Na cegueira de impor prova de acesso MEC soma tropelias
Para além das questões de fundo que fazem da prova de acesso uma medida política inaceitável, o MEC soma tropelia em cima de tropelia na sua ânsia de conseguir aplicar a prova
Para além das questões de fundo que fazem da prova de acesso uma medida política inaceitável, o MEC soma tropelia em cima de tropelia na sua ânsia de conseguir aplicar a prova
ASPL, FENPROF, SEPLEU, SIPE, SIPPEB e SPLIU estarão com os professores, em todas as escolas do país, naquele que será o dia mais importante da luta contra a iníqua e humilhante prova que o MEC pretende aplicar aos professores
É necessário organizarmos uma grande greve à PACC. Está em causa a instituição de um requisito iníquo que tem como objetivo criar condições para o desemprego de muitos milhares de docentes. Hoje de contratados amanhã dos quadros, não tenhamos ilusões. Está nas nossas mãos pararmos esta ignomínia, esta humilhação dos professores. No dia 18 temos de conseguir que todos os docentes, de todos os ciclos de ensino, que sejam indicados para a vigilância ou para qualquer outra tarefa relacionada com a PACC, entrem de imediato em greve.
A FENPROF irá denunciar, à escala mundial, a situação que hoje se vive em Portugal – no quadro da inclusão social de crianças e jovens com deficiência – por responsabilidade do MEC e do governo. Esta uma das decisões fundamentais, divulgadas em conferência de imprensa conjunta da FENPROF e da CNOD, de balanço do Projeto “A importância na Inclusão social de crianças e jovens com deficiência”.
Realizou-se, a 12 de dezembro, uma reunião entre os docentes do Ensino Artístico Especializado da Música dos conservatórios de Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, da Escola António Arroio e uma delegação da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, liderada pelo Chefe de Gabinete do Secretário de Estado
CNOD e FENPROF sensibilizaram a comunidade educativa para a necessidade de defender a Escola Inclusiva e reúnem dados que estarão na base de queixa internacional contra o governo português. CONFERÊNCIA DE IMPRENSA 16 DE DEZEMBRO – 11 HORAS – LISBOA
A FENPROF prossegue a preparação da greve ao serviço da PACC, convocada para 18 de dezembro, com a plena convicção de que, caso a prova não seja suspensa até lá, acabará por ser derrotada nesse mesmo dia. Isto é: estará na mão dos professores impedir a realização da intolerável prova de avaliação de conhecimentos e competências
Prova de acesso à profissão docente: para além de tudo o resto, o MEC ainda ousa atentar contra direitos especialmente sensíveis como os de parentalidade e princípios como o da igualdade entre mulheres e homens no acesso ao trabalho e ao emprego
livro pioneiro feito por uma jovem socióloga e feminista, Maria do Mar Pereira, que decidiu pôr os pés a caminho, entrar numa escola, vivê-la por dentro e desvendar uma realidade pouco ou nada tratada nas escolas portuguesas: o género enquanto construção social e como as diferenças e estereótipos se materializam e vão consolidando nos relacionamentos de jovens estudantes.
Minuta jurídica para requerer escusa de tarefas na realização da PACC distribuída aos professores. A ação sindical a desenvolver pelos Sindicatos da FENPROF continuará a centrar-se nas escolas e agrupamentos onde se prevê a realização daquela prova.
horas e locais Amadora; Sintra; Oeiras; Vila Franca de Xira
Na reunião realizada, 9 de dezembro, entre os docentes do Ensino Artístico Especializado da Música, foi garantido que os contratos de todos os docentes, celebrados pelas várias escolas para o ano escolar 2013/2014, terão efeitos retroativos a 1 de setembro de 2013. Neste contexto, os docentes da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa estão na disposição de suspender a greve marcada para esta semana
divulgamos aqui algumas das reações sobre a prova
no Agrupamento de Escolas António Gedeão com a participação do Secretário Geral da FENPROF - Mário Nogueira Ponto um: Ponto de situação relativo à PACC Ponto dois: Preparação da greve do próximo dia 18 de dezembro Ponto três: Outras ações que contribuam eficazmente para inviabilizaar realização desta prova.
Todas as providências cautelares continuam a aguardar decisão apesar das tentativas do MEC para fazer crer o contrário.
Aviso divulgado pelo IAVE/MEC faz aumentar a confusão, pois sem fundamento legal, ministério quer que professores lhe peçam para não realizar a prova, e depois logo se vê…Aviso publicado reforça razões para eliminar esta injusta e humilhante prova! COMUNICADO DE IMPRENSA DAS 6 ORGANIZAÇÕES SINDICAIS INCLUINDO A FENPROF
“Os meus pais deixaram atrás dele um filho a quem chamaram Denis o filósofo: sou eu” (Hazard, II, Lisboa, 1974, p.221). Esta epígrafe define singelamente a identidade de Denis Diderot nascido em Langres, em 5 de outubro de 1713, de Didier Diderot artesão, fabricante de facas mas também proprietário de terrenos agrícolas e de casas nesta pequena cidade, e de Angélique Vigneron, filha de François Vigneron, comerciante de couros.
Na sequência da denúncia pela AEEP do atual Contrato Coletivo de Trabalho do Ensino Particular e Cooperativo, foi iniciado no passado dia 3 de dezembro o processo negocial entre a FENPROF e aquela Associação Patronal.