Dispensa da profissionalização - Despacho 18040/2008
Dispensa da profissionalização dos docentes do Ensino Especializado da Música do Ensino Particular e Cooperativo (Despacho 18040/2008)
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Dispensa da profissionalização dos docentes do Ensino Especializado da Música do Ensino Particular e Cooperativo (Despacho 18040/2008)
O provérbio popular diz de alguém que impunemente comete crimes ou fraudes ou ilegalidades e que não é por eles condenado que ”tem as costas quentes”. Porque “tem as costas quentes” o crime de Israel passará mais uma vez impune para nossa vergonha colectiva....
Foi divulgada uma circular interpretativa da aplicação do Despacho n.º 4-A/2016, cujos efeitos se estendem ao próximo ano letivo (2017/18). Sublinhe-se o facto de o ME vir reconhecer o direito à integração dos intervalos no horário letivo dos professores do 1.º CEB – após longa e persistente ação da FENPROF e de, em reunião com o ministro a 5 de Abril, o mesmo ter sido aceite. Ler mais
Os trabalhadores docentes das Misericórdias estiveram em greve no dia 21 de março, tendo sido realizada também uma concentração nacional, junto ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Ler mais
No dia 15 de janeiro, em Coimbra, realizou-se o II Encontro Nacional dos Trabalhadores das IPSS. A FENPROF participou neste importante momento de debate e reflexão sobre a situação atual dos trabalhadores do setor, representando os docentes com a presença de vários dirigentes e delegados sindicais. Ler mais
À “education to all” deve acrescentar-se: what kind of education? e what for?
A matéria sob epígrafe encontra-se prevista no artigo 64º do Estatuto da Carreira Docente que determina, nos seus números 2 e 3, que são instrumentos de mobilidade do pessoal docente: o concurso, a requisição, o destacamento, a comissão de serviço e ainda a transição entre níveis ou ciclos de ensino e entre grupos de recrutamento, sendo que os correspondentes regimes se encontram definidos nos artigos 65º a 72º do mesmo ECD.
Não obstante as críticas e sem lei que a suporte, MEC dá por adquirida a sua “revisão da estrutura curricular” e envia às escolas a matriz das cargas horárias para 2012/13 (consultar em fenprof@fenprof.pt). Confirma-se: extinguir horários de trabalho é o objetivo principal desta “revisão”
Entre outros jornais, o Público (hoje, 16 de setembro, pág 10) destaca a “vontade” da ministra da Saúde de estender a todos os hospitais a chamada “hospitalização domiciliária”, isto é, a possibilidade de doentes serem acompanhados em suas casas por técnicos especialistas (médicos e enfermeiros) como se estivessem no hospital. Ler mais
António Avelãs
Numa semana, estes nomes ou estes títulos encheram as páginas dos nossos jornais, foram motivo para peças nos telejornais, deram horas de debate nas redes sociais. Ler mais
Almerinda Bento
Segundo o Público de hoje, 14 de janeiro, a Assembleia da República discutirá brevemente duas propostas (do CDS-PP e do PCP) questionando se deve, ou não, manter -se a atual divisão pelos três ciclos. Nomeadamente, se faz sentido pedagógico manter o 2º ciclo. A questão tem pertinência por si só,... Ler mais
António Avelãs
Os docentes em mobilidade no projeto “estudo em casa”, promovido pelo Ministério da Educação, exercem as suas funções num claro desrespeito pelas condições de trabalho: não têm um horário nem funções definidas. Esta desregulação leva a que estes docentes desenvolvam as suas atividades sob grande pressão, sendo-lhes exigida uma disponibilidade permanente e um horário sobrecarregado. Leia mais aqui.
A propósito de um Inquérito às Práticas Culturais dos Portugueses que revelou que 61% dos portugueses não leram em 2020 um único livro em papel e que, dos 39% que disseram ter lido, a maioria leu muito pouco, Carmo Afonso escreve um excelente artigo, Uma leitura dos portugueses (só para assinantes), na última página do Público de hoje (18/Fev). Ler mais
M. Micaelo
“Desigualdade nas grandes empresas quase duplicou: presidentes executivos já ganham 36 vezes mais do que os trabalhadores”, pode ler-se aqui.
M. Micaelo
A FENPROF entende que o ensino superior público, tal como a própria designação indica, deve ser um bem público.
Bem sei que já tenho mais de meio século de vida e um pouco mais de 3 dezenas de anos de profissão docente mas a verdade é que para mim um profissional ou mesmo um aluno “muito bom” é aquele que é reconhecido pela maioria da comunidade em que se insere.
Os rankings das escolas são um bom exemplo de como um péssimo argumento se pode transformar numa terrível arma de arremesso político em prol da destruição da escola pública. (...)
João Correia