Iniciativas culturais
• Visita à Galeria Diferença
• Sessão de cinema com o realizador do filme Zeus
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• Sessão de cinema com o realizador do filme Zeus
Centeno admite que Banif pode ser entrave à saída do défice excessivo (Ler mais)
M. Micaelo
As “NOTÍCIAS AO MINUTO” de hoje, dia 21de março, informa ser este o Dia Mundial dedicado aos doentes com Trissomia 21 – síndrome de Down. Ler mais
António Avelãs
Uma resposta intolerável aos professores que estiveram no dia 17 de maio em luta, exigindo respeito pelos seus direitos, melhoria das suas condições de trabalho e a valorização do seu estatuto de carreira
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O vergonhoso disparate de Passos Coelho atacando o governo por suicídios (ou tentativas de suicídio) que teriam ocorrido na sequência da catástrofe dos incêndios na semana passada é tratado em vários órgãos de comunicação. Ler mais
António Avelãs
O tratamento da matéria em epígrafe vem na senda da que foi abordada na última rubrica do Consultório Jurídico e decorre da informação comunicada pela DGESTE, aos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, no passado dia 4 de maio.
O Secretariado Nacional da FENPROF entregou, em mão, no Ministério da Educação, no dia 12 de outubro, um Pré-Aviso de Greve às atividades letivas irregularmente inscritas na componente não letiva dos horários dos docentes. Esta greve terá início às 00 horas do dia 6 de novembro e prolongar-se-á até às 24 horas do dia 15 de dezembro, o último dia de aulas do primeiro período deste ano letivo. Ler mais
Recomposição da carreira docente: princípios apresentados pela FENPROF ao Governo em 15/12
A recomposição da carreira docente compreende três componentes que, para a FENPROF, deverão obedecer aos seguintes princípios: Ler mais
Hoje, dia 26, opto por um tipo de notícia diferente. Proponho a leitura do texto do jornal “Público”, pags 28-29, com o título que dei a esta brevíssima crónica. Talvez abram o apetite estas passagens: “(…) Há, no entanto, algumas dicas para prevenir os prováveis desvios. Exemplo? Deixar os adolescentes dormir até mais tarde. Os adolescentes que não dormem o suficiente são mais propensos a adoptar comportamentos de risco, como fumar e relacionados com a atividade sexual”. Ou ainda: “Hoje (…) sabemos que o cérebro continua a moldar-se durante a adolescência” E, para terminar, “Uma conceptualização clara da adolescência não é só uma picuinhice semântica. (…) Tem implicações profundas nos sistemas clínicos, educativos e judiciais”.
Boa leitura!
António Avelãs
Este é um dos títulos de primeira página do DN de hoje, com desenvolvimento nas páginas 4 e 5. Um outro matutino, o JN, diz o mesmo por outras palavras: “Gestores ganham 46 vezes mais que empregados”. Ler mais
A. Avelãs
Num país que tem mais casas que famílias e em que quase 1 milhão de casas se encontram desabitadas, uma parte muito significativa delas nas duas áreas metropolitanas, começa a fazer caminho a peregrina tese de que a solução para os problemas habitacionais existentes em Portugal passa por construir mais habitação. Num país em que o peso da habitação pública ronda os 2% do total da habitação existente e em que o Estado, ao fazer das dinâmicas do mercado a sua política primordial, desde cedo se demitiu das suas responsabilidades, reclamar a construção de mais habitação só pode ser visto como um delírio daqueles que olham para a cidade e os espaços urbanos como meras mercadorias.
André Carmo
Foi a notícia que hoje mais me chocou: a arrogância fascizante dos poderosos contra os mais fracos. Da toda poderosa América (EUA) contra os miseráveis que ela própria foi fabricando ao longo de décadas na América latina e América do Sul. Uma pedra hondurenha, que provavelmente o soldado americano nem sentirá, equivale a um tiro, provavelmente mortal. É o direito (que Trump considerará natural e Bolsonaro certamente de origem divina) de o mais forte esmagar sem piedade o mais fraco. Como Israel respondendo com armas de fogo às pedradas da Intifada. Em suma: o fascismo implanta-se, sustentado no seu poder económico, militar e jurídico. Vencerá ele ou a democracia?
Concentração em frente à Basílica da Estrela
(Deslocação para a Presidência do Conselho de Ministros, onde está reunido o Governo)
VAMOS ENTREGAR OS POSTAIS AO PRIMEIRO-MINISTRO
Segundo o Público de hoje, 14 de janeiro, a Assembleia da República discutirá brevemente duas propostas (do CDS-PP e do PCP) questionando se deve, ou não, manter -se a atual divisão pelos três ciclos. Nomeadamente, se faz sentido pedagógico manter o 2º ciclo. A questão tem pertinência por si só,... Ler mais
António Avelãs
A FENPROF desfilou esta quinta-feira desde o Ministério da Educação até ao Conselho de Ministros para entregar as suas reivindicações. As caixas dos "presentes" foram entregues vazias para que o governo as possa encher de medidas que permitam resolver os problemas dos professores e das escolas: Ler mais
A propósito do decréscimo do crescimento da economia portuguesa, o nosso Ronaldo das finanças recomendou dobrar as cativações as verbas do OE de 15% para 30%.
Governar assim não custa nada. Ler mais
Ricardo Furtado
O sentir da maioria dos professores e educadores é claro: o modelo de gestão em vigor – o do diretor todo-poderoso – diminuiu a democraticidade nas nossas escolas. Urge exigir que as escolas/agrupamentos possam optar entre o modelo unipessoal em vigor e o modelo de direção colegial,... Ler mais
A notícia não é nova, se calhar também não surpreende seja quem for e, talvez por isso, passou algo despercebida na comunicação social.
O facto é que a Democracia está a perder "qualidade" em todo o mundo vai para 13 anos consecutivos.
Ricardo Furtado
(Público on line, 18 de março)
Lemos este título e questionamo-nos: mas essa conciliação não devia ser um direito e talvez mesmo um dever? Prescindir deles não será tornarmo-nos infelizes?
Pois é. Mais um sinal da selva em que o neoliberalismo tornou a legislação laboral, facilitando de tal modo os despedimentos que o medo do desemprego se vai acentuando, levando a por em causa até o direito à família e a “ignorar “os direitos legalmente estabelecidos… Mas o nosso patronato ainda acha pouco, continua a vociferar que quer mais uma “reforma estrutural” da legislação, ou seja, torna-la a selva absoluta. Não deixaremos!
António Avelãs