Agora, ME corta nas bibliotecas escolares!
Redução pode atingir 150 professores bibliotecários e terá consequências num serviço que a própria ministra considerou relevante na promoção do sucesso educativo
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Redução pode atingir 150 professores bibliotecários e terá consequências num serviço que a própria ministra considerou relevante na promoção do sucesso educativo
É num quadro extremamente negativo, que o Secretariado Nacional da FENPROF reúne nos dias 7 e 8 de Outubro.
Contra as injustiças, pela mudança de políticas, pela dignificação da profissão e em defesa da escola pública
FENPROF denuncia publicamente que intenção do governo de despedir milhares de professores terá graves consequências para as escolas e a qualidade do ensino
São já 26 as organizações subscritoras de um Manifesto que, pretende-se, venha a reunir muitas dezenas de adesões institucionais e milhares de assinaturas individuais.
Note-se bem: Os 43 milhões de euros (de que fala a ministra) são professores a pôr na rua… Mas serão estes que estão a mais?
A FENPROF chegou a acordo com a AEEP (Associação Patronal do Ensino Particular e Cooperativo) sobre matérias atinentes à revisão do Contrato Colectivo de Trabalho dos docentes do EPC para o ano 2011.
Aproveitando a interrupção lectiva, a FENPROF promoveu, a 15 de Abril, uma reunião nacional com comissões e professores contratados dos diferentes sindicatos da Federação.
A circular Nº B11075804B da DGRHE divulgada no mês passado força uma bizarra argumentação para fugir ao pagamento da compensação por caducidade dos contratos a termo aos professores e educadores contratados, contraditando, até, anteriores esforços para sustentar o mesmo propósito.
Reunião inconclusiva que confrontou o ME com o seu próprio projecto. FENPROF aguarda agora respostas às dúvidas que colocou
Reunião com MEC dá resposta a problemas pontuais, mas não resolve problema de fundo: o desemprego que pode vir a afectar um número muito elevado de docentes
Emprego e avaliação de desempenho docente foram os dois grandes temas abordados na primeira conferência de imprensa da FENPROF no início do novo ano lectivo. Com destaque, naturalmente, para a grave situação gerada com a não contratação de mais de 35 mil professores. E a afirmação de que “a luta pelo emprego e a estabilidade é prioritária”.
Os professores e educadores aposentados, bem como todos os aposentados da função pública, estão a ser vítimas de um ataque aos seus direitos e às suas pensões como nunca se viu!
Governo aprofunda sanha destruidora do EPE, à margem dos docentes e das comunidades portuguesas
MEC introduz ajustamentos ao regime de gestão das escolas deixando, no essencial, tudo na mesma
FENPROF exige, na A.R., que os deputados assumam as suas responsabilidades e suspendam as medidas que estão a causar o caos
O MEC convocou a FENPROF para um processo negocial de regulamentação de aspetos referentes à avaliação de docentes. Porém, num claro desrespeito pelo direito de negociação, reduziu as reuniões negociais a meras reuniões técnicas
Silêncio do MEC acentua a sua cumplicidade moral e política com situação gravíssima que se vive
Docentes sindicalizados em sindicatos da FENPROF passarão a ter acesso a diversos benefícios no âmbito de protocolo assinado entre a FENPROF e o banco público português.
No 11º Congresso Nacional dos Professores, no Fórum Lisboa, foi aprovada a realização de uma Conferência Nacional de Professores/as Aposentados/as com o objectivo de reestruturar o Departamento de Professores Aposentados da FENPROF.