<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>SPGL</title><link>https://www.spgl.pt:443/spgl</link><description>SPGL</description><item><title>Reserva de Recrutamento 5 – 2026/2027</title><link>https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-5-2026-2027</link><description>&lt;h3&gt;Reserva de Recrutamento 5 &amp;ndash; 2026/2027&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser efetuada atrav&amp;eacute;s da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o SIGRHE nos dois primeiros dias &amp;uacute;teis seguintes &amp;agrave; publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na escola deve ocorrer at&amp;eacute; ao terceiro dia &amp;uacute;til seguinte &amp;agrave; data da publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://sigrhe.dgae.medu.pt" target="_blank" rel="noopener"&gt;SIGRHE &amp;ndash; Aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo candidato&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://agse.pt/reserva-de-recrutamento-5-2026-2027/" target="_blank"&gt;Listas &amp;ndash; Reserva de Recrutamento n.&amp;ordm; 5&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Listas publicitadas a 18 de setembro de 2026.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:28:45 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-5-2026-2027</guid></item><item><title>Reserva de Recrutamento 4 – 2026/2027</title><link>https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-4-2026-2027</link><description>&lt;h3 class="title"&gt;Reserva de Recrutamento 4 &amp;ndash; 2026/2027&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser efetuada atrav&amp;eacute;s da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o SIGRHE nos dois primeiros dias &amp;uacute;teis seguintes &amp;agrave; publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na escola deve ocorrer at&amp;eacute; ao terceiro dia &amp;uacute;til seguinte &amp;agrave; data da publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://sigrhe.dgae.medu.pt" target="_blank" rel="noopener"&gt;SIGRHE &amp;ndash; Aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo candidato&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://agse.pt/reserva-de-recrutamento-4-2026-2027/" target="_blank"&gt;Listas &amp;ndash; Reserva de Recrutamento n.&amp;ordm; 4&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Listas publicitadas a 15 de setembro de 2026.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-4-2026-2027</guid></item><item><title>Plenários Sindicais nas Escolas da Universidade Politécnica de Lisboa |  18 de setembro | 22 de setembro | novas datas a anunciar</title><link>https://www.spgl.pt:443/plenarios-sindicais-nas-escolas-da-universidade-politecnica-de-lisboa-18-de-setembro-22-de-setembro-novas-datas-a-anunciar</link><description>&lt;h3&gt;Plen&amp;aacute;rios Sindicais nas Escolas da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;18 de setembro | 22 de setembro | novas datas a anunciar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) vai realizar plen&amp;aacute;rios sindicais destinados aos de docentes e investigadores das v&amp;aacute;rias Escolas da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa (UPL), com vista a aprofundar a discuss&amp;atilde;o sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o socioprofissional nas Escolas e na UPL, com destaque para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes convidados, e sobre as pr&amp;oacute;ximas etapas deste processo.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;18 de setembro, 14:00 horas - Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC), Sala Ant&amp;oacute;nio Reis (Departamento de Cinema) - destinado aos colegas desta Escola&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;22 de setembro, 15:00 horas - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), Audit&amp;oacute;rio F - Chagas Gomes - destinado aos colegas deste Instituto (ISEL), da Escola Superior de Dan&amp;ccedil;a (ESD), e da Escola Superior de Sa&amp;uacute;de de Lisboa (ESSL)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Nos pr&amp;oacute;ximos dias ser&amp;atilde;o anunciados plen&amp;aacute;rios sindicais destinados aos colegas das restantes Escolas da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa (UPL) - para mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es consultar o &lt;a href="https://www.spgl.pt/ensino-superior-e-investigacao"&gt;website do SPGL&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Num momento particularmente importante para a defesa dos direitos e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes convidados, apelamos &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos e &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes plen&amp;aacute;rios junto dos colegas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento de Ensino Superior do SPGL&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1000" height="1414" src="/Media/Default/_Profiles/3883ee93/7f31a6ff/cartaz%20plenarios%20UPL%202026.09.jpg?v=639252407020747190"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/plenarios-sindicais-nas-escolas-da-universidade-politecnica-de-lisboa-18-de-setembro-22-de-setembro-novas-datas-a-anunciar</guid></item><item><title>O Governo falha no planeamento, desrespeita as regras e empurra a crise para dentro da sala de aula | Dois problemas que não podem ser confundidos</title><link>https://www.spgl.pt:443/o-governo-falha-no-planeamento-desrespeita-as-regras-e-empurra-a-crise-para-dentro-da-sala-de-aula-dois-problemas-que-nao-podem-ser-confundidos</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;O Governo falha no planeamento, desrespeita as regras e empurra a crise para dentro da sala de aula&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Dois problemas que n&amp;atilde;o podem ser confundidos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio deste ano letivo, h&amp;aacute; dois problemas particularmente graves que importa distinguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro &amp;eacute; a falta de professores que deixa milhares de alunos sem docente e que assume uma gravidade muito particular no 1.&amp;ordm; ciclo. Quando uma turma tem apenas um professor, a aus&amp;ecirc;ncia desse docente n&amp;atilde;o significa a perda de uma entre v&amp;aacute;rias refer&amp;ecirc;ncias: significa, muitas vezes, que aquelas crian&amp;ccedil;as ficam sem o seu &amp;uacute;nico professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segundo problema &amp;eacute; o dos alunos que continuam sem escola. E este problema n&amp;atilde;o pode ser confundido com a falta de professores. Estamos a falar de centenas de crian&amp;ccedil;as e jovens que chegaram ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem saber sequer qual seria a escola que iriam frequentar. Isto &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas &amp;eacute; igualmente importante perguntar: como foi poss&amp;iacute;vel chegar a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Uma parte da resposta est&amp;aacute; na aus&amp;ecirc;ncia de um instrumento fundamental de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o: as habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar com os agrupamentos de escolas, que n&amp;atilde;o foram realizadas ap&amp;oacute;s o final do ano letivo anterior. Essas reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o eram uma formalidade burocr&amp;aacute;tica. Eram precisamente o momento em que a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e as escolas podiam, no territ&amp;oacute;rio, confrontar as previs&amp;otilde;es de alunos com a capacidade existente, identificar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de falta de vagas, antecipar necessidades e procurar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes do in&amp;iacute;cio das aulas. Era nesse momento que os problemas podiam ser identificados e resolvidos atempadamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGEstE e a redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas compet&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o dispensavam a continuidade deste trabalho de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as escolas. Pelo contr&amp;aacute;rio, a reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os exigia particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mecanismos de planeamento da rede escolar, precisamente para evitar que a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa comprometesse a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada das necessidades e a procura de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF alertou, ali&amp;aacute;s, diretamente o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o para esta quest&amp;atilde;o, durante uma reuni&amp;atilde;o realizada no &amp;acirc;mbito da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de concursos. Na ocasi&amp;atilde;o, o ministro considerou que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o constituiria um problema, remetendo para a AGSE a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais que viessem a surgir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao n&amp;atilde;o assegurar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar, o Minist&amp;eacute;rio prescindiu de um mecanismo de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permitia antecipar problemas. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o agora verificada evidencia as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma resposta assente na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das dificuldades, quando o ano letivo j&amp;aacute; est&amp;aacute; a come&amp;ccedil;ar. E o resultado est&amp;aacute; hoje &amp;agrave; vista: cheg&amp;aacute;mos ao in&amp;iacute;cio do ano letivo com centenas de alunos ainda sem escola. N&amp;atilde;o estamos, portanto, perante uma inevitabilidade. Estamos perante um problema que deveria ter sido antecipado. E &amp;eacute; precisamente isso que torna a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o particularmente grave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Minist&amp;eacute;rio n&amp;atilde;o pode deixar de promover os mecanismos de planeamento da rede escolar, retirar capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos servi&amp;ccedil;os territorialmente pr&amp;oacute;ximos das escolas e, depois, apresentar os problemas que da&amp;iacute; resultam como se fossem acontecimentos imprevis&amp;iacute;veis. Os problemas da rede escolar n&amp;atilde;o aparecem no primeiro dia de aulas. S&amp;atilde;o conhecidos, previs&amp;iacute;veis e identific&amp;aacute;veis meses antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; para isso que deve existir uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa com capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no territ&amp;oacute;rio. Quando esses mecanismos s&amp;atilde;o abandonados, n&amp;atilde;o desaparecem as necessidades das crian&amp;ccedil;as e dos jovens. Desaparece, isso sim, a capacidade do Estado para as antecipar e resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas esta dimens&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser escondida por detr&amp;aacute;s do problema, igualmente grave, da falta de professores. Uma coisa &amp;eacute; um aluno ter escola, mas n&amp;atilde;o ter professor. Outra, ainda mais elementar e grave, &amp;eacute; um aluno chegar ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem sequer ter escola atribu&amp;iacute;da. S&amp;atilde;o problemas diferentes, com causas e respostas diferentes. E ambos revelam uma mesma quest&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de planeamento e de resposta da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que surge um terceiro problema: a resposta que est&amp;aacute; a ser dada &amp;agrave; press&amp;atilde;o sobre a rede escolar e &amp;agrave; falta de professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em vez de refor&amp;ccedil;ar a capacidade da Escola P&amp;uacute;blica, contratar os professores necess&amp;aacute;rios, antecipar necessidades e encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de rede atempadamente, a resposta passa, em muitas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por sobrelotar as turmas. Ou seja: um problema de planeamento e de falta de recursos origina um outro problema dentro da sala de aula. E esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; pedagogicamente neutra. N&amp;atilde;o estamos a falar apenas de quantos alunos cabem fisicamente numa sala. Estamos a falar das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas em que um professor consegue ensinar e em que um aluno consegue aprender. Uma turma maior n&amp;atilde;o significa simplesmente mais umas cadeiras e umas mesas na sala, embora mesmo isso seja, tantas vezes, dif&amp;iacute;cil ou imposs&amp;iacute;vel garantir. Mas significa tamb&amp;eacute;m mais alunos para ensinar, ouvir, avaliar, acompanhar e apoiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa, ali&amp;aacute;s, sublinhar que o aumento, ainda que excecional, da dimens&amp;atilde;o das turmas n&amp;atilde;o pode ser tratado como uma mera decis&amp;atilde;o administrativa discricion&amp;aacute;ria. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelece regras concretas para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas e estabelece que a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a continuidade, a t&amp;iacute;tulo excecional, de turmas com n&amp;uacute;mero de alunos superior aos limites estabelecidos, carece de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho pedag&amp;oacute;gico, mediante an&amp;aacute;lise de proposta fundamentada do estabelecimento de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto significa que, quando s&amp;atilde;o constitu&amp;iacute;das ou mantidas turmas acima dos limites legalmente estabelecidos, n&amp;atilde;o basta invocar a necessidade de acomodar alunos. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio cumprir os procedimentos e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode, por um lado, falhar no planeamento da rede escolar e na antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das necessidades e, por outro, responder &amp;agrave;s falhas atrav&amp;eacute;s do aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas, como se os limites legalmente estabelecidos pudessem ser ultrapassados sem o cumprimento dos procedimentos exigidos e sem ter em conta as consequ&amp;ecirc;ncia pedag&amp;oacute;gicas e nas aprendizagens que o alargamento produz. Mais alunos numa turma significam mais trabalhos para corrigir. Mais aprendizagens para monitorizar. Mais dificuldades para identificar. Mais alunos a solicitar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mais diversidade de ritmos e necessidades. E, simultaneamente, menos tempo dispon&amp;iacute;vel para cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; precisamente aqui que os alunos mais fr&amp;aacute;geis, com necessidades espec&amp;iacute;ficas de aprendizagem, com portugu&amp;ecirc;s l&amp;iacute;ngua n&amp;atilde;o materna, com dificuldades de aprendizagem, podem ficar mais prejudicados. Um aluno com facilidade de aprendizagem pode conseguir compensar em grande medida uma menor disponibilidade do professor. Mas um aluno com dificuldades de leitura, escrita ou c&amp;aacute;lculo precisa de mais acompanhamento, n&amp;atilde;o de menos. Precisa de explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Precisa de repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Precisa de feedback. Precisa que o professor consiga identificar rapidamente onde est&amp;aacute; o problema e intervir antes que uma dificuldade se transforme numa lacuna acumulada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A perda de capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o territorial da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa, a aus&amp;ecirc;ncia de mecanismos de planeamento, a falta de professores e o aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas fazem parte de um problema mais amplo: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento da Escola P&amp;uacute;blica promovida pelas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas do governo. E uma Escola P&amp;uacute;blica permanentemente confrontada com falta de recursos, falta de professores, turmas sobrecarregadas e menor capacidade de acompanhamento &amp;eacute; uma Escola P&amp;uacute;blica progressivamente fragilizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 09:52:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/o-governo-falha-no-planeamento-desrespeita-as-regras-e-empurra-a-crise-para-dentro-da-sala-de-aula-dois-problemas-que-nao-podem-ser-confundidos</guid></item><item><title>III Encontro Nacional Trabalhadores IPSS | Braga | 24 de setembro | 10h30</title><link>https://www.spgl.pt:443/iii-encontro-nacional-trabalhadores-ipss-braga-24-de-setmbro-10h30</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="1000" height="1414" src="/Media/Default/_Profiles/3883ee93/21d9175b/Cartaz_III%20Encontro%20Nacional%20das%20IPSS_2026-0_page-0001.jpg?v=639251644241374673"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 13:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/iii-encontro-nacional-trabalhadores-ipss-braga-24-de-setmbro-10h30</guid></item><item><title>Professores doentes não podem ser responsabilizados pela falta de docentes</title><link>https://www.spgl.pt:443/professores-doentes-nao-podem-ser-responsabilizados-pela-falta-de-docentes</link><description>&lt;h3&gt;Professores doentes n&amp;atilde;o podem ser responsabilizados pela falta de docentes&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;As recentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao destacar a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa s&amp;oacute; semana, de &amp;laquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;raquo; e ao associar esse n&amp;uacute;mero &amp;agrave; necessidade de substituir outros tantos docentes, estabelecem uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a FENPROF rejeita: a falta de professores nas escolas n&amp;atilde;o pode ser imputada aos docentes que se encontram doentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o ministro, na semana passada foram recebidos &amp;laquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;raquo;, acrescentando que seriam &amp;laquo;mais 2000 que ter&amp;atilde;o de ser substitu&amp;iacute;dos&amp;raquo;. O n&amp;uacute;mero, apresentado isoladamente, pode impressionar, mas exige contextualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: num universo de cerca de 150 mil docentes, igualmente referido pelo pr&amp;oacute;prio ministro, representa o equivalente a duas baixas m&amp;eacute;dicas em 150 trabalhadores, ou seja, aproximadamente 1,3%. Mas mais importante do que a dimens&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero &amp;eacute;, por&amp;eacute;m, perceber o que ele efetivamente representa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantos correspondem a novas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incapacidade tempor&amp;aacute;ria para o trabalho iniciadas naquela semana e quantos respeitam &amp;agrave; prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a j&amp;aacute; existentes? Com efeito, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade tempor&amp;aacute;ria implica a emiss&amp;atilde;o de um novo CIT, sem que da&amp;iacute; resulte uma nova aus&amp;ecirc;ncia ou uma nova necessidade de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, associar os 2000 atestados recebidos naquela semana a 2000 novas necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o transmite uma ideia que os dados divulgados pelo ministro, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o permitem sustentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o existe fundamento para alimentar a ideia de que os professores recorrem &amp;agrave; baixa m&amp;eacute;dica de forma anormal. Um estudo do EDULOG, divulgado em 2024, sobre o absentismo docente, mostra que entre 30% e 40% dos professores nunca faltam e cerca de 50% fazem-no apenas ocasionalmente, concentrando-se 80% dos dias de aus&amp;ecirc;ncia em apenas 10% dos docentes, sobretudo entre os mais envelhecidos e com historial de doen&amp;ccedil;a continuada. Segundo a coordenadora do estudo, esta &amp;eacute; uma realidade semelhante &amp;agrave; de qualquer outra profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute;, ali&amp;aacute;s, um dado particularmente relevante perante as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora proferidas pelo ministro: mais de 80% das faltas analisadas no estudo s&amp;atilde;o de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a 30 dias, predominando, entre as aus&amp;ecirc;ncias prolongadas, as que se situam entre 120 e 240 dias. Estamos, portanto, em grande medida, perante situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a prolongada. As necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o por doen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o constituem, por isso, um fen&amp;oacute;meno inesperado que surja subitamente no in&amp;iacute;cio de cada ano letivo: s&amp;atilde;o uma realidade conhecida, previs&amp;iacute;vel e quantific&amp;aacute;vel, para a qual o sistema educativo tem de estar preparado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta realidade n&amp;atilde;o pode ser desligada do acentuado envelhecimento da profiss&amp;atilde;o nem da crescente sobrecarga a que os docentes t&amp;ecirc;m vindo a ser sujeitos. O pr&amp;oacute;prio MECI reconheceu, em janeiro de 2026, que o recurso &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias constitui uma das medidas do plano +Aulas +Sucesso para reduzir o n&amp;uacute;mero de alunos sem aulas, anunciando que os pagamentos efetuados no m&amp;ecirc;s anterior abrangiam 30 467 professores. Mais recentemente, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 175/2026, de 3 de setembro, manteve e atualizou os mecanismos de recurso ao servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio e &amp;agrave; acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao mesmo tempo que procura incentivar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas de docentes que j&amp;aacute; re&amp;uacute;nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A resposta &amp;agrave; falta de professores continua, assim, a assentar tamb&amp;eacute;m num esfor&amp;ccedil;o acrescido daqueles que permanecem no sistema. &amp;Eacute; particularmente contradit&amp;oacute;rio que se intensifique o trabalho e se procure prolongar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma classe profissional profundamente envelhecida e, simultaneamente, se apresentem as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a como explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um problema que &amp;eacute; estrutural e h&amp;aacute; muito conhecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os professores adoecem, como adoecem os restantes trabalhadores. A quest&amp;atilde;o que deveria preocupar o Minist&amp;eacute;rio n&amp;atilde;o &amp;eacute; a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atestados m&amp;eacute;dicos por quem est&amp;aacute; doente, mas a garantia de que o sistema disp&amp;otilde;e dos docentes necess&amp;aacute;rios para substituir aqueles que, temporariamente, n&amp;atilde;o podem exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobretudo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os atestados apresentados numa determinada semana que explicam um problema que &amp;eacute; estrutural e que j&amp;aacute; existia antes deles. Os dados divulgados pela FENPROF mostram que, na semana de 7 a 11 de setembro de 2026, foram lan&amp;ccedil;ados em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola 1453 hor&amp;aacute;rios, correspondentes a 25 488 horas, mais 6% e 7%, respetivamente, do que no per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo de 2025. A estimativa aponta para mais de 110 mil alunos sem todos os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a press&amp;atilde;o sobre o sistema continuar&amp;aacute; a aumentar por raz&amp;otilde;es que nada t&amp;ecirc;m a ver com baixas m&amp;eacute;dicas. S&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro aposentam-se 1102 docentes, que sair&amp;atilde;o definitivamente do sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute;, portanto, necess&amp;aacute;rio inverter a discuss&amp;atilde;o. Se o envelhecimento da profiss&amp;atilde;o e as necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o conhecidos, estudados e previs&amp;iacute;veis h&amp;aacute; anos, a pergunta n&amp;atilde;o pode ser por que raz&amp;atilde;o existem professores de baixa. A pergunta que se imp&amp;otilde;e &amp;eacute; outra: &lt;strong&gt;por que raz&amp;atilde;o continua o sistema educativo sem dispor de uma reserva de docentes capaz de assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que inevitavelmente devem ocorrer?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema da Escola P&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os professores que adoecem. O problema &amp;eacute; a falta estrutural de professores e a incapacidade, h&amp;aacute; muito identificada, de atrair e manter na profiss&amp;atilde;o docentes em n&amp;uacute;mero suficiente para responder &amp;agrave;s necessidades permanentes das escolas e tamb&amp;eacute;m para assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias que, num sistema com cerca de 150 mil docentes, inevitavelmente ocorrer&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Responsabilizar, ainda que implicitamente, os professores que se encontram doentes n&amp;atilde;o resolve um &amp;uacute;nico hor&amp;aacute;rio por preencher. Valorizar a profiss&amp;atilde;o, melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, reduzir a sobrecarga, rejuvenescer o corpo docente e criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que existam professores dispon&amp;iacute;veis onde s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios, sim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 16:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/professores-doentes-nao-podem-ser-responsabilizados-pela-falta-de-docentes</guid></item><item><title>Plenário sindical on-line de docentes e investigadores/as da Universidade Politécnica de Lisboa | 15 de setembro | 18:00 horas</title><link>https://www.spgl.pt:443/plenario-sindical-on-line-de-docentes-e-investigadores-as-da-universidade-politecnica-de-lisboa</link><description>&lt;h3&gt;Plen&amp;aacute;rio sindical on-line de docentes e investigadores/as da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;HOJE - 15 de setembro | 18:00 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) convoca os docentes e investigadores da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa (UPL) para um plen&amp;aacute;rio sindical on-line, a realizar hoje, dia 15 de setembro, com in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 18:00 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este plen&amp;aacute;rio visa apresentar as conclus&amp;otilde;es da reuni&amp;atilde;o que o SPGL ter&amp;aacute; hoje com o Reitor da UPL, sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores convidados, e discutir as pr&amp;oacute;ximas etapas deste processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num momento particularmente importante para a defesa dos direitos e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos professores convidados, apelamos &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos e &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste plen&amp;aacute;rio junto dos colegas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aceder ao plen&amp;aacute;rio on-line nesta liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&amp;nbsp;&lt;a href="https://us06web.zoom.us/j/86046966287" target="_blank"&gt;https://us06web.zoom.us/j/86046966287&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento de Ensino Superior do SPGL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="723" height="1024" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/611f81db/39e2b5c7/cartaz%20plenario%202026.09.15%20UPL.jpg?v=639250725376906203"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 11:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/plenario-sindical-on-line-de-docentes-e-investigadores-as-da-universidade-politecnica-de-lisboa</guid></item><item><title>Minuta | Candidatura ao apoio extraordinário à deslocação permanece encerrada</title><link>https://www.spgl.pt:443/minuta-candidatura-ao-apoio-extraordinario-a-deslocacao-permanece-encerrada</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Minuta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Candidatura ao apoio extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece encerrada&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; impossibilidade de formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pedido, a FENPROF e os seus sindicatos disponibilizam uma &lt;a rel="noopener" href="https://www.fenprof.pt/media/download/0DAAC3CB13E0D2D8113693AF2BF950CB/requerimento-sobre-indisponibilidade-para-pedido-de-apoio-a-deslocacao.docx" target="_blank"&gt;minuta&lt;/a&gt; [clique para descarregar] de requerimento relativo aos apoios &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstos na lei. Devidamente preenchida, deve ser remetida ao presidente da AGSE, entidade que passou a ter a responsabilidade de tratar estes assuntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na plataforma SIGRHE continua, portanto, a n&amp;atilde;o ser poss&amp;iacute;vel realizar a candidatura ao apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o criado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 57-A/2024, de 13 de setembro e alargado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 108/2025, de 19 de setembro. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada &amp;eacute;, apenas, &amp;ldquo;Candidatura ao Regime de Apoio Extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; Desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o encerrada temporariamente".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige que o pagamento daquele apoio seja feito de forma atempada, pelo que &amp;eacute; urgente que os eventuais problemas t&amp;eacute;cnicos &amp;ndash; ou outros &amp;ndash; com a plataforma sejam resolvidos de imediato. A FENPROF recusa qualquer penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que s&amp;atilde;o alheios. O uso e envio da minuta &amp;eacute; um meio para pressionar a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas e para garantir que n&amp;atilde;o venham a ser os docentes a arcar com preju&amp;iacute;zos por causa do encerramento de candidaturas que se mant&amp;eacute;m &amp;agrave; data de hoje, 15 de setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 11:05:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/minuta-candidatura-ao-apoio-extraordinario-a-deslocacao-permanece-encerrada</guid></item><item><title>Tribunal admite providência cautelar do SPGL sobre regulamento de contratação da ULO</title><link>https://www.spgl.pt:443/tribunal-admite-providencia-cautelar-do-spgl-sobre-regulamento-de-contratacao-da-ulo</link><description>&lt;h3&gt;Tribunal admite provid&amp;ecirc;ncia cautelar do SPGL sobre regulamento de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ULO&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Vimos informar que a provid&amp;ecirc;ncia cautelar interposta pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), afeto &amp;agrave; FENPROF, contra o Regulamento de Recrutamento, Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Leiria e Oeste (ULO), elaborado e publicitado pela Presid&amp;ecirc;ncia do Instituto Polit&amp;eacute;cnico de Leiria (IPLeiria), foi admitida pelo Tribunal Administrativo de C&amp;iacute;rculo de Lisboa, que determinou a cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade produz-se o efeito previsto na lei, ficando a ULO impedida, nesta fase, de iniciar ou prosseguir a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido regulamento, sem preju&amp;iacute;zo dos mecanismos excecionais previstos legalmente. N&amp;atilde;o se trata ainda de uma decis&amp;atilde;o final sobre a provid&amp;ecirc;ncia, mas &amp;eacute; um primeiro resultado muito importante da interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical na defesa dos direitos dos docentes e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o in&amp;iacute;cio deste processo, o SPGL e o SPRC, tamb&amp;eacute;m afeto &amp;agrave; FENPROF, t&amp;ecirc;m defendido que a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma formalidade que possa ser contornada. Uma consulta p&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o substitui a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel decidir primeiro e &amp;ldquo;negociar&amp;rdquo; depois, sobretudo quando est&amp;atilde;o em causa v&amp;iacute;nculos, remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tempo de trabalho ou outras condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o polit&amp;eacute;cnica numa institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o universit&amp;aacute;ria, com umas unidades org&amp;acirc;nicas de ensino universit&amp;aacute;rio e outras de ensino polit&amp;eacute;cnico. Foi por isso que contest&amp;aacute;mos o procedimento seguido, auscult&amp;aacute;mos os docentes e investigadores, realiz&amp;aacute;mos plen&amp;aacute;rios, apresent&amp;aacute;mos uma pron&amp;uacute;ncia fundamentada e, perante a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regulamento pela Presid&amp;ecirc;ncia do IPLeiria sem o devido processo negocial, recorremos aos tribunais. Mas as nossas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o mais amplas!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ULO est&amp;aacute; a tomar decis&amp;otilde;es estruturantes num per&amp;iacute;odo de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que uma parte significativa das estruturas de governo e decis&amp;atilde;o &amp;eacute; nomeada e n&amp;atilde;o eleita. Um regime transit&amp;oacute;rio pode justificar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es excecionais, mas n&amp;atilde;o pode significar que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica fique em suspenso. Os docentes e investigadores t&amp;ecirc;m de poder participar efetiva e ativamente na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nova Universidade. Isso exige informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada, transpar&amp;ecirc;ncia, discuss&amp;atilde;o antes de as decis&amp;otilde;es estarem tomadas e mecanismos reais de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e escrut&amp;iacute;nio. Os grupos de trabalho e outros processos de ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o importantes, mas n&amp;atilde;o podem substituir uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica efetiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m no plano pol&amp;iacute;tico continuamos a intervir. A FENPROF desenvolveu contactos junto dos grupos parlamentares da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica que contribu&amp;iacute;ram para que fosse requerida a aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 135/2026, que criou a ULO. Est&amp;aacute; igualmente prevista uma reuni&amp;atilde;o na Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, onde voltaremos a discutir as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes e investigadores com as consequ&amp;ecirc;ncias do processo de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ULO que decorreu em surdina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado judicial n&amp;atilde;o encerra, portanto, a nossa interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mostra que vale a pena agir e que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio continuar e aumentar a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os colegas que, desde a entrada em funcionamento da ULO, tenham celebrado contratos, renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou aditamentos, ou tenham visto alteradas as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e considerem que os seus direitos foram prejudicados, devem contactar o SPGL, fazendo-nos chegar a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o relevante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em breve convocaremos um novo plen&amp;aacute;rio sindical de docentes e investigadores da ULO, de carreira e convidados, para conhecer os problemas entretanto surgidos, avaliar decis&amp;otilde;es que possam estar a prejudicar os trabalhadores e discutir coletivamente os pr&amp;oacute;ximos passos. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos ser&amp;aacute; muito importante. Quanto maior for a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes e investigadores, maior ser&amp;aacute; a nossa capacidade de exigir uma Universidade democr&amp;aacute;tica, transparente, participada e respeitadora dos direitos de quem nela trabalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical faz diferen&amp;ccedil;a. Continuamos na luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junta-te a n&amp;oacute;s! Sindicaliza-te!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sauda&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o (DESI) do SPGL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 16:32:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/tribunal-admite-providencia-cautelar-do-spgl-sobre-regulamento-de-contratacao-da-ulo</guid></item><item><title>Greve ao sobretrabalho, horas extraordinárias e CNLE 2026/27</title><link>https://www.spgl.pt:443/greve-ao-sobretrabalho-2026-27-perante-a-inoperancia-do-meci-governo-e-tempo-de-dizer-basta-ao-trabalho-nao-pago</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Greve ao sobretrabalho, horas extraordin&amp;aacute;rias e CNLE 2026/27&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Perante a inoper&amp;acirc;ncia do MECI/governo, &amp;eacute; tempo de dizer basta ao trabalho n&amp;atilde;o pago!&lt;/h3&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;
&lt;div class="field field-type-htmlfield field-name-editor-content"&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;35 horas s&amp;atilde;o 35 horas! O trabalho que ultrapassa o hor&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o pode ser imposto, escondido ou ficar por pagar.&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; anos que a FENPROF denuncia os abusos na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios dos professores e educadores. H&amp;aacute; anos que exige ao MECI solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es claras e respeito pela lei. Mas o Governo continua a nada fazer, permitindo que se generalizem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sobrecarga, desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e verdadeiro&amp;nbsp;trabalho n&amp;atilde;o pago.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas escolas, o problema &amp;eacute; conhecido: hor&amp;aacute;rios que ultrapassam as 35 horas, trabalho que &amp;eacute; indevidamente empurrado para a componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, tarefas que invadem a componente individual e um sem-n&amp;uacute;mero de atividades que acabam realizadas para al&amp;eacute;m do hor&amp;aacute;rio, sacrificando o tempo de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aulas, o descanso e a vida pessoal e familiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o aceitamos que a componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento seja um saco sem fundo. N&amp;atilde;o aceitamos que a componente individual seja usada para esconder trabalho que a escola exige. N&amp;atilde;o aceitamos trabalho extraordin&amp;aacute;rio sem o correspondente reconhecimento e pagamento.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E perante a falta de professores, o MECI escolheu o caminho mais f&amp;aacute;cil:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;em vez de atrair e fixar docentes, aumenta o recurso ao servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio e pretende que os professores trabalhem mais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o!&amp;nbsp;&lt;strong&gt;A falta de professores n&amp;atilde;o se resolve explorando os professores que existem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta greve &amp;eacute; um grito de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma resposta &amp;agrave; in&amp;eacute;rcia do Governo. &amp;Eacute; uma greve pelo respeito pelo hor&amp;aacute;rio de trabalho, pela defesa da componente individual, contra a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abusiva da componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento e pelo reconhecimento e pagamento de todo o trabalho extraordin&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chega de normalizar o abuso!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chega de trabalho n&amp;atilde;o pago!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chega de fazer mais com menos &amp;mdash; e sempre &amp;agrave; custa dos professores!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante a inoper&amp;acirc;ncia do MECI/governo, &lt;strong&gt;os professores dizem BASTA&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;35 HORAS S&amp;Atilde;O 35 HORAS.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;SOBRETRABALHO N&amp;Atilde;O &amp;Eacute; GRATUITO.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;TRABALHO EXTRAORDIN&amp;Aacute;RIO &amp;Eacute; PARA PAGAR.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PELO RESPEITO. PELA DIGNIDADE. PELO DIREITO A TRABALHAR SEM SER EXPLORADO.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, j&amp;aacute; a partir do dia 14 de setembro de 2026 e pelo oitavo ano consecutivo, a FENPROF volta a convocar greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h4 id="widget-4dban3x6xvzra7t7grzvezqe4x" class="flow-title"&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div class="widget widget-lista-ficheiros widget-align-left widget-size-100"&gt;&lt;hr class="bg-primary"&gt;
&lt;h4 class="field field-type-mediafield field-name-lista-ficheiros-ficheiros"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/greve-ao-sobretrabalho-2026-27" target="_blank"&gt;Consulte aqui pr&amp;eacute;-avisos&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div class="field field-type-mediafield field-name-lista-ficheiros-ficheiros"&gt;&lt;span class="name"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="4ye2xf9z7bg6czjt8zcv54265t"&gt; &lt;img width="905" height="1280" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/221ab0e1/7f42bec6/Cartaz%20GST.png?v=639250021285969371"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 16:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/greve-ao-sobretrabalho-2026-27-perante-a-inoperancia-do-meci-governo-e-tempo-de-dizer-basta-ao-trabalho-nao-pago</guid></item><item><title>Conferência de Imprensa | Abertura do Ano Letivo 2026/2027</title><link>https://www.spgl.pt:443/conferencia-de-imprensa-abertura-do-ano-letivo-2026-2027</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Abertura do Ano Letivo 2026/2027&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/mtl4xS-RjGU?si=R23VRZBfQvknrJJI" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio deste ano letivo, escolhemos o Agrupamento de Escolas Ruy Belo e a EB1/JI de Monte Abra&amp;atilde;o, precisamente um dos agrupamentos mais afetados pela falta de professores e uma escola do primeiro ciclo do ensino b&amp;aacute;sico onde este problema se coloca de forma muito preocupante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; nos locais concretos onde existem problemas concretos que estes t&amp;ecirc;m de ser resolvidos com respostas tamb&amp;eacute;m concretas, n&amp;atilde;o com an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias de que o exame da quarta classe vai regressar, de que ser&amp;aacute; feita uma fus&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; e 2.&amp;ordm; ciclos, de que os professores passar&amp;atilde;o a eleger diretamente o diretor e ter&amp;atilde;o um peso eleitoral superior a 50% dos votos, ou de que ser&amp;aacute; valorizado o Estatuto da Carreira Docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es servem apenas para encobrir os problemas concretos com que as escolas, os alunos, os pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os professores e os demais trabalhadores das escolas se confrontam no arranque deste ano letivo e para procurar transmitir a ideia de que o MECI n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;eacute; competente como trabalha afincadamente, numa opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tentativa de limpeza da imagem deixada pelos ca&amp;oacute;ticos exames de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, a realidade das escolas n&amp;atilde;o se apaga com propaganda. Os problemas a&amp;iacute; est&amp;atilde;o e as respostas continuam a n&amp;atilde;o existir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF aplicou, nas duas primeiras semanas de setembro, um inqu&amp;eacute;rito junto dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas, cujo relat&amp;oacute;rio distribu&amp;iacute;mos em anexo. O inqu&amp;eacute;rito teve 240 respostas, correspondendo a 29,2% dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas do continente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As respostas obtidas incidiram essencialmente sobre quatro tem&amp;aacute;ticas: a falta de professores, a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, a climatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os transportes escolares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As principais conclus&amp;otilde;es, que citamos, foram as seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A falta de professores continua a produzir efeitos concretos no funcionamento das escolas, mas n&amp;atilde;o esgota os problemas identificados.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As dificuldades de recrutamento est&amp;atilde;o associadas n&amp;atilde;o apenas &amp;agrave; escassez de candidatos, mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; falta de atratividade da carreira, a hor&amp;aacute;rios incompletos e/ou tempor&amp;aacute;rios, &amp;agrave;s substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;agrave; medicina do trabalho e aos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A abertura do ano letivo 2026/2027 &amp;eacute; marcada por forte incerteza quanto ao recrutamento.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital enfrenta limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quer em quantidade, quer na qualidade e estado dos equipamentos, quer, ainda, na falta de recursos humanos que a operem.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar temperaturas extremas s&amp;atilde;o insuficientes numa parcela muito significativa das respostas.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Os transportes e as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es constituem constrangimentos relevantes para parte das comunidades escolares.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As respostas abertas mostram que a capacidade de funcionamento das escolas depende, simultaneamente, de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais, materiais, infraestruturais, humanas e organizacionais.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Mas detalhemos um pouco mais os principais problemas concretos que existem nos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino, da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar ao ensino superior e &amp;agrave; investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos setores p&amp;uacute;blico e privado.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;ESCOLAS SEM PROFESSORES&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O problema agravou-se e um ter&amp;ccedil;o dos diretores prev&amp;ecirc; dificuldades ao longo do ano letivo: mais a sul, desde o in&amp;iacute;cio do ano, e mais a norte, ao longo do ano, &amp;agrave; medida que forem sendo necess&amp;aacute;rias substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A norte, o corpo docente &amp;eacute; mais envelhecido, o que ter&amp;aacute; impacto nos n&amp;uacute;meros de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nas baixas m&amp;eacute;dicas e nas redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por raz&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de, designadamente no &amp;acirc;mbito da medicina no trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dado novo deste ano letivo &amp;eacute; o pr&amp;oacute;prio ministro avan&amp;ccedil;ar com n&amp;uacute;meros, procurando circunscrever o problema geograficamente e a um reduzido n&amp;uacute;mero de agrupamentos. Essa vers&amp;atilde;o n&amp;atilde;o tem correspond&amp;ecirc;ncia com a realidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF mant&amp;eacute;m o m&amp;eacute;todo de levantamento de dados que h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos vem realizando, recorrendo aos dados oficiais dispon&amp;iacute;veis: o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios e horas lan&amp;ccedil;ados na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola &amp;ndash; nem mais, nem menos que o mecanismo acionado quando a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e as reservas de recrutamento n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o resposta aos hor&amp;aacute;rios existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comparando a semana de 7 a 11 de setembro de 2026 com a semana de 8 a 12 de setembro de 2025, constatamos que o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios lan&amp;ccedil;ados passou de 1372 para 1453 e o n&amp;uacute;mero de horas de 23806 para 25488, representando um crescimento de 6% e 7%, respetivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Significa isto que o problema se agravou e que, na semana passada, a estimativa apontava para mais de 110 000 alunos sem todos os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema agravou-se significativamente no distrito de Lisboa: de 323 hor&amp;aacute;rios anuais e completos passou-se para 500. No 1.&amp;ordm; CEB, passou-se de 112 hor&amp;aacute;rios completos e anuais para 175.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os distritos mais afetados s&amp;atilde;o Lisboa, Set&amp;uacute;bal, Faro, Leiria e Porto, que ultrapassou Santar&amp;eacute;m.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa, neste contexto, analisar tamb&amp;eacute;m o universo de candidatos que permanece dispon&amp;iacute;vel nas reservas de recrutamento. Ap&amp;oacute;s a RR3, registam-se este ano 17 694 candidaturas, correspondentes a 12 951 candidatos, um n&amp;uacute;mero apenas ligeiramente superior aos 12 929 candidatos registados no mesmo momento do ano anterior. Por&amp;eacute;m, a leitura destes valores globais n&amp;atilde;o traduz a efetiva capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades das escolas. Mais de metade das candidaturas ainda dispon&amp;iacute;veis &amp;mdash; 9250, correspondentes a 52,3% do total &amp;mdash; concentra-se no GR 100 (Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar), com 4854 candidaturas, e nos dois grupos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, que, em conjunto, somam 4396: 2135 no GR 260 e 2261 no GR 620.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Particularmente reveladora &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do GR 110 (1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico): apesar de permanecerem dispon&amp;iacute;veis 2695 candidaturas ap&amp;oacute;s a RR3, s&amp;oacute; na semana de 7 a 11 de setembro foram lan&amp;ccedil;ados 285 hor&amp;aacute;rios em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola. Este contraste demonstra que o n&amp;uacute;mero de candidaturas dispon&amp;iacute;veis, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o traduz a capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades concretas das escolas, designadamente tendo em conta a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica dos candidatos e dos hor&amp;aacute;rios por preencher. E n&amp;atilde;o adianta culpar os professores por n&amp;atilde;o estarem dispon&amp;iacute;veis para trabalhar longe de casa quando essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;, por for&amp;ccedil;a dos baixos sal&amp;aacute;rios e elevados custos de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, materialmente insustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa igualmente ter presente que o universo de n&amp;atilde;o colocados na Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inicial, que fica dispon&amp;iacute;vel para as subsequentes reservas de recrutamento, &amp;eacute; este ano inferior ao registado no ano anterior: 22 283 candidaturas, contra 23 734 em 2025/2026, e 16 771 candidatos, contra 16 816. Ainda que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de candidatos seja ligeira, estes dados confirmam que n&amp;atilde;o existe um refor&amp;ccedil;o da bolsa dispon&amp;iacute;vel para responder a necessidades que, como vimos, aumentaram face ao ano anterior. A esta realidade acresce a sa&amp;iacute;da, s&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro, de 1 102 docentes por aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aumentando a press&amp;atilde;o sobre a capacidade de resposta do sistema ao longo do ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;ALUNOS SEM ESCOLA&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o realizar, no final do ano letivo anterior, as reuni&amp;otilde;es locais de defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede escolar, fez com que o problema das matr&amp;iacute;culas, nos concelhos onde o parque escolar &amp;eacute; insuficiente face &amp;agrave; procura, chegasse ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem estar resolvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, no concelho onde estamos, Sintra, na semana passada, havia 744 alunos que ainda n&amp;atilde;o tinham escola: 345 no 1.&amp;ordm; CEB, 122 no 2.&amp;ordm;CEB, 144 no 3.&amp;ordm; CEB, 6 em CEF e 127 no ensino secund&amp;aacute;rio. Em Lisboa, de acordo com o jornal Expresso, ser&amp;atilde;o 550.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; absolutamente inaceit&amp;aacute;vel e, &amp;agrave; semelhan&amp;ccedil;a do que se passou com os exames nacionais, pouco abonat&amp;oacute;ria do desempenho da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e do minist&amp;eacute;rio que a tutela.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;TRANSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DIGITAL&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Apesar das proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno do digital, cerca de 66% dos agrupamentos de escolas reportam que os equipamentos inform&amp;aacute;ticos s&amp;atilde;o insuficientes e obsoletos e que mais de um ter&amp;ccedil;o das salas de aula n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e de quadro interativo, computadores ou rede de internet que permitam a pesquisa individual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para um governo que tem, inclusive, um minist&amp;eacute;rio respons&amp;aacute;vel pela chamada reforma do Estado e pela transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, n&amp;atilde;o deixa de ser significativo que as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nas escolas fiquem muito aqu&amp;eacute;m dos objetivos anunciados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o fosse o recurso aos kits individuais, aos computadores pessoais dos alunos e professores e ao trabalho extra dos docentes das TIC, muito do que, apesar de tudo, vai sendo feito seria, na pr&amp;aacute;tica, uma impossibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;CONDI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES PARA ENFRENTAR SITUA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES CLIM&amp;Aacute;TICAS ADVERSAS&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Sendo os fen&amp;oacute;menos clim&amp;aacute;ticos extremos uma realidade cada vez mais presente, question&amp;aacute;mos os agrupamentos sobre a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino para fazer face a epis&amp;oacute;dios dessa natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os respondentes, apenas 22% dos agrupamentos dizem estar preparados para situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de elevada precipita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 27 % para per&amp;iacute;odos de muito calor e 40 % para fen&amp;oacute;menos extremos de muito frio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No geral, 58 % dos diretores dos agrupamentos e escolas n&amp;atilde;o agrupadas afirmam que o edificado n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preparado para estes fen&amp;oacute;menos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;TRANSPORTES E DESLOCA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Nesta mat&amp;eacute;ria, apesar de 71 % das respostas afirmarem a inexist&amp;ecirc;ncia de problemas, 21 % referem que os hor&amp;aacute;rios dos transportes s&amp;atilde;o inadequados e 11 % que a rede n&amp;atilde;o &amp;eacute; a adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;11 % das respostas apontam para desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es superiores a 20km, 18 % para longas dist&amp;acirc;ncias e 19 % para o recurso a dois ou mais meios de transporte.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Ensino Particular e Cooperativo (EPC)iniciou o novo ano letivo com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos problemas: sobrecarga hor&amp;aacute;ria, sal&amp;aacute;rios baixos, uma carreira demasiado longa (40 anos), entre outros. Perante esta realidade, e embora defenda que a primeira resposta do sistema educativo deve ser sempre a Escola P&amp;uacute;blica, a FENPROF mant&amp;eacute;m o seu compromisso na luta pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes do EPC, recorrendo quer &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, quer &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de a FENPROF ter conclu&amp;iacute;do recentemente a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da revis&amp;atilde;o do Contrato Coletivo de Trabalho com a Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNEF), perdeu-se, mais uma vez, a oportunidade de valorizar os docentes do EPC e atenuar as desigualdades face ao ensino p&amp;uacute;blico. Mesmo com um significativo financiamento estatal anunciado pelo governo para uma grande parte do setor, nomeadamente no ensino profissional e no ensino art&amp;iacute;stico especializado, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es patronais do ensino privado mant&amp;ecirc;m-se intransigentes e oferecem &amp;ldquo;migalhas&amp;rdquo; para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes. Num momento em que a perda do poder de compra &amp;eacute; cada vez maior e o problema da falta de educadores e professores se vai agravando, quando as entidades patronais acordarem para a realidade, poder&amp;aacute; j&amp;aacute; ser tarde e a&amp;iacute; nem o &amp;ldquo;p&amp;atilde;o&amp;rdquo; ser&amp;aacute; suficiente para reter os atuais docentes ou atrair novos profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No setor social (IPSS e miseric&amp;oacute;rdias), a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; semelhante. O governo anuncia, todos os anos, milh&amp;otilde;es em verbas para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que pouco ou nada se refletem ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Da&amp;iacute; as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e os sal&amp;aacute;rios deste setor serem o principal problema para educadores e professores que nele trabalham. Salienta-se ainda a injusti&amp;ccedil;a que perdura h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos relativamente aos educadores de inf&amp;acirc;ncia em creche que, tanto nas IPSS como nas miseric&amp;oacute;rdias, continuam impedidos de progredir at&amp;eacute; ao topo das suas carreiras, dado o falso argumento utilizado pela CNIS e pela UMP de que n&amp;atilde;o prestam servi&amp;ccedil;o docente, algo que o pr&amp;oacute;prio MECI contraria quando reconhece o tempo de servi&amp;ccedil;o destes colegas e, mais recentemente, refor&amp;ccedil;a essa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao assumir a tutela desta val&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;ENSINO SUPERIOR E INVESTIGA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m no Ensino Superior, o ano letivo inicia-se com problemas estruturais que continuam por resolver e, em alguns casos, se t&amp;ecirc;m agravado. Desde logo, continua a aumentar a precariedade laboral entre os docentes. Segundo os dados oficiais da DGEEC relativos a 2023/2024, os docentes convidados representavam j&amp;aacute; 43% dos docentes do ensino universit&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico e 56% dos docentes do ensino polit&amp;eacute;cnico p&amp;uacute;blico. E a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; particularmente preocupante: em algumas categorias, o n&amp;uacute;mero de convidados aumentou mais de 50% desde 2016/2017, chegando quase a duplicar entre os professores adjuntos convidados do polit&amp;eacute;cnico. O recurso &amp;agrave; figura do docente convidado, que deveria responder a necessidades espec&amp;iacute;ficas das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tornou-se uma forma de assegurar necessidades permanentes sem abrir lugares de carreira. A esta precariedade juntam-se pr&amp;aacute;ticas contratuais que em nada valorizam o trabalho dos docentes: contratos de 10 ou 11 meses para assegurar um ano letivo, de 4 ou 5 meses para um semestre, interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos v&amp;iacute;nculos, percentagens de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o correspondem ao trabalho efetivamente exigido ou o n&amp;atilde;o pagamento de direitos quando devidos. Somam-se ainda a sobrecarga de trabalho e, em algumas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, apresentada como inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica, mas que permite aumentar o servi&amp;ccedil;o distribu&amp;iacute;do a cada docente e reduzir necessidades de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tudo isto acontece num contexto em que docentes e investigadores perderam perto de 30% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas e em que os baixos sal&amp;aacute;rios come&amp;ccedil;am j&amp;aacute; a comprometer a atratividade das carreiras, havendo respons&amp;aacute;veis da pr&amp;oacute;pria Universidade de Lisboa a alertar para as dificuldades de atrair e fixar investigadores face &amp;agrave; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os sal&amp;aacute;rios praticados e o custo de vida. Num momento de profunda transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, designadamente pela crescente utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial, ser&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil exigir mais inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disponibilidade e qualidade a docentes cada vez mais sobrecarregados e desvalorizados, e ser&amp;aacute; igualmente dif&amp;iacute;cil renovar o sistema, atraindo e mantendo os profissionais mais qualificados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Ci&amp;ecirc;ncia, investigadores e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuam sujeitos a uma falta de previsibilidade que se arrasta h&amp;aacute; anos e se agravou no &amp;uacute;ltimo ano. O concurso de Projetos de I&amp;amp;D em Todos os Dom&amp;iacute;nios Cient&amp;iacute;ficos 2023, encerrado em mar&amp;ccedil;o de 2024, s&amp;oacute; teve resultados finais em outubro de 2025; o concurso seguinte, designado 2025, recebeu mais de 4 700 candidaturas e encerrou em mar&amp;ccedil;o deste ano, mas chega ao novo ano letivo ainda sem resultados. No emprego cient&amp;iacute;fico, a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do FCT-Tenure, lan&amp;ccedil;ada no final de 2023, deveria estar j&amp;aacute; conclu&amp;iacute;da, mas continuam a decorrer procedimentos de recrutamento, enquanto a segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, inicialmente prevista para 2025, continua por lan&amp;ccedil;ar e o programa Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; continuidade. Tamb&amp;eacute;m os Laborat&amp;oacute;rios Colaborativos chegaram ao fim do financiamento-base da Miss&amp;atilde;o Interface sem estar assegurado um modelo nacional est&amp;aacute;vel que lhe d&amp;ecirc; continuidade. A tudo isto acrescentou-se a decis&amp;atilde;o de extinguir a FCT e criar a AI&amp;sup2;, anunciada sem uma pr&amp;eacute;via discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica alargada e que gerou forte contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comunidade cient&amp;iacute;fica. Mais de um ano depois, a AI&amp;sup2; tem administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua por concluir, a FCT mant&amp;eacute;m-se em funcionamento at&amp;eacute; ao final de 2026 e continua por conhecer o contrato-programa que dever&amp;aacute; definir as prioridades, os instrumentos e o financiamento plurianual da nova ag&amp;ecirc;ncia. Para investigadores prec&amp;aacute;rios e para equipas cujos projetos chegam ao fim, tudo isto significa continuar sem saber quando chegar&amp;aacute; o pr&amp;oacute;ximo financiamento e se ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel manter contratos, equipas e linhas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, o Governo continua a promover profundas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Ensino Superior e na Ci&amp;ecirc;ncia sem uma discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, transparente e participada &amp;agrave; altura da sua import&amp;acirc;ncia. Foi assim com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AI&amp;sup2;, nos processos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Polit&amp;eacute;cnicos do Porto e de Leiria em institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias e voltou a acontecer com altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturantes como os novos regimes jur&amp;iacute;dicos dos Graus Acad&amp;eacute;micos e Diplomas do Ensino Superior e do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovados ainda na passada semana. S&amp;atilde;o processos que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m assegurado o necess&amp;aacute;rio envolvimento da comunidade acad&amp;eacute;mica e cient&amp;iacute;fica nem, nas mat&amp;eacute;rias em que se imp&amp;otilde;e, respeitado devidamente os direitos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, consulta e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, avan&amp;ccedil;ando apesar das fortes reservas e, em alguns casos, da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entidades t&amp;atilde;o diversas como o Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o CRUP, o CCISP, a APESP e as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais. Reformas desta dimens&amp;atilde;o fazem-se envolvendo quem conhece, trabalha e dirige o sistema e levando seriamente em conta os seus contributos. O que este Governo tem feito sozinho aproxima-se mais do desmantelamento do sistema de Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia do que de uma verdadeira reforma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &amp;uacute;ltimo, n&amp;atilde;o podemos deixar de referir o comportamento do MECI no que se refere &amp;agrave; &lt;strong&gt;negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma benesse concedida aos representantes dos trabalhadores. &amp;Eacute; uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional, um direito dos trabalhadores e um mecanismo fundamental do contrato social vigente numa sociedade democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso obriga, particularmente, os governos, uma vez que s&amp;atilde;o quem det&amp;eacute;m o poder, a um comportamento exemplar, s&amp;eacute;rio e respeitador das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que se tem passado ao longo destes dois anos de relacionamento institucional est&amp;aacute; longe de o cumprir: a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ECD que o ministro proclama, em carta aos professores, como instrumento de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas que adia quest&amp;otilde;es urgentes, e que, naquilo que introduz, &amp;ldquo;funcionariza a profiss&amp;atilde;o&amp;rdquo;, elimina direitos, agrava a precariedade e aumenta a instabilidade dos docentes vinculados longe da sua resid&amp;ecirc;ncia; a desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as propostas substantivas apresentadas ap&amp;oacute;s sufr&amp;aacute;gio de milhares de professores; um minist&amp;eacute;rio que se comporta como juiz e parte na gest&amp;atilde;o de todo o processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;eacute; avan&amp;ccedil;ar com medidas efetivas para resolver os problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixamos aqui um repto ao senhor ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Se quer valorizar o ECD, vamos a isso. Tem nas propostas da FENPROF uma boa base de trabalho.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se quer reduzir a componente letiva dos docentes da monodoc&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o precisa de esperar por um projeto piloto da fus&amp;atilde;o de ciclos. Pode faz&amp;ecirc;-lo j&amp;aacute;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se quer democratizar a gest&amp;atilde;o escolar, n&amp;atilde;o basta alargar o col&amp;eacute;gio de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor. &amp;Eacute; preciso refor&amp;ccedil;ar a colegialidade dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o, garantir a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos coordenadores de departamento pelos pares e refor&amp;ccedil;ar os poderes do conselho pedag&amp;oacute;gico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se quer reformar o Ensino Superior e a Ci&amp;ecirc;ncia, assegure processos transparentes e participados, ouvindo efetivamente quem conhece e trabalha no sistema, e garanta &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para concretizar essas mudan&amp;ccedil;as com qualidade, no respeito e na dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem nelas trabalha.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se quer diminuir o fosso no desempenho escolar entre os alunos economicamente mais desfavorecidos e os mais favorecidos, que o PISA e outros indicadores evidenciam, dote a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva dos recursos suficientes e disponibilize aos estudantes do ensino superior os apoios de que necessitam.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Se quer mesmo resolver o problema da falta de professores, valorize o ECD, eliminando a precariedade e a instabilidade, melhorando os sal&amp;aacute;rios, os hor&amp;aacute;rios, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e a carreira.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para isso, pode contar com a FENPROF e com os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para n&amp;atilde;o resolver os problemas e fazer precisamente o contr&amp;aacute;rio, continuar&amp;aacute; a ter a nossa oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Estaremos na rua no Dia Mundial do Professor, a 5 de outubro, e nas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da CGTP-IN de 17 de outubro em Lisboa, Porto e Coimbra.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Iniciaremos hoje mesmo a &lt;a rel="noopener" href="https://www.fenprof.pt/greve-ao-sobretrabalho-2026-27" target="_blank"&gt;greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Iremos at&amp;eacute; &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas consequ&amp;ecirc;ncias no apuramento das responsabilidades e na exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da lei no que se refere ao pagamento do trabalho suplementar realizado nos exames nacionais de 2026.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Participaremos nas lutas da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e da CGTP-IN, exigindo um Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 que responda aos problemas do pa&amp;iacute;s e dos trabalhadores e na defesa de uma Seguran&amp;ccedil;a Social p&amp;uacute;blica e solid&amp;aacute;ria, ao servi&amp;ccedil;o de quem trabalha e n&amp;atilde;o ao servi&amp;ccedil;o dos interesses do setor financeiro e da especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Convocaremos todas as formas de luta que se revelem necess&amp;aacute;rias para que o ano letivo 2026/2027 seja, de facto, um ano de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;As medidas implementadas pelo Governo para responder &amp;agrave; falta de professores n&amp;atilde;o passam de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es paliativas que, longe de resolverem o problema dos milhares de alunos que continuam sem aulas e sem professor, agravam a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino-aprendizagem e de trabalho nas escolas. S&amp;atilde;o medidas que retiram direitos aos alunos e aos professores: n&amp;atilde;o respeitam as redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por idade e tempo de servi&amp;ccedil;o, permitem ultrapassar os limites do n&amp;uacute;mero de alunos por turma, deixam alunos sem os apoios de que necessitam e sobrecarregam os docentes com horas extraordin&amp;aacute;rias. Em vez de atacarem as causas da falta de professores, estas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es procuram apenas gerir a escassez, &amp;agrave; custa da qualidade da Escola P&amp;uacute;blica, dos direitos dos alunos e do desgaste ainda maior dos educadores e professores. S&amp;atilde;o, por isso, exatamente o oposto de uma verdadeira solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queluz, 14 de setembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/conferencia-de-imprensa-abertura-do-ano-letivo-2026-2027</guid></item><item><title>Unidade na Valorização</title><link>https://www.spgl.pt:443/unidade-na-valorizacao</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="2494" height="367" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/cca23adb/673920d6/tira%20mail%20campanha%2026%2027-02.jpg?v=639249916682375648"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/unidade-na-valorizacao</guid></item><item><title>SPGL mantém intervenção junto da UPL - Proposta para resolver a situação dos docentes convidados continua a evoluir e aproxima-se de uma solução positiva.  Exige-se agora a sua implementação.</title><link>https://www.spgl.pt:443/spgl-mantem-intervencao-junto-da-upl</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;SPGL mant&amp;eacute;m interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto da UPL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Proposta para resolver a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes convidados continua a evoluir e aproxima-se de uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva.&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;Exige-se agora a sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No dia nove de setembro, o Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL), Sindicato afeto &amp;agrave; FENPROF, voltou a reunir com o Reitor da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa (UPL) sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes convidados, na sequ&amp;ecirc;ncia dos problemas surgidos no final de julho com as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es propostas para a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos contratos, com graves preju&amp;iacute;zos para os docentes afetados. Esta reuni&amp;atilde;o realizou-se no seguimento do que havia ficado acordado com o Reitor no encontro de 20 de agosto, no qual este se havia comprometido a procurar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os problemas identificados e a voltar a reunir com o SPGL para apresentar os desenvolvimentos entretanto ocorridos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprindo esse compromisso, o Reitor apresentou as linhas mestras de uma proposta que procura responder aos problemas mais imediatos relacionados com a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos contratos dos docentes convidados. Tratava-se ainda de uma proposta parcial, que seria apresentada e discutida com os presidentes das v&amp;aacute;rias escolas na reuni&amp;atilde;o do Conselho Permanente da UPL, a realizar durante a tarde desse mesmo dia, ficando algumas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda a necessitar de solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Segundo o Reitor, esta proposta tornou-se poss&amp;iacute;vel na sequ&amp;ecirc;ncia da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, durante o m&amp;ecirc;s de agosto, dos problemas que afetavam a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um projeto do PRR com grande impacto financeiro para a UPL. Com esses constrangimentos ultrapassados, voltaram a ficar dispon&amp;iacute;veis verbas que tinham sido afetas a garantir a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse projeto. A esta disponibilidade ir&amp;atilde;o acrescer verbas entretanto prometidas para compensar encargos decorrentes de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas, refor&amp;ccedil;ando as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras para apoiar as escolas com maiores dificuldades na renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos contratos dos docentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na proposta que o Reitor apresentou ao SPGL, as escolas poder&amp;atilde;o proceder &amp;agrave;s renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos contratos para o ano letivo de 2026/2027 nos moldes habitualmente praticados: por 12 meses, quando os docentes desempenhem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao longo de todo o ano letivo, e por 6 meses, quando as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sejam exercidas apenas durante um semestre. A proposta prev&amp;ecirc; igualmente que, em regra, sejam mantidas a categoria de equipara&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a percentagem de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o correspondentes &amp;agrave;s fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ao servi&amp;ccedil;o previstos, n&amp;atilde;o devendo o constrangimento financeiro que esteve na origem deste problema determinar a sua redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es dever&amp;atilde;o resultar apenas das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e do servi&amp;ccedil;o efetivamente previstos para cada docente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es representam um avan&amp;ccedil;o importante e mostram que a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o desenvolvida pelo SPGL, atrav&amp;eacute;s do contacto permanente com os docentes, da press&amp;atilde;o junto da Reitoria e da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas concretas, tem contribu&amp;iacute;do para fazer avan&amp;ccedil;ar um processo que, h&amp;aacute; poucas semanas, amea&amp;ccedil;ava causar graves preju&amp;iacute;zos a muitos colegas. Note-se que para os colegas cujos contratos ainda n&amp;atilde;o foram renovados, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o agora apresentada poder&amp;aacute; permitir que a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o se fa&amp;ccedil;a nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que deveriam ter sido asseguradas desde o in&amp;iacute;cio. Subsiste, contudo, o problema dos colegas que, entretanto, ficaram sem contrato. Relativamente ao per&amp;iacute;odo j&amp;aacute; decorrido, foi colocada a dificuldade de n&amp;atilde;o existir enquadramento legal que permita simplesmente repor retroativamente uma contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o que deixou de existir. O SPGL considera que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio continuar a procurar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para estes colegas. Ficou, por isso, agendada uma nova reuni&amp;atilde;o para a tarde de 15 de setembro.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Na pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel conhecer o que resultou da discuss&amp;atilde;o da proposta no Conselho Permanente e quais as medidas que ser&amp;atilde;o efetivamente implementadas, bem como continuar a procurar uma resposta para os colegas que entretanto ficaram sem contrato. Ser&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m retomada a discuss&amp;atilde;o de outras mat&amp;eacute;rias importantes para os docentes da UPL, incluindo a estrat&amp;eacute;gia de abertura de concursos que permita a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na carreira dos docentes que asseguram necessidades permanentes das escolas e algumas das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas este ano no Regulamento de Presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Servi&amp;ccedil;o dos Docentes da UPL, relativamente &amp;agrave;s quais o SPGL tem quest&amp;otilde;es e preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a colocar &amp;agrave; Reitoria.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Sabendo-se que a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es caber&amp;aacute; &amp;agrave;s pr&amp;oacute;prias escolas, torna-se essencial conhecer a forma como as suas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es pretendem proceder &amp;agrave;s renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es e responder &amp;agrave;s situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas dos seus docentes. Nesse sentido, o SPGL ir&amp;aacute; solicitar reuni&amp;otilde;es &amp;agrave;s dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das diferentes escolas da UPL, para acompanhar a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es encontradas e contribuir para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas que ainda subsistam.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Este trabalho continuar&amp;aacute; a ser desenvolvido em estreita liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os docentes. Ap&amp;oacute;s a reuni&amp;atilde;o de 15 de setembro, ser&amp;aacute; realizado um novo plen&amp;aacute;rio sindical on-line para dar conta dos desenvolvimentos, esclarecer d&amp;uacute;vidas e discutir os passos seguintes. Ainda nessa semana, ser&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m realizados plen&amp;aacute;rios presenciais em v&amp;aacute;rias escolas da UPL. Existe uma base comum aos problemas identificados, mas h&amp;aacute; particularidades pr&amp;oacute;prias de cada escola que importa conhecer melhor. Estes plen&amp;aacute;rios permitir&amp;atilde;o ouvir diretamente os docentes sobre as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que os afetam, continuar a identificar os problemas espec&amp;iacute;ficos de cada realidade e preparar de forma mais informada a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato junto das respetivas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Importa ainda saber que o Reitor tamb&amp;eacute;m informou que ir&amp;aacute; promover, ao longo deste ano letivo, uma discuss&amp;atilde;o na UPL sobre as regras e a metodologia a adotar nas renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos contratos dos docentes convidados, com vista &amp;agrave; defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo enquadramento a aplicar a partir do ano letivo de 2027/2028. Para o SPGL, &amp;eacute; fundamental que essa discuss&amp;atilde;o seja feita com tempo, transpar&amp;ecirc;ncia e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes, evitando que volte a repetir-se uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como a verificada este ano.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os desenvolvimentos registados constituem um sinal positivo e mostram a import&amp;acirc;ncia de manter uma interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical firme e persistente, pressionando, apresentando propostas e procurando construir solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas para os problemas dos docentes, como o SPGL tem feito desde o primeiro momento. A mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes e a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso Sindicato permitiram abrir um caminho para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas que, h&amp;aacute; poucas semanas, estavam a provocar graves preju&amp;iacute;zos a muitos colegas. &amp;Eacute; por isso que consideramos que, neste momento, existem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para continuar a apostar na negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e procurar, por esta via, resolver as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ainda permanecem em aberto. O SPGL n&amp;atilde;o abdica, naturalmente, de outras formas de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de luta se estas vierem a revelar-se necess&amp;aacute;rias. Importa agora assegurar que os compromissos assumidos se traduzem em solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas, continuar a ouvir e mobilizar os docentes e intervir junto da Reitoria e das escolas para que nenhum dos problemas identificados fique por resolver.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Este processo mostra que vale a pena estarmos organizados, unidos e mobilizados. &amp;Eacute; com mais participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais sindicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que refor&amp;ccedil;amos a for&amp;ccedil;a do SPGL e a capacidade de defender os direitos, as carreiras e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho de todos.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;strong&gt; Junta-te a n&amp;oacute;s! Sindicaliza-te!&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;em&gt; Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPGL&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/spgl-mantem-intervencao-junto-da-upl</guid></item><item><title>Inauguração da Exposição de Fotografia OUTRAS "ESCOLAS" de Luís Nogueira</title><link>https://www.spgl.pt:443/Imagens/inauguracao-da-exposicao-de-fotografia-outras-escolas-de-luis-nogueira</link><description>Inauguração da Exposição de Fotografia OUTRAS "ESCOLAS" de Luís Nogueira</description><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 12:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/Imagens/inauguracao-da-exposicao-de-fotografia-outras-escolas-de-luis-nogueira</guid></item><item><title>Reserva de Recrutamento 3 – 2026/2027</title><link>https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-3-2026-2027</link><description>&lt;h3 class="title"&gt;Reserva de Recrutamento 3 &amp;ndash; 2026/2027&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser efetuada atrav&amp;eacute;s da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o SIGRHE nos dois primeiros dias &amp;uacute;teis seguintes &amp;agrave; publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na escola deve ocorrer at&amp;eacute; ao terceiro dia &amp;uacute;til seguinte &amp;agrave; data da publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://sigrhe.dgae.medu.pt" target="_blank" rel="noopener"&gt;SIGRHE &amp;ndash; Aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo candidato&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://agse.pt/reserva-de-recrutamento-3-2026-2027/" target="_blank"&gt;Listas &amp;ndash; Reserva de Recrutamento n.&amp;ordm; 3&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-3-2026-2027</guid></item><item><title>Negociação do Contrato Coletivo de Trabalho entre a FENPROF e a CNEF</title><link>https://www.spgl.pt:443/negociacao-do-contrato-coletivo-de-trabalho-entre-a-fenprof-e-a-cnef</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Particular e Cooperativo, Ensino Art&amp;iacute;stico Especializado e Ensino Profissional&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Contrato Coletivo de Trabalho entre a&amp;nbsp;FENPROF e a CNEF&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Desde o final de 2025 que a FENPROF iniciou o processo negocial com a CNEF, tendo em vista a revis&amp;atilde;o do CCT do Ensino Particular e Cooperativo (EPC).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar das v&amp;aacute;rias propostas que fomos apresentando na mesa de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, at&amp;eacute; ao momento apenas foi poss&amp;iacute;vel alcan&amp;ccedil;ar um entendimento relativamente &amp;agrave; contabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 100% de todo o tempo de servi&amp;ccedil;o dos nossos s&amp;oacute;cios, para efeitos de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na carreira; &amp;agrave; reclassifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na carreira dos docentes no m&amp;ecirc;s seguinte ao da obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grau superior ou profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o; &amp;agrave; obrigatoriedade de registar no hor&amp;aacute;rio dos docentes toda a componente letiva e n&amp;atilde;o letiva; ao aumento da dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias em dois dias; &amp;agrave; possibilidade de um trabalhador com filho portador de defici&amp;ecirc;ncia faltar dois dias por ano sem perda de retribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o; e ao acordo para a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas tabelas salariais &amp;mdash; embora a CNEF s&amp;oacute; estivesse dispon&amp;iacute;vel para as aplicar em setembro pr&amp;oacute;ximo nas escolas que n&amp;atilde;o dependam do financiamento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face a esta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e manifestando o seu total desacordo, a FENPROF prop&amp;ocirc;s &amp;agrave; CNEF, em fevereiro passado, a suspens&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; que houvesse conhecimento relativo ao financiamento do Governo a aplicar no pr&amp;oacute;ximo ano letivo nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com contrato de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nas escolas do ensino art&amp;iacute;stico e especializado e nas escolas do ensino profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s v&amp;aacute;rios diplomas legislativos publicados entre junho e agosto, que anunciaram o novo quadro de financiamento para as escolas acima referidas, retomou-se a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no final de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na reuni&amp;atilde;o ocorrida, apesar da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas tabelas salariais, a CNEF apenas se disponibilizou a faz&amp;ecirc;-lo de imediato nas escolas de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial e, de forma faseada nas escolas com contrato de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e escolas profissionais, no que diz respeito &amp;agrave;s turmas financiadas nos escal&amp;otilde;es de 1 a 4.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente &amp;agrave;s escolas profissionais art&amp;iacute;sticas, cujo governo n&amp;atilde;o fez qualquer atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao financiamento, e &amp;agrave;s escolas do ensino art&amp;iacute;stico especializado, em que os contratos de patroc&amp;iacute;nio tiveram uma atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos valores por aluno para o pr&amp;oacute;ximo concurso, a CNEF argumentou que as verbas em causa ainda n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o permitem aumentos salariais, os quais poriam as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira insustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em alternativa, prop&amp;ocirc;s o aumento excecional do per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias para os docentes das escolas que optem por n&amp;atilde;o aplicar as novas tabelas salariais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o obstante a FENPROF considerar importante a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um CCT que regule a profiss&amp;atilde;o e valorize as carreiras nos v&amp;aacute;rios setores, perante este cen&amp;aacute;rio torna-se essencial ouvir os s&amp;oacute;cios quanto ao caminho que devemos trilhar na negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esse efeito, comunicamos a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um plen&amp;aacute;rio nacional do EPC, presencial na sede do SPGL e tamb&amp;eacute;m em formato &lt;em&gt;online&lt;/em&gt;, na &lt;strong&gt;pr&amp;oacute;xima quinta-feira, pelas 16h30h.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Plen&amp;aacute;rio (&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;prazo: 10/09 - 12:30h&lt;/span&gt;) &lt;/strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/100926" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;https://dados.fenprof.pt/100926&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contamos com a tua presen&amp;ccedil;a! &amp;nbsp;A tua opini&amp;atilde;o &amp;eacute; importante!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do EPC&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/negociacao-do-contrato-coletivo-de-trabalho-entre-a-fenprof-e-a-cnef</guid></item><item><title>Plenário sindical on-line de docentes da Universidade Politécnica de Lisboa | 9 de setembro | 17h00</title><link>https://www.spgl.pt:443/plenario-sindical-on-line-de-docentes-da-universidade-politecnica-de-lisboa-9-de-setembro-17h00</link><description>&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) convoca os docentes e investigadores da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Lisboa (UPL) para um&amp;nbsp;plen&amp;aacute;rio sindical on-line, a realizar amanh&amp;atilde;,&amp;nbsp;dia 9 de setembro, entre as 17:00 e as 18:30 horas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este plen&amp;aacute;rio realizar-se-&amp;aacute;&amp;nbsp;na sequ&amp;ecirc;ncia da reuni&amp;atilde;o que o SPGL ter&amp;aacute;, &amp;agrave;s 11:00 horas, com o Reitor da UPL, dando continuidade ao acompanhamento da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores convidados afetados pelas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de trabalho. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No plen&amp;aacute;rio ser&amp;atilde;o&amp;nbsp;apresentadas as conclus&amp;otilde;es da reuni&amp;atilde;o com o Reitor e discutidas as respostas dadas pela Reitoria&amp;nbsp;aos problemas que t&amp;ecirc;m vindo a ser colocados. A partir da&amp;iacute;, faremos o ponto da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e&amp;nbsp;discutiremos coletivamente as medidas a tomar e as formas de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o a desenvolver, caso persistam problemas sem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plen&amp;aacute;rio on-line resulta da reduzida anteced&amp;ecirc;ncia com que a reuni&amp;atilde;o com o Reitor foi marcada, que dificulta a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um plen&amp;aacute;rio presencial. Procuramos, desta forma, criar melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes das diferentes escolas da UPL.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num momento particularmente importante para a defesa dos direitos e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos professores convidados,&amp;nbsp;apelamos &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos e &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste plen&amp;aacute;rio junto dos colegas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aceder ao plen&amp;aacute;rio on-line nesta liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&amp;nbsp;&lt;a href="https://us06web.zoom.us/j/86136039057&amp;nbsp;" target="_blank"&gt;https://us06web.zoom.us/j/86136039057&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sauda&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento de Ensino Superior do SPGL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="1754" height="2481" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/20da640a/fabe0055/cartaz%20plenario%202026.09.09%20UPL_page-0001.jpg?v=639245045939816488"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 21:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/plenario-sindical-on-line-de-docentes-da-universidade-politecnica-de-lisboa-9-de-setembro-17h00</guid></item><item><title>Reserva de Recrutamento 02: FENPROF denuncia falhas na validação de horários e exige responsabilidades ao MECI e à AGSE</title><link>https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-02-fenprof-denuncia-falhas-na-validacao-de-horarios-e-exige-responsabilidades-ao-meci-e-a-agse</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Reserva de Recrutamento 02:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF denuncia falhas na valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios e exige responsabilidades ao MECI e &amp;agrave; AGSE&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;FENPROF denuncia novas falhas no processo de Reserva de Recrutamento 02 (RR02), relacionadas com a valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios pelas escolas e agrupamentos, e exige do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel e &amp;agrave; altura da miss&amp;atilde;o que lhe est&amp;aacute; atribu&amp;iacute;da.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas &amp;uacute;ltimas horas, chegaram &amp;agrave; FENPROF relatos de&amp;nbsp;diversos agrupamentos e escolas que procederam atempadamente ao lan&amp;ccedil;amento dos hor&amp;aacute;rios na plataforma, cumprindo os procedimentos que lhes foram exigidos, sem que, contudo, esses hor&amp;aacute;rios tenham sido&amp;nbsp;devidamente validados dentro dos prazos necess&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As consequ&amp;ecirc;ncias desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o graves. Por um lado,&amp;nbsp;atrasam coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es de docentes de que as escolas necessitam, contribuindo para prolongar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de falta de professores e para prejudicar o normal funcionamento das escolas. Por outro,&amp;nbsp;prejudicam diretamente docentes&amp;nbsp;que acabaram por ser colocados em hor&amp;aacute;rios menos favor&amp;aacute;veis e, em alguns casos,&amp;nbsp;a largas dezenas de quil&amp;oacute;metros das suas resid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que professores e escolas sejam chamados a suportar as consequ&amp;ecirc;ncias de falhas que n&amp;atilde;o lhes s&amp;atilde;o imput&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera particularmente grave que, depois de sucessivos problemas na gest&amp;atilde;o dos procedimentos de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes,&amp;nbsp;MECI e AGSE continuem a transferir para plataformas tecnol&amp;oacute;gicas responsabilidades que exigem acompanhamento, compet&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica e, sobretudo, responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tecnologia pode agilizar procedimentos, mas&amp;nbsp;n&amp;atilde;o substitui a responsabilidade de quem organiza, gere e supervisiona esses procedimentos. Quando uma escola lan&amp;ccedil;a atempadamente um hor&amp;aacute;rio e este n&amp;atilde;o &amp;eacute; validado em tempo &amp;uacute;til, o problema n&amp;atilde;o est&amp;aacute; na escola nem no professor. Est&amp;aacute; no sistema e em quem tem a responsabilidade de o fazer funcionar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais uma vez, fica demonstrado que&amp;nbsp;a tecnologia, sem organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, compet&amp;ecirc;ncia e responsabilidade, n&amp;atilde;o resolve problemas: pode, pelo contr&amp;aacute;rio, ampli&amp;aacute;-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a FENPROF, esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; mais um exemplo das consequ&amp;ecirc;ncias do&amp;nbsp;desmantelamento de estruturas e servi&amp;ccedil;os do MECI e da sua crescente incapacidade para assegurar uma resposta t&amp;eacute;cnica e administrativa eficaz &amp;agrave;s necessidades das escolas. A sucessiva transfer&amp;ecirc;ncia de responsabilidades, a indefini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compet&amp;ecirc;ncias e a insufici&amp;ecirc;ncia de recursos humanos n&amp;atilde;o podem continuar a ser apresentadas como moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige, por isso, que o MECI e a AGSE:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;identifiquem imediatamente todos os hor&amp;aacute;rios lan&amp;ccedil;ados atempadamente pelas escolas que n&amp;atilde;o foram validados dentro dos prazos previstos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;procedam &amp;agrave;&amp;nbsp;corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que tenham prejudicado escolas e docentes, garantindo que nenhum professor seja penalizado por uma falha que n&amp;atilde;o lhe &amp;eacute; imput&amp;aacute;vel;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;esclare&amp;ccedil;am publicamente&amp;nbsp;quantos hor&amp;aacute;rios foram afetados, quais as raz&amp;otilde;es para a sua n&amp;atilde;o valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada e quem assumir&amp;aacute; a responsabilidade pelas consequ&amp;ecirc;ncias produzidas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;adotem medidas para impedir que situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes voltem a ocorrer nas pr&amp;oacute;ximas reservas de recrutamento;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;garantam &amp;agrave;s escolas&amp;nbsp;apoio t&amp;eacute;cnico efetivo e capacidade de resposta atempada, em vez de as confrontarem com plataformas que n&amp;atilde;o asseguram, por si s&amp;oacute;, o funcionamento adequado dos procedimentos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que professores sejam colocados longe das suas resid&amp;ecirc;ncias ou que escolas continuem sem os docentes de que necessitam por&amp;nbsp;falhas administrativas e t&amp;eacute;cnicas da responsabilidade dos servi&amp;ccedil;os do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Governo tem de assumir que&amp;nbsp;governar a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas disponibilizar plataformas digitais. &amp;Eacute; garantir que estas funcionam, que existem trabalhadores e servi&amp;ccedil;os capazes de as acompanhar e que, perante uma falha, h&amp;aacute; quem assuma responsabilidades e corrija os preju&amp;iacute;zos causados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF condena, assim, a forma como MECI e AGSE est&amp;atilde;o a conduzir este processo&amp;nbsp;e exige uma mudan&amp;ccedil;a imediata de atitude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As escolas precisam de professores. Os professores precisam de procedimentos justos. E a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa de um Minist&amp;eacute;rio que assuma as suas responsabilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:40:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/reserva-de-recrutamento-02-fenprof-denuncia-falhas-na-validacao-de-horarios-e-exige-responsabilidades-ao-meci-e-a-agse</guid></item><item><title>2.ª Reserva de Recrutamento 2026/2027</title><link>https://www.spgl.pt:443/2-a-reserva-de-recrutamento-2026-2027</link><description>&lt;h2&gt;2.&amp;ordf; Reserva de Recrutamento 2026/2027&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis para consulta as listas da 2.&amp;ordf; Reserva de Recrutamento 2026/2027&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser efetuada atrav&amp;eacute;s da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o SIGRHE nos dois primeiros dias &amp;uacute;teis seguintes &amp;agrave; publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na escola deve ocorrer at&amp;eacute; ao terceiro dia &amp;uacute;til seguinte &amp;agrave; data da publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://agse.pt/reserva-de-recrutamento-2-2026-2027/" target="_blank"&gt;Listas &amp;ndash; Reserva de Recrutamento n.&amp;ordm; 2&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:34:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/2-a-reserva-de-recrutamento-2026-2027</guid></item><item><title>Abertura do Ano Letivo | Estudo sobre condições de funcionamento existentes</title><link>https://www.spgl.pt:443/abertura-do-ano-letivo-estudo-sobre-condicoes-de-funcionamento-existentes</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Abertura do Ano Letivo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Estudo sobre condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento existentes&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF est&amp;aacute; a proceder a um trabalho de verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nas escolas para o arranque de mais um ano letivo (2026/2027). Este ano, tendo em conta que se perspetivam mudan&amp;ccedil;as que implicam um cada vez maior investimento na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento nos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino, entendeu a FENPROF que &amp;eacute; importante conhecer particularidades que podem ser determinantes para a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pr&amp;oacute;ximo Or&amp;ccedil;amento do Estado, designadamente ao governo e aos partidos com assento parlamentar. Esperamos, por isso, poder contar com a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas nesta recolha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esperamos, por isso, poder contar com a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas nesta recolha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/91000/500/70/3/inquerito%20abertura%20ano%20escolar.pdf" target="_blank"&gt;Descarregar Inqu&amp;eacute;rito&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1000" height="707" src="/Media/Default/_Profiles/12cc263b/975f79b0/inquerito%20abertura%20ano%20escolar_page-0001.jpg?v=639240405631604639"&gt; &lt;img width="1000" height="707" src="/Media/Default/_Profiles/12cc263b/975f79b0/inquerito%20abertura%20ano%20escolar_page-0002.jpg?v=639240405632385881"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 12:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/abertura-do-ano-letivo-estudo-sobre-condicoes-de-funcionamento-existentes</guid></item></channel></rss>