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Greve ao sobretrabalho, horas extraordinárias e CNLE

Perante a ausência de medidas do Ministério da Educação, Ciência e Inovação / Governo de organização do ano letivo, pese embora as inúmeras diligências da FENPROF, e porque persistem, e em muitos casos se agravam, os abusos e ilegalidades nos horários docentes, causa de desgaste profissional, no dia 16 de setembro de 2025 foi retomada a Greve ao sobretrabalho, componente não letiva de estabelecimento e horas extraordináriasLer mais

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Poder de compra dos funcionários públicos caiu 12% desde 2010

O Público de ontem, 5 de setembro, “quantifica” o que todos os funcionários públicos “sentem na pele”: o seu poder de compra continua em queda acentuada: 12% desde 2010, mesmo após a reposição dos salários sem cortes.

Face a esta “objetividade”, que sentido tem a hipótese sustentada por António Costa de não haver aumentos da função pública em 2019?

António Avelãs

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Greve ao trabalho não registado no horário

O ministro da educação que há um ano tinha prometido “lutar radicalmente pelos direitos dos professores”, (e que andou sabe-se lá por onde, esquecido da promessa) está finalmente de regresso.

Em declarações (que pode ouvir aqui) não deixa margem para dúvidas quanto ao que defende. “(…) Obviamente o que está para lá dos horários de trabalho não deve existir nas escolas. Os trabalhadores devem trabalhar única e simplesmente aquilo que é o seu horário de trabalho”. Ler mais

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Inflação de notas baixa na maioria dos colégios privados sob vigilância

Noticia o Público de hoje, referindo que “mais de dois terços dos colégios inspeccionados reduziram inflação de notas no secundário” e que “ao longo do ano passado a IGEC interveio em 11 escolas e oito reduziram a diferença entre as notas internas e os resultados nos exames do ensino secundário.

E continua, “ao longo de uma década, o mesmo grupo de onze escolas deu aos seus alunos notas mais elevadas do que as que estes conseguiram tirar nos exames nacionais”.

É mais do que tempo de acabar com isto.

M. Micaelo