GREVE DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
8 de novembro de 2013
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8 de novembro de 2013
Visita à Quinta da Regaleira
No Museu da Música - com a intervenção de Alfredo Keil e Michel Angelo Lambertini;
10 de Março, sede do SPGL
Veja aqui o programa
Fotos: Joana Rodrigues . SPGL D.I.P. 2023
Sob o mote «Parar o emprobrecimento! Aumentar Salários e Pensões, Valorizar Carreiras, Reforçar os Serviços Públicos», professores, educadores e investigadores, integrados na comitiva do SPGL/FENPROF, participaram no dia 25 de outubro na Manifestação Nacional dos Trabalhadores da Administração Pública, em Lisboa.
Álbum de fotografias (Joana Rodrigues . SPGL D.I.P. 2024)
Fotografias: Joana Rodrigues . SPGL D.I.P. 2024
No âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, assinalado a 25 de Novembro, o SPGL promoveu uma Conversa à volta do tema “Quem tem medo da Cidadania? no dia 27 de novembro de 2025, na Sede do Sindicato e online.
As intervenções ficaram a cargo das seguintes Instituições: Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Associação para o Planeamento da Família e Associação Espaços – Projetos Alternativos de Mulheres e Homens.
Fotografias de Pedro Pereira
Os professores das escolas de ensino artístico especializado vivem uma situação extremamente difícil. Há quem não receba salário desde setembro, outros desde abril e alguns, até, têm salários em atraso desde 2013. Há situações dramáticas que estão a ser vividas por estes docentes, alguns dos quais em vias de suspender a relação contratual para terem acesso ao subsídio de desemprego e, assim, sobreviverem (continuar a ler)
Quanto a outras matérias, são curtas as propostas e não há abertura para questões apresentadas pelos sindicatos
A reunião de 22 de março, com o ME, não correspondeu às expetativas dos docentes, que exigem a contagem integral do tempo de serviço que cumpriram, a eliminação de vagas e quotas, bem como a resolução de um conjunto de outros problemas. O ME não deu resposta positiva a nada do que são exigências dos professores. Na melhor hipótese, o Ministério admite a recuperação de 1 ano para além do perdido nas listas de acesso às vagas, mas sem tocar num único dia dos mais de 6,5 anos que os congelamentos eliminaram. Ler mais