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Trabalhadores concentram-se junto ao CED D. Maria Pia, em Lisboa

Trabalhadores do CED D. Maria Pia concentraram-se esta segunda-feira, 13 de janeiro, junto à entrada do CED D. Maria Pia – Largo Marquês de Nisa, em Lisboa.
O CED D. Maria Pia debate-se desde há muito com falta de recursos humanos que garantam as condições necessárias de trabalho e qualidade para cumprir o seu propósito. O SPGL tem instado a Direção do CED para que tome as medidas convenientes atempadamente, de modo a que cada ano letivo inicie com o pessoal suficiente. Na ausência de resposta, alertamos também o Conselho Diretivo da Casa Pia. Até à data sem resultados.

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Inauguração | Exposição coletiva e comemorativa em homenagem aos anos de luta dos professores

Inaugurou na passada quinta-feira, 13 de março, mais uma exposição no Espaço António Borges Coelho (ABC) promovida pelo Departamento de Cultura. Inserida nas comemorações dos 50 anos do SPGL, a Exposição coletiva e comemorativa homenageia os anos de luta dos Professores.

Ana Lafaia, António Caeiro, António Roque, Carlos Álvares, Dina Pereira, Elisabete Oliveira, Ermelinda Sousa, Filomena Parra, Inês Silva Costa, Irina Duque, Isabel Leite, Lúcia Garcia Ribeiro, Maria João Vale, Natércia Pinto, Pedro Mamede, Rosário Francisco, Sofia Maciel e Virgínia Amaral aceitaram o desafio e através de técnicas e abordagens distintas ao tema, criaram as suas obras.

Ver Galeria (Joana Rodrigues . SPGL D.I.P. 2025)

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Apresentação do Documentário "Aqueles Que Ficaram (Em Toda a Parte Todo o Mundo Tem)"

No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, realizou-se, dia 30 de abril, às 15h, na sede do SPGL, uma Conversa com Marianela Valverde, que nos apresentou o filme “Aqueles Que Ficaram (Em Toda a Parte Todo o Mundo Tem)”. Um documentário que dá voz àqueles que enfrentaram, em silêncio, as consequências pessoais e sociais, marcantes do regime do Estado Novo, em Portugal. “Aqueles Que Ficaram (Em Toda a Parte Todo o Mundo Tem)” revela os testemunhos emocionantes de familiares de opositores políticos do regime, que tantas vezes, ainda sem idade para compreender ou aceitar, resistiram ao “cárcere” das privações materiais e emocionais, encontrando formas de sobreviver ao regime ditatorial que vigorava no Estado Novo.

Fotografias: Joana Rodrigues . SPGL D.I.P. 2025