Despacho n.º 2134/2025 de 17/02
Aprovação da rede de cursos do ensino português no estrangeiro da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário para a África do Sul, Namíbia, Essuatíni e Zimbabué, para o ano letivo de 2025.
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Aprovação da rede de cursos do ensino português no estrangeiro da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário para a África do Sul, Namíbia, Essuatíni e Zimbabué, para o ano letivo de 2025.
Este é o título de um texto de João André Costa, que não conheço mas a quem agradeço a publicação, no Público de hoje.
Começa assim: “Se hoje estou onde estou, na direcção de uma escola em Londres, tal devo em grande parte não só à escola pública, mas à minha escola, aos meus professores, ao tempo dedicado, à sua infinita paciência, ao amor e carinho e à fé (às vezes, é preciso muita fé) tão necessária quando se dedica uma vida a educar e formar gerações e gerações de crianças.”
Leia, que vale a pena.
M. Micaelo
Se alguma coisa nos pode ainda espantar em Nuno Crato é o seu absoluto desprezo pelas escolas: pelos alunos e professores e de entre estes, pelos diretores. ...
Umas serão "on line", outras presenciais, outras mistas. Mas sempre com os necessários cuidados de segurança sanitária. Aí estão as jornadas pedagógicas para o ano de 2022. Como de costume, abrangem dois grupos: umas são diretamente ações de formação, outras associam a formação a visitas e passeios.
Encontrará aqui o link para se informar e inscrever. Não se esqueça que há limite de inscrições para a maior parte delas. Não se atrase.
Hoje, 11 de maio, merece atenção e preocupação o que destaca a capa do Publico: a precariedade é a marca do trabalho conseguido no primeiro trimestre de 2023. Tema desenvolvido na página 22, em artigo de Raquel Martins, que sublinha o aumento do desemprego, a diminuição do ritmo de crescimento do emprego, e que este é feito à custa de vínculos precários e trabalho parcial.
Que país queremos construir com este estado de coisas?
António Avelãs
Um documento que conta a verdade e é um sério aviso em relação ao que governo e MECI têm em preparação.
Tendo em vista a necessidade de disponibilizar a informação necessária para a compreensão do que está em causa neste processo de revisão do ECD, é fundamental tomar conhecimento do conteúdo deste folheto que começará agora a ser distribuído profusamente pelas escolas a todos os docentes.
Recentemente voltou a falar-se da entrada da classificação em Educação Física para efeitos do calculo da média de entrada na faculdade.
Tente-se assim resolver um erro crasso do anterior governo. De facto a referida nota beneficia mais do que prejudica, no calculo da média para os efeitos atrás referidos.
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Ricardo Furtado
A FENPROF promove, no dia 15 de fevereiro, quarta-feira, entre as 14.30 e as 18.00 horas um Debate subordinado ao tema “QUE LUGAR PARA A DEMOCRACIA?”. O conferencista principal será o Professor Licínio Lima
Exame encomendado pelo FMI conclui que o sucesso do programa da troika em Portugal “está fortemente em dúvida”, alertando para falta de atenção à banca e lamentando ausência de reestruturação da dívida.
O programa foi mal desenhado, mal pensado, mal aplicado, mal corrigido e teve maus resultados:
M. Micaelo
Por lapso de informação, uma das moções aprovadas por unanimidade no Plenário de Professores Contratados e Desempregados, no dia 25 de Março, não foi divulgada correctamente...
A INTER-REFORMADOS vem apresentar ao Senhor Provedor de Justiça uma queixa relativa às medidas que estão a ser tomadas pelo Governo no âmbito da sua política deausteridade e que lesam, de forma intolerável, os direitos e expectativas dos reformados e aposentados...
SPGL – tal como outros sindicatos da FENPROF - entregou hoje uma ação no Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa em representação dos professores seus associados que ingressaram nos quadros a partir de 2013, mas que, apesar de já terem muitos anos de serviço, mantiveram a remuneração que auferiam enquanto contratados.Leia mais aqui
A FENPROF rejeita este regime jurídico que representa uma manifestação de incapacidade de governantes e falta de vontade política de governos para dotarem as instituições, dentro do direito público, de um quadro legal respeitador da autonomia que lhes está constitucionalmente consagrada. (...)
Ministros das Finanças da União Europeia confirmaram, hoje, a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo
É uma boa notícia, que terá que ter consequências nas condições de vida dos portugueses. Se isso não acontecer, não serve para nada.
M. Micaelo
Escola Intercultural é um projeto promovido pelo SPGL, face ao crescente carater multicultural das nossas escolas e a importância (e urgência) de uma perspetiva de interculturalidade nas nossas sociedades.
Tem como objetivos: 1) Dinamizar e divulgar práticas e projetos interculturais nas comunidades educativas. 2) Refletir e aprofundar as diferentes vertentes da interculturalidade. 3) Criar rede entre experiências e projetos nesta área.
Cerca de uma centena de Trabalhadores Científicos estiveram hoje, dia 16 de abril, reunidos frente ao Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior, numa ação de protesto em defesa seus direitos, convocada pela ABIC e pela FENPROF.
No dia 27 de março, a partir das 15 horas, a Interjovem realizará no Rossio, em Lisboa, uma Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores.
Pelo aumento real dos salários, pela redução dos horários, pelo fim da precariedade, pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.
Participa!
No dia 9 de março, a FENPROF deslocou-se ao Ministério da Educação para entregar uma proposta fundamentada para a negociação da vinculação dos docentes das escolas artísticas António Arroio e Soares dos Reis, nos termos do disposto na lei que regula a negociação coletiva na Administração Pública. [Ver notícia e declarações]
A precariedade na profissão tem diferentes expressões, mas só um caminho para a combatermos: a luta, envolvendo os/as implicados/as.
Procede à segunda alteração da Portaria n.º 181/2019, de 11 de junho, que define os termos e as condições em que as escolas, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular, podem implementar uma gestão superior a 25 % das matrizes curriculares-base das ofertas educativas e formativas dos ensinos básico e secundário, clarificando as competências do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, I. P. (EduQA, I. P.), no âmbito dos planos de inovação.