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Lutar contra a PACC

É necessário organizarmos uma grande greve à PACC. Está em causa a instituição de um requisito iníquo que tem como objetivo criar condições para o desemprego de muitos milhares de docentes. Hoje de contratados amanhã dos quadros, não tenhamos ilusões. Está nas nossas mãos pararmos esta ignomínia, esta humilhação dos professores. No dia 18 temos de conseguir que todos os docentes, de todos os ciclos de ensino, que sejam indicados para a vigilância ou para qualquer outra tarefa relacionada com a PACC, entrem de imediato em greve.

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Ação nacional de luta dos aposentados -Vamos continuar a lutar contra a politica de empobrecimento

12 DE ABRIL LISBOA -14h30 – Da Praça do Município até ao Rossio. POR ABRIL, CONTRA OS CORTES NAS PENSÕES A FENPROF apela aos professores e educadores aposentados para que participem, em 12 de abril, na ação nacional de luta dos reformados, aposentados e pensionistas promovida pela Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI). ver outros locais >>>

Portaria n.º 304-B/2015 de 22/09

Primeira alteração à Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, que define o regime de organização e funcionamento dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas, de Línguas e Humanidades e de Artes Visuais, ministrados em estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, e estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação e certificação dos alunos

Portaria n.º 304-B/2015 de 22/09

Primeira alteração à Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto, que define o regime de organização e funcionamento dos cursos científico-humanísticos de Ciências e Tecnologias, de Ciências Socioeconómicas, de Línguas e Humanidades e de Artes Visuais, ministrados em estabelecimentos de ensino público, particular e cooperativo, e estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação e certificação dos alunos

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"Pedro Arroja sobre “as esganiçadas” do BE: “Não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada!” in Expresso, 10/11/2015

O problema da direita é que a direita, no seu íntimo, é isto. É tradicional e antidemocrática e di-lo com a maior naturalidade porque acha, no seu íntimo, que o que está a dizer é o mais natural que há. Esquecendo-se, é claro, que só o pode dizer porque há democracia. Esquecendo-se, também, que foi a esquerda que tornou possível a democracia em Portugal.
Francisco Martins da Silva