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"Cientistas voltam à sua escola primária para inspirar os mais novos"

Nas páginas 28 e 29 do Público de hoje, 17 de março, noticia-se a primeira sessão de uma iniciativa a aplaudir: na escola do 1º ciclo de Foros de Arrão (concelho de Ponte de Sor) o investigador do Instituto Superior Técnico Nuno Canha dá  "uma aula". Porquê? Porque aquela foi a sua escola primária, como se dizia então. O projeto, inspirado na iniciativa europeia Native Scientist, propõe-se levar atuais "cientistas" às escolas onde completaram o 1º ciclo, com o objetivo de "desenvolver o bichinho" da ciência e do cientista junto dos mais novos. O texto indica-nos que "já se inscreveram 260 cientistas no programa". Eis uma forma muito interessante de enriquecimento curricular. Aproveite-o para a sua escola!

António Avelãs

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A vez dos professores

Há momentos nas nossas vidas em que a Medicina e a Enfermagem são indispensáveis e decisivas; mas que médicos e enfermeiros haveria sem professores? A Justiça é também importantíssima; mas pode haver juízes e advogados sem professores? O mesmo para arquitectos, engenheiros, maquinistas, aviadores, rabequistas ou hortifruticultores… ou professores. Não há país sem professores. Os professores estão antes de tudo, numa sociedade desenvolvida.

A lista dos 66 países que apresentam o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) muito elevado é encimada pelos nórdicos. Para este IDH muito elevado contribui o nível médio de escolaridade, que resulta do investimento na Educação. Ler mais

Francisco Martins da Silva

MEC informou FENPROF do que vai alterar na organização do próximo ano letivo, recusando, porém, qualquer negociação e inviabilizando, com a prática, uma efetiva auscultação

A FENPROF apresentou-se dia 8 de maio no MEC para uma reunião do "auscultação" sobre o calendário escolar e as normas para a organização do ano letivo 2014/15. O MEC limitou-se a apresentar princípios gerais e a sua interpretação de algumas alterações que irá fazer em relação ao despacho deste ano.

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Quem continua a tramar os professores?

Perante a pouca atratividade da carreira docente, a desvalorização salarial, os entraves à progressão, o roubo do tempo de serviço, a precariedade, a sobrecarga dos horários de trabalho, um modelo de gestão que não é democrático, um sistema de avaliação que não é formativo e a imposição da municipalização, o ME vem agora penalizar ainda mais os professores em mobilidade por doença. Ler mais

Albertina Pena