Escolas tomam posição contra prova de avaliação dos professores
Chegou-nos ao sindicato um abaixo-assinado com dezenas de subscrições de professores dos quadros com a recusa de correção e vigilância desta ignóbil prova
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Chegou-nos ao sindicato um abaixo-assinado com dezenas de subscrições de professores dos quadros com a recusa de correção e vigilância desta ignóbil prova
A Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública realiza esta sexta-feira uma ação de luta em frente ao Ministério das Finanças, em Lisboa, para exigir a integração de todos os trabalhadores com vínculos precários no Estado.
Também na Educação se exige que às necessidades permanentes das escolas e jardins-de-infância correspondam lugares de quadro.
M. Micaelo
Quase todos os órgãos de comunicação social dão hoje (6ª feira), com destaques diferentes, a notícia: a plataforma de sindicatos que tem conduzido a greve às avaliações decidiu fazer uma consulta aos docentes para decidir as formas de prosseguimento da luta. A título de exemplo leia-se o publicado no Observador.
António Avelãs
Despacho que aprova as tabelas de retenção na fonte sobre rendimentos do trabalho dependente e pensões auferidas no continente para vigorarem durante o ano de 2016
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Rescisão por mútuo acordo visa o despedimento sem direitos, sem proteção social e sob chantagem
“O ministro da Educação (japonês) enviou uma carta aos presidentes das universidades do Japão para lhes pedir que fechem os departamentos de ciências sociais e humanas, consideradas inúteis” (Le monde diplomatique-edição portuguesa, Outubro de 2015, pág 2). Mas a mesma notícia também informa que “mesmo o sindicato patronal procura demarcar-se dela”
Aliás, todos devíamos ser Jacinda Ardern.
Todos os terroristas deviam merecer um tratamento anónimo, como Jacinda Ardern fez com o supremacista neo-zelandês que derramou o seu imenso ódio sobre um grupo de muçulmanos em oração. Ler mais
vamos participar, no dia 18 de janeiro, a partir das 15H00, no desfile que parte da Rua do Carmo para a Assembleia da República..."
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Beneficiam destas condições os Associados e Trabalhadores/Colaboradores do SPGL, assim como dos demais sindicatos da FENPROF.
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20 de Maio: Os professores e educadores participam na Concentração dos trabalhadores da Administração Pública, exigindo abertura das negociações sobre matérias já apresentadas ao M.E e a melhoria das condições de trabalho nas escolas.
Local: Junto ao Palácio da Ajuda, 15 horas
Um secretário de estado da área da Educação reconheceu frontalmente que mais de dez mil crianças do ensino básico chegam à escola com fome e muitas delas é apenas lá que conseguem alimentar-se. É provável que o número seja bastante superior, a que deve somar-se o número de crianças subalimentadas... >>> António Avelãs
A FENPROF entregou à Confederação Nacional de Educação e Formação (CNEF) um abaixo-assinado, subscrito por mil professores do Ensino Particular e Cooperativo, Ensino Artístico Especializado e Ensino Profissional, onde exigem um Contrato Coletivo de Trabalho que valorize a profissão e dignifique a carreira docente. Ler mais
A FNE, através de um texto que distribuiu pelos seus associados e que terá chegado a outros professores, acusa as organizações sindicais que têm estado a responder a muitas dúvidas levantadas pelos docentes, de fazerem uma campanha de desinformação sobre o conteúdo do acordo da FNE com a AEEP.
A que interesses e a que dependências se submete a UGT ao assinar um acordo em tudo contrário aos interesses dos trabalhadores que é suposto representar?
No dia 16 de Abril, na Casa do Alentejo; Inscrições até 9 de abril
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O horário de trabalho dos professores do 1º CEB está claramente definido no artº 77º do Estatuto da Carreira Docente – 25 horas letivas semanais a que acrescem duas outras componentes do horário, a não letiva de estabelecimento, com um máximo de 2 horas e a individual, neste momento de, no mínimo, 8 horas
Não sei bem porquê, mas ao ler esta notícia, lembrei-me da história do investigador que fez uma experiência com uma aranha.
M. Micaelo
A FENPROF participou, esta quarta-feira, no Ministério da Educação, Ciência e Educação (MECI), numa primeira reunião de auscultação sobre o processo de revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), onde apresentou ao ministro as suas propostas para a revisão e melhoria do diploma, como explicou aos jornalistas o coordenador do Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF, Tiago Dias.
Declarações de Tiago Dias, coordenador do Departamento do Ensino Superior e Investigação da FENPROF