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PERGUNTA 1
Quem pode concorrer à mobilidade interna (MI)? ...
PERGUNTA 2
Como é identificado o docente com horário zero? ...
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PERGUNTA 1
Quem pode concorrer à mobilidade interna (MI)? ...
PERGUNTA 2
Como é identificado o docente com horário zero? ...
1 – A fase de candidatura que agora decorre apenas se destina aos docentes contratados ou candidatos à contratação e aos decentes dos quadros que pretendem destacamento por condições específicas (DCE). O concurso para destacamento por ausência da componente lectiva (DACL) só ocorrerá posteriormente – neste momento...
Os sindicatos da área da educação da Bélgica e Alemanha manifestaram-se claramente contra os possíveis efeitos do TTIP sobre o setor da educação e outros serviços públicos. (...)
João Correia
Por estes dias estranhos que vamos vivendo e em que tentamos perceber a lógica das coisas que acontecem à nossa volta, deparamo-nos com situações que só se podem entender tendo por base a lógica do Futebol.
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Ricardo Furtado
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Com os professores já sabíamos que o M.E não negoceia. E nem sequer finge! Mas pelos vistos também não faz qualquer esforço negocial com os industriais da panificação. Dizem estes, segundo notícia o Público (pag.14, com chamada à 1ª página) que as “pastelarias querem fazer bolos com menos açúcar para as escolas. Mas o Ministério não lhes diz como”.
Como todos prevemos, face à não existência de bolos nas escolas, a catraiada irá comê-los no café da esquina (se não for possível nos intervalos, sê-lo-á à saída…). O que talvez acontecesse menos se estes tais bolos com menos açúcar que os pasteleiros se propõem fazer estivessem disponíveis nas escolas.
Senhores e senhoras do M.E: não há espaço para um “dialogozinho”?
António Avelãs
Esta terça-fera, dia 28 de maio de 2024, no Rossio, em Lisboa, terá lugar uma concentração em solidariedade com o povo palestiniano, numa acção conjunta da CGTP-IN, CPPC, MPPM e Projecto Ruído.
Professores, educadores e investigadores, incuindo ativistas, delegados e dirigentes sindicais do SPGL, participarão nesta iniciativa, afirmando uma vez mais «Paz sim, Guerra não». Ler mais
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Como vem sendo habitual neste Governo do PS, a reacção à Greve, neste caso dos enfermeiros dos blocos operatórios, não tem sido a mais adequada.
Ontem, a Ministra da Saúde, em entrevista na RTP, considerou que a Greve deveria obedecer a princípios éticos e deontológicos e ameaçou recorrer a uma requisição civil dos enfermeiros, esquecendo-se que foram acordados serviços mínimos para o sector. Ler mais
Ricardo Furtado
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