Docentes e investigadores do ensino superior
FENPROF explora todas as vias na procura de soluções para problemas profissionais que afectam muitos docentes e investigadores do ensino superior
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FENPROF explora todas as vias na procura de soluções para problemas profissionais que afectam muitos docentes e investigadores do ensino superior
FENPROF irá interpor providência cautelar para travar despacho que poderá provocar grave desorganização no próximo ano escolar
MEC ameaça diretores que se enganem no cálculo de horários-zero, apesar de ainda se desconhecerem todas as regras. A nota informativa da DGAE/MEC constitui um verdadeiro insulto às escolas e a quem as dirige
FENPROF rejeita propostas patronais que visam reduzir salários, congelar carreiras e agravar horários dos docentes do Ensino Particular e Cooperativo
Que dirá agora Nuno Crato sobre o número de professores com horário-zero? Como a FENPROF havia previsto, o MEC, com as medidas impostas para 2012/2013 (aumento do número de alunos por turma, mega-agrupamentos, revisão da estrutura curricular, entre outras) pretendia eliminar cerca de 25.000 postos de trabalho, cuja consequência seria o desemprego para mais 18.000 professores contratados e cerca de 7.000 horários-zero nos quadros.
Em tempo de crise, MEC gastou milhares de euros, em ajuste direto, para obter parecer que justificasse o não pagamento de compensação por caducidade.
Provedor de Justiça dá razão à FENPROF e recomenda que seja corrigida a situação de desigualdade dos Professores do Ensino Superior e dos Investigadores a auferir salários inferiores às correspondentes categorias.
Professores obrigados a validarem documento eletrónico, em base de dados da DGAE/MEC que altera a natureza do seu vínculo laboral. FENPROF aconselha professores a entregarem pedido de impugnação do ato de alteração da natureza desse vínculo.
Num claro desrespeito para com as escolas, quem as dirige e quem lá estuda e trabalha, MEC cria 67 mega-agrupamentos a meio do ano letivo.
MEC recorre a "uma espécie de concurso" para colocar em instituições que não sabiam de nada"!
Na sequência desta reunião, e de acordo com informações recolhidas, a FENPROF está em condições de alertar para o seguinte:...
Os docentes apelam à compreensão dos encarregados de educação e dos alunos, manifestando a sua disponibilidade para manterem com as entidades representativas da escola - Associação de Pais e Associação de Estudantes - um diálogo esclarecedor e construtivo, visando a conciliação - na medida do possível - dos legítimos interesses de todos os membros da nossa comunidade educativa.
FENPROF quer informação do MEC sobre despacho que inclui medidas previstas em ata negocial e não abdica de reunir para discutir alterações curriculares previstas para o 1º ciclo do Ensino Básico e para os cursos profissionais.
FENPROF requereu negociação suplementar, MEC convocou reunião para segunda feira, 7 de Outubro, às 17 horas
Desrespeito do MEC pelas negociações não tem fim.
Com a Grande Reportagem de Ana Leal, “Verdade inconveniente”, que a TVI passou, ontem 4 de novembro, foi feita uma abordagem objetiva, oportuna e crua, da realidade do financiamento da Educação. Um retrato que ganha especial significado já que foi revelado no preciso dia em que é publicado o novo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo.
O que vai acontecer ao Ensino Superior e aos seus profissionais com este Orçamento de Estado? Esta a questão abordada e aprofundada em conferência de imprensa em que se denunciou os cortes brutais, sucessivos e abusivos nas verbas para o funcionamento do Ensino Superior.
Enquanto se aguardam as decisões dos tribunais em relação à PACC, momento importante da ação dos docentes será a deslocação, no próximo dia 5 de dezembro, à Assembleia da República. Vê aqui como te podes inscrever >>>
A FENPROF exige a reposição dos 42 milhões de euros ardilosamente subtraídas ao Ensino Superior público, sob pena de graves prejuízos para o cumprimento das suas missões. O Ministro Crato deve demitir-se, ou garantir a devolução do indigno esbulho feito pelo Governo de que faz parte, com o apoio da maioria PSD/CDS!