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Particular e Cooperativo

Foi celebrado um ACT com a CNIS (Confederação das IPSS). Com a CNEF (ensino particular e profissional), as negociações decorrem, ainda sem resultados definitivos. As condições de trabalho dos docentes na Casa Pia de Lisboa e no Instituto de Segurança Social também estão a ser acompanhadas pelo SPGL. Destes processos daremos informação posterior.

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Aplauso para os médicos

O Público de hoje, 17 de outubro, noticia (pág.13) que, face à calamidade que devastou o país, e particularmente a região centro, os médicos dessa região, que tinham marcado greve para 4ª feira, desconvocaram-na e apelaram à presença nos hospitais. Uma decisão de respeito pela população. Um aplauso.

António Avelãs

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Habemus Ministro

Foi sem grande surpresa que ficamos a saber quem será o próximo ministro da educação.

João Costa tem a vantagem de conhecer como poucos a área que vai tutelar . Está no ME há já alguns anos e domina os dossiês de forma bastante explícita e satisfatória.

Num Governo que manterá muitos dos ministros em exercício,  a mudança no ME só pode querer dizer que o anterior ministro não estava à altura das funções que desempenhava. Ler mais

Ricardo Furtado

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SPGL CONDENA FIRMEMENTE O TERRORISMO

O SPGL expressa a sua condenação dos brutais atentados em Paris no dia 13.

O terrorismo, as suas intenções e apoios merecerão sempre o repúdio dos trabalhadores, nomeadamente dos educadores e dos povos.

A luta por uma paz justa, na qual os educadores se empenham, é inseparável do fim das guerras, das agressões militares, ocupações e ingerências. E é incompatível com atos de terrorismo.

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Direito a desligar

Direito a desligar

Não há trabalho produtivo sem descanso e tempo livre. Ou, para usar uma terminologia mais ao jeito do mundo em que vivemos: sem ócio, não há negócio. Esta é uma lição que a história ensina mas que, nestes tempos de contra-reforma neoliberal, em que muitas práticas laborais nos parecem querer fazer regressar ao século XIX, nunca é demais lembrar.

André Carmo

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Este ministério não dialoga mesmo com ninguém!

Com os professores já sabíamos que o M.E não negoceia. E nem sequer finge! Mas pelos vistos também não faz qualquer esforço negocial com os industriais da panificação. Dizem estes, segundo notícia o Público  (pag.14, com chamada à 1ª página) que as “pastelarias querem fazer bolos com menos açúcar para as escolas. Mas o Ministério não lhes diz como”.

Como todos prevemos, face à não existência de bolos nas escolas, a catraiada irá comê-los no café da esquina (se não for possível nos intervalos, sê-lo-á à saída…). O que talvez acontecesse menos se estes tais bolos com menos açúcar que os pasteleiros se propõem fazer estivessem disponíveis nas escolas.

Senhores e senhoras do M.E: não há espaço para um “dialogozinho”?

António Avelãs