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O Governo não pode resolver os problemas à custa dos docentes aposentados. Deve respeitá-los e restituir o que lhes retirou
Mário Nogueira
Não pode o governo querer resolver os problemas à custa de quem, já durante tantos anos, fez a diferença nas escolas, conseguindo colmatar as insuficiências que as políticas educativas não resolveram ou, mesmo, criaram. É isso que a FENPROF exige do governo, seja este ou outro: respeito pelos docentes aposentados, dignificação e valorização da aposentação.
Feira dos Problemas Com Soluções Bloqueadas
Para denunciar o bloqueio negocial existente na Educação e exigir a resolução dos muitos problemas que afetam os docentes e a Educação.
No Rossio, dia 25 de junho, das 13h30 às 15h30:
- Por concursos justos. Contra o flagelo da precariedade!
- Por uma aposentação digna e justa e pelo rejuvenescimento da profissão!
- Por horários de trabalho dignos e legais!
- Pela recomposição da carreira docente!
Ainda a Taxa Social Única
Apesar do modo como decorreu todo este procedimento envolvendo a redução da TSU, parecem terem-se conseguido resultados que, findo o processo, convém assinalar:
1. Evitou-se a retirada de (muito) dinheiro à Segurança Social;
2. Se a intenção, designadamente do PSD, era causar grave crise no governo, esta crise afinal não deixou grande mossa.
3. A solução alternativa encontrada pelo governo para ultrapassar o “chumbo” da TSU foi genericamente bem aceite pelos partidos que o apoiam e pela concertação social.
Há males que vêm por bem?
M. Micaelo
“o PREVPAP não é o instrumento adequado para as carreiras especiais do ensino superior”...
...afirmou o Ministro das Finanças na Assembleia da República. Então, porque foram incluídas no programa?
André Carmo
ECD valorizado não pode ser ECD minado!
O Secretário-Geral da FENPROF, Francisco Gonçalves, explica a importância da inscrição de garantias no Estatuto da Carreira Docente que norteiem a construção da legislação subsidiária.
O Secretário-geral da FENPROF, José Feliciano Costa, apresenta os motivos que levam a FENPROF a afirmar que o ECD está em perigo.
Mais ou menos 26?
“E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?”. Ler mais
André Carmo
Contrato coletivo entre a CNIS e a FENPROF e outros - IPSS
Contrato coletivo entre a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade - CNIS e a FEPCES - Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, Escritórios e Serviços e outros - Revisão global
Vale a pena ser professor
E como esta é a primeira newsletter do ano letivo 2017/2018, o SPGL deseja-lhe um bom ano, um ano de realização profissional e pessoal, e muita força para as lutas que se avizinham.
Que respostas para os alunos com deficiência e/ou necessidades específicas?
Num ano letivo em que a falta de professores aumenta, tanto em número como em extensão geográfica, os alunos com necessidades específicas são os mais penalizados pela ausência de recursos adequados. Entre estes, a situação dos alunos autistas é particularmente preocupante, tendo em conta as suas características e as exigências específicas de acompanhamento e apoio que lhes devem ser garantidos. Ler mais
Projeto Memórias
Tem estado a decorrer o Projeto Memórias – histórias por contar. Este projeto, aberto a todos os professores aposentados, destina-se à divulgação de textos que representem memórias de quem durante toda a vida ensinou. Ler mais
Cadernos Eleitorais Provisórios
Encontram-se à disposição dos sócios desde hoje e até 14 de Abril os Cadernos Eleitorais Provisórios
Sessão Pública «Paz - O maior desafio do nosso tempo»
A Casa do Alentejo e o CPPC – Conselho Português para a Paz e Cooperação promoverão uma Sessão Pública, intitulada Paz – o maior desafio do nosso tempo, no dia 13 de novembro, pelas 18h, na Casa do Alentejo, em Lisboa. A sessão contará com a participação de Ilda Figueiredo (CPPC), Rui Pereira (Professor Universitário), Bruno Carvalho (Jornalista) e José Costa (Presidente do SPGL).
Só passa quem souber?
Não, há muito que não é assim. O saber já pouco importa e todos passam. Agora, quem sabe é o telemóvel, é lá que está o saber. A escola é o que a sociedade quiser, e hoje tem-se da escola uma noção utilitária, serviçal — lugar seguro para largar os filhos e notas positivas. Ler mais
Francisco Martins da Silva
Adolescentes – um carro sem travões com uma vida social online
Hoje, dia 26, opto por um tipo de notícia diferente. Proponho a leitura do texto do jornal “Público”, pags 28-29, com o título que dei a esta brevíssima crónica. Talvez abram o apetite estas passagens: “(…) Há, no entanto, algumas dicas para prevenir os prováveis desvios. Exemplo? Deixar os adolescentes dormir até mais tarde. Os adolescentes que não dormem o suficiente são mais propensos a adoptar comportamentos de risco, como fumar e relacionados com a atividade sexual”. Ou ainda: “Hoje (…) sabemos que o cérebro continua a moldar-se durante a adolescência” E, para terminar, “Uma conceptualização clara da adolescência não é só uma picuinhice semântica. (…) Tem implicações profundas nos sistemas clínicos, educativos e judiciais”.
Boa leitura!
António Avelãs
Educação e liberdade
Já agora, "Esperamos que a poupança de recursos que resulte desta política seja investida em promover a qualidade das escolas públicas."
Francisco Martins da Silva
Ministério está a autorizar mais horas extras para que alunos não fiquem sem aulas
Tendência que se agravará inevitavelmente. É urgente criar um regime especial de aposentação. Todos ficarão a ganhar.
Francisco Martins da Silva
Vive-se "tragédia humana inimaginável" em lares e instituições na Europa, diz a OMS
Teremos coragem para, ao menos, assumir o que de social, económico e cultural propiciou o impacto da COVID-19?
João Correia