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“Função Pública perde 15 mil milhões: salários e pensões arrasados pela troika”. “Contas feitas pelo Conselho das Finanças Públicas aos anos do resgate”., in Correio da Manhã, 2/11, 1ª pág

É por isso que a reposição rápida do valor do salários e das pensões é medida mais do que simbólica do virar de página contra a austeridade que provoca empobrecimento. Que o anunciado governo à esquerda seja capaz de o cumprir, com o realismo e determinação que se impõem.

A. Avelãs

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"Pedro Arroja sobre “as esganiçadas” do BE: “Não queria nenhuma daquelas mulheres, nem dada!” in Expresso, 10/11/2015

O problema da direita é que a direita, no seu íntimo, é isto. É tradicional e antidemocrática e di-lo com a maior naturalidade porque acha, no seu íntimo, que o que está a dizer é o mais natural que há. Esquecendo-se, é claro, que só o pode dizer porque há democracia. Esquecendo-se, também, que foi a esquerda que tornou possível a democracia em Portugal.
Francisco Martins da Silva

Decreto-Lei 10/2016, de 08/03

Repõe o regime transitório de acesso à pensão antecipada de velhice a beneficiários com, pelo menos, 60 ou mais anos de idade e, pelo menos, 40 anos de carreira contributiva, pelo período necessário à reavaliação do regime de flexibilização, e prevê o direito de audição prévia do beneficiário.

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A “questão dos contratos de associação é um assunto encerrado"

Alexandra Leitão afirmou, ontem, que "para o governo a questão dos contratos de associação é um assunto encerrado", mas que "o diálogo com os privados e os privados como parceiros nunca estará encerrado", anunciando o agendamento de reuniões com colégios e associações, que servirão para discutir "outras formas de parceria e de colaboração". Ler mais

Paula Rodrigues

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Famílias e escolas ainda não sabem quando começa o próximo ano lectivo

Que pais e diretores estarão de facto assim tão preocupados com a data do início do próximo ano letivo? Há algum indício de que o próximo ano letivo não começará dentro do prazo habitual? Que sentido tem este tipo de "notícias"? Criar factos? Criar inquietação? A quem interessa esta espécie de jornalismo?

Público, 22/06/2016

Francisco Martins da Silva