Selecção com base na nota de curso e anos de serviço é “injusta e insuficiente”
Francisco Martins da Silva
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Francisco Martins da Silva
Uma das formas de reprodução da academia neoliberalizada - caracterizada por uma concentração do Poder, uma instrumentalização do conhecimento e a institucionalização de uma cultura assente numa competição desmedida (Ball, 2015) - é a presença de uma extensa precarização dos seus trabalhadores. Ler mais
Face ao desrespeito pelo Ministério da Educação de compromissos assumidos viabilizando a profissionalização pela Universidade Aberta aos professores com habilitação própria e com possibilidade de completar os 6 anos de tempo de serviço até 31 de Agosto de 2010, convocam-se os professores na referida situação...
O projeto europeu que nos trouxe até à União Europeia (UE) nasceu no rescaldo de uma brutal crise - a II Guerra Mundial -, tendo como "grande ideal" evitar novas crises, garantir a paz, ser instrumento de afirmação da democracia e garante do desenvolvimento harmonioso numa perspetiva de progresso.(...)
Cerca de 1.500 professores e educadores participaram no Plenário Nacional descentralizado promovido pela FENPROF e foram claros: a proposta sobre avaliação de desempenho dos docentes que o MEC apresentou no dia 6 de setembro não merece acordo!
Uma saudação especial a todos os Educadores, Professores e Investigadores num momento que está a exigir de todos uma enorme capacidade de resposta e de adaptação.
Pese embora a suspensão das atividades letivas presenciais, os docentes têm mantido a ligação aos seus alunos e, recorde-se, levaram a cabo os procedimentos relativos à avaliação, revelando um profissionalismo e dedicação extraordinários. Ler mais
Na impossibilidade de comemorarmos o 25 de Abril em grupo, lançamos um desafio para uma comemoração digna, ainda que confinados nas nossas casas: convidamos-te a incentivar todos a representar o 25 de Abril em desenho, a enviá-lo para os emails dos sindicatos (spgl@spgl.pt) e partilhá-lo nas redes sociais, escrevendo #vivao25deabril2020.
A imprensa anuncia que o Governo vai reunir hoje com os representantes dos colégios com contrato de associação e propor que estes estabelecimentos de ensino passem a cobrir outras necessidades como o pré-escolar, o ensino artístico e o ensino profissional.
Paula Rodrigues
A FENPROF, na reunião com o MECI, agendada para a próxima quinta-feira, às 9h30, na Avenida Infante Santo, em Lisboa, não deixará de relembrar a urgência em avançar para a revisão em alta do ECD, colocando no centro das prioridades: a valorização dos índices remuneratórios; a contagem integral do tempo de serviço; a garantia de horários e condições de trabalho dignos; o reforço dos apoios à deslocação e incentivos à fixação em zonas carenciadas.
A FENPROF reafirma: sem professores valorizados, não há escola pública de qualidade. A luta pela dignificação da profissão docente vai continuar, dentro e fora das escolas, até que o Governo assuma responsabilidades e dê resposta às justas reivindicações dos educadores e professores portugueses.
A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não!
No dia seguinte à reunião com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação para discutir as questões relativas ao Ensino Superior e Investigação, a FENPROF promoveu um plenário online para informar os docentes e os investigadores sobre o teor da reunião, as propostas que apresentou e os compromissos do Ministro.
Este é um dos destaques da capa do Público de hoje, 2 de dezembro, desdobrado num artigo de João Ruela Ribeiro, nas páginas 28 e 29. O texto sublinha a progressiva ideologização fascizante do governo do Brasil, sintetizada no “lead”: “Presidente brasileiro e alguns ministros multiplicam acenos à ditadura, sugerindo possibilidade de legislar para chamar soldados para conter manifestações e dispersar ocupações de terra”. Ler mais
António Avelãs
MEC, já condenado por 42 vezes, insiste em não pagar o que deve aos professores. É um escândalo!
OFICIO CIRCULAR N.º 244/16
Presente, passado e futuro estiveram presentes na celebração dos 115 anos da Escola Secundária Camões. Na voz do seu diretor, João Jaime Pires, que recebeu uma grande ovação em pé, do antigo aluno Júlio Isidro e da jovem ex-presidente da associação de estudantes, Frederica. Falou também Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Ler mais
Tribunais continuam a dar razão aos professores. Passaram para vinte e três as sentenças que obrigam o MEC a pagar aos professores a compensação por caducidade dos contratos de trabalho.
Resolução “CGTP-IN SOLIDÁRIA COM OS TRABALHADORES E O POVO GREGO”, aprovada pelo Conselho Nacional, realizado hoje, dia 30 de Junho.
Manuel Micaelo
ASPL, FENPROF, SEPLEU, SIPE, SIPPEB e SPLIU estarão com os professores, em todas as escolas do país, naquele que será o dia mais importante da luta contra a iníqua e humilhante prova que o MEC pretende aplicar aos professores