<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Destaques</title><link>https://www.spgl.pt:443/Contents/Item/Display/7552</link><description>Destaques</description><item><title>Encerramento unilateral do processo negocial sobre a revisão do Decreto-Lei n.º 80-A/2023 é inadmissível! FENPROF pondera requerer negociação suplementar</title><link>https://www.spgl.pt:443/encerramento-unilateral-do-processo-negocial-sobre-a-revisao-do-decreto-lei-n-o-80-a-2023-e-inadmissivel-fenprof-pondera-requerer-negociacao-suplementar</link><description>&lt;h3&gt;Encerramento unilateral do processo negocial sobre a revis&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 80-A/2023&amp;nbsp;&amp;eacute; inadmiss&amp;iacute;vel! FENPROF pondera requerer negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera inadmiss&amp;iacute;vel a decis&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) de pretender dar por conclu&amp;iacute;do, de forma inopinada e unilateral, o processo negocial relativo &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 80-A/2023, de 6 de setembro, mantendo inalterada a proposta anteriormente apresentada &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais; sublinhe-se, t&amp;atilde;o s&amp;oacute; apresentada porque,&amp;nbsp;sobre as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e contrapropostas avan&amp;ccedil;adas pela FENPROF, n&amp;atilde;o houve discuss&amp;atilde;o, nem qualquer resposta fundamentada &amp;agrave;s propostas de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentadas pela FENPROF, muito menos qualquer esfor&amp;ccedil;o para procurar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compromisso por parte do MECI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o comunicada pelo Minist&amp;eacute;rio, na sequ&amp;ecirc;ncia da reuni&amp;atilde;o de 27 de outubro &amp;ndash; em que apenas foi apresentada a proposta do governo, supostamente para ser negociada &amp;ndash;, sem que tenha sido apresentada qualquer fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pareceres e das propostas de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o remetidos pelas estruturas sindicais, de manter intacta a proposta governamental, constitui mais uma desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o inaceit&amp;aacute;vel do papel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e do direito das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores e, portanto deles pr&amp;oacute;prios, a participarem na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mat&amp;eacute;rias que dizem respeito &amp;agrave;s suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, &amp;agrave; sua carreira e ao exerc&amp;iacute;cio, neste caso, da profiss&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo insiste em ignor&amp;aacute;-lo, mas&lt;strong&gt; a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser uma mera formalidade, nem serve para legitimar decis&amp;otilde;es j&amp;aacute; por si tomadas.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Negociar pressup&amp;otilde;e disponibilidade para ouvir, ponderar os argumentos apresentados, acolher propostas e procurar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compromisso. Encerrar unilateralmente um processo negocial, sem que as quest&amp;otilde;es suscitadas pelas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais tenham sido discutidas e resolvidas, contraria o esp&amp;iacute;rito e os princ&amp;iacute;pios que devem orientar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre o governo e os representantes dos trabalhadores; contraria grosseiramente o princ&amp;iacute;pio da boa-f&amp;eacute; que a pr&amp;oacute;pria Lei formula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF recorda que o direito &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho tem consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional, designadamente nos artigos 55.&amp;ordm; e 56.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa. N&amp;atilde;o &amp;eacute;, por isso, aceit&amp;aacute;vel que o governo se escude na alegada necessidade de uma resposta c&amp;eacute;lere para justificar o esvaziamento que promove de um direito fundamental dos trabalhadores e das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais grave ainda &amp;eacute; que esta decis&amp;atilde;o incida sobre uma mat&amp;eacute;ria com consequ&amp;ecirc;ncias profundas no funcionamento das escolas, na estabilidade dos seus quadros docentes e na qualidade do servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o governo pretende impor n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o indiferentes aos direitos dos professores, &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que exercem a sua profiss&amp;atilde;o, &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu estatuto, ou, n&amp;atilde;o menos importante e sens&amp;iacute;vel, &amp;agrave; garantia de uma resposta educativa de qualidade aos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escassez de professores e as dificuldades de recrutamento e vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o podem servir de pretexto para desvalorizar a profiss&amp;atilde;o docente, fragilizar os requisitos de habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a doc&amp;ecirc;ncia, ou desconsiderar os direitos profissionais e laborais dos professores. Como a FENPROF n&amp;atilde;o se tem cansado de sublinhar, a resposta &amp;agrave; falta de docentes exige medidas estruturais que valorizem a profiss&amp;atilde;o, promovam a estabilidade e assegurem que os alunos t&amp;ecirc;m professores devidamente qualificados e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para desenvolverem as suas aprendizagens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF contesta, em particular, qualquer solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, a pretexto de responder &amp;agrave;s necessidades de recrutamento, reduza as exig&amp;ecirc;ncias de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica para o exerc&amp;iacute;cio da doc&amp;ecirc;ncia ou alargue indiscriminadamente o recurso &amp;agrave; habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria. No 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico, a exig&amp;ecirc;ncia deve ser ainda mais clara: n&amp;atilde;o pode ser desvalorizada a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional espec&amp;iacute;fica que habilita para a doc&amp;ecirc;ncia neste n&amp;iacute;vel de ensino, nem normalizada a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores profissionalmente qualificados por candidatos sem essa prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; que come&amp;ccedil;ar por criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que aos docentes profissionalizados que ainda est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis sejam dadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para lecionar e avan&amp;ccedil;ar num quadro de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que atraia os que abandonaram a profiss&amp;atilde;o e que incentive os mais jovens a escolh&amp;ecirc;-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera igualmente inaceit&amp;aacute;vel que o Minist&amp;eacute;rio procure remeter para as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente a discuss&amp;atilde;o de quest&amp;otilde;es que integram o objeto espec&amp;iacute;fico do processo negocial que o MECI quer encerrar precipitadamente. A abertura de outros espa&amp;ccedil;os negociais n&amp;atilde;o substitui nem sana a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de negociar efetivamente as mat&amp;eacute;rias em discuss&amp;atilde;o no &amp;acirc;mbito da revis&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 80-A/2023.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A recorr&amp;ecirc;ncia destas manobras, concomitante com a total aus&amp;ecirc;ncia de respostas estruturais para o problema da falta de professores, que se agrava, assim, de dia para dia, revela uma estrat&amp;eacute;gia de esvaziamento da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, como tamb&amp;eacute;m uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara com vista &amp;agrave; funcionariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e &amp;agrave; aniquila&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um sistema de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;p&amp;uacute;blica&amp;nbsp;e&amp;nbsp;de qualidade para todos. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante esta atitude do governo, a FENPROF n&amp;atilde;o abdica de defender os direitos dos professores, nem de exigir o respeito pelas regras e princ&amp;iacute;pios da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Nesse sentido, e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;conforme j&amp;aacute; transmitiu ao Ministro e ao Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, est&amp;aacute; a ponderar requerer a abertura de um processo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, nos termos legalmente previstos, por considerar que as mat&amp;eacute;rias em discuss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o foram objeto de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva, que as propostas de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentadas pelas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais n&amp;atilde;o foram devidamente discutidas e que o MECI n&amp;atilde;o apresentou qualquer justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a sua rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige, assim, que o governo abandone a l&amp;oacute;gica de decis&amp;otilde;es unilaterais e assuma uma postura de di&amp;aacute;logo, abertura e respeito institucional, em conson&amp;acirc;ncia com o quadro constitucional e legal e com os direitos dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva n&amp;atilde;o &amp;eacute; um obst&amp;aacute;culo &amp;agrave; resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;Eacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel para encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es justas, sustent&amp;aacute;veis e respeitadoras dos direitos de quem trabalha nas escolas e dos interesses de quem nelas aprende.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;A FENPROF continuar&amp;aacute; a intervir em defesa dos professores, da sua dignidade profissional e dos seus direitos, mas tamb&amp;eacute;m em defesa dos alunos, das fam&amp;iacute;lias e da qualidade da Escola P&amp;uacute;blica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 5 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 17:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/encerramento-unilateral-do-processo-negocial-sobre-a-revisao-do-decreto-lei-n-o-80-a-2023-e-inadmissivel-fenprof-pondera-requerer-negociacao-suplementar</guid></item><item><title>Apresentação do OE2027 | FENPROF em frente à Assembleia da República exige respostas para os problemas da Educação e da Ciência</title><link>https://www.spgl.pt:443/apresentacao-do-oe2027-fenprof-em-frente-a-assembleia-da-republica-exige-respostas-para-os-problemas-da-educacao-e-da-ciencia</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do OE2027&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF em frente &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica exige respostas para os problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No dia em que Fernando Alexandre apresenta o Or&amp;ccedil;amento para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Parlamento, a FENPROF promoveu uma concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em frente &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, para denunciar a falta de respostas da proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 aos principais problemas do setor e para exigir um investimento efetivo na Escola P&amp;uacute;blica, no Ensino Superior e na Ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na abertura da iniciativa, o Secret&amp;aacute;rio-geral da FENPROF Francisco Gon&amp;ccedil;alves resumiu as principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos professores, educadores e investigadores em tr&amp;ecirc;s vetores fundamentais: a requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede escolar; a necessidade de aumentar o investimento na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva, e, ainda, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="4t9d7nvkjp91g1edghyga31251"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/NdazIwqGrXg?si=Us0Yg7RKgNr8Q3DB" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a FENPROF, n&amp;atilde;o basta anunciar aumentos nominais ou justificar op&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais com o fim de programas de financiamento tempor&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio assumir uma pol&amp;iacute;tica de investimento p&amp;uacute;blico que valorize os profissionais, garanta condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e defenda uma Escola P&amp;uacute;blica de qualidade, inclusiva e democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, no final da concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Secret&amp;aacute;rio-geral Jos&amp;eacute; Feliciano Costa sublinhou que a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o congelado n&amp;atilde;o resolveu a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial e a perda de poder de compra que afetaram os professores, educadores e investigadores nos &amp;uacute;ltimos anos. Problemas que s&amp;atilde;o comuns aos restantes trabalhadores da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e que levam a FENPROF a aderir &amp;agrave; greve convocada pela Frente Comum para o dia 20 de novembro, entre outras inciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/XyBSaGiUln4?si=vwNv1UkC54Qq5Y46" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;
&lt;div class="field field-type-htmlfield field-name-editor-content"&gt;
&lt;p&gt;Nesta inciativa, foi sendo tra&amp;ccedil;ado um retrato das dificuldades sentidas e apresentadas as principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos professores e educadores, com interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dirigentes dos diferentes setores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros e as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es inscritos na proposta or&amp;ccedil;amental contrariam a propaganda governamental: o financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua muito aqu&amp;eacute;m das necessidades do sistema educativo e das recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais, mantendo-se a tend&amp;ecirc;ncia de afastamento da meta de investimento de 6% do PIB, prescrita por diferentes organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Ensino Superior, na Ci&amp;ecirc;ncia e na Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o persistem, tamb&amp;eacute;m, s&amp;eacute;rias preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, designadamente quanto &amp;agrave; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa global prevista, &amp;agrave; falta de estabilidade no financiamento e &amp;agrave; aus&amp;ecirc;ncia de garantias para o refor&amp;ccedil;o do emprego cient&amp;iacute;fico e o combate &amp;agrave; precariedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta continua igualmente sem dar respostas consistentes a problemas que se arrastam h&amp;aacute; anos: a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e dos sal&amp;aacute;rios dos docentes, op&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundamental para combater o grave problema de escassez de professores, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o a precariedade dos v&amp;iacute;nculos e a insufici&amp;ecirc;ncia de recursos para responder &amp;agrave;s necessidades dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a FENPROF vai aderir &amp;agrave; greve dos trabalhadores da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica convocada pela Frente Comum para o dia 20 de novembro. No dia 21 de novembro, os professores, educadores e investigadores ir&amp;atilde;o participar na manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional da CGTP-IN e, no dia 24 de novembro, dia da vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o final global do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027, estar&amp;atilde;o com os restantes trabalhadores em frente &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o promovida pela CGTP-IN.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 4 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h4 id="widget-48zhnd9520brj41gx3kdmm3hwr" class="flow-title"&gt;OE 2027: Dossier reivindicativo da FENPROF&lt;/h4&gt;
&lt;div class="widget widget-lista-ficheiros widget-align-left widget-size-100"&gt;&lt;hr class="bg-primary"&gt;
&lt;div class="field field-type-mediafield field-name-lista-ficheiros-ficheiros"&gt;&lt;span class="name"&gt;Ficheiros&lt;/span&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/42EA63AFDC48919DCD701855E3E29376/1-monodocencias.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Monodoc&amp;ecirc;ncias&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/FFCD1F9C0086EE383291FD3C0F653C6C/2-ed-pre-escolar.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/566A69F153350455FFFB29DCAC79041A/3-1ceb.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/093A7FF8F6D4BF21680F184EDE276970/4-2_3ceb-e-sec.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; Ciclos do Ensino B&amp;aacute;sico e Ensino Secund&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/DC2E1B9007FB73FE4E85967A83743BA0/carta-reivindicativa-encontro-2-3ceb-es-10-11-2023.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Carta Reivindicativa do 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; Ciclos do Ensino B&amp;aacute;sico e Ensino Secund&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/BB550E71FE8CE33B9710E9A98EF9F252/4a-profissionalizacao-em-servico.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/164E55B00604FD4250CB63C4E7BA2B9E/5-educacao-inclusiva.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/B7A8812DD6296685C39266C700A9C24A/6-professores-aposentados.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Professores Aposentados&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/8A53649CA6430C393A14B0623DB7E94C/7-ensino-superior-e-ciencia.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/27A18C87068D5C72B8E6E8643F3D5E06/fp-121-deputados-ar-violacao-das-normas-e-principios-legais-da-negociacao-coletiva-03-11-26.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Of&amp;iacute;cio aos grupos parlamentares sobre a viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas e princ&amp;iacute;pios legais da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva pelo governo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 10:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/apresentacao-do-oe2027-fenprof-em-frente-a-assembleia-da-republica-exige-respostas-para-os-problemas-da-educacao-e-da-ciencia</guid></item><item><title>Novo regime de concursos agrava a precariedade e não resolve a falta de professores | FENPROF critica opções do Governo e recorda que pediu ao Presidente da República que não promulgasse o diploma</title><link>https://www.spgl.pt:443/novo-regime-de-concursos-agrava-a-precariedade-e-nao-resolve-a-falta-de-professores-fenprof-critica-opcoes-do-governo-e-recorda-que-pediu-ao-presidente-da-republica-que-nao-promulgasse-o-diploma</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Novo regime de concursos agrava a precariedade e n&amp;atilde;o resolve a falta de professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF critica op&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Governo e recorda que pediu ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que n&amp;atilde;o promulgasse o diploma&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Foi publicado, em Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 209/2026, de 3 de novembro, que estabelece o novo regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes. A FENPROF considera que este diploma n&amp;atilde;o responde &amp;agrave;s causas da falta de professores e, pelo contr&amp;aacute;rio, agrava a precariedade e condiciona a mobilidade dos docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem afirmado que a falta de professores resulta de anos de desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o, de baixos sal&amp;aacute;rios, de precariedade e de m&amp;aacute;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho &amp;mdash; problemas que o novo regime n&amp;atilde;o enfrenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais preocupantes, a FENPROF destaca:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O fim da Vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Din&amp;acirc;mica, mantendo-se inalterada uma norma-trav&amp;atilde;o que se tem revelado incapaz de garantir a vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muitos docentes que respondem a necessidades permanentes das escolas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A admiss&amp;atilde;o de docentes sem habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional para ocupar vagas de quadro, sem que o diploma garanta o acesso &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica ou crie condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a sua conclus&amp;atilde;o. Estes docentes ficam sujeitos a contratos a termo resolutivo e disp&amp;otilde;em de um prazo m&amp;aacute;ximo de tr&amp;ecirc;s anos letivos para obter a habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, sob pena de n&amp;atilde;o consolidarem o v&amp;iacute;nculo e de o contrato caducar no final do ano escolar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das prioridades no PCeC, que passa a estabelecer uma ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o diferenciada dos docentes de carreira em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu lugar de provimento (QA/QE ou QZP) e da sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o QZP a que concorrem, condicionando as suas possibilidades de mobilidade e de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho: quando a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; inferior a Bom, n&amp;atilde;o releva para a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o o tempo de servi&amp;ccedil;o prestado no per&amp;iacute;odo imediatamente seguinte, de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o igual &amp;agrave; do per&amp;iacute;odo avaliativo, at&amp;eacute; que seja obtida nova avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o inferior a Bom.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A remiss&amp;atilde;o para portaria de mat&amp;eacute;rias estruturantes, incluindo as regras de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prefer&amp;ecirc;ncias, deixando para regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior &amp;ndash; e furtando-se &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;ndash; decis&amp;otilde;es que condicionam diretamente as escolhas e a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF recorda que, perante o desrespeito pelas regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, solicitou formalmente ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que n&amp;atilde;o promulgasse o diploma, considerando que este n&amp;atilde;o reunia condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para tal. O diploma foi, contudo, promulgado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A agiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos concursos n&amp;atilde;o cria professores nem resolve os problemas que afastam profissionais da doc&amp;ecirc;ncia. A FENPROF continuar&amp;aacute; a defender um regime de concursos nacional, transparente e justo, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, a estabilidade no emprego e melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. &amp;Eacute; por a&amp;iacute; que passa uma resposta efetiva &amp;agrave; falta de professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 4 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 16:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/novo-regime-de-concursos-agrava-a-precariedade-e-nao-resolve-a-falta-de-professores-fenprof-critica-opcoes-do-governo-e-recorda-que-pediu-ao-presidente-da-republica-que-nao-promulgasse-o-diploma</guid></item><item><title>Em defesa do direito constitucional à habitação e pelo fim da repressão de manifestações pacíficas</title><link>https://www.spgl.pt:443/em-defesa-do-direito-constitucional-a-habitacao-e-pelo-fim-da-repressao-de-manifestacoes-pacificas</link><description>&lt;h3&gt;&lt;b&gt;&lt;span data-olk-copy-source="MessageBody"&gt;Em defesa do direito constitucional &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo fim da repress&amp;atilde;o de manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) expressa a sua mais viva condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o perante o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a por parte das for&amp;ccedil;as de seguran&amp;ccedil;a contra todas as manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas em defesa do direito constitucional &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente as que t&amp;ecirc;m tido lugar na &amp;aacute;rea de influ&amp;ecirc;ncia do SPGL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Exige-se o cabal e urgente apuramento de todas as responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, no que diz respeito &amp;agrave;s ordens e decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. A repress&amp;atilde;o e a viol&amp;ecirc;ncia institucional n&amp;atilde;o podem servir para abafar ou encobrir a justa indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular perante o drama social que se vive no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A crise do acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, no contexto do brutal aumento do custo de vida, atingiu contornos insustent&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria desenfreada e a sobreposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da l&amp;oacute;gica do lucro &amp;agrave;s necessidades sociais est&amp;atilde;o a sufocar o pa&amp;iacute;s, afetando dramaticamente os trabalhadores&amp;nbsp;e as fam&amp;iacute;lias, designadamente a juventude e&amp;nbsp;popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o idosa. Para milhares de professores, educadores e investigadores, frequentemente deslocados das suas &amp;aacute;reas de resid&amp;ecirc;ncia, assim como para os jovens que veem adiada a sua autonomia e a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus projetos de vida, encontrar uma casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis tornou-se uma miss&amp;atilde;o quase imposs&amp;iacute;vel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relembramos que a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma mercadoria: &amp;eacute; um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna. As pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas n&amp;atilde;o podem continuar subordinadas aos interesses do mercado imobili&amp;aacute;rio enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e acess&amp;iacute;vel se mant&amp;eacute;m manifestamente insuficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPGL reafirma a sua solidariedade incondicional para com todos aqueles que, de forma pac&amp;iacute;fica e democr&amp;aacute;tica, saem &amp;agrave; rua para defender uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel. Exigimos do Governo respostas pol&amp;iacute;ticas concretas, medidas efetivas e o pleno respeito pelos direitos fundamentais de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 4 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPGL&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Nov 2026 16:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/em-defesa-do-direito-constitucional-a-habitacao-e-pelo-fim-da-repressao-de-manifestacoes-pacificas</guid></item><item><title>OE 2027 | FENPROF reúne com grupos parlamentares para apresentar as suas principais reivindicações para a Educação e a Ciência</title><link>https://www.spgl.pt:443/oe-2027-fenprof-reune-com-grupos-parlamentares-para-apresentar-as-suas-principais-reivindicacoes-para-a-educacao-e-a-ciencia</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;OE 2027&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF re&amp;uacute;ne com grupos parlamentares para apresentar as suas principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/h3&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;
&lt;div class="field field-type-htmlfield field-name-editor-content"&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/7m0YfDoU7mE?si=Qpf1fvf10u49BdjM" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estando em discuss&amp;atilde;o a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027, a FENPROF solicitou a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reuni&amp;atilde;o com os v&amp;aacute;rios grupos parlamentares e deputados/as &amp;uacute;nicos/as da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, com o objetivo de dar a conhecer a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativamente &amp;agrave; proposta apresentada, bem como as suas principais preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a Ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a FENPROF reuniu com os grupos parlamentares do PCP, PSD e CDS-PP e com o deputado do BE, ainda antes do debate do Or&amp;ccedil;amento do Estado para o setor com a presen&amp;ccedil;a do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, agendado para esta quarta-feira, 4 de novembro. O grupo parlamentar da IL solicitou o envio dos documentos para aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, visto n&amp;atilde;o ter disponibilidade para o agendamento de uma reuni&amp;atilde;o, aguardando-se, ainda, a resposta de PS, LIVRE, PAN e JPP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessas reuni&amp;otilde;es, a FENPROF tem afirmado que a proposta or&amp;ccedil;amental apresentada n&amp;atilde;o acautela o investimento necess&amp;aacute;rio para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras dos educadores, professores e investigadores, nem traduz o compromisso que &amp;eacute; indispens&amp;aacute;vel com a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica e da Ci&amp;ecirc;ncia e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Neste sentido, entende ser fundamental que a discuss&amp;atilde;o do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 permita acolher e refletir as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos investigadores e dos profissionais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrav&amp;eacute;s da previs&amp;atilde;o das medidas e das verbas necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras, &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e ao refor&amp;ccedil;o do investimento na Escola P&amp;uacute;blica, incluindo no Ensino Superior, e na Ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No &amp;acirc;mbito destas reuni&amp;otilde;es, a FENPROF procedeu igualmente &amp;agrave; apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entrega de um dossier que re&amp;uacute;ne as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais e as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas dos diferentes setores representados pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dando a conhecer as medidas que considera essenciais e que defende que encontrem express&amp;atilde;o concreta no Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027, e que ser&amp;aacute; enviado a todos os partidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 4 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="widget widget-lista-ficheiros widget-align-left widget-size-100"&gt;&lt;hr class="bg-primary"&gt;
&lt;div class="field field-type-mediafield field-name-lista-ficheiros-ficheiros"&gt;&lt;span class="name"&gt;Ficheiros&lt;/span&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/42EA63AFDC48919DCD701855E3E29376/1-monodocencias.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Monodoc&amp;ecirc;ncia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/FFCD1F9C0086EE383291FD3C0F653C6C/2-ed-pre-escolar.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/566A69F153350455FFFB29DCAC79041A/3-1ceb.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/093A7FF8F6D4BF21680F184EDE276970/4-2_3ceb-e-sec.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; Ciclos do Ensino B&amp;aacute;sico e Ensino Secund&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/DC2E1B9007FB73FE4E85967A83743BA0/carta-reivindicativa-encontro-2-3ceb-es-10-11-2023.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Carta Reivindicativa 2/3 CEB e Secund&amp;aacute;rio&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/BB550E71FE8CE33B9710E9A98EF9F252/4a-profissionalizacao-em-servico.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/164E55B00604FD4250CB63C4E7BA2B9E/5-educacao-inclusiva.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/B7A8812DD6296685C39266C700A9C24A/6-professores-aposentados.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Docentes Aposentados&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/8A53649CA6430C393A14B0623DB7E94C/7-ensino-superior-e-ciencia.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/27A18C87068D5C72B8E6E8643F3D5E06/fp-121-deputados-ar-violacao-das-normas-e-principios-legais-da-negociacao-coletiva-03-11-26.pdf" target="_blank" class="text-break"&gt;Of&amp;iacute;cio sobre a viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas e princ&amp;iacute;pios legais da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="750" height="563" src="/Media/Default/_Profiles/e223c6c4/f57462ae/oe27_gp_pcp1.jpg?v=639293989858094414"&gt; &lt;img width="750" height="563" src="/Media/Default/_Profiles/e223c6c4/f57462ae/oe27_be2.jpg?v=639293989858719288"&gt; &lt;img width="750" height="563" src="/Media/Default/_Profiles/e223c6c4/f57462ae/oe27_gp_cds3.jpg?v=639293989859344275"&gt; &lt;img width="750" height="563" src="/Media/Default/_Profiles/e223c6c4/f57462ae/oe27_gp_psd2.jpg?v=639293989859969281"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Wed, 04 Nov 2026 14:15:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/oe-2027-fenprof-reune-com-grupos-parlamentares-para-apresentar-as-suas-principais-reivindicacoes-para-a-educacao-e-a-ciencia</guid></item><item><title>Concentração «CGA: Não é erro! É intenção!» (Fenprof/Frente Comum)</title><link>https://www.spgl.pt:443/cga-concentracao-cga-nao-e-erro-e-intencao-fenprof-frente-comum</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;laquo;CGA: N&amp;atilde;o &amp;eacute; erro! &amp;Eacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&amp;raquo; (FENPROF/Frente Comum)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;FENPROF e a Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica realizaram uma Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em frente ao Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, sob o mote &amp;laquo;CGA: N&amp;atilde;o &amp;eacute; erro! &amp;Eacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&amp;raquo;. A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o contou com a presen&amp;ccedil;a dos Secret&amp;aacute;rios-Gerais da FENPROF, Francisco Gon&amp;ccedil;alves e Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, o Coordenador da Frente Comum, Sebasti&amp;atilde;o Santana, e o Secret&amp;aacute;rio-Geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa denunciou o prop&amp;oacute;sito da CGA de reduzir o valor de quase 3000 pens&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, anteriormente atribu&amp;iacute;das, e repudiou a exig&amp;ecirc;ncia de devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas que agora diz terem sido pagas em excesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais rejeitam a narrativa oficial de um suposto "erro" de parametriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o cometido pela CGA, sustentando que est&amp;aacute; em curso uma nova e abusiva reinterpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da f&amp;oacute;rmula de c&amp;aacute;lculo definida em maio de 2007. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta pr&amp;aacute;tica desrespeita diretamente o ponto 4 do artigo 63.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa, que estabelece expressamente que todo o tempo de trabalho contribui para o c&amp;aacute;lculo das pens&amp;otilde;es de velhice e invalidez. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Perante este atropelo aos direitos dos aposentados, a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de protesto agora convocada exigiu o fim dos cortes, o cancelamento das notifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o pagamento integral do valor correto das reformas a que os trabalhadores t&amp;ecirc;m direito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spgl.pt/Imagens/concentracao-cga-nao-e-erro-e-intencao-fenprof-frente-comum" target="_blank"&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF, Jos&amp;eacute; Feliciano Costa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/klRAhHooS3s?si=2xlWD0LwJCw-3yWu" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 03 Nov 2026 14:20:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/cga-concentracao-cga-nao-e-erro-e-intencao-fenprof-frente-comum</guid></item><item><title>FENPROF exige outra política de financiamento da ciência</title><link>https://www.spgl.pt:443/fenprof-exige-outra-politica-de-financiamento-da-ciencia</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Projetos I&amp;amp;D em todos os Dom&amp;iacute;nios Cient&amp;iacute;ficos 2025: 85% das candidaturas ficam sem financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF exige outra pol&amp;iacute;tica de financiamento da ci&amp;ecirc;ncia&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Os resultados provis&amp;oacute;rios do Concurso de Projetos de I&amp;amp;D em todos os Dom&amp;iacute;nios Cient&amp;iacute;ficos 2025, divulgados pela FCT em 28 de outubro de 2026, exp&amp;otilde;em o subfinanciamento da ci&amp;ecirc;ncia em Portugal. No principal concurso nacional de financiamento da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apenas 720 das 4723 candidaturas admitidas foram recomendadas para financiamento: 85% ficam sem apoio. O insucesso atinge 89% nos projetos de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico (IC&amp;amp;DT), com dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima de tr&amp;ecirc;s anos e financiamento m&amp;aacute;ximo de 250 mil euros por projeto, e 78% nos projetos explorat&amp;oacute;rios (PEX), com dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima de 18 meses e financiamento m&amp;aacute;ximo de 60 mil euros por projeto. Taxas de rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta dimens&amp;atilde;o n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o sin&amp;oacute;nimo de excel&amp;ecirc;ncia cient&amp;iacute;fica, antes evidenciam a insufici&amp;ecirc;ncia do financiamento e o enorme desperd&amp;iacute;cio de recursos e de tempo de trabalho investidos na prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de candidaturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 104 milh&amp;otilde;es de euros deste concurso, de origem nacional (80 milh&amp;otilde;es para IC&amp;amp;DT e 24 milh&amp;otilde;es para PEX), n&amp;atilde;o esconde o essencial: no concurso IC&amp;amp;DT de 2023 haviam sido disponibilizados 176,6 milh&amp;otilde;es de euros, dos quais 121,6 milh&amp;otilde;es de fundos europeus, financiando 768 projetos. Em 2025, a verba nacional para IC&amp;amp;DT sobe de 55 para 80 milh&amp;otilde;es, mas, sem cofinanciamento europeu, o financiamento total desta tipologia de projetos cai mais de metade, com apenas 320 projetos provisoriamente recomendados para financiamento. O Estado n&amp;atilde;o est&amp;aacute; a compensar a perda destes fundos europeus com investimento nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preocupa tamb&amp;eacute;m a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o desigual dos projetos recomendados por &amp;aacute;reas cient&amp;iacute;ficas: nos IC&amp;amp;DT, as Engenharias e Tecnologias e as Ci&amp;ecirc;ncias M&amp;eacute;dicas e da Sa&amp;uacute;de concentram quase 45% dos projetos aprovados, contra menos de 6% nas Humanidades. Estes n&amp;uacute;meros exigem transpar&amp;ecirc;ncia e financiamento adequado a todos os dom&amp;iacute;nios. A FENPROF rejeita uma pol&amp;iacute;tica que subordine o conhecimento e a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundamental &amp;agrave; rentabilidade econ&amp;oacute;mica e empresarial imediata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pol&amp;iacute;tica deste governo est&amp;aacute; longe de responder &amp;agrave; meta de investir 3% do PIB em I&amp;amp;D at&amp;eacute; 2030: em 2025, Portugal investia apenas 1,8%, segundo dados provis&amp;oacute;rios. O OE2027 tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o garante o refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico necess&amp;aacute;rio. Esta falta de investimento reflete-se tamb&amp;eacute;m na irregularidade dos concursos. O IC&amp;amp;DT de 2023, encerrado em mar&amp;ccedil;o de 2024, s&amp;oacute; teve resultados finais em outubro de 2025 e em 2024 nem sequer foi aberto o concurso de projetos em todos os dom&amp;iacute;nios cient&amp;iacute;ficos. Os resultados atuais do IC&amp;amp;DT de 2025 chegam dentro do prazo anunciado, mas j&amp;aacute; no final de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrada em funcionamento da AI&amp;sup2;, resultante da fus&amp;atilde;o da FCT com a ANI, traz nova incerteza quanto aos futuros concursos, nomeadamente no que ser&amp;atilde;o consideradas as &amp;ldquo;prioridades nacionais para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. Neste contexto, n&amp;atilde;o se podem deixar sem resposta os problemas da &amp;uacute;ltima avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades de I&amp;amp;D: 22 ficaram sem apoio e outras denunciaram cortes no financiamento-base. E, naquelas que foram financiadas, grande parte das verbas atribu&amp;iacute;das e contratualizadas para financiamento de 2026 continuam sem ser pagas. A estas incertezas soma-se o an&amp;uacute;ncio de que o Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia e o FCT-Tenure n&amp;atilde;o continuar&amp;atilde;o nos moldes atuais, sem alternativas concretizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num setor em que se estima que mais de 80% dos investigadores trabalham com base em v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios, a insufici&amp;ecirc;ncia e a imprevisibilidade destas tipologias de financiamento comprometem a continuidade da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, das equipas e dos postos de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige mais investimento p&amp;uacute;blico, concursos regulares, decis&amp;otilde;es c&amp;eacute;leres, taxas de sucesso superiores, financiamento de todos os dom&amp;iacute;nios cient&amp;iacute;ficos e medidas efetivas de combate &amp;agrave; precariedade. A ci&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; um bem p&amp;uacute;blico, n&amp;atilde;o uma mercadoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 2 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 15:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/fenprof-exige-outra-politica-de-financiamento-da-ciencia</guid></item><item><title>FENPROF condena uso desproporcional da força perante manifestação pacífica e critica políticas de habitação</title><link>https://www.spgl.pt:443/fenprof-condena-uso-desproporcional-da-forca-perante-manifestacao-pacifica-e-critica-politicas-de-habitacao</link><description>&lt;h3 align="center" style="text-align: left;"&gt;FENPROF condena uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pac&amp;iacute;fica e critica pol&amp;iacute;ticas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF condena o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante uma manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pac&amp;iacute;fica de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reclama o apuramento das responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, relativamente &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. &amp;Eacute; incompreens&amp;iacute;vel o sil&amp;ecirc;ncio do Primeiro-Ministro&amp;nbsp;perante uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exige esclarecimentos e responsabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF manifesta uma vez mais a sua profunda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o agravamento dos problemas de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, que afetam particularmente os jovens, muitos dos quais veem os seus projetos de vida, a sua autonomia e a possibilidade de constituir fam&amp;iacute;lia adiados pela impossibilidade de encontrar casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que continue sujeita, de forma t&amp;atilde;o acentuada, &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro, enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece insuficiente face &amp;agrave;s necessidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A leg&amp;iacute;tima indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o social n&amp;atilde;o pode ser reprimida com for&amp;ccedil;a desproporcionada, que procura encobrir um problema que compromete direitos fundamentais e o futuro de milhares de pessoas. A defesa do direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que coloquem as necessidades das pessoas acima dos interesses especulativos, bem como o respeito pelos direitos de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF reafirma a sua solidariedade com todos os que lutam por uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel e exige respostas concretas para um problema social que n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 de novembro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 10:48:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/fenprof-condena-uso-desproporcional-da-forca-perante-manifestacao-pacifica-e-critica-politicas-de-habitacao</guid></item><item><title>Promulgações de diplomas responsabilizam também o senhor Presidente da República que validou ilegalidades no processo negocial </title><link>https://www.spgl.pt:443/promulgacoes-de-diplomas-responsabilizam-tambem-o-senhor-presidente-da-republica-que-validou-ilegalidades-no-processo-negocial</link><description>&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Promulga&amp;ccedil;&amp;otilde;es de diplomas responsabilizam tamb&amp;eacute;m o senhor Presidente da Rep&amp;uacute;blica que validou ilegalidades no processo negocial &lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;FENPROF apresentou queixa &amp;agrave; senhora Provedora de Justi&amp;ccedil;a: em causa os atropelos &amp;agrave;s regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;As promulga&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica dos diplomas relativos ao recrutamento docente, ao Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva responsabilizam tamb&amp;eacute;m o primeiro &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de soberania pelas consequ&amp;ecirc;ncias das decis&amp;otilde;es tomadas e pela valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ilegalidades nos processos que lhes deram origem. &lt;strong&gt;N&amp;atilde;o se aceita que o desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva promovido pelo governo passe em claro &lt;/strong&gt;a quem tem por fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o garantir o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF n&amp;atilde;o concorda com o conte&amp;uacute;do destes diplomas, &amp;eacute; certo, mas para al&amp;eacute;m do conte&amp;uacute;do, o processo negocial n&amp;atilde;o respeitou a Lei. No caso do regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, &lt;strong&gt;a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o solicitou expressamente ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que n&amp;atilde;o o promulgasse, face &amp;agrave;s graves irregularidades que denunciou &lt;/strong&gt;no que deveria ter sido a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar. Afinal, como noutros dom&amp;iacute;nios, o governo tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; obrigado a cumprir com rigor a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que &lt;strong&gt;o executivo aprovou o diploma em apre&amp;ccedil;o, em reuni&amp;atilde;o de conselho de ministros, quando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar ainda nem tinha acontecido. &lt;/strong&gt;Assim, converteu em simulacro uma fase negocial que a lei prev&amp;ecirc; precisamente para permitir um esfor&amp;ccedil;o derradeiro de discuss&amp;atilde;o das propostas e de procura de aproxima&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhores solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Para a FENPROF, tal procedimento revela uma flagrante desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e pelas associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais representantes dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF &lt;strong&gt;comunicou estas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao Primeiro-Ministro e ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;. N&amp;atilde;o recebeu, contudo, qualquer resposta &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es colocadas, nem mesmo da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao promulgar o diploma sem sequer se pronunciar sobre as den&amp;uacute;ncias apresentadas, &lt;strong&gt;o Presidente da Rep&amp;uacute;blica acaba por dar cobertura ao desrespeito por regras legais, contribuindo para a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;, mecanismo fundamental do di&amp;aacute;logo social e da democracia, que vem sendo sucessivamente maltratado pelo governo, seja ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral, seja da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o setorial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o pode ser convertida numa encena&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinada a legitimar decis&amp;otilde;es previamente tomadas pelos governos.&lt;/strong&gt; &amp;Eacute; um direito dos trabalhadores exercido atrav&amp;eacute;s das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas, que exige boa-f&amp;eacute;, respeito pelas regras e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva pelas propostas apresentadas pelos representantes dos trabalhadores. S&amp;atilde;o procedimentos essenciais em democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o assume especial import&amp;acirc;ncia quando est&amp;aacute; em curso a revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente. A FENPROF n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que um processo com consequ&amp;ecirc;ncias profundas para a carreira e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos professores seja conduzido &lt;strong&gt;segundo uma l&amp;oacute;gica em que as decis&amp;otilde;es s&amp;atilde;o tomadas unilateralmente e antes ainda de a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o terminar&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige que o governo respeite efetivamente a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e que as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas n&amp;atilde;o desvalorizem den&amp;uacute;ncias de incumprimento das regras que a enquadram. &lt;strong&gt;Do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, a FENPROF e os professores esperam que garanta o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas e que assuma a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica da atividade legislativa dos outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de soberania&lt;/strong&gt;, na qual o respeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e as suas regras tem um papel determinante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atendendo &amp;agrave; gravidade dos factos, a FENPROF apresentou queixa &amp;agrave; senhora Provedora de Justi&amp;ccedil;a, ao abrigo do previsto no respetivo estatuto e de acordo com as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, compet&amp;ecirc;ncias e poderes deste &amp;oacute;rg&amp;atilde;o do Estado. &lt;strong&gt;Decorreu no passado dia 29 uma reuni&amp;atilde;o na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a que contou com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da senhora provedora, na qual foi poss&amp;iacute;vel debater e circunstanciar alguns esclarecimentos &amp;agrave; queixa anteriormente remetida&lt;/strong&gt;, aguardando-se agora os resultados desta dilig&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o deixar&amp;aacute;, por fim, de &lt;strong&gt;informar a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica sobre o quadro descrito de desrespeito pelas regras legais da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;, considerando as compet&amp;ecirc;ncias de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nomeadamente sobre os atos do governo e da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica confere ao Parlamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF denunciar&amp;aacute; todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e desenvolver&amp;aacute; as dilig&amp;ecirc;ncias institucionais e sindicais necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; defesa dos direitos dos docentes e investigadores, da Escola P&amp;uacute;blica e da democracia nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; um instituto relevant&amp;iacute;ssimo numa sociedade democr&amp;aacute;tica e o estado de direito em que vivemos obriga o governo a respeit&amp;aacute;-lo e a promov&amp;ecirc;-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 10:40:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/promulgacoes-de-diplomas-responsabilizam-tambem-o-senhor-presidente-da-republica-que-validou-ilegalidades-no-processo-negocial</guid></item><item><title>Rankings das escolas e a promoção das desigualdades educativas</title><link>https://www.spgl.pt:443/rankings-das-escolas-e-a-promocao-das-desigualdades-educativas</link><description>&lt;h3&gt;Rankings das escolas e a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o das desigualdades educativas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Voltou a ser publicado o designado ranking das escolas. Como a FENPROF denunciou, insiste-se num modelo que, independentemente dos nomes distintos, dos m&amp;eacute;todos aparentemente alternativos, das vari&amp;aacute;veis interativas e das an&amp;aacute;lises especializadas, e ainda que seja elaborado por &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e diversas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mant&amp;eacute;m n&amp;atilde;o s&amp;oacute; os seus objetivos, mas tamb&amp;eacute;m a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados das provas e exames para tirar conclus&amp;otilde;es abusivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais uma vez, apesar do suposto rigor, da exig&amp;ecirc;ncia e da tecnologia, os rankings traduzem as desigualdades que resultam de exames nacionais que hierarquizam e eliminam alunos, desprezam a aprendizagem saud&amp;aacute;vel e a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua, estimulam o individualismo, segregam e estigmatizam escolas, desprestigiam o trabalho dos professores e promovem a competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em detrimento da coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF j&amp;aacute; anteriormente denunciou que a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais do que refor&amp;ccedil;ar o preconceito ideol&amp;oacute;gico de que o privado &amp;eacute; bom e o p&amp;uacute;blico &amp;eacute; mau e, assim, engordar o neg&amp;oacute;cio da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; custa do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;eacute; aprofundar o investimento na Escola P&amp;uacute;blica, ao contr&amp;aacute;rio do corte previsto de mais de 80% na proposta do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027, permitindo garantir que se atenuam as desigualdades educativas, em particular as que resultam da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o socioecon&amp;oacute;mica dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relembremos que os mais recentes resultados do PISA, frequentemente utilizados como refer&amp;ecirc;ncia para condicionar as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas, n&amp;atilde;o identificam diferen&amp;ccedil;as estatisticamente significativas entre os resultados das escolas p&amp;uacute;blicas e das escolas privadas quando se compara o que &amp;eacute; compar&amp;aacute;vel: alunos com o mesmo designado estatuto econ&amp;oacute;mico e cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF nunca se cansar&amp;aacute; de saudar todos os professores que, diariamente, continuam a pugnar por uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma escola de qualidade para todos e pela forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral dos alunos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;30 de outubro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 10:26:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/rankings-das-escolas-e-a-promocao-das-desigualdades-educativas</guid></item><item><title>FENPROF recebida na Provedoria de Justiça para denunciar violações das regras da negociação coletiva</title><link>https://www.spgl.pt:443/fenprof-recebida-na-provedoria-de-justica-para-denunciar-violacoes-das-regras-da-negociacao-coletiva-2</link><description>&lt;h3&gt;FENPROF recebida na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a para denunciar viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es das regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores (FENPROF) foi recebida na quinta-feira, 29 de outubro, na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a, na sequ&amp;ecirc;ncia da queixa apresentada pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa ao desrespeito pelas normas legais que regulam a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, no &amp;acirc;mbito do processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes nas escolas p&amp;uacute;blicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queixa apresentada pela FENPROF centra-se em diversas irregularidades que, no entendimento da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, marcaram o processo negocial conduzido pelo governo, designadamente no que respeita &amp;agrave; fase de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva suplementar, prevista na Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de subsistirem diverg&amp;ecirc;ncias significativas relativamente ao projeto apresentado pelo governo, a FENPROF requereu, em 27 de julho, a abertura da fase de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, procurando esgotar todas as possibilidades de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitissem alcan&amp;ccedil;ar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o aceit&amp;aacute;vel para professores e educadores e para a Escola P&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, o governo aprovou o diploma em Conselho de Ministros no dia 30 de julho, antes da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reuni&amp;atilde;o de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, agendada para 6 de agosto. Para a FENPROF, esta decis&amp;atilde;o esvaziou de conte&amp;uacute;do&amp;nbsp; a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar requerida, comprometendo a sua finalidade,&amp;nbsp; colocando em causa o princ&amp;iacute;pio da boa-f&amp;eacute; a que as partes est&amp;atilde;o legalmente obrigadas. Acresce que, na reuni&amp;atilde;o realizada, n&amp;atilde;o esteve presente o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cuja representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos termos legais invocados pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, deveria caber ao respons&amp;aacute;vel pelo respetivo setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera que estes procedimentos desvirtuam a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, desvalorizam o papel das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais e comprometem o cumprimento das garantias legalmente consagradas para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos representantes dos trabalhadores na discuss&amp;atilde;o de mat&amp;eacute;rias que afetam diretamente as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a audi&amp;ecirc;ncia na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a, a FENPROF pretende chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e para a import&amp;acirc;ncia de assegurar o cumprimento rigoroso da lei. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o pode ser tratada como uma mera formalidade, nem reduzida a um procedimento sem consequ&amp;ecirc;ncias efetivas nas decis&amp;otilde;es governativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reafirma que o respeito pela legalidade, pela boa-f&amp;eacute; negocial e pelo papel das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais constitui uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial de um Estado de direito democr&amp;aacute;tico. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m uma garantia de que as decis&amp;otilde;es com impacto na profiss&amp;atilde;o docente e na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica s&amp;atilde;o tomadas atrav&amp;eacute;s de processos transparentes, respeitadores dos direitos de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das normas legalmente estabelecidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/yJhR6Ft_Z_s?si=tMAmLp5Sj4gbIqYl" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Oct 2026 10:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/fenprof-recebida-na-provedoria-de-justica-para-denunciar-violacoes-das-regras-da-negociacao-coletiva-2</guid></item><item><title>26 de janeiro | Auditório do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra 4.ª Conferência Nacional de Docentes Aposentados: Cumprir a Constituição. Unir forças. Dignificar a aposentação.</title><link>https://www.spgl.pt:443/26-de-janeiro-auditorio-do-instituto-superior-de-engenharia-de-coimbra-4-a-conferencia-nacional-de-docentes-aposentados-cumprir-a-constituicao-unir-forcas-dignificar-a-aposentacao</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;26 de janeiro | Audit&amp;oacute;rio do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional de Docentes Aposentados: Cumprir a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Unir for&amp;ccedil;as. Dignificar a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Os docentes aposentados n&amp;atilde;o aceitam que os direitos conquistados ao longo de uma vida de trabalho sejam desvalorizados ou postos em causa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A defesa da aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna, o cumprimento da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem dedicou d&amp;eacute;cadas &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exigem mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, unidade e interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A 4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional dos Docentes Aposentados,que se realiza em 26 de janeiro de 2027 (nova data), no Audit&amp;oacute;rio do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, ser&amp;aacute; um espa&amp;ccedil;o de debate, reflex&amp;atilde;o e afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;CUMPRIR A CONSTITUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;UNIR FOR&amp;Ccedil;AS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;DIGNIFICAR A APOSENTA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spgl.pt/eleicao-dos-delegados-a-4a-conferencia-nacional-de-docentes-aposentados-da-fenprof" target="_blank"&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="1000" height="1414" src="/Media/Default/_Profiles/3883ee93/3ae7946c/cartazconferencia.png?v=639292159332582446"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="42k528k3tz4ty3n8aw731vczda"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="42k528k3tz4ty3n8aw731vczda"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Nov 2026 11:30:05 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/26-de-janeiro-auditorio-do-instituto-superior-de-engenharia-de-coimbra-4-a-conferencia-nacional-de-docentes-aposentados-cumprir-a-constituicao-unir-forcas-dignificar-a-aposentacao</guid></item><item><title>Assista à gravação | Plenário Nacional Online - Revisão do ECD / Tema 2 (continuação)</title><link>https://www.spgl.pt:443/assista-a-gravacao-plenario-nacional-online-revisao-do-ecd-tema-2-continuacao</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Assista &amp;agrave; grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Plen&amp;aacute;rio Nacional Online - Revis&amp;atilde;o do ECD / Tema 2 (continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF reuniu com o MECI, no dia 27 de outubro, no &amp;acirc;mbito da revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente (ECD), para negociar altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Decreto-Lei n.&amp;ordm; 80-A/2023, relativo aos requisitos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica para os grupos de recrutamento (Tema II), tendo incidido, particularmente nas habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a doc&amp;ecirc;ncia no 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico. A reuni&amp;atilde;o decorreu num contexto de persistente falta de professores e de falta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos sindicatos para uma adequada prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo negocial, nomeadamente na disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada dos documentos necess&amp;aacute;rios a uma an&amp;aacute;lise fundamentada das propostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 28 de outubro, a FENPROF realizou um plen&amp;aacute;rio online para informar e debater com os docentes o desenvolvimento deste processo negocial e outras mat&amp;eacute;rias relevantes, incluindo os tr&amp;ecirc;s diplomas recentemente promulgados pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assista &amp;agrave; grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste plen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Pl88uQ8mJ6I?si=dr5DD3OetwF5y1Os" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Oct 2026 10:43:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/assista-a-gravacao-plenario-nacional-online-revisao-do-ecd-tema-2-continuacao</guid></item><item><title>Reunião MECI (27/10/2026) | Não é baixando qualificações que se resolve o problema da falta de professores: desvaloriza a profissão!</title><link>https://www.spgl.pt:443/reuniao-meci-27-10-2026-nao-e-baixando-qualificacoes-que-se-resolve-o-problema-da-falta-de-professores-desvaloriza-a-profissao</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Reuni&amp;atilde;o MECI (27/10/2026)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; baixando qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se resolve o problema da falta de professores: desvaloriza a profiss&amp;atilde;o!&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O Governo prepara uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos requisitos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica para a doc&amp;ecirc;ncia que, na pr&amp;aacute;tica, poder&amp;aacute; traduzir-se num &lt;strong&gt;abaixamento das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es exigidas aos professores&lt;/strong&gt;. O an&amp;uacute;ncio &amp;eacute; grave e as suas consequ&amp;ecirc;ncias, no plano socioprofissional e na pr&amp;oacute;pria carreira docente, s&amp;atilde;o imprevis&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em vez de enfrentar as causas da falta de professores &amp;mdash; &lt;strong&gt;sal&amp;aacute;rios pouco atrativos, precariedade, excesso de trabalho, hor&amp;aacute;rios incompat&amp;iacute;veis com a vida pessoal e uma carreira desvalorizada&lt;/strong&gt; &amp;mdash; o Governo parece optar pelo caminho mais f&amp;aacute;cil: alargar o universo de pessoas que podem ensinar, reduzindo as exig&amp;ecirc;ncias de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; neutra. Pode alterar profundamente os grupos de recrutamento, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acesso &amp;agrave; profiss&amp;atilde;o e a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo docente, criando novas desigualdades e problemas na carreira. E, sobretudo, transmite uma mensagem perigosa: &lt;strong&gt;quando faltam professores, em vez de valorizar a profiss&amp;atilde;o, baixam-se os requisitos para a exercer.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser governada pela l&amp;oacute;gica do &amp;ldquo;&amp;eacute; melhor ter algu&amp;eacute;m a dar aulas do que n&amp;atilde;o ter ningu&amp;eacute;m&amp;rdquo;. A resposta &amp;agrave; falta de professores deve passar por &lt;strong&gt;atrair, fixar e valorizar profissionais qualificados&lt;/strong&gt;, garantindo forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica adequada e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dignas para o exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; particularmente preocupante que esta altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o surja quando o Governo ensaia propostas de &lt;strong&gt;fus&amp;atilde;o curricular entre o 1.&amp;ordm; e o 2.&amp;ordm; ciclos&lt;/strong&gt;. A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exig&amp;ecirc;ncias de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o com altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o curricular poder&amp;aacute; ter consequ&amp;ecirc;ncias profundas que n&amp;atilde;o podem ser decididas &amp;agrave; margem dos professores e sem uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;eacute;ria dos seus impactos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o se combate a falta de professores desvalorizando quem ensina. N&amp;atilde;o se garante o futuro da Escola P&amp;uacute;blica baixando a fasquia das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/hl_jUuWke0k?si=oFSurZATf8mGbwvU" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 10:53:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/reuniao-meci-27-10-2026-nao-e-baixando-qualificacoes-que-se-resolve-o-problema-da-falta-de-professores-desvaloriza-a-profissao</guid></item><item><title>Concentração Nacional | 21 de novembro </title><link>https://www.spgl.pt:443/resolucao-do-conselho-nacional-da-cgtp-in-29-outubro-de-2026</link><description>&lt;h3 itemprop="headline"&gt;Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Nacional da CGTP-IN | 29 Outubro de 2026&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Mais sal&amp;aacute;rio e melhores pens&amp;otilde;es!&lt;br&gt;Pelo direito &amp;agrave; Sa&amp;uacute;de, Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;br&gt;Contra o aumento do custo de vida!&lt;br&gt;Baixar e controlar os pre&amp;ccedil;os dos bens e servi&amp;ccedil;os essenciais&lt;em&gt;.&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;- Um novo rumo para Portugal -&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores, dos reformados, dos jovens, das fam&amp;iacute;lias, continua profundamente marcada pelos baixos sal&amp;aacute;rios e pens&amp;otilde;es, pelos efeitos do &lt;strong&gt;brutal e cont&amp;iacute;nuo aumento do custo de vida &lt;/strong&gt;e pela &lt;strong&gt;aus&amp;ecirc;ncia de medidas de controlo dos pre&amp;ccedil;os dos bens e servi&amp;ccedil;os essenciais&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalhar, empobrecer, n&amp;atilde;o ter acesso aos mais b&amp;aacute;sicos direitos fundamentais, nomeadamente a um sal&amp;aacute;rio digno, &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a no emprego e a uma casa para viver, &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, os patr&amp;otilde;es aproveitam-se dos mecanismos gravosos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral que permitem a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;hor&amp;aacute;rios selvagens, da precariedade e o ataque &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o colectiva &lt;/strong&gt;para aumentar a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A &lt;strong&gt;desigualdade na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da riqueza &lt;/strong&gt;&amp;eacute; crescente e escandalosa, com os grupos econ&amp;oacute;micos a acumularem &lt;strong&gt;lucros colossais&lt;/strong&gt;, enquanto os trabalhadores &lt;strong&gt;empobrecem a trabalhar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As dificuldades da vida dos trabalhadores e das popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado s&amp;atilde;o resultado directo de &lt;strong&gt;d&amp;eacute;cadas de pol&amp;iacute;tica de direita&lt;/strong&gt;. O &lt;strong&gt;governo do PSD/CDS&lt;/strong&gt;, com o apoio, no fundamental, &lt;strong&gt;do CH e IL&lt;/strong&gt;, elevam o patamar do ataque aos direitos fundamentais e promovem &lt;strong&gt;o desinvestimento, as privatiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e &lt;/strong&gt;o &lt;strong&gt;desmantelamento da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, do SNS, da Escola P&amp;uacute;blica, o assalto &amp;agrave; Seguran&amp;ccedil;a Social e negam o direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, subjugando-o &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro e da especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;. Ao mesmo tempo, desviam milhares de milh&amp;otilde;es de euros para a corrida aos armamentos e para a escalada da guerra, quando o que se exige &amp;eacute; a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da paz e a solidariedade com todos os povos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta de &lt;strong&gt;Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 &lt;/strong&gt;(OE) apresentada &amp;eacute; mais um elemento da pol&amp;iacute;tica de direita, de &lt;strong&gt;destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos e de empobrecimento do pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;. Um or&amp;ccedil;amento que, em detrimento do trabalho, est&amp;aacute; ao servi&amp;ccedil;o do capital, reflecte &lt;strong&gt;a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica &lt;/strong&gt;do governo por &lt;strong&gt;degradar os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado&lt;/strong&gt;, por manter e agravar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitem &lt;strong&gt;a acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riqueza &lt;/strong&gt;por uma &amp;iacute;nfima minoria, que &lt;strong&gt;fomenta o neg&amp;oacute;cio dos grupos privados e mercantiliza direitos sociais&lt;/strong&gt;. Trata-se de uma proposta de or&amp;ccedil;amento que acomoda e traduz todas as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es que est&amp;atilde;o na base das &lt;strong&gt;desigualdades crescentes no pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;, no avolumar de d&amp;eacute;fices estruturais, contribuindo assim para o atraso do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas os trabalhadores n&amp;atilde;o se resignam e n&amp;atilde;o aceitam o rumo que lhes querem impor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Conselho Nacional da CGTP-IN &lt;/strong&gt;sa&amp;uacute;da a luta desenvolvida e todos os trabalhadores, que, nos locais de trabalho, empresas e servi&amp;ccedil;os, assim como na rua, demonstraram a sua disponibilidade para continuar a &lt;strong&gt;combater o aumento do custo de vida e a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, e para exigir &lt;strong&gt;melhores sal&amp;aacute;rios e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Conselho Nacional &lt;/strong&gt;sa&amp;uacute;da, tamb&amp;eacute;m, &lt;strong&gt;a luta dos trabalhadores e dos povos em desenvolvimento no mundo e na Europa&lt;/strong&gt;, com a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de greves e manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nomeadamente, em Fran&amp;ccedil;a, em Espanha, em It&amp;aacute;lia e na B&amp;eacute;lgica, &lt;strong&gt;contra o aumento do custo de vida, por melhores sal&amp;aacute;rios, direitos e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, pelo direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, por uma vida digna.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Conselho Nacional &lt;/strong&gt;valoriza a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;M&amp;ecirc;s de Ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Luta&lt;/strong&gt;, que teve in&amp;iacute;cio no dia 17 de Setembro, com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas empresas e nos locais de trabalho&lt;/strong&gt;, em todo os sectores, por todo o Pa&amp;iacute;s, entre as quais se destacam as ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas no dia &lt;strong&gt;1 de Outubro&lt;/strong&gt;, por ocasi&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;56.&amp;ordm; anivers&amp;aacute;rio da CGTP-IN&lt;/strong&gt;, projectando a &lt;strong&gt;CGTP-IN &lt;/strong&gt;e o seu &lt;strong&gt;papel insubstitu&amp;iacute;vel &lt;/strong&gt;na defesa dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Conselho Nacional &lt;/strong&gt;sublinha, neste quadro, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da grande &lt;strong&gt;Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional, em Lisboa, Porto e Coimbra, no dia 17 de Outubro&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;pela sua dimens&amp;atilde;o e combatividade, na qual &lt;strong&gt;convergiu a luta reivindicativa dos trabalhadores de todos os sectores &lt;/strong&gt;e que contou com &lt;strong&gt;a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras camadas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Largas dezenas de milhares de trabalhadores sa&amp;iacute;ram &amp;agrave; rua &lt;/strong&gt;por mais sal&amp;aacute;rio, melhores pens&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, contra o aumento do custo de vida, contra o ataque &amp;agrave; Seguran&amp;ccedil;a Social, ao Servi&amp;ccedil;o Nacional de Sa&amp;uacute;de, &amp;agrave; Escola P&amp;uacute;blica e pelo direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em suma, &lt;strong&gt;por um novo rumo para Portugal.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Regista-se, tamb&amp;eacute;m, o desenvolvimento de lutas em torno de problemas que afectam profundamente as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida dos &lt;strong&gt;trabalhadores e das popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;, como &amp;eacute; o caso &lt;strong&gt;da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, cuja crescente inacessibilidade constitui uma grave express&amp;atilde;o da &lt;strong&gt;nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um direito fundamental&lt;/strong&gt;, atingindo largamente os jovens, que &lt;strong&gt;convergem com as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e objectivos de luta da CGTP-IN e com as quais se solidariza&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Conselho Nacional da CGTP-IN denuncia e repudia &lt;/strong&gt;a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o repressiva promovida a partir de um Governo que tem uma clara orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para &lt;strong&gt;a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o das liberdades&lt;/strong&gt;, nomeadamente do &lt;strong&gt;direito de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, com uma &lt;strong&gt;interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o restritiva da lei &lt;/strong&gt;que n&amp;atilde;o tem paralelo nos &amp;uacute;ltimos 50 anos e que contraria os &lt;strong&gt;direitos inscritos &lt;/strong&gt;na &lt;strong&gt;Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Nacional afirma com firmeza que a repress&amp;atilde;o n&amp;atilde;o intimidar&amp;aacute;, n&amp;atilde;o travar&amp;aacute; e n&amp;atilde;o calar&amp;aacute; a voz e a luta dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; urgente &lt;/strong&gt;uma pol&amp;iacute;tica alternativa, de crescimento econ&amp;oacute;mico e de progresso social, assente na &lt;strong&gt;valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e dos trabalhadores, numa justa distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da riqueza &lt;/strong&gt;produzida por quem trabalha e no &lt;strong&gt;refor&amp;ccedil;o dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado&lt;/strong&gt;, alicer&amp;ccedil;ada nos &lt;strong&gt;valores e nas conquistas de Abril&lt;/strong&gt;, na &lt;strong&gt;Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa&lt;/strong&gt;, na s&lt;strong&gt;olidariedade e na justi&amp;ccedil;a social&lt;/strong&gt;, na &lt;strong&gt;paz e coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;/strong&gt;entre os povos.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Continuar e intensificar a luta &amp;ndash; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel uma vida melhor!&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Nacional da CGTP-IN sa&amp;uacute;da as lutas j&amp;aacute; marcadas, de que s&amp;atilde;o exemplo a greve dos trabalhadores da SATA &lt;em&gt;handling&lt;/em&gt;, entre dia 21 de Outubro e o dia 3 de Novembro, a greve e desfile dos trabalhadores n&amp;atilde;o docentes de Sintra, no dia 29 de Outubro, a manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional em Lisboa dos profissionais da PSP e da GNR, no dia 29 de Outubro, a greve dos trabalhadores da Sta. Casa da Miseric&amp;oacute;rdia da P&amp;oacute;voa de Varzim, no dia 29 de Outubro, a greve dos trabalhadores da Manpower TBO/Centro contacto da EDP (Seia), no dia 2 de Novembro, as concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos trabalhadores da hotelaria nos hot&amp;eacute;is em Lisboa, no dia 2 de Novembro, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Minist&amp;eacute;rio do Trabalho contra o roubo das pens&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CGA, no dia 3 de Novembro, a greve das trabalhadoras da VG Faster Mangualde, no dia 3 de Novembro, a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o de den&amp;uacute;ncia e reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores por um outro or&amp;ccedil;amento para a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, junto &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, no dia 4 de Novembro, a greve dos trabalhadores da Safe Life (ZF), nos dias 3 e 4 de Novembro, a greve e marcha nacional dos trabalhadores das IPSS, no dia 7 de Novembro, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de enfermeiros no Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de, no dia 12 de Novembro, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desfile para o Minist&amp;eacute;rio das Finan&amp;ccedil;as dos trabalhadores do Teatro D. Maria II, no dia 13 de Novembro, o plen&amp;aacute;rio e concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalhadores do munic&amp;iacute;pio de Cascais, no dia 17 de Novembro, a greve dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, no dia 20 de Novembro, a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o de den&amp;uacute;ncia e concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores do Pingo Doce em lojas de Lisboa, no dia 24 de Novembro, a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o de den&amp;uacute;ncia e concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores do Mercadona em v&amp;aacute;rios distritos, no dia 28 de Novembro, e apela &amp;agrave; sua intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face aos m&amp;uacute;ltiplos ataques em marcha, o &lt;strong&gt;Conselho Nacional &lt;/strong&gt;decide &lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;intensificar a luta reivindicativa&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;em torno do &lt;strong&gt;aumento dos sal&amp;aacute;rios e a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a melhoria dos direitos&lt;/strong&gt;, tendo como base a &lt;strong&gt;Pol&amp;iacute;tica Reivindicativa da CGTP-IN para 2027, &lt;/strong&gt;aprovada em Setembro, e decide:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Intensificar o &lt;strong&gt;esclarecimento, ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos locais de trabalho, empresas e servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;, com particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; dinamiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luta pelo &lt;strong&gt;aumento geral dos sal&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt;, reivindicando &lt;strong&gt;o aumento dos sal&amp;aacute;rios de todos os trabalhadores em, pelo menos, 15%, num valor n&amp;atilde;o inferior a 150&amp;euro;&lt;/strong&gt;, e a &lt;strong&gt;fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SMN nos 1100&amp;euro;, em Janeiro de 2027&lt;/strong&gt;, afirmando a &lt;strong&gt;valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa dos sal&amp;aacute;rios &lt;/strong&gt;como principal mecanismo de &lt;strong&gt;combate &amp;agrave;s desigualdades e ao aumento do custo de vida &lt;/strong&gt;e como garante de uma &lt;strong&gt;mais justa distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da riqueza&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fazer de &lt;strong&gt;Novembro um m&amp;ecirc;s de luta &lt;/strong&gt;nos locais de trabalho e nas ruas, realizando ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos distritos e sectores;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Convocar uma grande &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional&lt;/span&gt;, para o dia &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;21 de Novembro&lt;/span&gt;, s&amp;aacute;bado, em Lisboa, enchendo as ruas da cidade com as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos trabalhadores, vindas dos locais de trabalho, e da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral, &lt;/strong&gt;com o lema: &lt;strong&gt;TODOS A LISBOA! &lt;em&gt;|Mais sal&amp;aacute;rio e melhores pens&amp;otilde;es! Pelo direito &amp;agrave; Sa&amp;uacute;de, Habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Seguran&amp;ccedil;a Social | Contra o aumento do custo de vida! Baixar e controlar os pre&amp;ccedil;os dos bens e servi&amp;ccedil;os essenciais &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;| Um novo rumo para Portugal|&lt;/em&gt;, &lt;/strong&gt;por uma justa distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da riqueza, em defesa dos direitos fundamentais inscritos na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa, e, &lt;strong&gt;em unidade e com a for&amp;ccedil;a dos trabalhadores, abrir caminho para um novo rumo para o pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Realizar no dia &lt;strong&gt;24 de Novembro &lt;/strong&gt;uma &lt;strong&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;, no dia da &lt;strong&gt;vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o final da proposta de or&amp;ccedil;amento do Estado&lt;/strong&gt;, contra o aumento do custo de vida, pelos sal&amp;aacute;rios e direitos, pelos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado e por um novo rumo para o pa&amp;iacute;s, &lt;strong&gt;denunciando a pol&amp;iacute;tica de desastre e empobrecimento que aquela proposta preconiza&lt;/strong&gt;, responsabilizando todos os que, por ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou omiss&amp;atilde;o, a permitam, &lt;strong&gt;afirmando as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e propostas dos trabalhadores&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Assumir a necessidade do &lt;strong&gt;desenvolvimento e intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luta dos trabalhadores&lt;/strong&gt;, a partir das empresas e dos locais de trabalho em torno de &lt;strong&gt;reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas e na ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o convergente&lt;/strong&gt;, recorrendo a &lt;strong&gt;todas as formas de luta que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vier a impor&lt;/strong&gt;, incluindo a possibilidade da &lt;strong&gt;greve geral&lt;/strong&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Mobilizar para as iniciativas a realizar no &lt;strong&gt;Dia Internacional de Solidariedade com o povo palestiniano, dia 29 de Novembro, &amp;agrave;s 15 horas, &lt;/strong&gt;em &lt;strong&gt;Lisboa &lt;/strong&gt;(Martim Moniz/Largo Jos&amp;eacute; Saramago) e no &lt;strong&gt;Porto &lt;/strong&gt;(Batalha/Santa Catarina), sob o lema &amp;ldquo;Fim ao genoc&amp;iacute;dio! Fim &amp;agrave; ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o! Palestina vencer&amp;aacute;!&amp;rdquo;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Dinamizar a &lt;strong&gt;Campanha &amp;ldquo;ORGANIZAR, LUTAR, VENCER. Mais for&amp;ccedil;a aos sindicatos. Mais for&amp;ccedil;a aos trabalhadores.&amp;rdquo;, &lt;/strong&gt;consolidando e refor&amp;ccedil;ando a &lt;strong&gt;organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o existente &lt;/strong&gt;e, simultaneamente, avan&amp;ccedil;ando para &lt;strong&gt;potenciar o trabalho nas empresas, nos locais de trabalho e servi&amp;ccedil;os &lt;/strong&gt;onde, em cada sector e em cada regi&amp;atilde;o, &lt;strong&gt;ainda n&amp;atilde;o exista interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o reivindicativa, sindicaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical&lt;/strong&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 29 de Outubro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Conselho Nacional da CGTP-IN&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="1949" height="2835" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/466dc3cf/9840038c/21%20novembro%20TODOS%20A%20LISBOA%20cmky_page-0001.jpg?v=639293139270387108"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/resolucao-do-conselho-nacional-da-cgtp-in-29-outubro-de-2026</guid></item><item><title>WEBINAR RJIES | FENPROF promoveu webinar sobre a implementação do novo RJIES</title><link>https://www.spgl.pt:443/webinar-rjies-fenprof-promoveu-webinar-sobre-a-implementacao-do-novo-rjies</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;WEBINAR RJIES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF promoveu webinar sobre a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo RJIES&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Com a entrada em vigor das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES), em 1 de agosto de 2026, as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ter&amp;atilde;o de rever os seus estatutos at&amp;eacute; 31 de julho de 2027, seguindo-se a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo e gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; est&amp;atilde;o em curso os procedimentos para a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias. &amp;Eacute; fundamental que os docentes e investigadores se mobilizem desde j&amp;aacute;, participando na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas, nas elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es e no debate em torno dos novos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este processo constitui uma oportunidade decisiva para refor&amp;ccedil;ar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, a colegialidade e a transpar&amp;ecirc;ncia na governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior. O envolvimento de todos &amp;eacute; essencial para garantir estatutos que valorizem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste contexto, a FENPROF promoveu, em 27 de outubro, um webinar dedicado &amp;agrave;s novas disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do RJIES e aos processos de revis&amp;atilde;o estatut&amp;aacute;ria que se avizinham.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta iniciativa pretende esclarecer as principais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas, debater as suas implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e contribuir para uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o informada e ativa dos docentes e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para aceder &amp;agrave; grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste Webinar:&amp;nbsp;&lt;a href="https://youtu.be/70UHete-4A0?si=txikmFLM_41-UagY" target="_blank"&gt;https://youtu.be/70UHete-4A0?si=txikmFLM_41-UagY&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O futuro das nossas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tamb&amp;eacute;m depende da nossa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/70UHete-4A0?si=q0GySTjBK-RT5B-K" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:04:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/webinar-rjies-fenprof-promoveu-webinar-sobre-a-implementacao-do-novo-rjies</guid></item><item><title>Marcha Nacional dos Trabalhadores das IPSS - 7 de novembro | 10h30 | Estação S. Bento - Porto</title><link>https://www.spgl.pt:443/marcha-nacional-dos-trabalhadores-das-ipss-7-de-novembro-10h30-estacao-s-bento-porto</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="1241" height="1754" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/7ab50b97/dd8ee0fd/Marcha%20Nacional%20Trabalhadores%20IPSS%20-%207%20de%20novembro%202026_page-0001.jpg?v=639288882567261959"&gt; &lt;img width="1241" height="1754" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/7ab50b97/dd8ee0fd/Marcha%20Nacional%20Trabalhadores%20IPSS%20-%207%20de%20novembro%202026_page-0002.jpg?v=639288882568511970"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 16:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/marcha-nacional-dos-trabalhadores-das-ipss-7-de-novembro-10h30-estacao-s-bento-porto</guid></item><item><title>Alterações ao RJIES: o que muda e como participar na governação das instituições de ensino superior</title><link>https://www.spgl.pt:443/alteracoes-ao-rjies-o-que-muda-e-como-participar-na-governacao-das-instituicoes-de-ensino-superior</link><description>&lt;h3&gt;Altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao RJIES: o que muda e como participar na governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A entrada em vigor das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES) obriga &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos estatutos e &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atendendo a que o novo RJIES continua a impor restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica na gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e &amp;agrave; colegialidade, &amp;eacute; fundamental assegurar uma ampla participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica nos processos de elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos, de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo e gest&amp;atilde;o e de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respetivos regulamentos e regimentos, contribuindo assim para o refor&amp;ccedil;o da colegialidade e para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes acad&amp;eacute;micos saud&amp;aacute;veis, onde prevale&amp;ccedil;am os valores da liberdade e da democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPGL e a FENPROF apelam ao envolvimento e &amp;agrave; mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes e investigadores, incentivando-os a acompanhar os procedimentos em curso nas suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a participar na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas e na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias e a contribuir ativamente para a discuss&amp;atilde;o e aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, consultar a nota explicativa e as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es detalhadas sobre estes processos:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/rjies-comunicacao-aos-docentes-e-investigadores" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0" target="_blank"&gt;https://www.fenprof.pt/rjies-comunicacao-aos-docentes-e-investigadores&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/alteracoes-ao-rjies-o-que-muda-e-como-participar-na-governacao-das-instituicoes-de-ensino-superior</guid></item><item><title>OE2027: FENPROF exige financiamento para responder aos problemas do Ensino Superior e da Ciência</title><link>https://www.spgl.pt:443/o-aumento-anunciado-nao-garante-a-valorizacao-salarial-e-das-carreiras-o-combate-a-precariedade-nem-melhores-condicoes-de-ensino-e-investigacao</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;OE2027: FENPROF exige financiamento para responder aos problemas do Ensino Superior e da Ci&amp;ecirc;ncia &amp;nbsp;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF exige que o governo assegure verbas suficientes para valorizar as carreiras, recuperar o poder de compra, combater a precariedade, cumprir os compromissos das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE2027) prev&amp;ecirc; uma &lt;strong&gt;redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6% na despesa total do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, passando de 4174,5 milh&amp;otilde;es de euros, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada de 2026, para 3855,4 milh&amp;otilde;es em 2027. S&amp;atilde;o &lt;strong&gt;menos 319,1 milh&amp;otilde;es de euros&lt;/strong&gt;, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o governo explica, em grande medida, pelo encerramento do Plano de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Resili&amp;ecirc;ncia (PRR). &lt;strong&gt;Excluindo o PRR, o governo anuncia um aumento nominal de 9,8%&lt;/strong&gt;, correspondente a mais 340 milh&amp;otilde;es de euros, relativamente &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026. Importa, por&amp;eacute;m, assinalar que, tamb&amp;eacute;m excluindo o PRR, &lt;strong&gt;a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026 (3482,6 milh&amp;otilde;es de euros) fica abaixo do valor inicialmente or&amp;ccedil;amentado (3499,5 milh&amp;otilde;es de euros)&lt;/strong&gt;. Assim, comparando os or&amp;ccedil;amentos iniciais dos dois anos, o aumento previsto para 2027 &amp;eacute; de 9,2%, e n&amp;atilde;o de 9,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estas compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es requerem prud&amp;ecirc;ncia, atendendo a que os documentos or&amp;ccedil;amentais de 2024 a 2027 n&amp;atilde;o apresentam sempre o mesmo per&amp;iacute;metro para o ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/strong&gt; Os dados disponibilizados pelo governo n&amp;atilde;o distinguem entre or&amp;ccedil;amento inicial, execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, receitas de impostos, receitas pr&amp;oacute;prias, fundos europeus e despesas com pessoal. Portanto, sem uma harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e das fontes de financiamento, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel concluir-se, conforme o anunciado pelo governo, que em 2027 haver&amp;aacute; um aumento nominal no financiamento do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. A FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel &lt;strong&gt;esclarecer quanto do alegado aumento constitui financiamento adicional efetivamente dispon&amp;iacute;vel para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quanto ser&amp;aacute; absorvido por encargos e compromissos j&amp;aacute; assumidos&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que &lt;strong&gt;os aumentos nominais t&amp;ecirc;m de ser corrigidos pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; que o Banco de Portugal prev&amp;ecirc; em 2,4% para 2027, acima dos 2,3% estimados pelo governo, num contexto em que o Conselho das Finan&amp;ccedil;as P&amp;uacute;blicas alerta para o risco de subestima&amp;ccedil;&amp;atilde;o da subida dos pre&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;O financiamento p&amp;uacute;blico regular tem de ser refor&amp;ccedil;ado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Os mapas do OE2027 revelam que &lt;strong&gt;as receitas provenientes de impostos representam 53,7% do financiamento&lt;/strong&gt; do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra 49,5% no or&amp;ccedil;amento inicial de 2026. Apesar deste aumento relativo, o refor&amp;ccedil;o previsto &amp;eacute; de &lt;strong&gt;126,2 milh&amp;otilde;es de euros (+6,5%)&lt;/strong&gt;. Por outro lado, &lt;strong&gt;as receitas pr&amp;oacute;prias crescem 165,1 milh&amp;otilde;es (+21,4%)&lt;/strong&gt;, passando a representar 24,3% do total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF defende o refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, garantindo estabilidade e recursos suficientes para o seu funcionamento, e recorda que a&lt;strong&gt; revis&amp;atilde;o do RJIES em 2026 refor&amp;ccedil;ou o princ&amp;iacute;pio da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Estado de encargos adicionais decorrentes de medidas legislativas&lt;/strong&gt;, nos termos legalmente previstos. O Governo tem de &lt;strong&gt;esclarecer a origem e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das receitas pr&amp;oacute;prias, as transfer&amp;ecirc;ncias destinadas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e o financiamento para o per&amp;iacute;odo 2027&amp;ndash;2031 da nova Ag&amp;ecirc;ncia para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (AI&amp;sup2;)&lt;/strong&gt;. Apesar de anunciar um contrato-programa para 2027&amp;ndash;2031, o OE2027 n&amp;atilde;o apresenta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficientemente discriminada sobre os montantes a atribuir &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia e a sua distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel conhecer as verbas que transitam da FCT e da ANI, os eventuais refor&amp;ccedil;os e os compromissos plurianuais de financiamento dos projetos, das unidades de I&amp;amp;D, dos laborat&amp;oacute;rios associados e do emprego cient&amp;iacute;fico. &lt;strong&gt;O financiamento p&amp;uacute;blico de base destas estruturas deve ser assegurado atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, constituindo os fundos europeus um complemento e n&amp;atilde;o um substituto desse financiamento.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A insufici&amp;ecirc;ncia do financiamento p&amp;uacute;blico para o ensino superior &amp;eacute; evidenciada pela OCDE&lt;/strong&gt;. Em 2023, a despesa p&amp;uacute;blica por estudante do ensino superior em Portugal (9368 USD em paridades de poder de compra - PPC) era 43% inferior &amp;agrave; m&amp;eacute;dia dos pa&amp;iacute;ses da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (16405 USD). O Estado portugu&amp;ecirc;s financiava apenas 55% da despesa total por estudante, contra 68% na m&amp;eacute;dia da OCDE. A OCDE assinala ainda que, em 2023, 74% da despesa corrente das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es portuguesas de ensino superior correspondia a pessoal docente, a segunda maior propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os pa&amp;iacute;ses analisados. Esta estrutura evidencia a import&amp;acirc;ncia de financiar adequadamente as restantes necessidades de funcionamento, sem confundir o peso relativo da despesa com a sufici&amp;ecirc;ncia das verbas dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tamb&amp;eacute;m na ci&amp;ecirc;ncia, Portugal permanece longe das metas assumidas: 3% do PIB em 2030, incluindo 1% de despesa p&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;. A despesa nacional em I&amp;amp;D representou apenas 1,74% do PIB em 2024 e os dados provis&amp;oacute;rios da Pordata situam essa despesa em 1,82% do PIB em 2025. De notar que a despesa executada por entidades p&amp;uacute;blicas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos passou de 0,84% para 0,66% do PIB entre 2009 e 2025, enquanto a executada pelas empresas subiu de 0,75% para 1,16%. A compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a UE confirma o fraco investimento em ci&amp;ecirc;ncia em Portugal, pois a despesa total em I&amp;amp;D na UE-27 em 2024 era de 2,24% do PIB. H&amp;aacute;, portanto, ainda um longo caminho a percorrer, que exige acelerar e sustentar o investimento. &lt;strong&gt;O OE2027 n&amp;atilde;o parece assegurar o refor&amp;ccedil;o e a previsibilidade necess&amp;aacute;rios para progredir nesse sentido com a urg&amp;ecirc;ncia exigida.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que o governo pretende que se fa&amp;ccedil;a o &lt;strong&gt;descongelamento do limite m&amp;aacute;ximo das propinas no ano letivo 2027/2028, o que a FENPROF rejeita&lt;/strong&gt;. As necessidades de financiamento do ensino superior n&amp;atilde;o podem ser satisfeitas transferindo novos encargos para estudantes e fam&amp;iacute;lias, j&amp;aacute; fortemente penalizados pelos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transportes. &lt;strong&gt;O novo sistema de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social para o ensino superior, cuja aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral est&amp;aacute; prevista para o ano letivo 2027/2028, tem de dar resposta efetiva &amp;agrave;s necessidades dos estudantes.&lt;/strong&gt; A rubrica de 166,1 milh&amp;otilde;es de euros prevista no OE2027 para &amp;ldquo;a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, alojamento, sucesso e bem-estar&amp;rdquo; n&amp;atilde;o permite, isoladamente, apurar a totalidade desses apoios, que podem estar distribu&amp;iacute;dos por outras classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio que o governo divulgue o n&amp;uacute;mero e o valor das bolsas, os crit&amp;eacute;rios de acesso, a resposta aos custos de vida e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos em resid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;Sal&amp;aacute;rios, carreiras e precariedade exigem mais financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que &lt;strong&gt;os docentes do ensino superior e os investigadores perderam mais de 20% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas&lt;/strong&gt;. O OE2027 n&amp;atilde;o apresenta qualquer valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica destas carreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial geral prevista para a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, de 2,3%, fica abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o projetada pelo Banco de Portugal, depois de, em 2026, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,15% tamb&amp;eacute;m dever ficar aqu&amp;eacute;m da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada em 3,1%. Estas atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrem de um acordo plurianual, subscrito pela UGT, mas n&amp;atilde;o subscrito pela Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, ligada &amp;agrave; CGTP-IN, central sindical em que a FENPROF est&amp;aacute; filiada. A recusa assentou, precisamente, na previs&amp;atilde;o de que os aumentos acordados seriam insuficientes face &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas e do custo de vida, com claro preju&amp;iacute;zo para os trabalhadores, particularmente os da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, como a realidade veio confirmar e continua a demonstrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder de compra, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e o desbloqueamento das progress&amp;otilde;es, incluindo a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes das regras de progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria previstas na Lei n.&amp;ordm; 55/2025, com o necess&amp;aacute;rio refor&amp;ccedil;o de financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A precariedade constitui outro problema estrutural que exige respostas or&amp;ccedil;amentais&lt;/strong&gt;. Segundo a DGEEC, em 2023/2024, &lt;strong&gt;43% dos docentes das universidades p&amp;uacute;blicas e 56% dos docentes dos polit&amp;eacute;cnicos p&amp;uacute;blicos eram convidados&lt;/strong&gt;, em n&amp;uacute;mero de pessoas. Entre 2016/2017 e 2023/2024, o n&amp;uacute;mero de assistentes convidados nas universidades aumentou 68% e o de professores adjuntos convidados nos polit&amp;eacute;cnicos 93%. O estudo promovido pela FENPROF junto de docentes convidados veio corroborar a den&amp;uacute;ncia de que muitos destes &lt;strong&gt;profissionais asseguram necessidades permanentes das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apesar de permanecerem exclu&amp;iacute;dos das carreiras&lt;/strong&gt;, sujeitos a contratos tempor&amp;aacute;rios, frequentemente a tempo parcial e sucessivamente renovados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, a precariedade &amp;eacute; igualmente estrutural. Estimativas divulgadas na comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social apontam para que &lt;strong&gt;mais de 80% dos investigadores estejam em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade&lt;/strong&gt;, revelando a dimens&amp;atilde;o de um problema que continua sem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m outros trabalhadores cient&amp;iacute;ficos enfrentam v&amp;iacute;nculos inst&amp;aacute;veis e aus&amp;ecirc;ncia de perspetivas de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras. Entretanto, o Governo anunciou que os programas FCT-Tenure e Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o continuidade nos formatos atuais, sem apresentar ainda os instrumentos alternativos, os respetivos recursos ou compromissos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Combater a precariedade exige financiamento p&amp;uacute;blico adicional e permanente para abrir concursos, regularizar os v&amp;iacute;nculos de quem assegura necessidades permanentes e garantir a estabilidade das equipas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;O OE tem de garantir o financiamento dos encargos e do funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Em fevereiro de 2026, o &lt;strong&gt;Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) denunciou uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;eros&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental sist&amp;eacute;mica&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;, alertando que a insufici&amp;ecirc;ncia das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es para suportar encargos com pessoal, progress&amp;otilde;es e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores obriga as universidades a sacrificar investimentos e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m o presidente do &lt;strong&gt;Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Polit&amp;eacute;cnicos (CCISP) afirmou que as transfer&amp;ecirc;ncias do OE n&amp;atilde;o cobriam cerca de 30% das despesas salariais&lt;/strong&gt; dos polit&amp;eacute;cnicos. Em agosto, estas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es reclamavam a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aproximadamente 38 milh&amp;otilde;es de euros de encargos adicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste grave quadro de subfinanciamento que &lt;strong&gt;o governo est&amp;aacute; a promover v&amp;aacute;rias reorganiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionais com forte impacto no sistema de ensino superior&lt;/strong&gt;, nomeadamente a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escolas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es polit&amp;eacute;cnicas para o subsistema universit&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel quantificar os custos destas transi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, prevenir perdas remunerat&amp;oacute;rias e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de percursos profissionais e garantir igualdade de tratamento, progress&amp;atilde;o e direitos aos docentes e investigadores das diferentes escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O governo tem de assegurar o financiamento integral das despesas com pessoal, incluindo atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es salariais, progress&amp;otilde;es e novas contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;, e garantir &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para suportar as despesas correntes, renovar equipamentos, manter infraestruturas e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel esclarecer quanto do aumento anunciado no OE2027 ser&amp;aacute; absorvido por encargos j&amp;aacute; existentes e que recursos adicionais ficar&amp;atilde;o efetivamente dispon&amp;iacute;veis para valorizar carreiras, combater a precariedade e melhorar o funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;O subfinanciamento compromete a qualidade do ensino e o futuro da ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A continuada insufici&amp;ecirc;ncia de financiamento est&amp;aacute; a ter consequ&amp;ecirc;ncias nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e aprendizagem&lt;/strong&gt;, implicando: intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o letivo, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas e sobrecarga de docentes e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A melhoria da qualidade do ensino exige mais recursos humanos, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas, investimento em laborat&amp;oacute;rios, equipamentos e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua dos docentes&lt;/strong&gt;. Acresce ainda a r&amp;aacute;pida evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da intelig&amp;ecirc;ncia artificial, introduzindo novos desafios na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, nas metodologias pedag&amp;oacute;gicas e na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aprendizagens, que exigem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recursos e tempo para adaptar as pr&amp;aacute;ticas educativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; igualmente necess&amp;aacute;rio &lt;strong&gt;criar melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acesso e perman&amp;ecirc;ncia dos estudantes no ensino superior&lt;/strong&gt;, refor&amp;ccedil;ando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, o alojamento estudantil e outros apoios que permitam enfrentar o aumento do custo de vida e combater o abandono por raz&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;V&amp;aacute;rios estudos nacionais e internacionais alertam ainda para os efeitos da intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e das dificuldades econ&amp;oacute;micas na sa&amp;uacute;de e bem-estar dos docentes e estudantes, com consequ&amp;ecirc;ncias para o sucesso acad&amp;eacute;mico, a produtividade e a qualidade da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante os desafios de competitividade, produtividade e autonomia tecnol&amp;oacute;gica que Portugal e a Europa enfrentam, &lt;strong&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel continuar a desvalorizar quem ensina e investiga, nem perder profissionais qualificados devido aos baixos sal&amp;aacute;rios, &amp;agrave; precariedade e &amp;agrave;s dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jovens no pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;FENPROF exige esclarecimentos e financiamento efetivo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF n&amp;atilde;o ignora os aumentos nominais, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao executado, de algumas dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas &lt;strong&gt;a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada com a proposta de OE2027 n&amp;atilde;o permite determinar se existe um refor&amp;ccedil;o efetivo e suficiente do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;, depois de considerados a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os encargos acumulados e as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais. Esse refor&amp;ccedil;o or&amp;ccedil;amental deve, por isso, ser medido tendo em conta o peso destes subsistemas no PIB, de forma a haver um termo de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o razo&amp;aacute;vel e objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda a &lt;strong&gt;disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nota explicativa do OE2027 para o Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, com informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o discriminada sobre a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas, os encargos a financiar e os recursos destinados &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &amp;agrave;s progress&amp;otilde;es, &amp;agrave; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras, &amp;agrave; continuidade das pol&amp;iacute;ticas de emprego cient&amp;iacute;fico e &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;strong&gt;O governo tem de demonstrar que o or&amp;ccedil;amento responde aos problemas estruturais do setor e n&amp;atilde;o, apenas, que apresenta aumentos em determinadas rubricas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgba(186, 55, 42, 1);"&gt;&lt;strong&gt;Sem um ensino superior e uma ci&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blicos fortes, com financiamento adequado, carreiras valorizadas, emprego est&amp;aacute;vel e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade, Portugal compromete a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a sua capacidade de desenvolvimento e de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, assim, prejudica o seu futuro.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 23 de outubro de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 11:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/o-aumento-anunciado-nao-garante-a-valorizacao-salarial-e-das-carreiras-o-combate-a-precariedade-nem-melhores-condicoes-de-ensino-e-investigacao</guid></item><item><title>OE 2027 | FENPROF participa no Plenário de Sindicatos da Frente Comum: Greve Nacional da Administração Pública convocada para 20 de novembro</title><link>https://www.spgl.pt:443/oe-2027-fenprof-participa-no-plenario-de-sindicatos-da-frente-comum-greve-nacional-da-administracao-publica-convocada-para-20-de-novembro</link><description>&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="text-uppercase text-danger small fw-bold"&gt;Or&amp;ccedil;amento do Estado 2027&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;FENPROF participa no Plen&amp;aacute;rio de Sindicatos da Frente Comum: Greve Nacional da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica convocada para 20 de novembro&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;No dia em que teve in&amp;iacute;cio a discuss&amp;atilde;o da proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado 2027 na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, professores, educadores e investigadores, entre os quais ativistas, delegados e dirigentes sindicais da FENPROF e seus sindicatos, participaram num Plen&amp;aacute;rio de Sindicatos, em frente &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, em Lisboa, convocado pela Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro reuniu as estruturas sindicais com o objetivo de discutir o Or&amp;ccedil;amento do Estado de 2027 e defender os interesses dos trabalhadores. Durante a iniciativa, os manifestantes exigiram uma mudan&amp;ccedil;a e rutura com a atual pol&amp;iacute;tica, reivindicando o aumento real dos sal&amp;aacute;rios e um maior investimento nos Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos e na habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es centraram-se na den&amp;uacute;ncia dos fortes danos que a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado ir&amp;aacute; comportar para o pa&amp;iacute;s e para quem trabalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Plen&amp;aacute;rio de Sindicatos da Frente Comum culminou com a convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Greve Nacional da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, agendada para o dia 20 de novembro. Neste &amp;acirc;mbito, e para fortalecer a luta contra a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado e a pol&amp;iacute;tica do governo, foi realizado um forte apelo &amp;agrave; ades&amp;atilde;o massiva de todos os trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Central, Regional e Local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spgl.pt/Imagens/plenario-de-sindicatos-frente-comum-2" target="_blank"&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/-koSuUCcHK8?si=8WF7GIHzSP06RKx3" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF, &lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/QzMeW58OXTU?si=frnmEaXX7Ppe-miL" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Coordenador da Frente Comum, &lt;em&gt;Sebasti&amp;atilde;o Santana&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 10:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spgl.pt:443/oe-2027-fenprof-participa-no-plenario-de-sindicatos-da-frente-comum-greve-nacional-da-administracao-publica-convocada-para-20-de-novembro</guid></item></channel></rss>