Resultados Eleitorais (com 1/2 dos votos escrutinados)
Declaração da Comissão Eleitoral com os resultados eleitorais apurados até ao momento (15h 55 de dia 4 de junho)
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Declaração da Comissão Eleitoral com os resultados eleitorais apurados até ao momento (15h 55 de dia 4 de junho)
Foi celebrado um ACT com a CNIS (Confederação das IPSS). Com a CNEF (ensino particular e profissional), as negociações decorrem, ainda sem resultados definitivos. As condições de trabalho dos docentes na Casa Pia de Lisboa e no Instituto de Segurança Social também estão a ser acompanhadas pelo SPGL. Destes processos daremos informação posterior.
O Público de hoje, 17 de outubro, noticia (pág.13) que, face à calamidade que devastou o país, e particularmente a região centro, os médicos dessa região, que tinham marcado greve para 4ª feira, desconvocaram-na e apelaram à presença nos hospitais. Uma decisão de respeito pela população. Um aplauso.
António Avelãs
A greve climática estudantil marcada para hoje, realiza-se em pelo menos 111 países, entre os quais Portugal, onde o número de localidades tem vindo a aumentar, ultrapassando já as três dezenas.
O SPGL tem acompanhado, e vai continuar a acompanhar, este exercício de cidadania, porque há, de facto, uma emergência climática.
M. Micaelo
Rua Manuel dos Santos, nº 2 2300-471 Tomar
Tel.: 249410464
Tlm.: 939063682; 939063683
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Redução de 5% sobre preços de serviços prestados (ex.: livre trânsito 33,25 €/mês com avaliação física trimestral, plano de treino e 2 treinos personalizados)
Face a alguma confusão instalada, o SPGL esclarece que os sindicatos dos professores não estão abrangidos pela greve decretada por alguns sindicatos para o próximo dia 6
Imobiliárias querem aproveitar qualidades dos professores
… E empresas de outros ramos, também.
São profissionais com elevadas qualificações e há muitos milhares (que tanta falta fazem nas escolas!) no desemprego.(...)
Manuel Micaelo
Foi sem grande surpresa que ficamos a saber quem será o próximo ministro da educação.
João Costa tem a vantagem de conhecer como poucos a área que vai tutelar . Está no ME há já alguns anos e domina os dossiês de forma bastante explícita e satisfatória.
Num Governo que manterá muitos dos ministros em exercício, a mudança no ME só pode querer dizer que o anterior ministro não estava à altura das funções que desempenhava. Ler mais
Ricardo Furtado
(Público, 14 de junho, pg.20)
Tornou-se prática “normal”: sempre que o resultado não agrada à direita latino-americana (e por extensão aos EUA), surge inevitavelmente a acusação de fraude eleitoral e desencadeiam-se os processos para inviabilizar os resultados. Ler mais
António Avelãs
Com o intuito de facilitar a aplicação das “medidas transitórias” decorrentes do Decreto-Lei 75/2010, publicamos o mapa anexo.
O SPGL expressa a sua condenação dos brutais atentados em Paris no dia 13.
O terrorismo, as suas intenções e apoios merecerão sempre o repúdio dos trabalhadores, nomeadamente dos educadores e dos povos.
A luta por uma paz justa, na qual os educadores se empenham, é inseparável do fim das guerras, das agressões militares, ocupações e ingerências. E é incompatível com atos de terrorismo.
Não há trabalho produtivo sem descanso e tempo livre. Ou, para usar uma terminologia mais ao jeito do mundo em que vivemos: sem ócio, não há negócio. Esta é uma lição que a história ensina mas que, nestes tempos de contra-reforma neoliberal, em que muitas práticas laborais nos parecem querer fazer regressar ao século XIX, nunca é demais lembrar.
André Carmo
Pode ler AQUI as respostas que alguns partidos deram (por escrito) a um conjunto de questões postas pela FENPROF, no contexto do momento eleitoral que atravessamos. As questões foram postas a todos os partidos com assento parlamentar; infelizmente alguns não responderam.
Com os professores já sabíamos que o M.E não negoceia. E nem sequer finge! Mas pelos vistos também não faz qualquer esforço negocial com os industriais da panificação. Dizem estes, segundo notícia o Público (pag.14, com chamada à 1ª página) que as “pastelarias querem fazer bolos com menos açúcar para as escolas. Mas o Ministério não lhes diz como”.
Como todos prevemos, face à não existência de bolos nas escolas, a catraiada irá comê-los no café da esquina (se não for possível nos intervalos, sê-lo-á à saída…). O que talvez acontecesse menos se estes tais bolos com menos açúcar que os pasteleiros se propõem fazer estivessem disponíveis nas escolas.
Senhores e senhoras do M.E: não há espaço para um “dialogozinho”?
António Avelãs
“Cofres cheios”? Procuram-se mas parece estar a ser difícil encontrá-los.
“Almofadas financeiras”? Esfumaram-se.
O governo mais curto de sempre gastou, em novembro, 30% da almofada financeira anual.
O país paradisíaco chamado Portugal, tão propagandeado pelo anterior governo na campanha eleitoral, não existe.
Manuel Micaelo