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“Com receio de perder o emprego, portugueses escolhem não conciliar vida familiar com profissional”

(Público on line, 18 de março)

Lemos este título e questionamo-nos: mas essa conciliação não devia ser um direito e talvez mesmo um dever? Prescindir deles não será tornarmo-nos infelizes?

Pois é. Mais um sinal da selva em que o neoliberalismo tornou a legislação laboral, facilitando de tal modo os despedimentos que o medo do desemprego se vai acentuando, levando a por em causa até o direito à família e a “ignorar “os direitos legalmente estabelecidos… Mas o nosso patronato ainda acha pouco, continua a vociferar que quer mais uma “reforma estrutural” da legislação, ou seja, torna-la a selva absoluta. Não deixaremos!

António Avelãs

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15.º Congresso Tiago Oliveira, Secretário-geral da CGTP-IN, na sessão de encerramento

«Nestes tempos que (…) são marcados pelo neoliberalismo e a promoção do individualismo, a ação coletiva, unida e organizada, esclarecida e combativa ganha ainda maior relevância. 

A unidade dos professores, dos investigadores, dos não docentes e de toda a comunidade escolar, na luta pelas suas condições de trabalho e de vida, ganha ainda maior expressão quando constatamos que, embora com particularidades, as reivindicações de que somos portadores são comuns às dos restantes trabalhadores. Sejam eles do setor público ou privado, de Portugal ou daqueles que aqui procuram as condições que não têm nos seus países, sejam eles católicos, muçulmanos ou não têm religião. Camaradas e amigos, é muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos querem fazer crer para nos separar.» Ver vídeo

Esclarecimentos sobre descontos a efetuar no salário por adesão do docente à greve às avaliações

Como é sabido, será no mês de Julho (dia 23) que se concretizarão os descontos nos vencimentos dos professores pela sua extraordinária participação nas greves realizadas no mês de Junho.(…)Tendo por base algumas dúvidas que têm sido colocadas em relação a este desconto, designadamente no que diz respeito ao resultante da greve às avaliações, desde já chamamos particular atenção para os seguintes aspetos:…

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Prova de professores com calendário, mas à espera do próximo Governo, in Público, 10/10/2015

A obsessão pela PACC deste defunto MEC persiste e quer, a todo o custo, deixar esse legado. Felizmente, a situação política gerada pelas eleições legislativas de 4 de outubro criou condições para que atitudes persecutórias como esta não sejam possíveis. Assim a Esquerda portuguesa aproveite esta oportunidade histórica. No entanto, não poderemos nunca baixar a guarda. Todos nos recordamos que, infelizmente, o princípio do descalabro que se vive na Educação começou com os anteriores governos PS.
Francisco Silva