multidões. Mas fazer coincidir um Sporting-Porto com um dia de eleições nacionais (autárquicas) não lembra ao diabo. Ler mais
António Avelãs
Ex-subscritores da CGA, em situação de desemprego não têm direito à reforma antecipada, à semelhança de trabalhadores do regime geral da segurança social. Foi anunciado, (Observador on-line, 9/11/2017), pela Secretária de Estado da Segurança Social na Comissão do Orçamento e Finanças e da Comissão do Trabalho e Segurança Social , no âmbito de apreciação do OE 2018, alterações legislativas nesta matéria.
Veja aqui a resposta ao SPGL, do Provedor de Justiça sobre a recomendação efetuada ao Governo que podemos considerar estar na base desta alteração legislativa.
No momento da morte de Edmundo Pedro - cuja força e dignidade sempre me impressionaram - interrogo-me: que raio de humanidade tinham os criminosos que lançaram um jovem de 16 anos para o Tarrafal - campo da morte lenta? E os que disso se tornaram cúmplices pelo silêncio? E quantos destes criminosos não se transmutaram em " democratas de sempre" após o 25 de Abril, como se nada lhes pesasse na consciência?
A maior homenagem que podemos fazer a estes heróis da luta antifascista é não deixarmos que a memória se apague: fascismo nunca mais!
António Avelãs
FENPROF lança questionário sobre formas de luta a desenvolver
O Secretariado Nacional decidiu auscultar os professores dos ensinos particular e cooperativo, profissional e artístico especializado quanto às formas de luta a adotar, visando exigir a negociação e aprovação de um Contrato Coletivo de Trabalho que valorize e dignifique os profissionais destes setores.
FENPROF entrega petição na Assembleia da República
Hoje, 6 de fevereiro, uma delegação da FENPROF, constituída pelo secretário-geral e por dirigentes sindicais, foi recebida pelo vice-presidente da A.R., José Manuel Pureza, a quem entregou uma petição com mais de 5000 assinaturas exigindo do poder político respostas que garantam os princípios estipulados na Lei de Bases e no Estatuto do EPC, nomeadamente um CCT que tenha em conta a especial relevância e interesse público da função desempenhada pelos docentes destes setores de ensino.
Com este número de assinaturas, a petição é obrigatoriamente discutida em plenário da A.R.
O estudo comparou diversas carreiras e, em relação aos professores, afirma que "Os professores do ensino básico e secundário no 5.º escalão perderam 305 euros". Ler mais
Paula Rodrigues
João Semedo morreu hoje,17 de julho. Dos partidos e movimentos políticos onde militou tirou sempre o que de mais positivo eles ofereciam para uma sociedade mais justa e nisso se empenhou. Já numa fase avançada da doença, fez questão de traçar armas em defesa do Serviço Nacional de Saúde como ele o concebia: para todos, e de máxima qualidade.
São homens como o João Semedo que nos permitem avançar e ir construindo sociedades mais humanas e mais felizes. Obrigado João Semedo!
António Avelãs
É uma frase batida, dirão alguns que é uma verdade de La Palice, tão evidente é.
Exemplificando:
Ontem (como aqui referimos) o Público noticiava que “Poder de compra dos funcionários públicos caiu 12% desde 2010”, o Jornal de Negócios titulava, também ontem, “Função pública com aumento médio de 5,6% em dois anos” (link disponível só para assinantes) e, hoje a notícia de capa do Jornal Económico é “Governo não quer dar aumentos aos funcionários públicos e vai ter resposta, disse Frente Comum”.
Mas é preciso saber ler.
M. Micaelo
Facto: Governo rouba 70% do tempo de serviço nas carreiras especiais (docentes e outros trabalhadores integrados nas carreiras especiais da Administração Pública).
Ora repare: “Governo dá bónus a 130 000 na Função Pública”. Ler mais
Manuel Micaelo
O SPGL pretende averiguar o impacto desta medida na vida das escolas e nas condições de trabalho dos seus profissionais. Pretende também que este seja um espaço de participação, de denúncia e relato de ocorrências quanto a interferência das autarquias nas escolas, em vários domínios.
Apelamos à participação e divulgação do questionário “Precariedade no Ensino Superior e na Ciência”, uma iniciativa do Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF e seus sindicatos.
É nosso objetivo caraterizar as atividades académicas e científicas de bolseiros/as, investigadores/as, docentes convidados/as, leitores/as, gestores/as e comunicadores/as de ciência sem vínculos laborais estáveis, independentemente do seu nível de escolaridade ou tipo de ligação institucional (bolsa; contrato de trabalho; trabalho pontual ou sem vínculo laboral).
Participem em:
Uma delegação de dirigentes do SPGL esteve esta manhã à porta da Escola Básica 2/3 Dr. António Augusto Louro, apoiando a luta dos encarregados de educação e comunidade educativa pela urgência de uma resposta governamental ao perigo do amianto na escola. Ler mais
Clarificando de forma absolutamente translucida o estado da nossa democracia e, numa visão mais abrangente, das democracias que nos rodeiam, autocracias à parte, a pandemia em curso veio demonstrar, também com a pretensa necessidade do estado de emergência, que tivemos sempre e só uns vislumbres de Abril.
Verdadeiramente Abril nunca se cumpriu totalmente.
Em Maio, logo no início, temos que relembrar todos os anos o que Abril ainda não nos trouxe.
Curiosamente, ou talvez não, o Covid-19 veio escancarar ao mundo a imperiosa necessidade que os valores de Abril se disseminem pelo planeta e por todas as sociedades que nele se constituíram.
Viva o 1º de Maio!
Ricardo Furtado
Neste momento de imensa tristeza, a Direcção do SPGL manifesta o seu profundo pesar pela morte do Francisco Braz, Dirigente do STAL e membro eleito do CGS da ADSE.
Leia o texto completo, seguido de testemunho de António Nabarrete, dirigente do SPGL que de perto trabalhou com o Francisco Braz, ao longo dos últimos anos.
No dia 14 de outubro teve lugar uma reunião (por videoconferência) com requerentes do PREVPAP aprovados para regularização no Instituto Superior de Agronomia – Universidade de Lisboa. A reunião, que se realizou por solicitação dos colegas e contou com a participação de representantes do Núcleo da ABIC do ISA, teve como objetivo principal esclarecer dúvidas relativas à regularização dos vínculos, mas também conhecer melhor a situação dos colegas do ISA.
Noticia o Público, citando o relatório PISA, que inquiriu milhares de jovens de 15 anos de idade de 63 países, que refere que “em Portugal, 75% dos estudantes disseram seguir eventos mundiais através das redes sociais”. Um outro dado importante é que “o estudo da OCDE mostra que os jovens não conseguem distinguir entre factos e opiniões, quando estão a ler na Internet”.
Mais uma forte razão para a existência das aulas de Cidadania.
M. Micaelo
Carlos Gargaté faleceu hoje, dia 30 de janeiro.
Foi dirigente do SPGL nos mandatos em que decorreram as importantíssimas lutas em torno da Carreira Docente, em que se distinguiu pela sua entrega e combatividade.
Além de professor de Educação Visual, Gargaté distinguiu-se também como pintor. Ler mais
Este é o título de um texto de João André Costa, que não conheço mas a quem agradeço a publicação, no Público de hoje.
Começa assim: “Se hoje estou onde estou, na direcção de uma escola em Londres, tal devo em grande parte não só à escola pública, mas à minha escola, aos meus professores, ao tempo dedicado, à sua infinita paciência, ao amor e carinho e à fé (às vezes, é preciso muita fé) tão necessária quando se dedica uma vida a educar e formar gerações e gerações de crianças.”
Leia, que vale a pena.
M. Micaelo
Um artigo do ECD que espelha bem o atual modelo de gestão das escolas, o qual remete o conselho pedagógico para funções essencialmente consultivas, cabendo as decisões ao diretor, em função duma “conveniência de serviço” altamente condicionada pelas restrições orçamentais do MEC. Resultado: um mar de ilegalidades e indignidades, sobre as quais a própria Inspeção-Geral da Educação e Ciência “(…) deixou de agir face às denúncias apresentadas pela FENPROF e de prestar contas, como deveria, às organizações representativas dos trabalhadores do setor(…). Ler mais
João Correia