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O ROUBO DO PRESENTE

Há pelo menos uma década e meia está a ser planeada e experimentada quer a nível do nosso país, quer na Europa e no mundo uma nova ditadura - não tem armas, não tem aparência de assalto, não tem bombas, mas tem terror e opressão e domesticação social e se deixarmos andar, é também um golpe de estado e terá um só partido e um só governo - ditadura psicológica.

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ADSE: Um imposto “escondido”

A comunicação social de hoje, 17 de julho, destaca o parecer dos juízes do Tribunal de Contas, segundo o qual o aumento do desconto dos funcionários públicos (para usar uma linguagem hoje inexata mas que continua a ser significante) para 3,5% do seu vencimento ilíquido para a ADSE é manifestamente exagerado e serviu para financiar o orçamento de Estado.

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Acabar com a precariedade na Função Pública também diz respeito aos Professores

Nos últimos dias tem sido notícia uma tentativa de acordo (ainda está a ser trabalhado) entre o governo, O PCP e o BE para reduzir ou mesmo acabar a precariedade entre os trabalhadores da administração pública. (Veja-se a propósito a breve notícia de hoje, 15 de novembro, na página 16 do Público”). Seria um excelente sinal para que no setor privado se caminhasse no mesmo sentido de modo a que fosse radicalmente alterado o paradigma atual de empregos precários e muito mal pagos. Ler mais

António Avelãs

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Circular sobre organização do ano 2017/18 confirma intervalos integrados na componente letiva

Foi divulgada uma circular interpretativa da aplicação do Despacho n.º 4-A/2016, cujos efeitos se estendem ao próximo ano letivo (2017/18). Sublinhe-se o facto de o ME vir reconhecer o direito à integração dos intervalos no horário letivo dos professores do 1.º CEB – após longa e persistente ação da FENPROF e de, em reunião com o ministro a 5 de Abril, o mesmo ter sido aceite. Ler mais

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Imoral: 5 despejos por dia

A Antena 1 tem vindo a destacar uma notícia do DN e do JN de hoje (30 de outubro): até ao momento, 1500 famílias foram despejadas de suas casas durante este ano. Causas apontadas: baixos salários (mais baixos do que no momento em que fizeram os seus contratos de arrendamento ou de compra com os bancos) e aumento das rendas e desemprego. Ler mais

António Avelãs