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Regulamento
Ficha de Inscrição
Ações de Formação
Ação n.º 01 – PLNM com IA: Personalizar – Apoiar – Incluir
12 e 19 de fevereiro e 5 de março | 16h30 às 19h30
Formador: Ricardo Cruz
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 40
- Público-alvo: Grupos 100, 110, 200, 210, 220 e 300
- Local: Online
Programa
Sessão 1 (3 horas):
Introdução a ferramentas digitais para a criação de conteúdos de PLNM:
- Demonstração prática de aplicações com IA;
- Exploração de recursos para a criação de atividades interativas e personalizadas.
Sessão 2 (3 horas):
Aplicação prática e colaboração digital:
- Criação de mapas mentais colaborativos;
- Utilização de Inteligência Artificial Generativa para o planeamento e dinamização de
aulas; - Atividades práticas, com partilha de resultados.
Ricardo Cruz
Formador de professores nas áreas da tecnologia educativa, didática de português, Português Língua não Materna e didática geral. Foi formador no Projeto UpSkills sobre inclusão multilíngue. Autor de manuais escolares do ensino secundário. Investigador no Laboratório de Educação a Distância e E-Learning (LE@D), nas áreas da Tecnologia Educativa e Inteligência Artificial na educação. Diploma de Estudos Avançados (DEA) em Didáticas das Línguas, Especialidade de Português Língua Materna, pela Universidade Aberta. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde realizou também o Curso de Especialização do Mestrado em Ciências da Comunicação. Pós-graduação em Inovação Pedagógica e Mudança Educativa pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, onde concluiu o ano curricular do Doutoramento em Ciências da Educação. A concluir o doutoramento em Didáticas das Línguas e Multilinguismo, Especialidade de Português Língua Materna, pela Universidade Aberta, em associação com a Universidade Nova de Lisboa.
Ação n.º 02 – Conceção de materiais com apoio da IA: Do Rascunho ao Recurso – A IA como Coautora de Materiais Didáticos
26 de fevereiro e 5 de março | 16h30 às 19h30
Formador: Ricardo Cruz
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 40
- Público-alvo: Todos os grupos
- Local: Online
Programa
Sessão 1 (3 horas)
Do Rascunho ao Recurso:
- Enquadramento: potencialidades e limites da IA na conceção de materiais didáticos.
- Da ideia ao plano: definição de objetivos, público‑alvo e tipo de recursos a criar com apoio da IA.
- Estruturação com IA: geração de conteúdos, sequências de atividades e critérios de avaliação a partir de prompts eficazes.
- Produção de rascunhos: criação de fichas, guiões de aula e exercícios em diferentes formatos (texto, tabela, questões) com IA.
- Oficina prática: elaboração, em pequenos grupos, do rascunho de um recurso didático para aplicação em contexto real.
Sessão 2 (3 horas)
IA como Coautora de Materiais Didáticos:
- Ética e autoria: papel do professor, transparência no uso da IA e cuidados com viés e direitos de autor.
- Revisão e melhoria: utilização da IA para reescrever, clarificar e enriquecer materiais produzidos.
- Diferenciação: adaptação de recursos para diferentes níveis, perfis de alunos e contextos.
- Integração em tarefas dos alunos: transformação dos materiais em atividades de aprendizagem ativa com IA como ferramenta orientada.
- Oficina prática e partilha: finalização dos recursos, preparação do contexto de aplicação e apresentação de exemplos entre pares.
Ricardo Cruz
Formador de professores nas áreas da tecnologia educativa, didática de português, Português Língua não Materna e didática geral. Foi formador no Projeto UpSkills sobre inclusão multilíngue. Autor de manuais escolares do ensino secundário. Investigador no Laboratório de Educação a Distância e E-Learning (LE@D), nas áreas da Tecnologia Educativa e Inteligência Artificial na educação. Diploma de Estudos Avançados (DEA) em Didáticas das Línguas, Especialidade de Português Língua Materna, pela Universidade Aberta. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde realizou também o Curso de Especialização do Mestrado em Ciências da Comunicação. Pós-graduação em Inovação Pedagógica e Mudança Educativa pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, onde concluiu o ano curricular do Doutoramento em Ciências da Educação. A concluir o doutoramento em Didáticas das Línguas e Multilinguismo, Especialidade de Português Língua Materna, pela Universidade Aberta, em associação com a Universidade Nova de Lisboa.
Ação n.º 03 – Integração Sensorial no Autismo: como os sentidos influenciam o desenvolvimento, o comportamento e a aprendizagem
09 e 16 de março | 16h30 às 19h30
Formador: Isabel Rocha
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 40
- Público-alvo: Todos os grupos, em especial a EE
- Local: Online
1. Os 8 Sistemas sensoriais
2. Integração sensorial e desenvolvimento
3. Processo neurobiológico (registo, modulação, discriminação, integração e práxis)
4. Os 4 “A”s do comportamento – Arousal (alerta), Atenção, Afeto, Ação
5. Padrões de disfunção do processamento sensorial na PEA (reatividadehiper/hipo, perceção sensorial pobre, deficit de integração bilateral motora e vestibular, somatodispraxia, visuodispraxia)
6. Desafios nas áreas de ocupação
7. Estratégias que podem ajudar em alguns comportamentos da criança mais disruptivos
8. Estratégias que podem suportar a participação da criança
Isabel Rocha
Terapeuta Ocupacional desde 1986, especializada na área de pediatria com experiência profissional em instituições, escolas e clínicas. Ao longo da minha carreira profissional trabalhou em ações de sensibilização e de formação, avaliações, planeamento e intervenção a vários níveis – direta com a criança, com os pais/cuidadores, com os educadores/professores, com o contexto –, tendo como propósito promover a independência e autonomia da criança, o seu bem-estar e participação na sociedade através do envolvimento em ocupações significativas. Crianças com diagnósticos de atraso global de desenvolvimento, perturbações do espectro do autismo (PEA), perturbações de hiperatividade e défice de atenção (PHDA), disfunções do processamento sensorial, dificuldades de aprendizagem, síndromes genéticas, condições neurológicas , problemas emocionais e comportamentais fizeram parte da sua aprendizagem como profissional e como pessoa.

Ação n.º 04 – A Matemática do Brincar
19 e 26 de março | 16h30 às 19h30
Formador: Rui Inácio
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 40
- Público-alvo: Docentes do Pré-Escolar e 1.º CEB
- Local: Online
O brincar constitui-se como uma linguagem natural da infância, através da qual as crianças exploram o mundo, constroem significados e desenvolvem aprendizagens profundas e integradas.
No contexto da Educação de Infância, a matemática emerge de forma espontânea nas ações lúdicas das crianças, manifestando-se em situações de contagem, comparação, organização, resolução de problemas, reconhecimento de padrões e relações espaciais.
Reconhecer a matemática presente no brincar implica uma mudança de olhar por parte do adulto, valorizando os processos e não apenas os produtos, e assumindo uma intencionalidade pedagógica assente na observação, escuta e documentação das aprendizagens.
Esta ação propõe-se refletir sobre a matemática enquanto experiência vivida, significativa e contextualizada, promovendo práticas pedagógicas que respeitam a criança como sujeito ativo do seu processo de aprendizagem.
Rui Inácio
Educador de Infância, licenciado na ESE de Viseu, Polo Educacional de Lamego. Pós-graduação em Educação Especial na ESE de Lisboa. Mestre em Educação e Inovação Educação e Inovação Pedagógica – ESECS – IP Leiria.
A trabalhar, neste momento, na rede pública, no Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira, onde é coordenador de Escola.
Editou o livro: O meu sótão tem um segredo.
Autor do Blog Uma Caixa Cheia de Nada
A Matemática do Brincar
1. A Matemática na Educação Pré-Escolar: fundamentos e princípios
- A matemática como linguagem estruturante do pensamento e da compreensão do mundo
- A aprendizagem matemática como processo progressivo, relacional e significativo
- O brincar como contexto privilegiado para a emergência de ideias Matemáticas
- Desenvolvimento e aprendizagem como vertentes indissociáveis
- A criança como sujeito ativo, curioso e competente
- A intencionalidade educativa no Domínio da Matemática
2. O brincar como contexto de emergência do pensamento matemático
- O brincar livre, orientado e espontâneo como fonte de situações matemáticas
- A exploração, a tentativa-erro e a resolução de problemas no jogo
- A comunicação matemática no diálogo entre crianças e adultos
- O valor das rotinas, jogos, histórias e situações da vida diária
- Integração da matemática com as restantes áreas de conteúdo
3. Sentido de número no brincar quotidiano
- O sentido de número como compreensão global e flexível dos números
- Contagem oral e contagem de objetos em contextos significativos
- Correspondência termo a termo, comparação e ordenação
- Construção de relações numéricas no jogo simbólico e nos jogos de regras
- Emergência das operações (adição e subtração) em situações do quotidiano
- Representações informais criadas pelas crianças
4. Organização, classificação e tratamento de dados no brincar
- Classificação e seriação de objetos a partir de critérios definidos pelas crianças
- Recolha de informação em situações do quotidiano do grupo
- Organização da informação em tabelas e registos informais
- Construção e leitura de gráficos simples
- Comunicação e interpretação de dados
5. Geometria e espaço: aprender com o corpo, o movimento e a ação
- Exploração do espaço através do corpo e da ação
- Localização, orientação e relações espaciais
- Manipulação e construção de formas bidimensionais e tridimensionais
- Transformações geométricas no brincar (rodar, mover, ampliar, reduzir)
- Padrões e regularidades observadas no ambiente
- Relação entre geometria, medida e espaço exterior
6. O papel do educador no brincar matemático
- Observar, escutar e interpretar as ações das crianças
- Questionar e provocar sem interromper o fluxo do brincar
- Utilizar linguagem matemática rica e contextualizada
- Planificar a partir das experiências e interesses do grupo
- Avaliar de forma contínua, formativa e integrada
- Documentar processos e aprendizagens matemáticas
Ação n.º 05 – Dar corpo à imaginação: o Teatro como ferramenta pedagógica
20 e 27 de abril | 16h30 às 19h30
Formador: Marisa Pereira
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 35
- Público-alvo: Docentes de todos os grupos
- Local: Sede do SPGL
Breve descrição
Nesta formação, os participantes irão explorar o teatro enquanto linguagem expressiva e recurso pedagógico, descobrindo como o corpo, a voz e a imaginação podem enriquecer os processos de ensino/aprendizagem. A partir de ferramentas inspiradas no trabalho de Stella Adler, como a imaginação ativa, o uso criativo de objetos e a construção de presença, os docentes irão experimentar exercícios simples para desenvolver a criatividade, a comunicação e a confiança no contexto escolar.
Será um espaço de descoberta, movimento e relação, onde cada participante poderá encontrar novas estratégias para dinamizar aulas e atividades.
A formação é prática, inclusiva e acessível a todos os docentes, independentemente da experiência prévia em teatro.
Requisitos e materiais necessários
- Roupa confortável que permita movimento.
- Calçado prático (ou possibilidade de trabalhar descalço).
- Caderno para notas/reflexões.
- Um objeto pessoal (pequeno e seguro), que tenha algum significado ou curiosidade para o participante. Este objeto será usado em exercícios de imaginação e criação performática.
Marisa Pereira
Nascida em Alcobaça em 1990, frequentou o curso de Teatro – ramo de Atores, na Escola Superior de Teatro e Cinema, entre 2009 e 2011, e encontra-se atualmente a concluir o mestrado em Estudos e Gestão da Cultura no ISCTE. Desde 2011, desenvolve um trabalho contínuo na área do teatro com crianças e jovens, em parceria com a Junta de Freguesia de Alvalade, onde criou o projeto curricular de expressão e educação dramática para todas as escolas do 1.º ciclo da freguesia e onde é responsável pelas oficinas de teatro e pela criação de diversos espetáculos. Paralelamente, colabora com a APEEL – Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola do Bairro de São Miguel, em Lisboa, onde dinamiza oficinas de teatro e faz a gestão das redes sociais da associação. O seu trabalho centra-se na utilização do teatro como catalisador de mudança, incentivando a expressão, a criatividade e a participação em ambientes educativos.

Ação n.º 06 – Explorações Plástico-Visuais – Desafios Criativos
13 e 18 de maio de 2026 | 16h30 às 19h30
Formador: Carlos Gomes
Duração: 6 h
Ação de Curta Duração acreditada
- Nº de participantes: 25
- Público-alvo: Grupos 100, 110 Professores do 1º, 2º e 3º CEB da área artística e tecnológica
- Local: EB Francisco de Arruda, Calçada da Tapada, 152, 1349-048 Lisboa
Programa
- 1ª Sessão: “EU SOU eu e os meus sentidos”
- 2ª Sessão: “EU SOU eu e os outros”
Objetivos:
- Refletir sobre a importância das áreas das expressões no desenvolvimento de competências cognitivas e promoção de valores estéticos.
- Proporcionar um conjunto de ações práticas suscetíveis de aprofundar domínios operativos, reflexivos e didáticos que possibilitem:
- A apropriação das linguagens especificas das artes visuais;
- O desenvolvimento da capacidade expressiva e de manipulação de suportes e materiais;
- A apropriação de aspetos psicopedagógicos sobre a evolução gráfica da criança,
- A utilização adequada de diferentes metodologias que desenvolvam a criatividade e a perceção visual, como educação do olhar e do ver.
Conteúdos:
1.ª Sessão | “EU SOU eu e os meus sentidos”
Desafio 1 | Sentir e desenhar
- a sentir a forma (desenho sensorial tátil);
- a sentir e a observar a forma (desenho contorno).
Desafio 2 | Desenhar a partir de um modelo
- sem olhar para a folha de papel;
- sem levantar a mão (desenho gestual);
- de pernas para o ar (desenho invertido).
Desafio 3 | Desenhar e pintar a ouvir
- audição de música com diferentes ritmos e intensidades, sentir e representar visualmente o som a partir de três trechos musicais;
- com o universo dos registos visuais realizados criar uma narrativa visual.
2.ª Sessão | “EU SOU eu e os outros
Desafio 1 | Quatro partes, quatro cores, quatro pintores
- exploração visual coletiva a partir da frase “O amor é um pássaro verde, num campo azul, no alto da madrugada”.
Desafio 2 | Jogo gráfico surrealista - Cadavre Exquis
- criar um “Ser fantástico” a partir da frase “Jacomé era um inventor de coisas impossíveis, (…). Um dia inventou um animal que não se assemelhava a mais nenhum”.
Desafio 3 | Composição de sombras sobre o coletivo presente
- realização de um Painel Coletivo a partir da sobreposição de sombras projetadas dos corpos e oude partes de cada um dos membros da turma.
Considerações didáticas:
- Apreciar os diferentes efeitos expressivos das técnicas.
- Captar a expressividade contida e transferida para a linguagem visual (ponto, linha, mancha, contorno, cor, textura, etc.)
- Explorar capacidades criativas nas produções plásticas, potenciando possibilidades expressivas dos materiais e das técnicas (suportes, materiais de desenho e de pintura).
Fundamentação da ação:
Os documentos orientadores do currículo o “Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória” e as Aprendizagens Essenciais” apresentam-se por competências, estando as segundas organizadas por Domínios que induzem métodos próprios do trabalho investigativo e que podem ser aplicadas no desenvolvimento da aprendizagem criando espaços de apropriação; experimentação; compreensão crítica de diversos contextos culturais e de criação, de um ponto de vista estético, relacional intrapessoal ou interpessoal.
A diversidade de desafios didáticos com recurso a técnicas, materiais e processos criativos favorece o desenvolvimento de aprendizagens ativas, gerando no aluno aprendizagens mais intencionais e significativas, favoráveis ao desenvolvimento da perceção sobre o mundo que o rodeia, da comunicação e das relações estéticas com os outros.
Visitas
Visita n.º 8 – Teatro Imersivo: A Morte do Corvo - Um Encontro entre Poe e Pessoa num Palácio de Pesadelos
30 de janeiro | 21h00
Local: Hospital da Estrela, R. Santo António à Estrela 29A, 1350-291 Lisboa
Esqueça a plateia, o palco e a quarta parede. Em A Morte do Corvo, o público é convidado a entrar no pesadelo.
Mais do que um espetáculo, é um mundo para se habitar. Em A Morte do Corvo, o palco são os 2000 m² do antigo Hospital Militar da Estrela (House of Neverless). Aqui, o público explora livremente, seguindo personagens, desvendando a narrativa com os seus próprios passos.
A premissa é um encontro de ficção: E se Fernando Pessoa, ao traduzir "O Corvo", despertasse uma maldição ao encontrar-se com Edgar Allan Poe? A história desdobra-se sem palavras, através de movimento coreográfico intenso e de uma banda sonora envolvente, sob a encenação de Ana Padrão e a coreografia de Bruno Rodrigues.
Este é um convite para ser um explorador ativo. Cada visita é única, definida pelos caminhos que se escolhem dentro da história.
Nota: Aconselha-se calçado confortável.

Visita n.º 9 – Diálogos Culturais: Do Museu do Oriente ao Museu do Centro Científico e Cultural de Macau
07 de fevereiro | 10h00
Local: Museu do Oriente, Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte) 1350-352 Lisboa
Visita:
- manhã: Museu do Oriente (visita guiada);
- tarde: Museu do Centro Científico e Cultural de Macau (visita guiada);
Almoço no restaurante/cafetaria do Museu do Oriente
Conclusão: 17 h.
O convite é para um dia dedicado ao diálogo cultural entre o Ocidente e o Ori ente, com especial foco nas relações histórico-culturais entre Portugal, a Ásia, sobretudo o Japão e Macau.
A visita começa no Museu do Oriente, onde teremos acesso a duas coleções permanentes que articulam o vasto património cultural asiático e a presença portuguesa. A diversidade de objetos de arte, documentos e testemunhos — desde porcelanas, têxteis e máscaras a expressões performativas e religiosas — proporciona um enquadramento privilegiado para refletir sobre os processos históricos de encontro, intercâmbio e construção de sentidos culturais entre diferentes mundos.
A visita incidirá no núcleo expositivo sobre o Japão – da exposição “Presença Portuguesa na Ásia” –, onde poderemos observar os caminhos de intercâmbio cultural, artístico e comercial que ligaram Portugal e o Japão nos séculos XVI e XVII. Complementarmente, a exposição “Japão: Festas e Rituais” oferecerá um mergulho nas tradições e celebrações japonesas, proporcionando uma experiência cultural, sensorial e reflexiva.
Após o almoço no Museu do Oriente, a visita prosseguirá no Centro Científico e Cultural de Macau (CCCM), espaço que oferece uma perspetiva complementar sobre a história e a cultura de Macau, com um museu dedicado ao estudo das relações luso-chinesas. A exposição permanente aborda a condição histórico-cultural de Macau e inclui uma coleção de arte chinesa que percorre cinco milénios de história e materiais diversos. Este núcleo museológico constitui um recurso de grande valor para quem procura aprofundar conhecimentos sobre Macau enquanto porto intercultural e espaço de mediação entre diferentes tradições e saberes.

Visita n.º 10 – Entre Olhares, Cores e Formas: visita ao Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM)
28 de fevereiro | 14h00
Local: MACAM-Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, Rua da Junqueira 66, 1300-343 Lisboa, Portugal
No antigo Palácio dos Condes de Vila Franca, posteriormente, dos Condes da Ribeira Grande, que serviu de instalações ao Liceu D. João de Castro, ao Liceu Rainha D. Leonor e, por fim, ao Liceu Rainha Dona Amélia, o Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM) convida-o a um encontro íntimo com a arte. Aqui, a coleção privada de Armando Martins, iniciada em 1974, abre-se ao público sob o conceito único de The House of the Private Collections.
Para além da coleção permanente de arte moderna e contemporânea, o museu surpreende com obras integradas na arquitetura e no jardim, exposições temporárias, e uma programação cultural que estimula o pensamento. A antiga capela, agora dedicada às artes performativas, é um dos seus espaços mais mágicos. Na Galeria 1, poerão ser observadas obras de artistas como José Malhoa, Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso, Eduardo Viana, Santa-Rita, António Dacosta, Maria Helena Vieira da Silva, José de Guimarães, Júlio Pomar, Lourdes Castro, René Bértholo, Nadir Afonso — entre outros. Na Galeria 2, “Num diálogo entre artistas portugueses e estrangeiros, apresentam-se obras de Thomas Ruff, Michael Biberstein, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, Rosângela Renó, John Baldessari, Juan Munoz, Paula Rego, Marina Abramovic, Elmgreen & Dragset, Fernanda Fragateiro, Isa Genzken, entre outros. “ (in https://macam.pt/pt/exposicao-permanente).
Durante a visita, os participantes terão a oportunidade de explorar coleções e exposições que refletem as tendências e os desafios da arte contemporânea portuguesa e internacional, observando como artistas atuais interpretam o mundo, questionam paradigmas e exploram novas linguagens visuais. Este percurso permitirá aprofundar o olhar crítico e enriquecer práticas pedagógicas.

Visita n.º 11 – Sob o Céu de Mafra: a História, a Arquitetura, a Arte dos Sinos e a Memória da Música e do Homem
15 de março | 09h00
Local: Sete Rios, junto à entrada principal do Jardim Zoológico;
Visita:
- manhã: Palácio de Mafra (visita guiada);
- tarde: Museu Nacional da Música e concerto de carrilhão.
Almoço no restaurante Improvável;
Chegada a Sete Rios – previsivelmente às 22h00.
O Palácio
A visita ao Palácio Nacional de Mafra convida-nos a descobrir a grandiosidade de um dos mais notáveis monumentos portugueses, onde arquitetura, poder e arte se unem numa escala impressionante. Percorrendo os seus espaços emblemáticos, mergulhamos no quotidiano da corte, na simbologia do edifício e no papel central que a música sempre desempenhou neste lugar único.
Uma Pauta de Tesouros no Museu Nacional da Música
Para além de uma coleção permanente de cerca de quinhentas peças, o Museu Nacional da Música guarda nas suas reservas uma coleção singular: mais de mil instrumentos, ferramentas de luthier, partituras históricas e fonogramas raros.
Entre eles, destacam-se verdadeiros tesouros nacionais: o cravo de Joaquim José Antunes (1758), o cravo de Pascal Taskin construído para a corte de Luís XVI de França (1782), o piano Boisselot & Fils que acompanhou Franz Liszt em digressão (1844-1845) e um violoncelo Stradivarius de 1725, outrora pertencente ao rei D. Luís.
Convidamo-lo a uma visita que é uma verdadeira viagem no tempo através do som e do ofício. Um encontro com a história material da música.
Sons que atravessam séculos
O percurso culmina num concerto de carrilhão, um dos maiores e mais importantes do mundo, cujos sinos ecoam sobre Mafra desde o tempo de D. João V. Este momento musical transforma a visita numa experiência sensorial rara, onde o património ganha voz e a história se revela através do som.
Notas:
- Ao abrigo do novo regime de gratuitidade em museus e monumentos, a entrada nos dois museus é gratuita, embora a visita guiada, no palácio, seja paga. Para usufruirmos desta opção, temos de apresentar o cartão de cidadão à entrada.
- Aconselha-se calçado e roupa confortáveis e adequados às condições atmosféricas.

Visita n.º 12 – Galerias Romanas - Uma Viagem no Tempo sob os Pés de Lisboa ESGOTADA
17 de abril | 14h00
Local: Cruzamento da Rua da Conceição com a Rua dos Correeiros, em Lisboa
Uma Viagem no Tempo sob os Pés de Lisboa
Sob os pés da Lisboa quotidiana, debaixo do bulício da Baixa Pombalina, guardado no silêncio húmido do subsolo, está um dos segredos mais bem guardados de Lisboa. Não é apenas um monumento; é uma lição de História, de engenharia e de resiliência, literalmente sob os nossos pés. As Galerias Romanas da Rua da Prata são uma janela única para a Lisboa Romana — e convidamos os professores a virem conhecê-la.
Esta não é uma visita comum. É uma experiência imersiva, um mergulho (quase literal) em criptopórticos construídos há dois milénios para suster os grandes edifícios públicos da cidade.
É outra Lisboa que se revela...
Notas:
- A visita não é recomendada a pessoas com mobilidade reduzida
- Aconselha-se o uso de roupa e calçado confortáveis e adequados a um ambiente húmido e acidentado

Visita n.º 13 – Do Porto ao Douro: Dois Dias de Música, História e Paisagens Deslumbrantes
09 e 10 de maio | 07h30
Local: Sete Rios, junto à entrada principal do Jardim Zoológico
Chegada a Sete Rios (dia 10) – previsivelmente, às 20h00
Imagine começar o dia em Lisboa e, horas depois, estar a saborear um almoço típico no Porto, prestes a descobrir dois dos seus monumentos mais emblemáticos.
Esta é a proposta para uma visita de dois dias inesquecível que preparámos para si.
No primeiro dia, depois de uma viagem confortável de autocarro, mergulhamos na alma do Porto. Uma visita guiada irá revelar-lhe os segredos e a arquitetura audaciosa da Casa da Música e a opulência histórica do Palácio da Bolsa. O dia termina com um jantar de convívio e o repouso no Hotel B&B Porto Centro Massarelos.
No segundo dia, a aventura ganha um novo ritmo: o ritmo calmo do Rio Douro, Património Mundial da UNESCO. Partiremos de Gaia num cruzeiro, que é a verdadeira alma desta viagem. Enquanto saboreia um pequeno-almoço a bordo, verá a cidade a desfilar. Posteriormente,suceder-se-ão as encostas do rio, as vinhas nos socalcos, as aldeias... A experiência torna-se única ao atravessarmos as eclusas das barragens de Crestuma e Carrapatelo — um espetáculo de engenharia no meio da natureza. Tudo isto acompanhado por um aperitivo de Vinho do Porto e um almoço servido a bordo, com as melhores paisagens vinícolas do mundo como cenário. Chegaremos à Régua com o coração cheio, antes do regresso a Lisboa.
O Porto e as paisagens do Douro Património Mundial esperam por si.
Itinerário
09 de maio - Lisboa / Porto
- 07h30 - Partida de autocarro de Lisboa com destino ao Porto.
- À chegada, almoço em restaurante local.
- Após o almoço, visita guiada da Casa da Música e Palácio da Bolsa.
- Jantar em restaurante local.
- Alojamento no Hotel B&B Porto Centro Massarelos.
10 de maio - Porto / Régua
- Pequeno-almoço no hotel.
- 08h00 - Embarque no Cais de Vila Nova de Gaia para cruzeiro no rio Douro até à Régua.
- Serviço de pequeno almoço a bordo.
- Subida da Barragem de Crestuma Lever (desnível de 14,10 metros)
- Subida da Barragem de Carrapatelo (desnível de 35 metros)
- Aperitivo de Vinho do Porto.
- Almoço servido a bordo 15h
- Chegada ao Cais da Régua e desembarque
- Regresso a Lisboa.
- Hora previsível de chegada a Sete Rios: 20h00.
Por pessoa:
- 319,5 €
- Suplemento em quarto individual: 45€
O preço inclui:
- Inscrição;
- Autocarro de turismo para todo o percurso;
- Alojamento no BB Porto Centro Massarelos**** em regime de pequeno-almoço;
- 2 refeições com bebidas incluídas;
- Visita Guiada na Casa da Música e Palácio da Bolsa;
- Cruzeiro no Rio Douro desde Gaia até à Régua com almoço a bordo;
- Taxa turística;
- Seguro de viagem.
Nota: Aconselha-se roupa e calçado confortáveis e agasalho para a viagem de barco.

Visita n.º 14 – Um dia bem passado em Monsanto | Serra de Monsanto – Espaço Monsanto, Parque Ecológico e Parque do Calhau
16 de maio | 09h30/17h00
Guia – José Veloso
Ponto de encontro: Estacionamento do Parque do Calhau
Programa
- Caminhada na Serra de Monsanto
- Visita ao Espaço Monsanto
- Percurso pelo Parque Ecológico de Monsanto
Almoço:
- Esta imersão na natureza convida ao relaxamento, a um piquenique e à partilha. Assim, solicitamos aos participantes que levem o que entenderem para este almoço.
Aconselha-se
- Roupa e calçado confortável
- Água
- Proteção solar, se necessário
- Almoço/piquenique
Da Serra de Monsanto à Lisboa contemporânea
Parque Florestal de Monsanto, o maior espaço verde da capital. Pela sua altitude e posição dominante, sempre foi um ponto de referência na paisagem lisboeta
Com o crescimento urbano de Lisboa, Monsanto foi progressivamente transformado num parque florestal urbano, conciliando conservação ambiental, lazer e bem-estar. Hoje, é um espaço privilegiado de contacto com a natureza, reflexão e fruição paisagística, no coração da cidade.
Espaço Monsanto
O Espaço Monsanto é um centro interpretativo dedicado à história da Serra de Monsanto e à sua relação com Lisboa. Através de conteúdos expositivos, permite compreender a evolução do território, desde o seu uso militar e estratégico até à atual valorização ambiental e patrimonial.
Este espaço ajuda a ler Monsanto como um território em constante transformação, onde se cruzam história, cidade e natureza.
🔗 Enquadramento histórico e institucional:
https://www.lisboa.pt/cidade/ambiente/espaco-monsanto
Parque Florestal de Monsanto
O Parque Florestal de Monsanto foi estruturado sobretudo a partir da década de 1930, no âmbito das políticas de arborização e ordenamento do território. Tornou-se um elemento essencial da cidade, funcionando como pulmão verde, espaço de lazer e miradouro natural sobre Lisboa.
A caminhada decorre num ambiente tranquilo, permitindo observar a paisagem, a vegetação e vestígios do passado histórico do local.
🔗 Enquadramento histórico e territorial:
https://informacoeseservicos.lisboa.pt/contactos/diretorio-da-cidade/parque-florestal-de-monsanto
Parque Ecológico de Monsanto
O Parque Ecológico de Monsanto representa uma fase mais recente da gestão do território, centrada na recuperação ecológica, conservação da biodiversidade e sustentabilidade ambiental. É um espaço que reforça a função ecológica da serra, promovendo o equilíbrio entre cidade e natureza.
🔗 Enquadramento ecológico e educativo:
https://www.visitportugal.com/pt-pt/NR/exeres/A3278E40-6CF8-4FBD-B396-914134B4D7DE
Parque do Calhau
O Parque do Calhau é um espaço tradicional de lazer integrado em Monsanto, associado há décadas ao convívio informal e aos piqueniques. A sua utilização acompanha a transformação de Monsanto num espaço acessível à população e dedicado ao usufruto dos tempos livres.
🔗 Enquadramento do local:
https://informacoeseservicos.lisboa.pt/contactos/diretorio-da-cidade/parque-do-calhau

Visita n.º 15 – Aveiro – Uma Experiência de História, Arte, Gastronomia e Tradição
30 de maio | 06h45
Local: Sete Rios, junto à entrada principal do Jardim Zoológico
Visita:
- manhã: Museu da Cidade de Aveiro e Museu da Arte Nova (visitas guiadas);
- tarde: Oficina do Doce (com workshop) e passeio de moliceiro na ria
Almoço no restaurante Legado da Ria
Chegada a Sete Rios – previsivelmente às 22h00
Aveiro…
Propomos uma visita cultural a Aveiro, que alia património, arte, gastronomia e paisagem, num dia de partilha e descoberta.
O programa tem início no Museu da Cidade de Aveiro, espaço que nos conduz pela história e identidade aveirense, desde as suas origens até à contemporaneidade.
Segue-se a visita ao Museu de Arte Nova, dedicado a um dos movimentos artísticos mais marcantes do início do século XX. Instalado num edifício emblemático, este museu permite apreciar a riqueza estética da Arte Nova em Aveiro, refletindo sobre a relação entre arte, arquitetura e contexto histórico.
Para o almoço, está reservada uma experiência gastronómica no Restaurante Legado da Ria, onde a tradição e os sabores locais se destacam.
A tarde culmina com um workshop e uma experiência gastronómica na Oficina do Doce e um passeio na Ria de Aveiro, uma forma privilegiada de contemplar a cidade a partir da água, observando a paisagem, os canais, a fauna e a ligação profunda entre Aveiro e a sua ria — elemento central da sua identidade.
Nota: Aconselha-se calçado confortável