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E QUASE QUE FOI!

Foi uma boa manif, esta do 1º de maio – nisso estamos todos de acordo. Não terá sido "de arromba", mas deixou um sinal claro: o povo começa a mexer e a reagir à ideologia das inevitabilidades. O SPGL esteve bem representado. Há que não esmorecer nem deixar esmorecer. ...

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MEMÓRIA VIVA - VAMOS COMEMORAR...

No Departamento de Professores e Educadores Aposentados do S.P.G.L. foi criado um grupo que procurará assinalar com todos os interessados, datas que digam respeito à nossa ação educativa, transversal aos vários níveis (profissional / cultural e social / global).

Estamos abertos a sugestões e/ou propostas ou qualquer outra forma de colaboração de cada um de vós sobre os temas que vierem a ser anunciados.

O primeiro trabalho é o que refere o DIA MUNDIAL DA LINGUA PORTUGUESA.

Com a nossa / vossa MEMÓRIA VIVA - VAMOS COMEMORAR...

Vamos também con(VIVER)!

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A luta continua…

Abre-se a televisão e a saga da fuga às responsabilidades pelos abusos cometidos pela Igreja continua. Depois de tantas declarações inacreditáveis proferidas por homens que passam o tempo a bater com a mão no peito, o que sairá da conferência episcopal que se reúne hoje em Fátima? Já sabemos que “não se deve fazer uma caça às bruxas”, o que é óbvio pois disso já tratou a Inquisição, mas a impunidade e o descaramento da hierarquia da igreja portuguesa já passaram todos os limites. Ler mais

Almerinda Bento

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Viva a Declaração dos Direitos Humanos

Hoje, dia 10 de Dezembro, assinala-se o 72º aniversário da proclamação pela Assembleia Geral das Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Um texto fundador dos direitos humanos e liberdades fundamentais a serem protegidos universalmente, a partir do qual foram posteriormente declinadas muitas outras declarações, constituições e textos que são referências para os governos e para o progresso da Humanidade. Ler mais

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A Avaliação dos Alunos no Básico

As anunciadas alterações na avaliação dos alunos no ensino básico têm provocado –sobretudo à direita, mas não só – alguma contestação. Não tanto pelo seu “conteúdo”, mas porque , alega-se, “não procuraram o consenso” ou porque alteram o que ainda há pouco fora introduzido. A esta argumentação há que contrapor que no que se refere aos exames no 4º ano de escolaridade Nuno Crato os impôs sem qualquer consenso e à revelia da quase unanimidade das opiniões de pais, professores e especialistas em educação. (Ler mais)