Artigo:JORNADAS PEDAGÓGICAS 2018

Pastas / Ação Sindical / Jornadas Pedagógicas

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 Ações de Formação 

Ação nº 1 – Programação Neurolinguística:
a eficácia e motivação na sala de aula
30 de janeiro e 6 de fevereiro  (3ª feira) 16h30-19h30

O Coaching e a Programação Neurolinguística têm abordagens e técnicas que possibilitam aos professores lidar de forma mais eficaz com os inúmeros desafios que enfrentam no dia-a-dia.
A Programação Neurolinguística (PNL) apresenta-se como um conjunto de recursos bastante eficazes que, aplicados à Educação, que podem trazer resultados significativos tanto na melhoria da prática docente quanto na postura dos alunos em relação ao seu processo de aprendizagem.
A PNL estuda a excelência humana, através do estudo dos comportamentos, linguagem interior e exterior, processos mentais internos e o modo de os expressar.
Na PNL, as técnicas situam-se ao nível dos processos e habilidades e podem aplicar-se em qualquer contexto para o ajudar a ser altamente eficaz.
Os recursos que apresentamos são especificamente testados e aplicados em contexto de ensino e aprendizagem. Visam auxiliar os professores a desenvolverem competências de comunicação interna - que lhes permitem gerir melhor as suas emoções, o stress e ansiedade; bem como de comunicação com os alunos possibilitando uma comunicação e aprendizagem mais eficientes bem como um melhor ambiente em contexto de aula.
Programa
O que é Inteligência Emocional
Desenvolvimento pessoal
O que são as emoções e como geri-las
O que é o inconsciente e as suas funções
Como controlar os nossos pensamento e qual a sua influência no dia a dia
Emoções negativas, como se geram e como lidar com elas?
Stress - sua influência no nosso corpo e como controlar
Técnicas de controlo emocional e de auto-conhecimento
Observar o outro para comunicar melhor - calibrar e escuta ativa
A PNL na sala de aula
. Comunicar eficazmente com todos os alunos
. Dar feedback de forma eficaz
. Prevenir e resolver conflitos

 

Ação nº 2 – Desporto sem Bullying
1 de fevereiro (5ª feira) – 16h30-19h30

O Desporto sem Bullying é um projeto de investigação-acção que visa sensibilizar as comunidades desportiva e educativa para a temática da violência interpessoal na formação desportiva, assim como a sua prevenção e intervenção em contexto. Privilegiando o trabalho em rede com os parceiros, desenvolve investigação científica e foca a sua intervenção na formação dos agentes desportivos (treinadores, dirigentes, pais, atletas e professores) e consultoria, assim como na criação de materiais de apoio e desenvolvimento de projetos-piloto em clubes desportivos.
História do projecto: Cartão Vermelho ao Bullying
Nos últimos anos tem sido desenvolvida na Faculdade de Motricidade Humana (FMH) investigação científica sobre o tema do bullying na formação desportiva. Durante o ano de 2016 foi desenvolvido no Laboratório de Comportamento Motor da Faculdade de Motricidade Humana (FMH) um projecto denominado "Cartão Vermelho ao Bullying", financiado pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) através do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED). Este projecto focou-se essencialmente na divulgação e na sensibilização de atletas, pais, treinadores, professores e dirigentes desportivos sobre a temática da violência interpessoal na formação desportiva, assim como na criação de uma rede de trabalho a nível nacional constituída por parceiros institucionais e embaixadores. Estes pontos serviram de base ao desenvolvimento de um projecto sólido e duradouro.
Desporto sem Bullying
Em 2017, o IPDJ/PNED financiou um novo projecto denominado “Desporto sem Bullying” (DSB) que, na prática, consiste no seguimento do projecto do ano anterior.
A equipa é coordenada por Carlos Neto (FMH) e a gestão do projecto está entregue a Miguel Nery (FMH). Como consultores científicos, o DSB conta com a colaboração de António Rosado (FMH) e Peter K. Smith (Goldsmith College, University of London). O DSB é assessorado por colaboradoras externas: Beatriz Pereira (Universidade do Minho), Sónia Seixas (ESSE Santarém) e Amália Rebolo (Instituto Piaget Almada).
http://www.desportosembullying.pt/

Ação nº 3 – Cantar Mais: práticas musicais e atividades artísticas I 

20 e 27 de fevereiro (3ª feira) – 16h30-19h30

Esta ação é acreditada.
Programa
A partir dos recursos do projeto Cantar Mais pretende-se organizar, realizar e desenvolver atividades artísticas e musicais, refletindo com os formandos a sua aplicação nos diversos contextos escolares em que desenvolvem a sua atividade.
Objectivos a atingir
1. Conhecer o site www.cantarmais.pt nas suas diferentes dimensões de organização, estrutura e funcionalidades.
2. Conhecer metodologias do ensinar e aprender uma canção.
3. Conceber, organizar, preparar e apresentar atividades musicais usando os recursos disponíveis no Cantar Mais.
Conteúdos da ação
1. Domínio da tecnologia/ Utilização do portal
Registo – Estrutura – Pesquisa – Funcionalidades
2. Domínio da aprendizagem / preparação da canção
Aquecimento (Tutoriais)
Análise musical: Contexto; Letra; Melodia; Ritmo; Timbres; Forma. (A Canção)
Cantar (Ensinar e Aprender)
Transversalidade (Ouvir, fazer e Criar / Outros saberes).
3. Domínio da organização / concepção
a. Escolha fundamentada do repertório:
Tipologia musical; Género/Estilo; Idioma; Temática; Características Musicais.
b. Organizar sessões musicais.
Planificação e apresentação.
Metodologia
A ação será ministrada em regime de sessões práticas, privilegiando-se o trabalho em pequenos grupos, tanto ao nível do domínio do recurso tecnológico Cantar Mais como ao nível da didática e pedagogia do ensino das canções e da preparação de sessões de práticas musicais de acordo com contextos educativos dos formandos.
 

Ação nº 4 – O Excel aplicado à prática docente (nível II)  
22 de fevereiro e 1 de março (5ª feira) – 16h30-19h30

As folhas de cálculo (Microsoft Excel) são, nos nossos dias, poderosas ferramentas de apoio à gestão do processo educativo, nomeadamente no tocante à avaliação e classificação dos alunos.
Pretende-se, com esta formação, desenvolver competências avançadas de Excel que permitam aos professores um correto manuseamento das folhas de cálculo.
No decorrer desta formação, os formandos irão desenvolver competências avançadas em relação a: formatação automática de Tabelas; proteção de dados; criação de Gráficos; imprimir e inserir Cabeçalhos e Rodapés; transferência de informação entre aplicações.
Para uma participação mais eficaz nesta formatação é aconselhável que formandos possuam conhecimentos básicos de Excel.
Nota - Para um melhor desenvolvimento da formação aconselha-se os formandos a utilizarem, sempre que possível, os seus computadores portáteis.

Ação nº 5 – Uso do drama como ferramenta do currículo  
6 de março (3ª feira) – 16h00 às 20h00

Na base desta formação está a utilização do drama e teatro para desenvolvimento e aprofundamento de conteúdos relacionados com as várias disciplinas mas principalmente Português e Estudo do Meio/História e Geografia de Portugal do 1º ao 3º Ciclo.
Iremos explorar as diferenças entre drama e teatro, utilizar jogos dramáticos para aprofundar a compreensão de textos ou momentos históricos, para trabalhar a capacidade de comunicação e para explorar temas de interesse como bullying. Por fim veremos também como adaptar estes mesmos jogos ou outros para os currículos das várias disciplinas.

Ação nº 6 – O Papel da Escola na Construção da Igualdade
entre Mulheres e Homens  
14 de março (4ª feira) – 16h30 às 19h30

Pretende-se fazer uma abordagem sintética da questão da igualdade entre mulheres e homens, em torno de três ideias fundamentais: 1. O princípio da igualdade como praxis em contexto escolar;
2. As relações de género, a escola inclusiva e as condições de trabalho na Escola;
3. A educação/formação para a cidadania participativa e o papel do docente.
A Acção tem como objectivo principal sensibilizar as/os docentes para as questões relacionadas com o tema em contexto escolar, nomeadamente, evidenciando os direitos de igualdade e cidadania, identificando relações de género no domínio da identidade/diferença, igualdade/discriminação, assédio moral e sexual e legislação actualizada, violência no namoro, e, ao mesmo tempo, abordando as condições de trabalho dos docentes e dando o devido realce ao seu papel na formação para a cidadania.

Ação nº 7 – Criação de uma Apresentação em PowerPoint
e demostração de outros programasde edição de imagem  
10 e 17 de abril (3ª feira) – 16h30-19h30

Microsoft PowerPoint é um programa utilizado para criação/edição e exibição de apresentações gráficas.
O PowerPoint é usado em apresentações, cujo objetivo é informar sobre um determinado tema, podendo usar imagens, sons, textos e vídeos que poderão ser animados de diferentes maneiras.
O PowerPoint vem dendo cada vez mais usado pelos professores em sala de aula. O programa funciona como uma ferramenta eficiente para resumir conteúdos extensos, além de ajudar a conduzir as aulas de uma maneira mais organizada.
Atendendo à necessidade dos professores saberem utilizar esse recurso, de uma forma adequada, para evitar que os conteúdos se tornem monótonos, dispersando a atenção dos alunos surgiu a proposta desta formação: Criação de uma Apresentação em PowerPoint e demostração de programas de edição de imagem.
Nota - Para um melhor desenvolvimento da formação aconselha-se os formandos a utilizarem, sempre que possível, os seus computadores portáteis.


Ação nº 8 – Educação intercultural na escola    
12 de abril (5ª feira) – 10h00-13h00/14h30-17h30

Objetivo Geral:
Refletir sobre o modo como a aprendizagem intercultural, enquanto processo transformativo das nossas próprias práticas, pode ser potenciado em contexto escolar.

Temas Abordados:
. Apresentação do ACM, IP
. Abordagem à diferença: o outro como ponto de partida
. Interculturalidade e aprendizagem intercultural
. O que é a educação intercultural?
. Compreensão das culturas e identidades das sociedades modernas
. Atitudes mais adaptadas ao contexto da diversidade cultural (como percecionamos a realidade?)
. Capacidade de comunicação entre pessoas e grupos socioculturais diferentes
. Capacidade de participação na interação social, criadora de identidades e de sentido de pertença.
. Educação intercultural em contextos educativos
. Dimensões e objetivos da educação intercultural na escola
. A escola como um todo: componentes curriculares
. Estratégias de promoção da educação intercultural
 


Ação nº 9 – Portugueses ciganos, cidadania e interculturalidade    
26 de abril (5ª feira) – 10h00-13h00/14h30-17h30

Objetivo Geral:
Proposta de análise e compreensão dos processos de inclusão e exclusão dos portugueses ciganos/as, ao longo dos tempos, partilha de boas práticas e pistas de intervenção com vista a uma maior equidade e coesão social.

Objetivos Específicos:
. Refletir sobre os conceitos de cidadania e interculturalidade na perspetiva dos Direitos Humanos.
. Identificar fatores promotores de inclusão social e contribuir para o desenvolvimento de competências de comunicação intercultural e participação
. Identificar e refletir sobre as representações sociais do povo cigano
. Refletir sobre os processos de inclusão/exclusão social da comunidade cigana na sociedade portuguesa ao longo dos tempos
. Partilhar práticas e lançar pistas de intervenção com vista a uma maior equidade e coesão social



Ação nº 10 – Aprender com as histórias:
primeiros passos para a interculturalidade    
10 de maio (5ª feira) – 16h00-20h00

Reflexão, destinada aos agentes educativos, sobre o trabalho pedagógico e a exploração de histórias para a infância, à luz de uma abordagem de aprendizagem intercultural.

Objetivo Geral:
Como utilizar a Literatura para a infância como um dispositivo pedagógico de Educação Intercultural. Capacitar os agentes educativos para o trabalho pedagógico e a exploração das histórias para a infância à luz de uma abordagem à aprendizagem intercultural.

Objetivos específicos:
. Proporcionar a partilha de expetativas: uma história para mim é…
. Abordar a literatura para a infância como um instrumento pedagógico
. Como utilizar a Literatura para a infância como um dispositivo pedagógico de Educação Intercultural?
. Revelar o paradigma intercultural: o foco (preocupações) está no leitor que lê e descobre
. Demonstrar atividades de leitura e exploração de uma história (com as crianças ou com os próprios adultos)
. Aproximar-se das propostas pedagógicas do guia «Um livro… uma história Interculturais»
. Avaliar as possibilidades de transferir esta abordagem para o contexto de sala de aula



 Visitas 

Visita nº 11 – Arte, Cultura e História na Amadora: um itinerário    
 3 de fevereiro (sábado) – 14h00


Programa:
14.00 - Estação da Falagueira
14.30 - Necrópole de Carenque;
15.30 - Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira;
16.45 - Casa Roque Gameiro;
17.30 - Visita às Associações ARTEVER e AGA;
19.30 – Jantar.
local encontro: Estação de Metro da Falagueira/Amadora

Visita nº 12 – Palácio das Necessidades    
 24 de fevereiro (sábado) – 11h00-13h00

1580 - 1742
A edificação do Palácio das Necessidades e a sua própria designação encontram-se ligadas à lenda da instituição da Capela de Nossa Senhora das Necessidades.
Pelos fins de 1580 começou Lisboa a sentir os efeitos de uma peste terrível.
A maior parte da população fugiu da capital. Entre as pessoas que fugiram de Lisboa contou-se um casal de tecelões. Passado o perigo de contágio, voltaram os cônjuges para Lisboa - a peste abrandou cerca de 1640 - e, trouxeram para a Pampulha uma imagem da Virgem.
Cedo se começaram a espalhar as graças concedidas pela imagem. E assim apareceu a designação «Nossa Senhora das Necessidades».
D. João IV, que então vivia relativamente perto, no Paço de Alcântara, ali vinha repetidas vezes para orar. Esta devoção foi transmitida pelo soberano a seus filhos.
Em 1705, D. Pedro II adoeceu gravemente. Pediu então que trouxessem para junto de si a imagem de Nossa Senhora das Necessidades. Recuperou completamente a saúde.
(…)
1910 - 1943
Em outubro de 1910, durante a revolução que levou à queda da Monarquia, o palácio foi bombardeado pelo cruzador Adamastor que, do Tejo, o alvejou repetidamente, provocando sérios estragos tanto no exterior como no interior.
Posteriormente a 1910 foi decidido que todo o recheio do palácio fosse transferido para o palácio da Ajuda e para outros palácios nacionais como os de Queluz, Sintra, Mafra Vila Viçosa e Cascais.
Ficou vazio o Palácio até ser ocupado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros que, vindo do Terreiro do Paço, ali se instalou desde os anos 20 até ao princípio da década de 50 quando passou a ocupar também o edifício do antigo convento. Foram longas as obras de adaptação do antigo convento a sede do Ministério dos Negócios Estrangeiros, quase sempre debaixo da direção do arquiteto Raul Lino.
1943 - atualidade
Mais tarde, e da autoria deste mesmo arquiteto, existe: uma curiosa «memória descritiva e justificativa» intitulada «Adaptação do Palácio Nacional das Necessidades (Antigo Convento) para instalação do Ministério dos Negócios Estrangeiros», datada de abril de 1943, o que revela que venceu a sua ideia de que a antiga residência real apenas não era suficientemente ampla para sede de um moderno Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Nesta memória, Raul Lino descreve com pormenor as obras de adaptação à forma que se mantém idêntica praticamente até hoje.
Recentemente foram adaptados os antigos quartos das damas das rainhas no “mezanino” a gabinetes de trabalho e a uma sala de conferências, numa linha arquitetónica muito moderna e funcional que assim aproveitou áreas que se achavam encerradas e sem nenhum uso.
O edifício das Necessidades, edifício setecentista, enfrenta assim o século XXI com galhardia, ostentando a sua antiga traça arquitetónica, que por ser de muito boa qualidade se adapta às exigências de um moderno e funcional Ministério.
Local de encontro:
Palácio das Necessidades
Largo Necessidades 58 – Lisboa (entrada ao lado da Capela)
"http://www.palaciodasnecessidades.com/" http://www.palaciodasnecessidades.com/

Visita nº 13 – Passadiços do Tejo    
17 de março (sábado) – 09h30-13h30

Esta Caminhada tem início junto a uma das maiores comunidades avieiras, que se fixaram junto ao Tejo, no concelho de Vila Franca de Xira. Percorre a partir daí o novo passadiço junto às margens do rio Tejo, permitindo usufruir de toda a zona envolvente, segue por caminhos de terra batida e depois da passagem no centro do Forte da Casa, regresso à Serra para a ligação atá à Quinta Municipal da Piedade, já na cidade da Póvoa de Santa Iria.
. Visita a uma Casa Típica Avieira
. Visita ao Núcleo Museológico “A Póvoa e o Rio” que engloba as seguintes temáticas:
. O Tejo enquanto eixo central de comunicação desde os primeiros vestígios de presença humana no território concelhio (ex. fenícios e romanos);
. A exploração e extração de sal;
. O transporte fluvial de pessoas e bens;
. A instalação da indústria junto ao rio;
. A sedentarização de uma comunidade piscatória oriunda de Vieira de Leiria.
. Parque Linear Ribeirinho
. Visita ao Centro Interpretativo das Linhas de Torres (Forte da Casa), local onde tem início as 2ª Linhas Defensivas de Torres Vedras, que protegiam Lisboa das invasões francesas.
Hora do Encontro: 9h30m
Local do Encontro: Parque Linear Ribeirinha da Póvoa de Santa Iria (estação de comboios da Póvoa a 300m)
Distância a percorrer: 10Km
Hora prevista para terminar: 13h30m
Nota: Deve levar roupa e calçado apropriado para caminhada, um pequeno lanche e água - Grau de dificuldade – fácil.

Visita nº 14 – Visita à Falcoaria Real em Salvaterra de Magos
e Companhia das Lezírias    
14 de abril (sábado) – 08h30-19h00

FALCOARIA REAL
O EDIFÍCIO
O edifício da Falcoaria Real de Salvaterra de Magos, construído no século XVIII e de arquitetura pombalina, apresenta influências das falcoarias holandesas de Setecentos, constituindo um exemplar único na Península Ibérica.
A história da Real Falcoaria de Salvaterra está intimamente associada à família real e à história do Paço Real – Casa de Campo da Coroa – que, com o passar do tempo, transformou a nobre vila ribatejana num importante centro da vida social e artística da corte portuguesa. O período de maior ascensão da Falcoaria dá-se em 1752 com a chegada de uma dezena de falcoeiros holandeses de Valkenswaard, para ensinar esta arte e garantir o bom funcionamento da falcoaria.
A proximidade com Lisboa e com o Rio Tejo, as excelentes coutadas de caça faziam com que em Salvaterra se reunissem as melhores condições para que a corte apreciasse em pleno uma das suas atividades favoritas, a caça, e para que, no século XVIII, se construísse nesta vila a Falcoaria Real Portuguesa.
A saída da Família Real para o Brasil, devido às invasões francesas, foi o ponto de partida para a sua degradação e decadência. Com a República, grande parte dos bens da Coroa foram vendidos em hasta pública, fazendo com que a Falcoaria perdesse as suas funções de origem.
Na década de 1980, a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos consegue comprar o edifício ao seu último proprietário privado, o Conde Monte Real, e no ano de 2009 volta a abrir as suas portas, completamente recuperado.
A VISITA À FALCOARIA
A Falcoaria consiste na utilização de aves de presas treinadas para a caça de animais selvagens no seu ambiente natural.
Atualmente, a Falcoaria segue as tendências das mais modernas exposições, possui várias peças multimédia que permitem, através da interatividade dos visitantes a exploração de novos conteúdos.
Possibilita o visionamento de filmes sobre a biologia das aves, explorar galerias de pinturas e fotografias, jogos virtuais onde o visitante assume o papel de falcão que procura as aves de presas.
Durante a visita tem ainda a possibilidade de descobrir o mundo da Falcoaria desde o Neolítico até aos nossos dias, os motivos que conduziram ao aparecimento desta arte, bem como, a sua importância na Vila de Salvaterra de Magos.
Poderá assistir à sua demonstração do voo das aves em liberdade, onde as nossas protagonistas mostram toda a sua perícia, na tentativa de capturar a "Falsa Presa" lançada pelos falcoeiros, responsáveis pela sua aprendizagem - adestramento.
https://www.falcoariareal.pt/

COMPANHIA DAS LEZÍRIAS
A visita permitirá o contacto com vários espaços, nomeadamente, a Coudelaria das Lezírias, o Centro de Interpretação da Charneca – Visualização de filme, o Paul das Lavouras; as Cachopas (exploração de gado bovino, em regime extensivo/bio); o montado de sobro e o Pinhal da Carrasqueira e Herdade do Catapereiro. O programa inclui igualmente a visita ao olival, vinha e adega com prova de vinhos gourmet.
Com 181 anos de história, a Companhia das Lezírias é a maior empresa agro-pecuária e florestal do país, com dezoito mil hectares, localizados numa área de grande riqueza e diversidade ambiental, compreendendo a Lezíria de Vila Franca de Xira, a Charneca do Infantado, o Catapereiro e os Pauis (Magos, Belmonte e Lavouras).
A Lezíria está compreendida entre os rios Tejo e Sorraia e é dividida pela Reta do Cabo (E.N. 10 entre Vila Franca de Xira e Porto Alto) em Lezíria Norte e Lezíria Sul.
A Companhia das Lezírias está integrada, numa pequena parte, na Reserva Natural do Estuário do Tejo e, em grande parte, na Zona de Proteção Especial do Estuário do Tejo, pelo que todas as atividades produtivas e/ou agro-turísticas decorrem de forma a manter a sustentabilidade dos habitats naturais e a necessária tranquilidade de todas as espécies.
http://www.cl.pt/htmls/pt/home.shtml


Visita nº 15 – Por Fortes das Linhas de Torres no Concelho de Mafra    
21 de abril (sábado) – 09h30-19h00

Programa:
Caminhada pela manhã na Tapada Militar de Mafra com visita ao forte das Linhas de Torres que se situa no interior da Tapada.
Paragem para almoço em Mafra.
Partida para o Forte de S. Julião situado na Foz do Lisandro com vista sobre o mar da Ericeira seguido de caminhada até ao Forte do Zambujal.
Regresso a Mafra para um lanche antes do regresso a Lisboa.
Vamos caminhar entre Fortes com possibilidade de apoio do autocarro para quem preferir.
Nota: deve levar roupa e calçado apropriado para caminhada - Grau de dificuldade - fácil


Visita nº 16 – Lisboa Vista do Tejo e exposição do ceramista Vasconcelos Lapa    
5 de maio (sábado) – 10h30-17h30

Lisboa e o seu rio formam uma das mais belas paisagens ribeirinhas. A imensidão da água matiza-se em azuis e verdes aveludados, consoante as suas margens. Navegar no rio é pois deslizar pelo que nos rodeia. Lisboa começa onde ao mar se alcança. O Bugio lá no meio. No Cais do Sodré, começa a aventura até Santa Apolónia. De um lado, os monumentos que marcam a cidade, com o cais do Ginjal e Cacilhas, do outro lado. Almada ergue-se, altaneira! A viagem pára para a contemplação da monumental Praça Comércio! Dali se abre caminho para a Lisboa do Oriente, depois de passar pela colina da fundação, com seu castelo acenando. De monumento, em monumento, do que foi e do que é, iremos descobrir a história da cidade, sem esquecer a “outra banda” onde se vislumbram as cidades do Barreiro, Montijo e lá mais ao longe., Alcochete. A viagem há-de continuar junto à outra margem para passarmos sob a ponte. Veremos Santos, Alcântara, os montes e colinas contarem-nos histórias da cidade. Passado Olho-de-boi, lá veremos Porto Brandão, Trafaria. Os lugares de memórias das alfaias da pesca, de presídios e abrigos de quarentena. Se de um lado, temos este quadro popular, do outro, ao curvar, de olhar na foz, veremos uma Lisboa de edifícios novos e de arquitectura universalista que nos projecta para o mundo: A Torre de Lisboa, o centro Champalimaud, o CCB,o Museu dos Coches, o MAAT. A monumentalidade da beira-rio conjuga-se com a beleza fina da Torre de Belém e dos Jerónimos que se enquadra pelo padrão dos Descobrimentos. Depois Belém, o palácio. Lá no alto, o Palácio da Ajuda prolonga-se pelo bairro do mesmo nome e nos Jardins Botânicos que lhe pertenciam. Continuaremos por Alcântara, Santos, até acabarmos no local de partida. Um cais. O do Sodré.
Programa:
Manhã – 10h30-12h30
Passeio de barco
Rota (Cais do Sodré > St.ª Apolónia > Belém > Cais do Sodré) Terreiro do Paço, Castelo, Alfama, Sé de Lisboa, Igreja S. Vicente de Fora, Panteão, Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos, Ponte 25 de Abril, Cristo Rei e Museu da Electricidade (MAAT).
Tarde – 15h30-17h30
Encontro: entrada principal do Jardim Botânico da Ajuda
Jardim Botânico - visita à exposição do ceramista Vasconcelos Lapa
São os 250 anos do Jardim Botânico da Ajuda, primeiro botânico em Portugal, mandado construir pelo Marquês de Pombal para os pequenos príncipes filhos de D. José.
Cerca de 170 peças:
12 figuras de convite que o ceramista recriou (vai ver o que são figuras de convite)
125 caracóis (o povo invadiu o jardim, comeu caracóis e deixou as cascas…)
16 templos que irão estar sob os buchos esféricos
16 figuras para os patamares das escadas
2  potes para os 2 nichos (2 m de altura)
Frota:
Embarcação “Sejas Feliz”
Tipologia : Bote de Fragata
Registado na Marinha do Tejo com nº 19
Caracteristicas:
- 15 metros de comprimento
- 1 WC
- De 1947 totalmente restaurada em 2014
Lotação:
- 47 Passageiros + 3 Tripulantes
Particularidades:
- Um grande deck aberto de 19m², com assentos removíveis
Local de embarque / desembarque:
Terminal Fluvial do Cais do Sodré – Transtejo
Como chegar lá:
Metro: Estação do Cais do Sodré
Comboio: Estação do Cais do Sodré
Bus: 706, 735, 736, 758, 781
Elétrico: 18E, 15E, 25E
GPS N 38º 42' 18'' W 9º 8' 43''
www.nossotejo.pt


Visita nº 17 – Mérida e Lugares de Fronteira    
26 e 27 de maio (sábado e domingo) – 07h00 – 21h00

Percurso pelos lugares de identidade(s). Da Lusitânia a Portugal.
Em tempo de redefinição de identidade(s), as gentes da Península Ibérica recuam no tempo e procuram na História, e nos vestígios que dela ficaram, sinais de reconhecimento identitário. O que nos une, é também o que nos separa. Essa será a nossa viagem: descobrir os elementos que nos são comuns e os que nos fazem divergir e que são visíveis nos monumentos, nos lugares, nas terras, nos rios.
 Começaremos por Mérida, capital da Lusitânia Romana, local único de vestígios de romanização, fenómenos transversal aos povos ibéricos. Aí veremos, também, as marcas de ocupação visigótica, muçulmana. A viagem pelo passado chega à Reconquista Cristã que nos vai fazendo enquanto reino independente e ao longo do tempo nos define as fronteiras. Essas fronteiras, tantas vezes ditadas pelas condições orográficas, foram fixadas pelas gentes por marcas visíveis, definindo nesse território a raia miúda (cursos de água) e raia seca (marcos de pedra como sinalética de limite). Em locais estratégicos, por necessidade de defesa e fixação territorial, erguerem-se fortificações diversas, muralhas, castelos. 99% das acções bélicas desses tempos (até ao século XVII) eram cercos e somente 1% eram batalhas em campo aberto.
Por isso, iremos compreender pela visita dos locais, como se fazia a defesa de Fronteira entre Espanha (antes Leão e Castela) e Portugal. Defender as terras, marcando a vigilância do Guadiana, eis a função dos castelos portugueses e da Extremadura Espanhola. Do nosso lado: Elvas, Juromenha, Alandroal (com Olivença mais a Oeste) foram baluartes importantes do lado português que continuará sua área de defesa, Alentejo adentro até Estremoz, terminando, numa linha mais de retaguarda, em Evoramonte.
Programa:
26 de maio - saída de Lisboa em autocarro de turismo em direcção a Mérida.
Almoço em restaurante local
Jantar com bebidas incluídas e alojamento no Hotel Velada 4* ou equivalente em Mérida
27 de maio - pequeno-almoço no hotel
Saída em direcção a Portugal, visitando castelos de Fronteira
Almoço em restaurante local
Regresso a Lisboa no final do dia
O preço por pessoa inclui:
- transporte em autocarro de turismo;
- 3 refeições com bebidas incluídas;
- alojamento no hotel indicado em quarto duplo;
- seguro de viagem;
- entradas/visitas.
- Visita acompanhada de guia.


[Ortografia de acordo com as publicações dos autores]