Alunos do 1.º ciclo com menos 30 minutos de aulas por dia
Francisco Martins da Silva
Francisco Martins da Silva
Foi na freguesia de Barco, Guimarães. JN, 04/07/2017
Campanha pela desertificação total do interior, mas também bom exemplo dos "benefícios "da privatização de serviços sociais básicos!
António Avelãs
Assinalam-se os 150 Anos da Abolição da Pena de Morte para crimes civis em Portugal (1867-2017). Portugal foi um país pioneiro nesta área. Pena é que muitos países ainda não tenham seguido este exemplo.
Fica como sugestão uma ida ao Arquivo Nacional da Torre do Tombo, até 31/7/2018, para ver uma exposição - a não perder - sobre este tema.
M. Micaelo
O cancelamento dos contratos de dois Bolseiros de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCTs) pela FCT é extremamente preocupante e demonstra a enorme importância do combate à precariedade
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Francisco Martins da Silva
O vergonhoso disparate de Passos Coelho atacando o governo por suicídios (ou tentativas de suicídio) que teriam ocorrido na sequência da catástrofe dos incêndios na semana passada é tratado em vários órgãos de comunicação. Ler mais
António Avelãs
Termina no dia 30 de Junho (6ª feira da próxima semana) o prazo para a entrega à Comissão de Avaliação Bipartida da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (CAB-CTES) do requerimento para que os docentes e investigadores, com vínculo precário, solicitem a avaliação da sua situação no sentido do reconhecimento de que se encontram a satisfazer necessidades permanentes. Ler mais
Regime transitório de vinculação dos docentes do Ensino Superior Politécnico (DL n.º 45/2016)
Foi aprovada no dia 22 de junho, em Plenário da Assembleia da República, por todas as bancadas parlamentares, a lei de alteração ao regime transitório dos docentes do Ensino Superior Politécnico (DL n.º 45/2016) que inclui soluções muito positivas, que abaixo se descrevem. Ler mais
O Público noticiou ontem que uma professora de 61 anos, com Alzheimer diagnosticado em 2014, foi considerada apta para dar aulas pela junta médica da Caixa Geral de Aposentações,... Ler mais
Paula Rodrigues
Congratulamo-nos com o facto de o calendário escolar ter sido reduzido em uma semana para a educação pré-escolar, ficando igual ao do 1º ciclo do ensino básico, e as interrupções letivas serem iguais aos restantes ciclos
Pensamos que é preciso ir mais além e que o fim das aulas, independentemente do nível ou ciclo de escolaridade, não deve ir além de 15 de junho.
Consulte aqui
Aldeias evacuadas devido ao incêndio de Pedrógão Grande estão a ser assaltadas.
Falsos técnicos que entram na casa das pessoas, para ajudar, e depois assaltam-nas. Outras “pessoas” sabendo que as aldeias foram evacuadas assaltam as casas. Outros, ainda, criam “contas de solidariedade” para ficarem com os donativos…
Ao que chegámos.
M. Micaelo
Nome forte da pintura e gravura portuguesas, galardoada com vários prémios, Marília Viegas, que foi professora da Faculdade de Belas Artes de Lisboa, apresenta na Espaço António Borges Coelho algumas das suas obras onde a memória histórica se conjuga com o quotidiano das campos e dos lugares que habita. A não perder. De 2ª a 6ª feira, das 10 às 18 horas!
(O ESPAÇO ABC é na sede do SPGL, na Rua Fialho de Almeida, 3, em Lisboa).
As direções das escolas e agrupamentos continuam à espera do despacho que regulamente a abertura do próximo ano letivo. Aos sindicatos o Ministério da Educação disse, em reunião, que não haveria negociação porque se manteria o do ano anterior. Informou também que produziria uma circular clarificando alguns aspetos, que não especificou.
A greve do passado dia 21 esteve longe de ser um sucesso. A decisão – inédita - de sujeitar os professores a “serviços mínimos” nos exames nacionais e provas de aferição retirou impacto nas EB2,3 e secundárias. A greve sentiu-se sobretudo nas escolas do 1º ciclo e no pré-escolar, com atividades letivas, onde muitos estabelecimento fecharam. Ler mais
Há que relevar os milhares de professores que optaram por fazer greve, não foram apenas sindicalistas. Isto é um sinal que o Governo tem de ter em conta. Ler mais
João Correia
Não foi possível qualquer entendimento ou compromisso entre a FENPROF e o Ministério da Educação. Ministério da Educação não garante descongelamento da carreira em 2018, não altera horários de trabalho. Nada perpectiva melhorias no regime de aposentação para professores
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Francisco Martins da Silva
Esgotada a possibilidade de acordo, ME recusou plataforma mínima de consenso que permitiria suspender a greve de 21 de junho, rejeitando, até, recomendação que, por unanimidade, fora aprovada pela Assembleia da República
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