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Este ministério não dialoga mesmo com ninguém!

Com os professores já sabíamos que o M.E não negoceia. E nem sequer finge! Mas pelos vistos também não faz qualquer esforço negocial com os industriais da panificação. Dizem estes, segundo notícia o Público  (pag.14, com chamada à 1ª página) que as “pastelarias querem fazer bolos com menos açúcar para as escolas. Mas o Ministério não lhes diz como”.

Como todos prevemos, face à não existência de bolos nas escolas, a catraiada irá comê-los no café da esquina (se não for possível nos intervalos, sê-lo-á à saída…). O que talvez acontecesse menos se estes tais bolos com menos açúcar que os pasteleiros se propõem fazer estivessem disponíveis nas escolas.

Senhores e senhoras do M.E: não há espaço para um “dialogozinho”?

António Avelãs

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Tertúlia | Israel-Palestina: e depois de tudo arder?

CORREÇÃO: Por lapso, a data desta iniciativa encontrava-se errada na Newsletter n.º 60. Conforme se anunciava no interior do artigo, deverá considera-se naturalmente o dia 23 de Novembro, às 18 horas.

No próximo dia 23 de Novembro, às 18 horas, terá lugar na Casa da Achada, a tertúlia «Israel-Palestina: e depois de tudo arder», com moderação de Sandra Monteiro (diretora do Le Monde diplomatique - edição portuguesa). Ler mais

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Ainda a Taxa Social Única

Apesar do modo como decorreu todo este procedimento envolvendo a redução da TSU, parecem terem-se conseguido resultados que, findo o processo, convém assinalar:

1. Evitou-se a retirada de (muito) dinheiro à Segurança Social;
2. Se a intenção, designadamente do PSD, era causar grave crise no governo, esta crise afinal não deixou grande mossa.
3. A solução alternativa encontrada pelo governo para ultrapassar o “chumbo” da TSU foi genericamente bem aceite pelos partidos que o apoiam e pela concertação social.

Há males que vêm por bem?

M. Micaelo

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Adolescentes – um carro sem travões com uma vida social online

Hoje, dia 26, opto por um tipo de notícia diferente. Proponho a leitura do texto do jornal Público”, pags 28-29, com o título que dei a esta brevíssima crónica. Talvez abram o apetite estas passagens: “(…) Há, no entanto, algumas dicas para prevenir os prováveis desvios. Exemplo? Deixar os adolescentes dormir até mais tarde. Os adolescentes que não dormem o suficiente são mais propensos a adoptar comportamentos de risco, como fumar e relacionados com a atividade sexual”. Ou ainda: “Hoje (…) sabemos que o cérebro continua a moldar-se durante a adolescência” E, para terminar, “Uma conceptualização clara da adolescência não é só uma picuinhice semântica. (…) Tem implicações profundas nos sistemas clínicos, educativos e judiciais”.

Boa leitura!

António Avelãs