Mais uma escola que ameaça fechar por falta de funcionários
Francisco Martins da Silva
Francisco Martins da Silva
As árduas negociações sindicais – nas quais o papel e o peso dos sindicatos da FENPROF é reconhecidamente determinante – conduziram a resultados positivos. Pesem embora outros objetivos não atingidos, a vinculação extraordinária de entre 3000 e 3200 professores e educadores é um resultado muito bom. Ler mais
António Avelãs
Ainda não consegui descortinar razões profundas que tenham justificado o imbróglio criado por Governo, confederações patronais e UGT, ao assumirem a descida da TSU como "moeda de troca" para a atualização do salário mínimo nacional (SMN) no valor que o Governo já havia determinado, no pleno exercício das suas responsabilidades e no cumprimento de compromissos estabelecidos com a base parlamentar que o apoia.
As alterações climáticas e o aquecimento global são um dos principais problemas que afetam a humanidade. Não obstante este facto, governos do mundo inteiro continuam a ignorar esta realidade e mantêm os os mesmos modelos de "desenvolvimento" que, a ritmo alucinante, continuam a destruir os recursos do planeta, a levar à extinção de inúmeras espécies e a destruir a camada de ozono. Ler mais
Paula Rodrigues
No dia seguinte, milhões de pessoas encheram as ruas de muitas cidades dos Estados Unidos num protesto anti-Trump.
Manifestações não se ficaram pelo solo americano, estenderam-se por muitas cidades de vários países, Portugal incluído.
M. Micaelo
FENPROF não dá acordo a documento final do ME
Por haver questões essenciais que ficam por resolver, não permitindo que se limpe a enorme mancha de precariedade que continuará a afetar os profissionais docentes, com penalização acrescida para os que têm exercido funções em escolas públicas, sempre em situação de grande instabilidade de emprego e profissional, e por não conferir justiça a docentes dos quadros que, há muitos anos, lutam pelo legítimo anseio de aproximação à sua área de residência, a FENPROF recusou dar o seu acordo à proposta final do Ministério da Educação.
Declaração de Mário Nogueira à saída da reunião no ME (19h00, 20/01/2017)
A medida destina-se a permitir o reforço de recursos humanos solicitados pelas escolas para a concretização dos seus planos de melhoria do sucesso escolar, para os quais não houve até agora os meios financeiros necessários. Ler mais
João Correia
Esse resquício bolorento do ensino confessional do Estado Novo — as aulas de educação moral e religiosa católica — mantém-se ainda hoje na escola pública. Até quando?
Francisco Martins da Silva
Os professores de língua gestual portuguesa (LGP) querem ser considerados como tal e não técnicos especializados. A FENPROF realizou uma concentração frente ao Ministério da Educação.
O Notícias ao Minuto de hoje, 17 de janeiro, citando uma revista inglesa, sublinha que nem a Sunny Beach da Bulgária, nem a Costa do Sol de Espanha, nem a exótica Turquia nem a histórica República Checa concorrem com os preços baratos do nosso Algarve (e com maioria da razão, do resto do país).
António Avelãs
O mundo segue atentamente o processo de eleição e a tomada de posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que terá lugar na próxima sexta-feira, dia 20 de janeiro.
Mais de duas dezenas de congressistas democratas anunciaram que, como forma de protesto, não vão estar presentes nas cerimónias, e nas ruas estão previstas, até agora, 30 manifestações agendadas para o período que antecede a tomada de posse e posteriormente. Ler mais
Paula Rodrigues
Avanços novamente verificados, ainda longe de permitir acordo
ME aceitou propostas apresentadas pela FENPROF para o regime de concursos, mas, no que respeita à precariedade, não consegue disfarçar a insuficiência das suas propostas.
Leia mais aqui:
Novo Projeto de Portaria – VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA
Nova versão do Projeto de Alteração ao Decreto-Lei n.º 132/2012
O Secretariado Nacional
Na Grécia, na Bulgária, na Somália, refugiados e migrantes estão a morrer de frio. (...)
Manuel Micaelo
26 de janeiro de 2017 às 18h,na Escola Sec.c/3º CEB António Gedeão
Os professores de língua gestual portuguesa (LGP) querem ser considerados como tal e não técnicos especializados, e a Fenprof admite convocar uma concentração frente ao Ministério da Educação se a alteração não ficar consagrada no novo diploma de concursos.