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Ação nacional de luta dos aposentados -Vamos continuar a lutar contra a politica de empobrecimento

12 DE ABRIL LISBOA -14h30 – Da Praça do Município até ao Rossio. POR ABRIL, CONTRA OS CORTES NAS PENSÕES A FENPROF apela aos professores e educadores aposentados para que participem, em 12 de abril, na ação nacional de luta dos reformados, aposentados e pensionistas promovida pela Confederação Nacional de Reformados Pensionistas e Idosos (MURPI). ver outros locais >>>

Portaria n.º 197/2017 de 23/06/2017

Repristina e altera a Portaria n.º 260-A/2014, de 15 de dezembro, que regula a aquisição de qualificação profissional para a docência nos grupos de recrutamento que já detenham, ou venham a obter, formação certificada no domínio do ensino de inglês no 1.º ciclo do ensino básico e os níveis de proficiência linguística em Inglês do 3.º ao 12.º ano nos ensinos básico e secundário

Portaria 23/2018 de 18/01/2018

Portaria que procede à atualização anual das pensões e de outras prestações sociais atribuídas pelo sistema de segurança social, das pensões do regime de proteção social convergente atribuídas pela CGA e das pensões por incapacidade permanente para o trabalho e por morte decorrentes de doença profissional, para o ano de 2018

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Sindicatos dos professores anunciam manifestação nacional para 19 de Maio

"Dada a intransigência do governo e a insistência em apagar mais de 70% do tempo de serviço cumprido pelos professores durante o período de congelamento das carreiras da Administração Pública, bem como em apresentar propostas relativas aos horários de trabalho, à aposentação e a um efetivo combate à precariedade, não resta outra alternativa aos professores e educadores senão a de endurecer a luta.

Porque o tempo de serviço não se negoceia, conta-se!"

FENPROF

João Correia

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Poder de compra dos funcionários públicos caiu 12% desde 2010

O Público de ontem, 5 de setembro, “quantifica” o que todos os funcionários públicos “sentem na pele”: o seu poder de compra continua em queda acentuada: 12% desde 2010, mesmo após a reposição dos salários sem cortes.

Face a esta “objetividade”, que sentido tem a hipótese sustentada por António Costa de não haver aumentos da função pública em 2019?

António Avelãs