Porque os professores estão contra a municipalização?
Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
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Há um conjunto de competências que os docentes não querem ver nas mãos das autarquias. O que está em causa no processo de municipalização?
Os professores das escolas de ensino artístico especializado vivem uma situação extremamente difícil. Há quem não receba salário desde setembro, outros desde abril e alguns, até, têm salários em atraso desde 2013. Há situações dramáticas que estão a ser vividas por estes docentes, alguns dos quais em vias de suspender a relação contratual para terem acesso ao subsídio de desemprego e, assim, sobreviverem (continuar a ler)
26 de janeiro, 18H30
Para uma história do fado. Momento musical e jantar
Fim de tarde cinzento, em Lisboa.
Depois das palavras de Teresa Santos a situar o trabalho e as diversas componentes do belíssimo currículo de Vieira Nery, nada melhor que ouvir o seu coração falar: “gosto de música, gosto de refletir e gosto de partilhar!”
E foi assim noite dentro que uma privilegiada sala cheia escutou, atenta e participante, um homem apaixonado pelo que faz, pelo que tem feito. E não parece ser pouco…(...)
Veja aqui a reportagem fotográfica
Com a devida “vénia”deixamos aqui à reflexão de todos os professores e educadores este texto de António Barreto, publicado em “Público”, no dia 24 de Maio. Texto de síntese, que, não merecendo eventualmente a concordância de alguns de nós, traça um quadro realista do que é a realidade actual no mundo da educação.
Na passada 6.ª feira, na reunião negocial entre a FENPROF e o ministro Mariano Gago, este anunciou o fim do processo negocial sobre a revisão das carreiras do ensino superior e o processo de transição dos vínculos.
Na sequência dos contactos e iniciativas que desenvolvemos no sentido de obter formas concretas dos professores com habilitação própria efectuarem a sua profissionalização, concretizaram-se as modalidades de a ela terem acesso fixadas legalmente...
Nele reafirma que estrangulamentos administrativos da carreira serão obstáculo incontornável à verificação de consenso
Tenho cá para mim que o impasse negocial entre o Ministério da Educação e os professores poderá solucionar-se se ...
A FENPROF solicitou à Ministra da Educação uma reunião com carácter de urgência
Reforçam-se as razões que levam professores à luta. Em defesa da Escola Pública, da qualidade educativa e dos seus direitos sócio-profissionais!
Novo contexto político do país justifica adiamento da Marcha Nacional pela Educação transferindo-a para o próximo ano lectivo. Leia a Declaração e veja o vídeo da Conferência de Imprensa
FENPROF exige respeito pelo que foi consensualizado, devendo a revisão do Estatuto da Carreira Docente limitar-se ao regime de avaliação
Com o novo corte orçamental, Troika quer impor uma nova fase à Educação: a da destruição da Escola Pública, à qual será necessário resistir
Para a FENPROF, o respeito pelos professores e pela negociação falam mais alto do que qualquer encenação política
Desemprego, dificuldades de organização e funcionamento e quebra da qualidade do ensino são consequências imediatas.
O setor perde mais 700 milhões de euros, num país em que, em apenas dois anos, foram reduzidas as verbas para a Educação em 1,8% do PIB! Apesar dos gravíssimos problemas que a afetam, o governo pretende cortar ainda mais, impedindo que se criem condições para os solucionar!
27 de novembro de 2012 - A Assembleia da República aprovou o Orçamento de Estado. Um "orçamento medonho", como sublinhou Arménio Carlos, que os milhares de trabalhadores presentes na manifestação reprovaram.
Rogoff e Reinhart concluíram que dívida alta afecta crescimento. Três economistas dizem que cálculos foram mal feitos É o debate que domina actualmente a atenção dos economistas